22 abril 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

DILMÊS DE BOTEQUIM

Dilma acredita que os americanos também têm apenas um neurônio

“Se o Judiciário quiser afastá-lo, terá que pensar bastante, porque são muito frágeis as provas contra ele”.

Dilma Rousseff, durante uma conferência em Washington, tentando convencer os americanos de que o presente de R$ 40 milhões que Lula recebeu da Odebrecht, o sítio reformado pela empreiteira em Atibaia, o triplex no Guarujá doado pela OAS e o emprego de camelô de empreiteira, fora o resto, não são motivos suficientes para engaiolar a alma mais honesta do país.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL

22 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UM PIADA DA VACA PEIDONA

22 abril 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

O ENVELHECER

Não adianta esconder. Disfarçar, usar meios para enganar a flacidez da pele, a invasão das rugas, o surgimento dos pés de galinha no rosto, a entrada na última etapa da vida, as visíveis alterações orgânicas. O desânimo pela nova fase de limitação. Irreversível, vez que a idade não regride. Só faz avançar, reduzindo automaticamente a capacidade física, mental e orgânica.

Quando o sujeito ultrapassa a fase adulta, dois sentimentos deixam de interagir no corpo, combinar a alegria com a jovialidade, a tristeza pelo desaparecimento do brilho, da vitalidade da pele com o prévio anúncio da aproximação da morte.

O envelhecer é uma dádiva da natureza. O feito, conseguido através de métodos naturais ou artificiais, tem permitido que parte da população de idosos consiga a proeza de estender a ciclo de vida, acumulando experiência, conhecimento, sabedoria, maturidade, aposentadoria, plena liberdade e notáveis realizações.

Coisa que muitas pessoas da boa idade não consegue, apesar da insistência, porque sente a aproximação da morte e a preguiça para enfrentar novos desafios. Teme reviver os momentos de encontros e desencontros.

O homem é finito, como tudo na vida terrestre, que tem começo, meio e fim. Agora, chegar à idade avançada é o sonho geral. A vontade de qualquer ser humano. Mesmo que sinta as agruras do tempo passear pelo corpo, implantando deficiências. Porém, convêm não esquecer que a vida sarada depende basicamente de hábitos saudáveis na alimentação, de boas caminhadas e se possível, de pedaladas também e dos tradicionais exames, periódicos. Sem exageros.

Todavia, mesmo sabendo que já alcançou o limite de vida, ocupando a última etapa de vida, tem velhinho que não entrega os pontos. Anseia ir mais longe, embora lhe falte força, vigor e saúde para vencer novas etapas. Superar outros estágios que dependem, lógico, de genética, estilo de vida e do ambiente familiar.

Por isso, para algumas pessoas, o envelhecer rápido e acelerado é pesadelo, enquanto para outras figuras o ficar velho acontece paulatinamente. Na maciota. A passagem entre o novo e o velho não estressa tanto, embora o cabelo vá prateando.

Para o poeta Mário Quintana foi fácil perceber a chegada da velhice. Bastou notar que “os amigos se tornavam nomes de ruas”. Já o compositor Gonzaguinha tinha outra visão ao dizer que o bom da vida “é viver e não ter vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz”.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o envelhecimento humano segue uma cronologia normal. É classificada em quatro estágios. A meia idade se estende dos 45 aos 59 anos. A idade para a pessoa ser considerada idosa vai de 60 a 74 anos. O ancião fecha o ciclo entre 75 a 90 anos e a velhice extrema é notória, quando passa dos 90 anos e segue em frente.

Todavia, na prática tem pessoa longeva que não costuma enxergar o peso da idade, se sentir velha, pouco importando se ao completar 65 anos, seja julgada ultrapassada, fora de moda, gente dobrada pela boa idade. Apresentando os sinais do corpo já arqueado.

Tem senhor que, estimulado pela família, receba o apoio das amizades e por dispor dinheiro na poupança, não quer se despedir da vida tão cedo. Quer vencer mais outras etapas. Pretende ir adiante. Atingir mais duas fases de vida. Vencer a terceira idade. Chegar aos 75 anos, idade para a pessoa idosa e completar os 90 anos, engatando a quarta idade, etapa classificada como de estrema velhice.

Estima-se que no ano de 2020 a população brasileira de idosos feche em 30 milhões. A italiana Emma Morano teve a felicidade de morrer, recentemente, aos 117 anos, comendo três ovos diários, bolos e doces. Com saúde, pode assistir consciente, a passagem de duas guerras mundiais, 11 Papas e doze presidentes.

Apesar de não gozar de boa qualidade de vida, o brasileiro também não costuma tratar o idoso com urbanidade. Respeito. Obediência. O Estado, inclusive, desconhece a obrigação de oferecer condições para o idoso ter vida saudável. Nos últimos instantes de vida.

