1 julho 2013 FULEIRAGEM

BENETT – A GAZETA DO POVO

benett

1 julho 2013 DEU NO JORNAL

O DESENCANTO DE FHC

Ruy Fabiano

O SAPO E O PRÍNCIPE

Flagrante de um tempo anterior à “herança maldita”, quando o Sapo participava da campanha do Príncipe para o Senado

Em recente entrevista ao Canal Livre, da TV Bandeirantes, o ex-presidente Fernando Henrique lamentou a atitude sectária de Lula e do PT, ao tentar fazer dele e do PSDB o bode expiatório das mazelas do país. “Passei a faixa presidencial ao Lula com emoção”, disse FHC, supondo que uma parceria ali se estabelecesse.

Deu-se o contrário. Já no dia seguinte à posse, José Dirceu, o “capitão do time”, brandiu pela primeira vez o bordão da “herança maldita”, que se tornaria peça de resistência da Era Lula.

Tudo o que não funcionava, tudo o que se revelava desastroso nas ações do novo governo tinha dono: a herança maldita de FHC. Paradoxalmente, Lula mantinha os fundamentos econômicos do governo anterior, incluindo nomes que haviam sido sustentáculos daquele período, como o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Fernando Henrique, com a bagagem que tem – e, sobretudo, com a íntima e veterana convivência com o pensamento esquerdista -, não tinha direito a tanta ingenuidade. Nada do que leu, ouviu ou observou poderia fazê-lo supor que o PT admitisse a hipótese de alternância democrática no poder. Senão, vejamos.

Já na sequência do Plano Real, quando sua candidatura mostrou-se inevitável, FHC convidou Lula para vice, na tentativa de estabelecer uma parceria que vislumbrava de longo prazo, capaz de conduzir o país por décadas.

A simples proposta ofendeu Lula e o PT, que só a admitiam se a composição fosse inversa: Lula na cabeça e FHC de vice. Sabiam que era impossível, pois a vez era do Plano Real, que o PT havia combatido e ainda combateria por muito tempo.

Mas ali ficou claro que o projeto do PT – um projeto revolucionário, ainda em curso – não previa parceiros; no máximo, aderentes ou cúmplices.

Sem o apoio dos petistas, FHC, que não poderia governar apenas com o PSDB, aproximou-se do PMDB e do PFL, numa guinada conservadora, provocando por parte do PT – o mesmo partido que reabilitaria Fernando Collor, Renan Calheiros, José Sarney e tantos outros progressistas – acusações de submissão “à direita”, “traição ao povo” etc.

Mesmo bombardeado ao longo de seus dois mandatos, FHC, não se sabe por onde, ainda nutria a expectativa de parceria com Lula. Tanto que chegou a dizer a José Serra, candidato de seu partido em 2002, que “a vez agora é do Lula”. E, visitado pelo candidato do PT em palácio, antes da vitória, apontou-lhe num gesto a cadeira presidencial e disse: “Esta cadeira é sua”.

Ao receber a faixa presidencial, Lula retribuiu os rapapés com uma frase que jamais poria em vigência: “Fernando, aqui você terá sempre um amigo”.

No dia seguinte, o “amigo” viraria “herança maldita” e só voltaria a ser procurado quando explodiu o Mensalão. FHC, como se sabe, foi quem sustou a tentativa oposicionista de impor o impeachment a Lula.

Uma década depois, a herança maldita trocou de lado e tem novo dono: o próprio PT, alvo dos protestos das multidões nas ruas. A diferença é que, do outro lado – da oposição -, não há liderança sobre os manifestantes, que não se identificam com nenhum partido. É um protesto multifacetado, que o PT, com sua logística junto aos sindicatos e movimentos sociais, tenta cooptar.

Dilma Rousseff é o bode expiatório, tida pelos radicais como não suficientemente esquerdista. Prepara, ainda que à sua revelia, o caminho de volta de Lula, que, em sua primeira manifestação desde que as ruas foram ocupadas pelos protestos, optou por incentivá-los, como se nada tivesse com eles.

Há uma queda de braço nas ruas: de um lado, as forças organizadas de esquerda – minoritárias, mas não inexpressivas -, que deflagraram o movimento, com objetivos pontuais, de desgastar governantes de oposição; de outro, uma imensa massa, que aderiu por razões sinceras e que vão muito além do aumento das passagens de ônibus. É grande, mas desorganizada, sem meios de dar consequência prática à sua insatisfação.

Lula, em cena, aposta na sua logística e já acusa a direita – mais desarticulada e inorgânica que as massas – de responsável pelos atos de vandalismo. Sabe que não é e sabe de onde vêm. Mas recorre ao velho estratagema de Lênin para iludir a opinião pública: “Acuse-os do que você faz”. Funciona.

