ACONTECEU NUM PAÍS CHAMADO BANÂNIA

O deputado João Rodrigues (PSD-SC), preso desde fevereiro por determinação do Supremo Tribunal Federal, é um dos integrantes da comissão especial que analisa a proposta de novo Código de Processo Penal.

O código traz regras para investigações criminais e ações penais que podem resultar em condenações
na Justiça.

* * *

Se a gente contar isso lá em Uganda, o povo daquele país vai se rir-se que só a porra de nóis.

De nóis que temos no parlamento federal, exercendo plenamente o seu mandado, um deputado que cumpre pena de prisão e que, ao mesmo tempo, participa da elaboração do novo Código Penal do país.

Vamos botar Polodoro pra rinchar em homenagem a quem vota neste tipo de gente.

Neste e em outros tipos que também estão presos.

Rincha, Polodoro! 

AMARILDO

JOSÉ CRENTE – SÃO PAULO-SP

Caro Berto,

parabéns pelo novo site, está bonito que só a porra, e bem fácil de ler.

Pelo seu maravilhoso trabalho é bem merecido.

O Goiano, está extrapolando, portanto estou lhe mandando a propagando de um chinelo criado especialmente para os que ainda acreditam na inocência do Lula, já encomendei uns pares para uns primos petistas.

Um grande abraço.

Havaiana lança sandália para quem ainda acha que o Lula é inocente!!!

TACHO

A ECONOMIA NA ERA LULA

O crescimento da economia brasileira na era Lula é tema recorrente na retórica do lulismo. Com efeito, no início do governo Dilma, o Brasil superou o Reino Unido e se tornou a sexta maior economia do planeta em números absolutos. Como isso aconteceu? A pergunta, aliás, me foi feita por um jovem que queria saber como responder a um colega que se valia desse fato para exaltar o governo petista. Sugeri a ele que desafiasse o colega a indicar três providências adotadas por Lula para obter tal resultado.

Trata-se de uma pergunta sem resposta possível. O crescimento da economia brasileira na era Lula resultou da combinação de dois fatores que nada tiveram a ver com seu governo. De um lado, o consistente superávit fiscal alcançado a muito custo e sob cerrada oposição petista no período anterior; de outro, o formidável ingresso da China como compradora no mercado de commodities. Na virada do milênio, assim como cresceu a economia brasileira, cresceram, também, todas as economias periféricas graças a um inusitado aumento, simultâneo, dos volumes exportados e dos preços das mercadorias.

No entanto, o que foi causa de muita alegria deu motivo às atuais tristezas. Na prosperidade, nascia um novo Lula, cheio de si, convencido, como o galo Chanteclaire, de que o sol nascia porque ele cantava. A pessoa física de Lula era a causa da prosperidade nacional. Com ele, a vida seria sempre assim. O Brasil teria cadeira no Conselho de Segurança, sentaria entre os grandes da Terra, ele presidiria a ONU. Morria o Lula dos humildes e nascia o dos poderosos.

Quando a economia mundial foi varrida pelo tsunami causado pela crise do subprime, Lula rejeitou todos os chamados à prudência e à moderação. Descartou medidas de contenção dizendo que aquela crise, aqui, seria apenas uma marolinha. O Brasil era maior do que a crise. Para ilustrar a situação com apenas dois dos muitos excessos de nouveau riche que acometeram os governos petistas, em 2007 Lula foi buscar a Copa de 2014 e, em 2009, contratou os Jogos Olímpicos de 2016.

Para manter a galinha em voo, o endividamento voltou a crescer, os juros a subir, a inflação retornou aos dois dígitos e o governo deitou mão, inclusive, do cofrinho das aposentadorias dos fundos de pensão das estatais. O Estado inchou, a galinha engordou, as asas desistiram de bater e o PIB despencou 10,4%.

Esses são os fatos. Se há algo que se possa atribuir a Lula em relação à economia brasileira são as consequências de uma gestão irresponsável no desenrolar de seu segundo mandato (2007-2011) e a igualmente leviana indicação de sua estabanada sucessora.

