9 abril 2013 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

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JOSÉ DE OLIVEIRA RAMOS – SÃO LUÍS-MA

Arre égua! Esse cabra tem cara de mau e sem futuro!

Continuamos com a nossa série de “Cabras sem Futuro”, fazendo hoje mais três questionamentos, esperando que os comentaristas e colunistas fubânicos nos ajudem a encontrar algum tipo de futuro para esses cabras mostrados.

Na foto 1 – Um veadão cheio de “galhos” e todo enroscado em arbustos, aparenta estar recebendo algum tipo de “carinho” por trás. Né não? Olhem só no gesto abaitolado que está fazendo, com cara de quem está autorizando “mandar ver”. Tem futuro um veado desses?

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Qual será mesmo o futuro desse viado? E ele gostaaaa! 

Na foto 2 – Um cabra sem futuro, provavelmente morador de Palmares/PE ou Maceió/AL, resolveu fazer um “pequeno lanche”, ainda que faltem poucos minutos para a “hora do almoço” onde trabalha. Reparem na montanha que o sem futuro vai devorar. Tem futuro, esse cabra?

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Esse sujeitinho aí tem futuro depois de derrubar essa serra?

Na foto 3 – Esse concorrente do Seu Lunga é tudo isso que tá dito superposto na foto. Tem futuro um merdão desses?

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Cabras sem futuro – Né não?

9 abril 2013 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

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9 abril 2013 FULEIRAGEM

PADRE SPONHOLZ – JBF

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JOSÉ ALBERTO BATALHONE – UBERABA-MG

Prezado Papa, (desculpe a intimidade)

Desde 2012 sou mais um leitor mineiro (Uberaba-MG) do JBF, devido uma dica do Ricardo Setti.

Em anexo uma matéria antiga, muito divulgada, mas que vale a releitura.

Em março do ano passado realizei sonho antigo e  conheci todas as Capitais do Nordeste, uma média de três dias em cada. Gostei de todas. São diferentes, cada uma com sua especificidade. Pretendo voltar em todas com bem mais tempo. 

Lembro que há alguns meses Vossa Santidade redigiu uma matéria em que citava o magnífico restaurante “ParráChachá”, que tive a felicidade de conhecer aí no Recife.

Forte abraço

R. O Parraxaxá (é assim a grafia) é o meu recanto dominical, pro café da manhã e pro almoço. De fato, um restaurante arretado. A mais autêntica gastronomia da Nação Nordestina e um serviço de primeira (um comercial da porra feito este, e eles não me dão um centavo sequer de desconto…).

Quando voltar ao Recife, apareça aqui no Palácio Pontifício pra gente jogar conversa fora. Será um prazer enorme.

Meu caro leitor, seja bem vindo a este antro escroto e fiquei à vontade.

Tenho gratas lembranças dessa linda Uberaba, recanto progressista do Triângulo Mineiro, onde já tomei muita cachaça de altíssima qualidade, na casa do meu amigo Luiz Carlos Madeira, uberabense casado com uma conterrânea de Palmares.

Uberaba é a terra de nascença da minha dentista, da tradicional família Zago. Isto no tempo em que eu morava em Brasília. Aliás, diz a lenda que todo dentista que trabalha na capital federal é formado em Uberaba. É o caso, por exemplo, do meu amigo Luiz Carlos Madeira, citado no parágrafo anterior…

Uberaba, a 481 quilômetros de BH, com 302.623 habitantes, um progresso da bixiga lixa

Aliás, quando estive em Uberaba pela vez primeira, o primeiro pensamento que me veio à cabeça foi o seguinte: “E a gente, lá de Pernambuco, achando que Caruaru é grande. Que cidade da porra!!!”

Agora, voltando ao tema de sua carta.

A frase que você mandou, no anexo da sua mensagem, foi publicada aqui no JBF há um bom tempo, no ano de 2009, e sobre ela eu já tive a oportunidade de dar meu pitaco.

Leitores e comentaristas também opinaram. E, com certeza, vão reabrir o debate.