No entanto, tem países que se preocupam em adotar boas políticas para o envelhecimento. Dispensam aos idosos a segurança do rendimento, estimulam a capacidade individual, o estado de saúde, oferecem ainda confortável ambiente para o bem viver. Socialmente.

Dentre os melhores países para abrigar os velhinhos, destacam-se o Reino Unido, os Estados Unidos, o Japão, Holanda, Canadá, Alemanha e Suécia. Neles, a terceira idade tem acesso fácil ao transporte público, à saúde e à boa convivência social.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

MOISÉS – BLOG DO MOISÉS

22 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

MAIS UMA MADALENA ARREPENDIDA

22 abril 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

TIRO NO PÉ

Advogado de Lula não se conforma de Sérgio Moro exigir a mesma coisa que ele próprio

“A decisão proferida exigindo a presença de Lula em audiências para ouvir testemunhas de defesa configura mais uma arbitrariedade contra o ex-Presidente. A decisão também mostra que Moro adota o direito penal do inimigo em relação a Lula e age como ‘juiz que não quer perder o jogo’”.

Cristiano Zanin Martins, advogado de Lula, informando que não há nada de mais na convocação de 87 testemunhas para retardar um dos processos contra seu cliente, mas é uma arbitrariedade intolerável exigir que o ex-presidente compareça a todas as audiências para ouvir os depoimentos que considera indispensáveis.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

TACHO – JORNAL NH (RS)

JOSÉ SILVA – CAMPO GRANDE-MS

Sr. Editor,

Dando continuidade à saga dos que despertaram de um demorado e oportunista sono hipnótico, o escritor Luiz Fernando Veríssimo, inoculado por um dardo potente lançado de Curitiba, acordou decepcionado com o seu deus, Stélio Nato, e, de tão indignado, incapaz de realizar o gesto nobre de um samurai, resolveu assassinar a velhinha de Taubaté.

A sociedade, enlutada, agradece comovida as mensagens de solidariedade cristã, e pede que não enviem flores.

O féretro será realizado no próximo dia três, nas dependências da 13ª Vara Federal, em Curitiba.

Veja a matéria abaixo:

* * *

Luiz Fernando Veríssimo, oportunista, desembarca do Titanic Lulopetista

O escritor gaúcho Luiz Fernando Veríssimo apresenta-se agora como um esquerdista desiludido, depois de passar a vida toca deliciando-se com o Titanic Lulopetista.

Ele declarou publicamente que se decepcionou com Lula, de quem foi eleitor.

– Acreditava que haveria mesmo uma mudança na política brasileira. Agora, a gravidade das denúncias da Lava Jato abala até mesmo quem havia se desencantado lá atrás.

Luiz Fernando, agora, terá que matar a Velhinha de Taubaté.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

CONTEMPLAÇÃO

Mote de Astier Basílio
Glosas deste colunista

Numa casa de campo sem conforto
Meu pensar segue o seu caminho torto
Sem saber certamente onde vai dar
Acordado eu começo a sonhar
Com a paz palpitando o coracão
Uma luz clareando a imensidão
E amor habitando essa morada
A paisagem caminha abandonada
No esquadro fugaz da solidão.

Vejo a frente num morro esverdeado
Os sinais mais marcantes da natura
Vegetais que até pouco na secura
Só mostravam o seu tom acinzentado
Contemplando o meu sertão amado
Mais entendo e admiro este rincão
Busco eu neste ciclo uma lição
Pra lutar e seguir na minha estrada
A paisagem caminha abandonada
No esquadro fugaz da solidão.

A sequência de imagens que eu vejo
Nada forma, revela ou me traduz
Sigo só carregando a minha cruz
Mas buscando entender o que desejo
Sou um forte como bom sertanejo
Mas fraquejo as vezes sem razão
Perco a fé em momentos de emoção
Mas depois a tenho recuperada
A paisagem caminha abandonada
No esquadro fugaz da solidão.

A paisagem que a mim já se revela
Mas parece uma obra impressionista
Como um quadro pintado pelo artista
Que receia se demonstrar na tela.
Mas eu busco pintar minha aquarela
Com as cores que pintam a perfeição
Demonstrando a intensa sensação
Que min’alma por mim foi revelada.
A paisagem caminha abandonada
No esquadro fugaz da solidão.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

22 abril 2017 FERNANDO GABEIRA

FIM DO MUNDO, NOVO MUNDO

A delação dos dirigentes da Odebrecht não trouxe tantas novidades para quem leu os vazamentos. No entanto, a forma como se apresentou – vídeos dos delatores, riqueza de detalhes e algumas surpresas – trouxe grande impacto mesmo para os que conheciam os dados principais da trama.