J. BOSCO

NÚMERO 13, A DEZENA VERMÊIO-ISTRELADA

Nesta data querida, 20 de abril de 2018, o prisioneiro Luiz Inácio Lula da Silva já cumpriu 13 dias de prisão.

Faltam apenas 4.337 dias para cumprir a pena total a que foi condenado, que é de 12 anos e 1 mês.

Isto por enquanto, pois vários outros processos contra Lapa de Corrupto ainda estão em andamento. 

De modo que este número de dias deverá aumentar consideravelmente, para grande alegria dos contribuintes e cidadãos de bem deste país.

Celebremos!

 

S. SALVADOR

ELIAS S. GARCIA – BARREIRAS-BA

Seu editor escroto,

publique aí no nosso jornal este recado que um árabe mandou pra Gleisi Bosta.

E vamo qui vamo!

CLAYTON

PRÊMIO IGNOBEL À IGNÓBIL CRIATURA

Alguém sugeriu dar à Lula um prêmio, em contraposição a ideia imbecil de apresentar-lhe como candidato ao Prêmio Nobel.

Uma ideia de jerico de Adolfo Pérez Esquivel, aliás ideias como esta explicam porque a América latina é uma verdadeira latrina. E demonstram que nosso ‘hermanos’ argentinos podem ser tão idiotas como os brasileiros. Se nós temos Lula, Dilma, Gleisi e outros imbecis eles não ficam atrás com Maradona, Cristina La Kirchner, O Papa e é claro Esquivel.

Mas esclareço que o Prêmio Ignobel existe desde 1991 e, é um prêmio sério. O nome é uma corruptela do Prêmio Nobel com ignóbil, num dos sentidos da palavra, ou seja, hediondo, inútil.

Promovido pela Revista Annals of improbable research (Anais da Pesquisa Improvável) é entregue anualmente na Universidade de Harvard nos EUA. É uma cerimônia muito divertida e em que comparecem muitos ganhadores do outro prêmio, o Nobel, que atuam como apresentadores.

Uma vez os laureados com o Nobel presentes foram vestidos com tutus de bailarina rosa. O prêmio Ignobel premia pesquisas inúteis, sem nenhuma relevância ou grandes cagadas na ciência.

Como o Brasil é pródigo em besteiras e abundante em imbecis, principalmente nas Universidades públicas, já tivemos diversos ‘laureados’ com o prêmio Ignobel, que reconheceu a inutilidade da pesquisa produzida em nossos centros acadêmicos e pagas com nosso dinheiro.

Nos termos de fazer merda Lularápio poderia até merecer o prêmio só que todos os premiados devem custear todas as suas despesas de participação, comprovadamente, coisa que ele nunca fez na vida. E o mais importante devem ter reputação ilibada, o que definitivamente ele não tem.

Outra coisa é que em termos de imbecilidade, mesmo que seja inacreditável, ocorreu um milagre no Brasil e, Dilma conseguiu ser pior que o apedeuta. Esta sim,em minha opinião, é uma séria candidata ao Prêmio Ignobel, pelo conjunto da obra. Imaginem a Dilma discursando na cerimônia de premiação, em Harvard. Não, melhor não! Seria deprimente.

Mas se quiseremos premiar o IGNÓBIL Lula por suas flacatruas e atos obcenos podem estar certos que a palavra o descreve perfeitamente.

Ignóbil: que não é nobre, que inspira horror do ponto de vista moral, de caráter vil, baixo; que causa repugnância, que ofende o sentido estético; hediondo.

Mas penso que o apedeuta já recebeu homenagens demais, principalmente nas Universidades brasileiras (o que esperar da educação em um país em que o patrono é Paulo Freire?) e pelo mundo afora.

O que demonstra que os Centros acadêmicos muitas vezes não são locais onde habitam pessoas, digamos, inteligentes e com um mínimo de discernimento. Claro que tudo isto é fruto do aparelhamento de esquerda das Universidades mundo afora.