Para ler a postagem original, basta clicar aqui.

9 abril 2013 FULEIRAGEM

DUKE – SUPER NOTÍCIA

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9 abril 2013 DEU NO JORNAL

CNJ CONHECIA E APROVOU A CRIAÇÃO DOS NOVOS TRFS

José Lucio Munhoz

Qualquer profissional ligado de modo mais atuante ao Poder Judiciário teve conhecimento de que tramitava no Congresso Nacional, desde 2002, uma proposta de Emenda Constitucional destinada à criação de quatro Tribunais Regionais Federais, de modo a diminuir a sobrecarga verificada no segundo grau de jurisdição naquele ramo do Poder Judiciário.

A proposta legislativa teve o apoio de associações de magistrados, da Ordem dos Advogados do Brasil, de governadores de estado, ministros, senadores e deputados. Foi votada em dois turnos tanto na Câmara quanto no Senado.

Tal proposta contou, ainda, com o apoio do próprio Conselho Nacional de Justiça, que em 09 de fevereiro de 2010, na 98ª Sessão Ordinária, em análise ao processo 0200511-29.2009.2.00.0000, aprovou a expedição de uma Nota Técnica pelo CNJ, com o objetivo de “acelerar o procedimento para a criação dos 4 (quatro) Tribunais Federais”. A proposta foi aprovada por 09 dos 12 Conselheiros presentes, inclusive pela Corregedoria Nacional de Justiça.

É bem verdade que tal nota técnica a ser elaborada pelo CNJ jamais foi expedida (talvez em razão das muitas atividades da administração do órgão), mas isso não afasta o fato de que o Conselho não só oficialmente conhecia a proposta de criação dos quatro TRFs há mais de três anos, como também aprovava a sua criação, a qual deveria até mesmo ser “acelerada”, segundo a proposição formalmente aprovada em plenário e jamais revogada.

Assim, não se pode dizer que o Congresso Nacional teria aprovado a Emenda Constitucional de modo sorrateiro, eis que tramitou por mais de uma década, ou mesmo que as Associações de Magistrados tivessem agido na “surdina”, eis que a atuação institucional de tais entidades se faz de modo público e oficial.

Ademais, nos parece ser dever e obrigação das associações de magistrados, como toda e qualquer outra entidade que atue na vida republicana, apresentar sugestões, memoriais, propostas, dialogar com o Congresso, contestar dados, debater problemas e soluções, etc. Essa atuação, em verdade, é um favor às demais instituições e à própria sociedade brasileira, que necessita de pluralismo para a obtenção dos melhores resultados.

A troca do “plural” pelo “singular” jamais nos pareceu a melhor alternativa e muito menos a mais apropriada ou a socialmente mais adequada ao Estado Democrático de Direito que vivenciamos em nosso país.

A importância dos novos Tribunais Regionais Federais já foi suficientemente apontada nos estudos que levaram à aprovação da Emenda Constitucional pelo Congresso Nacional. Há um gargalo grave e que dificulta a vida de milhares de jurisdicionados, quando seus processos tramitam no segundo grau de jurisdição no âmbito da Justiça Federal, eis que boa parte dos feitos julgados pela 1ª instância contra a União e demais instituições federais é submetida ao obrigatório duplo grau de jurisdição.

Pelos 1.223 juízes do 1º grau da Justiça Federal são recebidos 940 mil processos novos por ano, ao passo que no 2º grau, com 134 desembargadores, são recebidos 525 mil, em dados de 2011. E isso porque os TRFs recebem processos originários, os recursos das sentenças dos juízes federais e também os recursos das decisões dos juízes estaduais de 1ª instância (quando atuam com competência federal delegada).

Ademais, num país de dimensões continentais, torna-se impraticável um único tribunal regional federal ter sob sua responsabilidade mais de uma dezena de Estados, em especial diante da capilarização hoje verificada na Justiça Federal de 1º grau.