Para começar, alguns obstáculos técnicos: as denúncias não foram hierarquizadas e divididas em blocos. E o áudio das delações era bastante sofrível. Aliás, a qualidade do áudio é uma crítica que faço não apenas à Lava Jato. Parece que vivemos numa era pré-estereofônica, na contramão de uma tecnologia cada vez mais acessível.

Percebo à distância que grandes peixes passaram quase em branco, como o negócio dos submarinos com a França. Aliás, dos 200 depoimentos ainda em sigilo, quase todos tratam de aventuras internacionais e da participação do BNDES, algo que me interessa na proporção em que se esforçam para escondê-los. Nesse oceano de informações, algumas dolorosas, porque trazem também decepção sobre certas pessoas, escolhi uma frase de Emílio Odebrecht para comentar, aquela em que ele diz que a corrupção existe há 30 anos e ele não entende a surpresa da imprensa, que não a teria denunciado.

Reconheço que mostrar-se surpreso e ser ao mesmo tempo um observador da vida política nacional é contraditório. Só posso entender esse movimento de alguns comentaristas pelo desejo de empatia com seus leitores ou espectadores, estes, sim, sem o mesmo nível de informação, estupefatos com os bastidores das relações entre políticos e empreiteiros.

Não é verdade que o sistema de corrupção, ao longo dos anos de redemocratização, não tenha sido denunciado. A própria Odebrecht confirma isso ao confessar que sofisticou o processo depois da CPI dos Anões do Orçamento. O jornalista Jânio de Freitas foi um pioneiro ao desmascarar licitações fraudadas na Ferrovia Norte-Sul. Grandes operações da Polícia Federal, como a Castelo de Areia, morreram na praia porque a Justiça anulou as provas, algo que o ministro Gilmar Mendes chegou a sugerir para a Lava Jato.

E posso me concentrar num episódio que conheço bem, para contestar parcialmente a fala de Emílio Odebrecht. Refiro-me ao caso que ficou conhecido, graças à esperteza de Lula, como o dos aloprados do PT. É a história dos petistas detidos com R$ 1,6 milhão em dinheiro, nas eleições de 2006. Eu era o relator da CPI dos Sanguessugas incumbido desse caso.

Ele tinha relação com a CPI porque José Serra, supostamente, seria denunciado pelos principais acusados de superfaturar ambulâncias.
Tentei desvendá-lo ouvindo depoimentos, era o instrumento que tinha. Os petistas estavam eufóricos com a reeleição de Lula. Não davam pistas.

A imprensa trabalhou muito. Dois repórteres da Veja chegaram a ser detidos na Polícia Federal de São Paulo. O então diretor da revista, Mário Sabino, foi indiciado por tentar informar os seus leitores.

O que a CPI não tinha nem a imprensa conseguiu foi o detalhe revelado agora pela delação: num dos maços de notas destinados a comprar o dossiê contra Serra havia uma etiqueta de uma empresa da cervejaria Itaipava. No contexto atual, o caso seria esclarecido a partir desse detalhe, desprezado nas investigações.

Não quero afirmar que a imprensa tenha sido uma combatente heroíca da corrupção, sobretudo porque sob esse conceito mais geral há comportamentos muito distintos. Quero afirmar apenas suas limitações. Ela não pode quebrar sigilos bancários e telefônicos, muito menos realizar entrevistas seguidas de condução coercitiva.

O que mudou essencialmente o quadro foi a eficácia da Lava Jato. Ela evitou todas as armadilhas em que caíram as operações derrotadas pelo poderoso sistema de corrupção.

Foi graças às investigações e sólidas provas da Lava Jato que a imprensa conseguiu avançar, contribuindo com seu esforço para desvendar a engrenagem que sufocava o Brasil. O interessante é a crítica pendular que ela sofre. Quase sempre foi acusada de inventar denúncias. Recentemente, o PT qualificava os escândalos que o envolvem como uma “conspiração midiática”. Emílio Odebrecht a acusa-a de ter silenciado ao longo dos anos e fazer agora um grande estardalhaço. Mas a verdade é o quanto tanto a PF como os procuradores evoluíram com o tempo e com os fracassos relativos. E a própria imprensa se tornou mais cautelosa ao se mover em terreno tão delicado.

Alguns dos mais importantes vazamentos foram em blogs, que têm uma estrutura mais leve e, por causa disso, ousam mais. O que Emílio Odebrecht não considerou em sua fala foram os enormes avanços havidos no Brasil, enquanto empreiteiras e políticos vivam num mundo à parte.

A experiência de vida mostra que muitas coisas que eram proibidas no passado passam a ser permitidas com o tempo, como, por exemplo, o divórcio e a união de gays. Mas história é mais complicada. Muitas coisas, antes toleradas, passam a ser proibidas com o tempo, como o assédio sexual por exemplo.