Tempos escuros e estranhos estes, onde um local onde deveríamos ter a clareza solar da sapiência, está entregue a cegueira dogmática do marxismo e do esquerdismo. O templo da sabedoria ajoelhou-se ante a escuridão e sanguinolência de ditadores, tiranetes e rufiões messiânicos como Lula.

Espero, sinceramente, que após o enjaulamento do safado, as Universidades repensem e revejam estas premiações. Não tenho muita esperança, mas sempre poderão aparecer almas esclarecidas e corrigir a burrada.

Mas voltando a vaca fria, acho que Lula não merece ser homenageado, mesmo que de forma pejorativa, sua arrogância e maus-feitos devem ser lembrados como péssimos exemplos, sempre. Mas ele deve ser esquecido e relegado ao lugar que merece na história: o lugar de um ladrão, safado e vagabundo.

Chega de falar e lembrar desta pústula ignóbil que tanto mal nos fez. Está na hora de virar o disco e seguir em frente.

P.S.: Quanto a ideia de jerico do Sr. Esquivel, só podemos dizer uma coisa: Adolfo Pérez Esquivel, Vá tomar no Cú!

TACHO

É HOJE! – SANDRA BELÊ EM MONTEIRO, PARAÍBA

Residente em São Paulo, Sandra Belê finaliza temporada na Paraíba com duas apresentações: o show Rendar, em Monteiro; e o show Voz & Sanfona, em João Pessoa.

O primeiro show será no dia 20 de abril, na abertura do IX Festival Zabé da Loca, em Monteiro, no Cariri Ocidental Paraibano. O evento deste ano homenageia o artista monteirense Novinho da Paraíba e tem na programação bandas de pífanos, grupos de cultura popular e shows de Novinho, Biliu de Campina, Tanto Canto e Sandra Belê.

O show de Sandra encerra a noite de abertura do evento, que tem início às 21h do dia 20, na Praça João Pessoa. A programação vai até o dia 21 e reúne artistas de diversas regiões da Paraíba, além de Monteiro, como João Pessoa, Campina Grande, Camalaú e Sumé. Na ocasião Sandra Belê estará com a banda completa e apresentará o show Rendar.

20/04 (sexta-feira)

Show Rendar
IX Festival Zabé da Loca, em Monteiro/PB
Hora: 22H
Local: Praça João Pessoa, Monteiro/PB

21/04 (sábado)

Show Voz & Sanfona
Hora: 20h
Local: Restaurante Recanto do Picuí (Rua Mírian Barreto Rabelo, 120 – Bessa – Por trás do Supermercado Pão de Açúcar do Retão de Manaíra)
Mesas: R$ 80,00
Reservas: (83) 3246-7123 / 3246-7789 / 98744-3509 (Falar com Diego ou Daniel)

GABRIEL RENNER

O PNEU FURADO

Na década de 60, Tarcilda, uma balzaquiana, foi passar alguns dias na casa de uma tia, no interior do Rio Grande do Norte, incluindo as festas de final de ano.

Dessa vez, já com trinta anos, a moça foi disposta a arranjar um namorado, para fins de “um relacionamento sério”. Era louca para se casar, e, por ser muito conservadora, era virgem como nasceu.

Por sorte, arranjou um namorado viúvo, Patrocínio, comerciante rico, considerado um partidão, mas feio de dar dó e piedade. As informações sobre esse homem eram as melhores possíveis.

Patrocínio, o viúvo, apaixonou-se por Tarcilda e foi correspondido. Logo fez questão de apresentar os filhos, já adultos, à atual candidata a “madrasta”, cuja fama, na filosofia de pára-choque de caminhão, “só o nome basta”.

Feitos os “comerciais”, Tarcilda se esforçou para parecer simpática aos possíveis futuros enteados. Fazendo das tripas coração, num esforço sobre-humano, engoliu a antipatia das duas filhas do namorado, de 13 e 15 anos. O filho, entretanto, era simpático e educado, mostrando-se receptivo ao novo relacionamento amoroso do pai. Afinal, um homem de 75 anos, acostumado a ter uma boa esposa ao seu lado, dificilmente iria permanecer sozinho, em caso de viuvez.