No mesmo Canal Livre, sem mencionar a contribuição involuntária que deu a tudo isso, FHC lamenta: “O Brasil está sem rumo”. É, parece que sim.

1 julho 2013 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

nani

1 julho 2013 FULEIRAGEM

AMORIM – CORREIO DO POVO

amorim

1 julho 2013 FULEIRAGEM

AROEIRA – O DIA

aroeira

UM EDITOR ESTÚPIDO, ANALFABETO E IDIOTA

Comentário sobre a postagem PAGANDO MICO

Patricia:

“Idiota, analfabeto, estúpido e qualquer outro adjectivo que defina alguém que não mereça respeito.

Onde raio fez seu jornalismo?

Que porcaria de nome para blogue e porcaria de opinião. Você já olhou bem para o espelho para ver o seu focinho?

Você pensa que os únicos negros lindos são brasileiros?

Abestalhar o mundo????

O mundo não precisa de ser abestalhado pois já tem bestas como você.”

Burro-no-pc

A besta do Editor do Jornal da Besta estudando jornalismo no Google

30 junho 2013 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA

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30 junho 2013 DEU NO JORNAL

MINISTRO FEZ INVEJA A DILMA

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, recebeu vaias neste sábado, 29 durante a 21ª Marcha para Jesus, em São Paulo, ao anunciar que participava do megaevento evangélico em nome da presidente Dilma Rousseff.

Após a fala do ministro, o apóstolo Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo, tomou a palavra para tentar aplacar o mal-estar.

Carvalho considerou a vaia uma “coisa normal”.

* * *

Concordo inteiramente com o Ministro Gilberto Cara-de-Pau Carvalho: vaia é “coisa normal”.

Em se tratando do gunverno petralha, de um mês pra cá – depois que o gigante acordou e abriu os olhos -, receber vaia é a coisa mais normal desse mundo.

Gilberto Cara-de-Buceta Carvalho, como já sabem os bem informados leitores do JBF, é aquele xeleléu que Lula botou pra espionar Dilma. Ele é católico carola e rato de sacristia. E está atolado até o gogó com o assassinato do cumpanhero Celso Daniel. Quando acabar de ler esta postagem, recomendo a vocês que vejam uma matéria sobre o assunto. Uma matéria que foi a ar no ano passado. Basta clicar aqui.

Ele foi vaiado ontem por 500 mil pessoas. Isto mesmo: meio milhão de evangélicos vaiaram o petralha. Dilma deve ter ficado morrendo de inveja, pois foi vaiada por uma quantidade bem menor de pessoas no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Depois tem uns cabras linguarudos que dizem que eu não gosto de crente e que falo mal de tudo quanto é pastor. Mentira! Se tem uma nação de gente que eu adoro e admiro, é o tal do crente!

E de pastor, então, eu sou macaco de auditório de todos eles. Sobretudo os que lideram passeatas onde ministro vermêio leva vaia.

Vejam só o que um destes pastores, um dos mais destacados, Silas Malafaia, escreveu no Twitter:

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A seguir, algumas fotos do evento, pra vocês constatarem como a festa estava linda!

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procurando

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30 junho 2013 FULEIRAGEM

DALCIO – CORREIO POPULAR

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30 junho 2013 FULEIRAGEM

MÁRIO – A TRIBUNA DE MINAS

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http://www.fernandogoncalves.pro.br
REFLEXÕES DO EDGAR

O ex-secretário de educação Edgar Mattos, também ex-presidente do Conselho Estadual de Educação de Pernambuco, presenteou o plenário do CEE-PE com exemplares da sua produção intelectual recente, Dever de Casa – Experiências de Frases para se Fazer Pensar a Educação, edição da olindense Telegráfica Editorial.

Muito embora a pena jamais tenha tido mais poder que a espada, principalmente nestes atuais tempos fraturados, expressão feliz de Eric Hobsbawn – erudito recentemente falecido, um dos últimos intelectuais protestativos dos instantes puxasaquísticos de hoje, um dos Quixotes que punha fé na ação política para aperfeiçoar o mundo -, o Edgar Mattos continua sonhando com os pés no chão, favorecendo com suas reflexões a ampliação da enxergância de pais e mestres que necessitam se apetrechar para travar o bom combate diante das ameaças tecno-bur(r)ocráticas dos que nunca apreenderam a lição do economista Celso Furtado, um paraibano-nordestino-brasileiro-do-mundo: “O quadrado da hipotenusa é a soma dos quadrados dos catetos. Mas será que o triângulo é retângulo?”.