Alguns fatores tornaram a corrupção conhecida de quem observava friamente o processo, mais vulnerável que no passado. Um desses fatores é a maior transparência impulsionada também pela revolução digital. Outro aspecto importante, talvez inspirado pela Justiça americana, é a tática de rastreamento do dinheiro de propinas através dos labirintos do sistema financeiro internacional.

Finalmente, certas mudanças de atitude, como a da Suíça, foram fundamentais. A Suíça se abriu, a polícia brasileira mudou, a tolerância das pessoas comuns mudou, foram tantas mudanças que é bastante compreensível que a bolha tenha estourado agora, e não antes, apesar de inúmeras tentativas frustradas.

Mesmo sem me importar com os risos pragmáticos, diria que Emílio poderia aprender com o escândalo uma lição mais valiosa que sua fortuna: a impermanência de tudo, o constante processo de mudanças.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

FERNANDES – DIÁRIO DO ABC (SP)

FANATISMO

Esta letra, interpretada por Fagner, é um belíssimo soneto da Poeta portuguesa Florberla Espanca, que viveu intensamente o seu curto tempo de apenas 36 anos neste mundo.

O cearense musicou uma obra-prima. Que o JBF oferece pros seus leitores neste lindo sábado.

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Florbela Espanca (Dez/1894 – Dez/1930)

Fanatismo

Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer a razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!

Não vejo nada assim enlouquecida…
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!

“Tudo no mundo é frágil, tudo passa …”
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!

E, olhos postos em ti, digo de rastros:
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Princípio e Fim! …”

22 abril 2017 FULEIRAGEM

BENETT – GAZETA DO POVO (PR)

UM CADÁVER…

Um cadáver! É isto!

Um cadáver, apenas um. Este é sonho das lideranças de esquerda do Brasil. Um cadáver é tudo que precisam os envolvidos na lava-jato, na sujeira da corrupção, para renascerem como zumbis mortos-vivos.

Os esquerdopatas, a imprensa a soldo, os militantes esquerdistas que se encontram sitiados nas redações Brasil a fora precisam desesperadamente de um motivo para não ter de noticiar o óbvio ululante: O PT é o partido mais corrupto da história brasileira, a era Lulopetista foi um projeto ditatorial de poder, vivíamos em uma cleptocracia, a ORCRIM existe e Lula é o Chefe máximo.

As delações, informações , depoimentos e documentos estão ai, contra fatos não há argumentos. Lula e seus asseclas sabem disso. A imprensa a soldo e a imprensa militante sabem disso. E sabem que sem um fato novo não poderão desviar o foco das reportagens.

Já tentaram de tudo, envolveram os demais partidos, generalizaram e/ou banalizaram os atos de corrupção. Nada surtiu efeito porque a cada novo corrupto que aparece ou a cada nova falcatrua, vêm junto mais provas de que Lula e o PT estavam envolvidos e regiam tudo.

Eles sabem disto. Sabem que os dias estão contados. Sabem que a imprensa a soldo e militante já não tem mais folego (moral ou financeiro).

Sabem que as pesquisas ridículas que indicam algum horizonte eleitoral para Lula são tão falsas como uma nota de três reais e por isso mesmo não convencem mais ninguém.

Então resta o desespero. E no desespero cresce a fé, a fé em um milagre. E ai, meus caros, um cadáver ‘fresquinho’ cai como uma luva.
De preferência um cadáver jovem vestindo vermelho com uma estrela no peito, morto pela polícia em um confronto. Alguns esquerdopatas tem sonhos eróticos e orgasmos com este possível defunto.

Se não der para ter a polícia ‘gerando’ o cadáver, serve um defunto oriundo de um confronto com os grupos que protestam em favor da Lava-jato e pelo retorno da moralidade no país. Em último caso é capaz de servir até o cadáver de um policial morto em confronto.

Tudo que eles querem é um enterro e um caixão para servir de palanque. Ai entra a militância, o discurso que é tudo culpa da lava-jato que dividiu o país, o choro daqueles que não tem escrúpulos em roubar a nação, mas que se dirão consternados com o militante vitimado.

O resto fica com os grupos de Direitos Humanos e com a imprensa militante e a soldo. Vai ser um escarcéu!

Bom, vai ser nesse momento que chegarão os ‘pacificadores’, os ‘pseudo-patriotas’, a famosa turma do ‘deixa-disso’. Vão propor projetos e leis para ‘apaziguar’ o Brasil e nesta esteira o Congresso age, rápido, direto, antes da missa de sétimo dia.

Quando percebermos, quando passar o luto, eles já acomodaram tudo.