Quem foi bem casado, sempre se arrisca a uma segunda união. E para o homem, é difícil viver sozinho, pois é sempre mal-acostumado a depender da esposa para tudo, como dependia da mãe ou avó. Manhoso, quase sempre conta com a cumplicidade da mulher para tudo, principalmente nas lidas domésticas.

Tarcilda ainda sonhava com a lua de mel e com uma futura vida conjugal. Todo namorado que arranjava, acreditava que fosse o seu príncipe encantado, e que iria fazê-la feliz pelo resto de sua vida. Apaixonava-se facilmente, da mesma forma que se desapaixonava.

Num dia de domingo, Tarcilda aceitou o convite do namorado, para um almoço na fazenda de um amigo, que estava aniversariando. Muito arrumada e perfumada, a futura segunda esposa do viúvo foi com ele e o filho ao tal almoço.

Patrocínio foi dirigindo o seu antigo “Jeep Willys 51”, seu carro de estimação, entre os dois carros modernos que possuía na garagem da sua suntuosa casa.

Era verão e o mormaço pedia roupas leves. Tarcilda vestia uma bonita bermuda e uma blusa decotada. Pai e filho usavam bermudas bem diferentes uma da outra. A do filho era moderna e justa. A do viúvo era muito folgada e parecia antiga. Era “démodé”, como dizem os franceses.

A fazenda ficava a 15 quilômetros da cidade, e a estrada ainda era de barro. O Jeep ia devagar, livrando buracos e dando muitos solavancos.

Num dado momento, Patrocínio parou, ao perceber que um dos pneus havia furado. Todos desceram do Jeep.

Sob um sol causticante, pai e filho cuidaram de resolver o problema, enquanto Tarcilda observava de perto.

O viúvo se acocorou, para colocar o macaco e suspender o Jeep, para retirar o pneu furado. Enquanto isso, o filho tratava de pegar o pneu de suporte.

De repente, Tarcilda mudou de cor, diante de uma “visage” que viu na sua frente, e que parecia ter saído do inferno. Os “possuídos” do namorado, de tão avantajados, haviam escapado completamente pela perna da folgada bermuda e estavam arrastando no chão de barro.

A virgem se controlou para não dar um grito de pavor. Essa coisa descomunal fez com que se sentisse ameaçada de morte.

Sua atração pelo viúvo terminou aí. Nunca imaginou que pudesse existir uma arrumação tão feia como aquela. Para ela, na sua frente estava o próprio personagem do filme “O Homem de Itu”, de que já ouvira falar. Jamais enfrentaria aquele perigo iminente.

Tarcilda, completamente sem graça, afastou-se dali e foi se abrigar à sombra de uma árvore. A tenebrosa “visage” foi “água na fervura”. Ficou sem fala e tomou abuso do homem na hora.

Nisso, ouviu a voz do ex-futuro enteado:

-Pai, se ajeite! Tá tudo de fora!!!

Hoje, sessentona, Tarcilda ainda sonha com um príncipe encantado.

LUSCAR

JOE BASS – BÉLGICA – BRUXELAS

Querido Editor,

Eu achava que a prisão do homem tivesse sido armação já que ninguém viu, ninguém pode visitá-lo.

Pensei comigo que poderiam ter prendido um sósia bem remunerado pra poder prestar satisfação à sociedade.

Mas me enganei, o home tá presinho da silva e já está aprontando na prisão:

E além de dar golpe ele ainda fica tuitando do xilindró.

Isso não é ilegal?

Grande abraço

PATER

TIÃO CARREIRO E PARDINHO

Tião Carreiro e Pardinho aqui apresentando uma seleção de pagodes. Vídeo provavelmente do ano de 1989. José Dias Nunes, mineiro de Montes Claros mais conhecido como Tião Carreiro, o criador e rei do pagode, era considerado um mestre da viola caipira. Faleceu em 15 de outubro de 1993 aos 58 anos. Antonio Henrique Lima, paulista de São Carlos mais conhecido como Pardinho foi reconhecido como um dos maiores músicos do Brasil. Faleceu em 02 de junho de 2001 aos 68 anos.

BRUNO AZIZ

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