Imaginar que a OAB seria favorável à criação desses tribunais apenas para acomodar alguns poucos cargos de desembargador, pelo quinto constitucional, não faz jus a uma entidade que possuí importância muito maior para a nação brasileira e cujos princípios são em muito superiores a questões diminutas como essa. Seria tão despropositado quanto supor que o Ministério Público tivesse a mesma pretensão por cargos, quando apoiasse a ampliação das estruturas do Poder Judiciário.

Como se observa, associações de magistrados, OAB e CNJ, além de tantas outras instituições e autoridades, apoiaram a aprovação da Emenda Constitucional que criou os quatro novos Tribunais Regionais Federais. No futuro, boa parte dos jurisdicionados também terá o mesmo sentimento, pois a medida terá impacto direto em suas vidas, ao permitir uma Justiça mais célere.

Obviamente que não se devem estimular gastos exagerados pela administração pública, mas tais não podem ser assim considerados quando visam atender ao cidadão, carente de atendimento célere e eficaz pelo Judiciário. Em alguns locais há significativa ausência de condições materiais e humanas para que o Poder Judiciário exerça sua atividade do modo esperado pelo cidadão. Isso acontece não só no segundo grau de jurisdição da Justiça Federal, mas também na Justiça do Trabalho e na Justiça Estadual de diversos Estados.

Sem investimentos – e, portanto, sem custos – não se consegue o atendimento do cidadão. E não aparenta ter um custo demasiado alto um ramo do Poder (Justiça Federal) que consome menos de 0,5% do orçamento da União.

Convém observar que a Justiça Federal inteira, com seus cinco tribunais atuais, 600 varas federais e seus 36 mil servidores teve um custo total de R$ 6,7 bilhões em 2011 (0,43% do orçamento). Assim, de todo indevida a especulação divulgada por alguns jornais de que o custo extra apenas dos quatro novos tribunais seria de R$ 8 bilhões por ano.

Não se deve desprezar, ainda, que somente em favor dos cofres públicos, nas ações de execução fiscal, a Justiça Federal arrecadou cerca de R$ 11 bilhões para a União em 2011, além de efetivamente pagar outros R$ 13 bilhões aos jurisdicionados.

É claro que tudo isso e muito mais foi devidamente sopesado pelos parlamentares, ao aprovarem a Emenda Constitucional que criou os quatro novos Tribunais Federais. Que eles sejam logo instalados e comecem a fazer com rapidez o que deles se espera: o atendimento eficaz e adequado do cidadão.

José Lucio Munhoz é conselheiro do CNJ, juiz do Trabalho, mestre em Direito e ex-presidente da Amatra-SP (Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho).

9 abril 2013 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO

paixao

9 abril 2013 DEU NO JORNAL

É TUDO INVENÇÃO E DELÍRIO

A disparada da inflação dos alimentos, que afeta principalmente as famílias de menor renda, consideradas o pilar do crescimento do consumo nos últimos tempos, começa a prejudicar as vendas no varejo.

Dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostram que o faturamento real do setor em 12 meses até fevereiro deste ano acumula queda de 4%. Até dezembro do ano passado, o quadro era positivo e as vendas reais do setor encerraram 2012 com alta real de 5,3% em 12 meses.

* * *

Atenção, senhores donos de supermercados, não acreditem nestas mentiras e insinuações malévolas da grande mídia sem regulação.

É tudo delírio e invenção dos derrotistas.

Fiquem tranquilos que aqui mesmo no JBF temos colaboradores em condições de desmentir todos estes números.

nicolielo

Não existe inflação alguma. E nunca antes neztepaiz se encheu tanto o bucho com comida barata e farta.

E outra coisa: o Dragão da Inflação é uma criação maldosa e antipatriótica dos chargistas banânicos.

9 abril 2013 FULEIRAGEM

MÁRIO – A TRIBUNA DE MINAS

mario

CARDEAL FRED MONTEIRO – RECIFE-PE

Amigo Berto.

Recebi de um amigo americano e repasso pra nossa gloriosa Besta Fubana.

O MÁXIMO DA CORAGEM !!