As frases do Edgar Mattos deveriam ser motes para debates educacionais, hoje a esperar que um fétido Congresso aprove um PNE que parece nascer recheado de emendas que violentam um mundo dinâmico, onde a infografia (gênero jornalístico que utiliza recursos gráfico-visuais para apresentação sucinta e atraente de determinadas informações), nos países subdesenvolvidos, buscam hipnotizar empreendimentos públicos metidos a alavancadores de uma geração Y, aquele grupo de pessoas de 18 a 35 anos que usa a tecnologia com destreza, preza por flexibilidade criativa, tem espírito prognóstico nunca-reativo e que principia a exigir ter oportunidade de envolvimento com temas de efetivo interesse social, fora das quatro paredes jaulísticas (de jaula) das que rapidamente tornam-se obsoletas universidades.

Observemos algumas reflexões do Edgar Mattos, que deveriam alertar dirigentes educacionais tartarugais, mais carimbos que criatividade, mais auditoria moralista que evoluções cativantes, dessas que favorecem a libertação mental e social de crianças e jovens que necessitam profissionalizar-se sem perder a ternura jamais, nunca esquecendo uma regionalidade que agiganta alegrias e esperanças em amanhãs nunca miméticos: “As insuportáveis tensões geradas pelas frustradas tentativas de adaptação às frequentes e profundas transformações desse mundo mutante, provocam a desestabilização psicológica do homem a explodir sob as formas da violência do vandalismo, da toxiconomia e do fanatismo.”; “É possível transformar os Conselhos de Educação no grande fórum de discussão dos problemas do ensino, libertando-o dos mesquinhos encargos cartoriais de aprovar, homologar, reconhecer e convalidar.”; “Organizações de grande porte e de extrema complexidade, as secretarias de Educação exigem do seu titular muito mais capacidade gerencial do que saber pedagógico.”; “Entre os bons propósitos dos mais criativos planos educacionais e a sua perfeita execução há um longo caminho que só pode ser percorrido por uma Administração competente.”

Para os que sonham com uma educação pública de qualidade, como Edgar e tantos outros, nada melhor que continuar honrando a memória do Quixote de Cervantes. Pois, como Martinho da Vila, Edgar e eu não nascemos para coronel.

(Publicada originalmente no Jornal do Commercio de 29/Jun)

30 junho 2013 FULEIRAGEM

DUKE – SUPER NOTÍCIA

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PÓS-GRADUAÇÃO NA UFRPE / 40 ANOS DE CONQUISTAS

 Autores: Ismael Gaião (IG) e Dedé Monteiro (DM)

CAPA DO CORDEL - PÓS-GRADUAÇÃO NA UFRPE

IG – Eu nasci na cidade de Condado,
Sou matuto, pois sou da Mata Norte.
Fabricar poesia é meu esporte
E a caneta é enxada em meu roçado.
Na Rural eu já sou pós-graduado,
Porém nunca me fiz um menestrel,
Sou apenas Gaião ou Ismael,
Um sujeito esquisito e sem juízo
Que é maluco por versos de improviso,
Por soneto e folhetos de cordel.

DM – E eu nasci num recanto do Sertão,
Em Tabira, pequena feito um ovo,
Onde a seca aumentando a dor povo
Transformou-se na minha inspiração.
Meu café é um verso de Cancão,
Meu almoço um de Pinto ou Lourival.
Pouca coisa me trás à capital,
Mas aqui eu me sinto em bom abrigo
E hoje eu venho a convite deste amigo
Declamar um cordel sobre a Rural.

IG – Em novecentos e doze,
Surge uma Rural neném,
Que este ano, alegremente,
Entrou na faixa dos cem!
Lutando a luta da paz,
Preocupou-se demais
Em ter vez, respaldo e voz.
O tempo foi se passando,
E hoje ela está festejando
Quarenta anos de PÓS!

DM – Foi na “década de setenta”,
Com cursos embrionários,
Vendo atos importantes
E muitas vezes hilários,
Que diversos professores,
Ardentes pesquisadores,
Deram início à trajetória,
Como contribuição
Para a Pós-Graduação
Que hoje está fazendo história.

Clique aqui e leia este artigo completo »

30 junho 2013 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA

pater

30 junho 2013 DEU NO JORNAL

DE PRIQUITA ARDENDO

A Fifa tomou como um gesto de desrespeito a decisão da presidente Dilma Rousseff de não ir à final deste domingo no Maracanã entre Brasil e Espanha. Tradicionalmente, presidente do país sede do torneio está na decisão e entrega a taça ao campeão.

Neste sábado, parte da cúpula da Fifa que conversou com a reportagem não escondia surpresa diante da decisão da chefe-de-estado de não viajar ao Rio de Janeiro. Apesar da ausência de Dilma, a ala VIP do estádio do Maracanã estará lotada de políticos.

* * *

Quem quiser ler a matéria completa, basta clicar aqui.

Diz a sabedoria do povo, a mais sábia de todas as sabedorias, que “quem tem cu, tem medo“.

Este velho brocardo, no caso de Dilma – que levou uma vaia há poucos dias -, poderia ser assim adaptado: “Quem tem ouvido, tem medo“.