Por isso a funesta excitação. Um cadáver resolve tudo. Um cadáver insepulto é mote da redenção desta corja. Só não vale sugerir usar o cadáver de Celso Daniel, deste fantasma eles têm medo. Muito medo!

Um ou vários mortos não são nada para homens que militam na esquerda, homens que fingiram não ver os 150 milhões de mortos da União Soviética comunista, que fingiram não ver o paredón cubano, que fingem que nada ocorre na Venezuela.

Quem se cala e até elogia como democrático demais, o regime Chavista, que tem matado um faminto desesperado por dia, só porque eles estão na rua exigindo dignidade, vai se importar com um ou dois cadáveres de seus compatriotas?

Homens, ou melhor crápulas, que aplaudiram o discurso do facínora Che Guevara na ONU, aquele em que ele disse ‘…Nós temos que dizer aqui o que é uma verdade conhecida, que temos expressado sempre diante do mundo: fuzilamentos, sim! Fuzilamos, estamos fuzilando e seguiremos fuzilando até que seja necessário…’ , não vão chorar um jovem militante descerebrado.

Ou melhor chorarão e aos prantos, lágrimas de crocodilo!

Um homem, ou melhor uma sombra de homem, que usa o velório da mulher como showmício eleitoral onde quase usou o caixão como palanque, não vai respeitar ou compadecer com qualquer um que seja.

E eles já têm a data para conseguir o seu sonhado cadáver.

É em Curitiba, no dia 03 de maio, quando o Capo Lula irá depor na Justiça Federal. Eles já estão mobilizados, gastarão os últimos centavos de sindicatos, os últimos recursos dos ditos movimentos sociais (como os Sem-terra, os Sem-teto e os Sem-vergonha), da UNE, dos partidos e levarão para Curitiba toda a sucia e mais um grande grupo de idiotas úteis.

Já articularam uma ‘Greve geral’ para o dia 28 de abril, numa ante véspera de feriadão, para com a desculpa de aumentar o feriado conseguirem uma adesão um pouco maior. Podem escrever que os serviços públicos vão parar. Servidor público não é descontado, nem tem de recuperar o serviço perdido, por isso adora um feriadão.

O PT vai fazer uma reunião de diretório em Curitiba no dia 28. Do jeito que o partido está vai parecer mais um conclave de mafiosos. Só falta a CNBB decretar feriado religioso. Vão todos para Curitiba, sabem que é a última chance.

Mas não pensem que irão anjinhos para protestar pacificamente. Os patriotas da estrela estão sendo selecionados a dedo entre os mais truculentos e radicais. A ideia é que a ‘tropa’ faça os black blocs parecerem meninos do jardim de infância.

E estes ‘cidadãos’ vão tocar o horror. Paralisar e arrasar Curitiba, quebrar tudo, esta vai ser a ordem. Tudo sob a vigilância das câmeras da imprensa ávida por um ‘fato novo’, de preferência um fato ao gosto das esquerdas.

Imaginem os ‘defensores de Lula’ tocando o horror em Curitiba. O que resta à polícia fazer? Agir dentro da lei e da ordem, ou seja por ordem na casa. Mas não se dá flores a que te apedreja.

Alguém acha que os mimadinhos da esquerda vão acatar pacificamente a polícia? É duro? Provavelmente vão partir para cima dos policiais e daí ao conflito é um pulo.

Também vão estar em Curitiba os movimentos liberais que tomaram as ruas e despejaram esta corja, defendendo o Brasil e a Lava-jato. Para nossos esquerdopatas outro alvo fácil. O povo dos Movimentos de rua é ordeiro e pacífico, mas se for agredido terá de defender-se, outro conflito.

E, é nestes conflitos que Lula, o PT e os enrolados na Lava-jato buscarão seu mártir, seu cadáver.

Há como evitar? Sim e deveria ser com bom-senso, mas esperar bom-senso desta sucia é demais.

Outro caminho seria aproveitar o que foi delatado nos últimos dias, inclusive o fato de destruir provas e enjaular Lula antes do feriado. Evitaríamos os confrontos e outros problemas.

A corja sabe que está a um passo do ponto de no return.

Palocci, o Italiano, já deu o recado, vai delatar, não só Lula e o PT mas os bancos e banqueiros, outros grandes ‘amigos’ de Lula.

Foi a última ameaça. Vaccari também se prepara para delatar. Tentaram lhe acalmar com um recado a liberdade de Renato Duque, numa decisão monocrática de quem? Do Ministro Marco Aurélio, sempre ele. Mas sabem que o prazo é curto, a decisão não sobrevive ao plenário do STF.

Da mesma forma que as tramoias do Congresso não sobreviverão as ruas e as mentiras de Lula e do PT não sobreviverão aos fatos. Eles sabem disso.