Qual é o significado de coragem?

lutar em uma tourada?

pilotar um avião de caça em combate?

queda livre em pára-quedismo?

correr uma maratona?

bungee jumping?

Rafting?

Besteira … isso não é nada!

CORAGEM, MEU AMIGO, É ISSO AQUI !

CACHORROCORAJOSO

9 abril 2013 FULEIRAGEM

PELICANO – BOM DIA SP

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9 abril 2013 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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ARNALDO BORGES – RECIFE-PE

Caro Luiz Berto,

Boa tarde! Tornei-me seguidor e fã do site da Besta Fubana. Aprecio Vossa Santidade e Suas Excelências Reverendíssimas Fubânicas: Joca Souza Leão, Jessier, o Prof. Gonçalves, e vários outros!!

Os colunistas são um show à parte, assim como o currículo de Vossa Santidade (até que se assemelha ao meu, sobretudo nas coisas que deveriam ter sido mas nunca foram!!!)

Aproveito o ensejo para convidar Vossa Santidade e demais Autoridades Fubânicas para a exposição do aquarelistas Leonardo Filho, intitulada “Aquarelas: um passeio por Casa Forte e arrabaldes”, gentilmente mencionada na última coluna no ilustríssimo Joca Souza Leão, que ocorrerá dia 11/04, quinta-feira, às 19h., no Restaurant Pantagruel, na Estrada das Ubaias, 356, Casa Forte, Recife/PE, de minha curadoria.

Em anexo, seguem os convites virtuais – é, são logo dois modelos!!! – os quais serão distribuídos na inauguração como cartões postais para recordação.

convite 02 - verso - Casario colorido Av. 17 de Agosto

Friso, Magnífico Sacerdote Fubânico, que toda a renda da venda dos quadros será revertida inteiramente para o pintor, que já conta com 74 anos de idade, e ainda é considerado um dos maiores aquarelistas do país, com exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

Abaixo, tomo um pouco do seu precioso tempo para colacionar um pouco do modesto texto que estamos divulgando na mídia.

Bem, espero que V. Santidade Fubânica compareça à exposição! Até lá!

Um abraço apertado, com a “moléstia dos cachorros”, desde v. assecla e ordenança!

R. Eu fico é ancho que só a gôta serena, por saber que uma evento desse porte, de altíssimo nível, procure abrigo aqui nesta gazeta pra ser divulgado.

Sucesso, seu cabra! E conte sempre com este espaço escroto. Use e abuse.

* * *

convite 01 - anverso - Igreja N. Senhora da Saúde

Exposição: Aquarelas: um passeio por Casa Forte e Arrabaldes

A exposição conta com 20 telas do pintor aquarelista Leonardo Filho, especialmente pintadas para retratar os ícones históricos do bairro de Casa Forte e das vizinhanças – Poço da Panela, Apipucos, Monteiro, dentre outros. Os coloridos e luminosos quadros ilustram as igrejas destes bairros, o antigo colégio da Praça de Casa Forte, a própria praça de Casa Forte concebida por Burle Marx e retratada sob diversos ângulos, os casarios coloniais do Poço da Panela, de Apipucos e da Av. 17 de Agosto.

Entrada: Gratuita – Inauguração: 11/04 – Duração: de 11/04 a 11/06
Horário: de terça-feira a domingo (horário do almoço e jantar)
Curadoria: Arnaldo Borges Neto
Local: Pantagruel Restaurant, – Estrada das Ubaias, n.º 356, Casa Forte, Recife/PE.”

Esta exposição tem por tema Casa Forte e vizinhanças – Poço da Panela, Apipucos, etc. e, a meu pedido, o artista pintou 20 aquarelas sobre Casa Forte, incluindo bairros vizinhos, e que se atêm às igrejas da região, o antigo colégio da praça de Casa Forte, a praça de Casa Forte de diversos ângulos, casarios coloniais do Poço da Panela e de Apipucos, etc.