Ela tá se obrando e completamente aterrorizada com a possibilidade de ter que encarar ruas e multidões. E só recebe em audiência miquinhos amestrados, entidades que mamam verbas pública, como os tabacudos da UNE e da militância dos partidos e organizações domesticados.

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Na verdade, eu soube por fontes confiáveis que o problema é outro.

Um problema prosaico e caseiro. Ou, melhor dizendo, um problema palaciano.

Dilma não vai ao jogo porque está contundida. Garantem as minhas fontes que Mercadante é bem dotado e tem uma lapa de pajaraca que até uma bacorinha afolosoda acaba relada e ardida.

Vôte!

30 junho 2013 EVENTOS

É HOJE! – PARA OS FUBÂNICOS DO SERTÃO DE PERNAMBUCO

EXPOVERSO EM AFOGADOS

30 junho 2013 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

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SAUDADE NÃO MATA – SÓ AJUDA A VIVER

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Assar castanha “no tacho” mexendo com uma vara para matar a saudade

Com certeza sem jamais ter sido tema de dissertação ou assunto de monografia nas universidades brasileiras ou pelo mundo à fora, a saudade depois transformada em saudosismo, continua sendo algo que os chamados modernistas costumam condenar, muitas vezes, apenas para parecerem atualizados ou “modernos”.

O certo é que, saudade nunca matou nem vai matar. Tem o valor positivo de ajudar a viver. É isso. Saudade não mata. Ajuda a viver.

Pensando assim, quem viveu em Fortaleza boa parte da juventude e dos anos 50/60 conviveu com situações sociais que hoje fariam inveja à muitos. Convivendo também com muitas dificuldades estruturais e um urbanismo metropolitano diferenciado, o cearense (ou visitante) ainda assim, teria muitos aspectos positivos para desejar reviver.

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Abrigo da Praça do Ferreira em dia de pouco movimento ou no final da tarde

Que bom lembrar a juventude que nos permitia visitar o “Curral das éguas”, dançar na Boate Guarany, beber uma caipirinha aos sábados no Clube do Advogado; beber um caldo de cana e comer um pastel na Miscelânea; comer um sanduíche de tripa de boi batida com bananada (do Pedão) no abrigo central da Praça do Ferreira; conversar miolo de pote sobre o futebol; beber um cafezinho no Cearazinho; andar a pé na Guilherme Rocha; merendar uma “cartola” no Romcy; comer ata na feira da Gentilândia; comprar peixe (biquara) na praia de Iracema; comer churrasco no Cirandinha; comer peixada no Alfredo; dançar aos sábados à noite no Romeu Martins; viajar nas camionetes da Parangaba; namorar sem “comer” a namorada (diferentemente de hoje, que se come sem precisar namorar); beber cerveja no Flórida Bar. Coisas que já se foram, não voltam mais, e continuam no fazendo viver pela saudade.

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Ônibus que servia aos passageiros do bairro Porangabuçu – classe média

O Cine São Luiz, cuja construção teve início em 1939 e conclusão em 1958 é possuidor de uma sala de projeção, podendo ser considerada a mais bela do Brasil.

Situado na Praça do Ferreira, à Rua Major Facundo, foi projetado por Humberto da Justa Menescal, tendo sua decoração em gesso, teto e paredes laterais, ficando a cargo de Osório Pereira e Marcelino Guido Budini. Da pintura ficou encarregado Shaffer e Harvath. O hall para a plateia e para o balcão com suas escadarias tem o piso e o revestimento em mármore de Carrara e três grandes lustres de cristal da Tchecoslováquia na parte inferior e cinco menores, na sala que leva ao balcão.

sala de espera

Sala de espera e acesso do Cine São Luiz de Fortaleza

Em decorrência do longo período para conclusão da obra, torna-se difícil a sua caracterização arquitetônica dentro de um estilo. O Cine São Luiz apresenta elementos “Art Decó” tardios, bem como elementos neoclássicos.

A sessão inaugural, muito concorrida, aconteceu às 21 horas do dia 26 de março de 1958, sendo a renda revertida em benefício da Campanha de Benfeitores da Santa Casa de Misericórdia e Asilo do Bom Pastor. Estiveram presentes à avant – prèmiere o Luiz Severiano Ribeiro, idealizador e proprietário do Cine São Luiz e demais autoridades locais. A programação se estendeu pelo período de um mês, sendo projetado um filme a cada dia.

Da data de sua inauguração até os dias atuais, o Cine São Luiz vem exercendo importância no lazer e na vida cultural do nosso estado. Protegido pelo Tombo Estadual segundo a lei n° 9.109 de 30 de julho de 1968, através do decreto n° 21.309 de 13 de março de 1991.

casa

“Casa do Português” – primeiro prédio com mais de dois andares fora do centro

30 junho 2013 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO

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30 junho 2013 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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