Sem um fato novo estarão perdidos em 30 dias e sem retorno. Por isso precisam do mártir, do corpo insepulto, do féretro que servirá de palanque.

Para a partir deste palanque tentarem mudar sua sorte. Mas se o cadáver vier, não virá sozinho, virá acompanhado de outros, talvez de milhares.

Cadáveres de inocentes que serão tragados na sanha de salvar o ‘sonho’ bolivarianista de nossos comunistas de araque. Vão sacrificar o povo pelo seu bem estar e ainda dirão que foi pelo bem dele, o povo. Tal e qual na Venezuela, em Cuba ou na URSS.

Ainda dá tempo. Sugiro que os juízes envolvidos na Lava-jato façam uma troca. Troquem o cadáver que poderá vir em Curitiba por um safado, sem-vergonha preso. Lula na cadeia já!

Pouparemos dinheiro, pouparemos vidas e começaremos a endireitar o Brasil.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

CAZO – COMÉRCIO DO JAHU (SP)

22 abril 2017 EVENTOS

É HOJE! – PARA OS FUBÂNICOS DE GARANHUNS – VIVA DOMINGUINHOS

22 abril 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

22 abril 2017 JOSIAS DE SOUZA

DESTRUIR PROVAS DÁ CADEIA

Em depoimento devastador, Léo Pinheiro confirmou velhas suspeitas e atravessou no caminho de Lula uma acusação nova. O ex-presidente da OAS disse a Sergio Moro que Lula lhe pediu para destruir provas das propinas que pagou ao PT por intermédio do então tesoureiro João Vaccari. Pela lei, isso dá cadeia. Que o diga Marcelo Odebrecht. A pergunta do momento é: o juiz da Lava Jato terá disposição para colocar Lula preventivamente atrás das grades antes de uma condenação confirmada na segunda instância do Judiciário?

De toda a turma do canteiro de obras, lugar de movimentos pesados e muita lama, Léo Pinheiro era o que tinha mais intimidade com Lula. Gostavam de jogar conversa fora juntos. Num dos encontros, contou o empreiteiro a Moro, Lula “textualmente me fez a seguinte pergunta: ‘Léo, o senhor fez algum pagamento a João Vaccari no exterior?’. Eu disse: ‘Não, presidente, nunca fiz pagamento a essas contas que nós temos com Vaccari no exterior’.”

Segundo Léo, Lula engatou outra pergunta: “Como você está procedendo os pagamentos para o PT?”. E ele: “Através do João Vaccari. Estou fazendo os pagamentos através de orientações do Vaccari, de caixa dois, de doações diversas que nós fizemos a diretórios e tal.” Sobreveio, então, a ordem do morubixaba do PT: “Você tem algum registro de algum encontro de contas feitas com João Vaccari…? Se tiver, destrua”.

Prevista no terceiro capítulo do Código de Processo Penal, a prisão preventiva pode ser decretada em qualquer fase do processo – durante o inquérito policial ou no curso da ação penal. Diz o artigo 312: “A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.”

No caso específico, a prisão de Lula se justificaria, em tese, “por conveniência da instrução criminal” e “para assegurar a aplicação da lei”. Um réu que encomenda a destruição de provas não está senão criando obstáculos para impedir que a lei se cumpra. Se quisesse, Moro poderia invocar o artigo 312 do Código de Processo Penal contra Lula, aprisionando-o por tempo indeterminado.

Entretanto, se estiver com os miolos no lugar, Moro perceberá que há um limite depois do qual o rigor deixa de ser uma virtude na rotina de um magistrado. No momento, é desnecessária e arriscada a detenção de Lula. É desnecessária porque, se há um esforço para atrapalhar a produção de provas, não está funcionando. É arriscada porque a ordem pode ser revogada por um tribunal superior mediante recurso. Melhor reunir as evidências e produzir uma sentença sólida.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

 

FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES – RECIFE-PE

Gente amada:

O Ministério Público Federal criou um site chamado LAVAJATO, para que todos os brasileiros pudessem acompanhar a bandalheira provocada por políticos, servidores públicos e empresários.

Clique aqui para acessar.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

LUSCAR – CHARGE ONLINE

DO CRIOULO DOIDO AO RIO ANTIGO

Ontem transcorreu o Dia de Tiradentes, feriado nacional em homenagem a Joaquim José da Silva Xavier, mártir da Inconfidência Mineira. Aliás, um dos poucos heróis brasileiros.

Lembro-me, claramente, como a data era reverenciada nas salas de aula do meu tempo de ginásio. Alunos embevecidos admiravam o fervor patriótico imposto pelos mestres às homenagens alusivas à coragem do mineiro de Ritápolis, que ousou contestar a autoridade da coroa portuguesa no Brasil.

O relato de como se processou a execução da sentença do mártir brasileiro nos deixava estupefatos pela crueldade impingida ao ato. Duzentos e tantos anos depois assistiríamos, anestesiados pela persistente divulgação midiática, cenas de bestialidade que poriam no chinelo àquela presenciada pelos cariocas em 1792.

O dia 21 de abril me fez recordar, também, o cronista, escritor e compositor Sérgio Porto, mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta, e o seu famoso “Samba do Crioulo Doido”.

Naquela sátira musical ele explorou, com descabida irreverência, a memória do alferes autor da primeira movimentação em prol da independência brasileira. Senão vejamos: “Foi em Diamantina/Onde nasceu JK/Que a princesa Leopoldina/Arresolveu se casar/Mas Chica da Silva/Tinha outros pretendentes/E obrigou a princesa/A se casar com Tiradentes”.

Continuando com a letra do samba: “Joaquim José/Que também é/Da Silva Xavier/Queria ser dono do mundo/E se elegeu Pedro II/Das estradas de Minas/Seguiu para São Paulo/E falou com Anchieta/O vigário dos índios/Aliou-se a Dom Pedro/E acabou com a falseta/…O bode que deu vou te contar”. Saudoso Sérgio Porto.

Aproveitando a deixa saudosista, exalto a criatividade de outro memorável brasileiro. Trata-se do humorista, escritor, ator, comentarista, diretor de cinema e compositor Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, ou melhor, Chico Anysio.

Dentre a dezena de músicas que conheço de seu repertório, nenhuma se compara, em beleza e síntese, com o samba Rio Antigo. Essa composição de 1979, resultado de parceria com Nonato Buzar, é uma homenagem nostálgica ao Rio de Janeiro da primeira metade do século XX. Eis o primor de alguns versos da música:

Quero um bate-papo na esquina
Eu quero o Rio Antigo
Com crianças na calçada
Brincando sem perigo
Sem metrô e sem frescão
O ontem no amanhã
Quero o Carnaval com serpentinas
Eu quero a Copa Roca de Brasil e Argentina
Os Anjos do Inferno, 4 Ases e Um Coringa
Quero um som de fossa da Dolores
Uma valsa do Orestes, um zum-zum-zum dos Cafajestes
Cidade sem Aterro como Deus criou

Agora ouçam a talentosa Alcione na magistral interpretação da obra-prima de Chico Anysio.

22 abril 2017 FULEIRAGEM

PASSOFUNDO – CHARGE ONLINE

22 abril 2017 REPORTAGEM

O DESEMBARQUE

“É simplesmente doloroso ver que o Partido dos Trabalhadores do Brasil – que implantou medidas significativas – simplesmente não pôde manter as mãos fora da caixa registradora. Juntou-se à elite extremamente corrupta, que está roubando o tempo todo, e desacreditou-se.” A frase é do linguista e filósofo americano Noam Chomsky, 89 anos, um dos maiores pensadores da esquerda da atualidade. Foi dita em uma de suas últimas entrevistas, dada ao site de notícias Democracy Now, e resume com perfeição a desilusão de parte significativa da esquerda mundial com o partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aos poucos, assim como seu ícone Chomsky, ela desembarca do projeto PT.

Forte desilusão

O lance mais recente a dar força a esse movimento foi a divulgação do conteúdo das delações dos ex-executivos da Odebrecht escancarando a promiscuidade das relações entre os governos petistas e a empreiteira. Diante das provas indiscutíveis de conluio com a empreiteira baiana, muitos apoiadores do partido, alguns de primeira hora, estão revendo suas posições e já falam publicamente a respeito do assunto. Uma dessas pessoas foi a psicanalista Maria Rita Kehl, de São Paulo. “É claro que é muito decepcionante que Lula tenha sido delatado na Lava Jato. Ele não era uma pessoa tão bacana e tão íntegra”, disse em reportagem do Jornal “Folha de S. Paulo”.

O desapontamento particularmente com Lula é um dos fatores a estimular a retirada do apoio da esquerda ao PT. Em sua fala, o marxista Chomsky é incisivo ao demonstrar o efeito nocivo que os ilícitos cometidos pelo ex-presidente provocou para o sonho de execução de programas de governo que, a princípio, deveriam ter sido regidos por princípios éticos e progressistas. Por isso, na sua crítica ao comportamento da esquerda na América Latina, o intelectual pede o surgimento de lideranças que tenham a honestidade como uma de suas marcas. “Espera-se forças mais honestas que, primeiro de tudo, reconheçam a necessidade de desenvolver a economia de uma maneira que tenha um alicerce mais sólido, não apenas baseado na exportação de matérias-primas e, em segundo lugar, sejam honestas o suficiente para desenvolver programas decentes sem roubar o público ao mesmo tempo.”

Até o Petrolão, a debandada mais expressiva do PT havia ocorrido no Mensalão, em 2005. Na ocasião, petistas históricos, como Chico Alencar e Plínio de Arruda Sampaio, deixaram o partido. De lá para cá, no entanto, a escalada de denúncias contra o partido causou a retirada gradativa de apoio de muita gente. Incluem-se aí o ator Antonio Fagundes e o escritor Luis Fernando Veríssimo. “No PT eu não voto nunca mais. Todo mundo que votava no partido fazia isso por uma integridade que estamos vendo que não existe mais”, disse Fagundes.

Veríssimo apresenta-se como um esquerdista desiludido. Declarou publicamente que se decepcionou com Lula, de quem foi eleitor. “Acreditava que haveria mesmo uma mudança na política brasileira.” Agora, a gravidade das denúncias da Lava Jato abala até mesmo quem havia se desencantado lá atrás. “Fiquei muito triste. E envergonhado”, desabafou Gilson Menezes, um dos fundadores do PT e hoje filiado ao PDT. “Houve um tempo em que eu colocaria minha mão no fogo por Lula. Hoje não mais. Também estou muito decepcionado com outros ex-companheiros, como José Dirceu e Antonio Palloci.”

Transcrito da Revista Isto É

21 abril 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

NÃO HAVERÁ JUSTIÇA ENQUANTO ELE ESTIVER SOLTO

21 abril 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

SINUCA DE BICO

Em outubro de 1993 eu cobria, como jornalista do Country Club, uma das apresentações do “astro do bilhar”, José Rui de Mattos Amorim, mais conhecido como “Rui Chapéu”, que se apresentava a convite do Presidente Dr. Rostand Paraíso, tendo ao meu lado para as explicações à boca pequena, o taquista e artista plástico Halmiro – Almiro Antonio Barreto da Silva.

Halmiro (esq.), artista plástico, um dos granes taquistas do Recife, ao lado deste colunista

Iniciada a apresentação, um “distinto” se agarra ao microfone para a transmissão, postando-se como Mestre de Cerimônias.

Para cada jogada o locutor improvisado, com voz de Abílio de Castro, anunciava com entusiasmo, a modalidade, nem sempre inédita para Lulinha, Ivanildo, Dega, Almiro, Mário Celestino, e outros jogadores inveterados.

Em dado momento foi anunciado que “Rui Chapéu” resolveria uma situação difícil, e jamais vista em Pernambuco: uma “Sinuca de bico”. Aquela que iria finalizar sua apresentação.

Silêncio e expectativa. Ouve-se, então, a voz fanhosa de um espectador vindo lá dos cafundós de juras, que irrefletidamente indagou ao locutor desejoso de saber o que era aquele termo – “sinuca de bico”:

– Que diabo de jogada é essa?

Ao que, de pronto, mais depressa que mijada de bode, “Dega” – Edgar Campelo Cavalcanti – sócio-proprietário do Country, jornalista, dono da coluna “O Chute do Dega”, atento e oportunista como sempre, foi ao microfone e sem clemência disparou:

– Estou descontente com tua mulher, mas também não tenho nada melhor em vista!. É uma “Sinuca de bico”.

Fechou-se a cena.

21 abril 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

21 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

MEMÓRIA BANÂNICA

A notícia abaixo foi publicada no dia 21 de abril de 2003.

Há exatos 14 anos.

Como o tempo passa ligeiro…

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), participam hoje, em Ouro Preto, da solenidade comemorativa de 21 de Abril, que homenageia a Inconfidência Mineira. Durante o evento, que será presidido pelo governador, o presidente Lula será condecorado com o Grande Colar da Inconfidência, honraria concedida apenas a chefes de Governo.

Um guabiru condecorando outro guabiru.

Um era gunvernador e o outro era prisidente.

Coisas de Banânia mesmo.

Esta linda dupla odebrechtiana merece uma salva de palmas.

21 abril 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

21 abril 2017 HORA DA POESIA

SONETO – Carlos Pena Filho

Por trás do musgo silencioso e espesso,
que cresce no teu ventre desolado,
nasce um mundo obscuro e inusitado
que eu não sei se mereço ou desmereço,

Sei apenas que às vezes, quando teço
canções noturnas do prazer frustrado,
sou, nem sei por que sombras,
exilado para além do meu fim e meu começo.

Esse teu mundo, concha que é morada
de anêmonas e polvos, é mais raro
que a luz de Deus na noite abandonada.

E é por isso talvez que não se entrega
e me deixa a esperar teu corpo claro
de fêmea esquiva que ao prazer se nega.

21 abril 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

21 abril 2017 JOSIAS DE SOUZA

COM LULA À BEIRA DO ABISMO, PALOCCI SE APRESENTA PARA O PAPEL DE SABONETE


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