9 abril 2013 FULEIRAGEM

LEANDRO – CHARGE ONLINE

leandro

9 abril 2013 DEU NO JORNAL

JOAQUIM E OS PISAMANSINHO

Pedro Luiz Rodrigues

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A maioria dos brasileiros, que trabalha e produz a riqueza deste país, está farta de ver a montoeira de dinheiro que paga de impostos para sustentar todos os níveis de governo (municipal, estadual e federal), ser administrada com cavilosa incompetência, com objetivos populistas (o mais comum, o de inchar a máquina pública com absurdas quantidades de funcionários) e sem o menor compromisso com a contrapartida em serviços públicos.

Enquanto o pobre coitado do cidadão trabalha, de toda parte surgem os astutos, inventivos criadores de formas de melhor ordenhar os cofres públicos (ou, como se dizia há algumas décadas, de mamar nas tetas do governo) em favor de seus objetivos particulares ou corporativos.

Não vejo nunca matreiros de plantão exigindo melhor qualidade dos serviços que toda a sociedade deveria receber em troca dos impostos que paga. Boas escolas públicas, quase não temos; o asfalto de nossas ruas e estradas é, de modo geral, inferior ao de Botsuana; nossos hospitais públicos, uma lástima (as autoridades que não concordarem que me passem a relação das últimas consultas que fizeram em alguma dessas unidades, não valendo apresentar hospitais da rede Sarah, que se  trata de uma daquelas exceções que confirma a regra).

Nos corredores do Congresso e em outras esquinas do poder, há décadas observo a atuação dos manhosos, dos alapardados, erguendo sempre bandeiras que apresentam como justas, na busca sôfrega de novos privilégios e vantagens. E como gritam  (em geral obrepticiamente, pois evitam o confronto) quando seus interesses não são atendidos! Nesses casos fazem muchocho, ameaçam abandonar os aliados políticos. Quando atendidos, levantam os vê de vitória, juntam as mãos e cantam o Hino Nacional, para comemorar a facada no erário.

Passei ontem no final da tarde pelo Supremo para conversar com seu presidente, o Ministro Joaquim Barbosa.  Quando cheguei, o furdunço estava instalado na sala espera, onde jornalistas entrevistavam líderes das principais entidades representativas da magistratura (jufe, a AMB e a Anamatra) que acabavam de sair de audiência com o mesmo Joaquim. Jornalistas conhecidos fizeram-me um rápido resumo. Os entrevistados estavam ainda excitados, pois tinham saído de um encontro caloroso com o Presidente do STF. Joaquim dera-lhes alguns trancos, como ao declarar que o que aviltam os juízes é sair de pires na mão, utilizando canais políticos para pedir promoção: “e Justiça que vai de pires na mão procurar os políticos é Justiça falha”.

A razão principal da irritação do Presidente Joaquim Barbosa com a associações de classe dos magistrados foi a apoio disfarçado que deram para fazer passar no Congresso mudança constitucional que criou quatro novos Tribunais Regionais Federais, o que em sua opinião foi feito de forma sorrateira. O vice-presidente da Ajufe, Ivanir Cesar Ireno, apressou-se a dar uma resposta. Recebeu do Presidente do STF o pedido de que baixasse o tom de voz, pois estava naquela audiência na qualidade de penetra.

Na questão da criação dos novos tribunais regionais federais, o Ministro Joaquim Barbosa está verdadeiramente preocupado. A Justiça federal é relevante em razão das características eminentemente “nacionais” dos litígios que a ela incumbe julgar, por isso não pecisa expressar a mesma capilaridade territorial das Justiças estaduais, “pois estas, sim, são o ramo do Estado-Justiça para onde são e devem ser canalizados os litígios ordinários da vida civil e dos negócios particulares”.

– Um traço comum das justiças federais nos grandes Estados de tipo federativo é o reduzido número de magistrados. Isso se deve à natureza especialíssima de suas atribuições constitucionais.

Joaquim se preocupa também com o custo. Somado tudo -criação de novos cargos, salários, edifícios (que agrada aos juízes que sejam monumentais), além dos gastos com a criação de novos cargos dentro de outras carreiras jurídicas imprescindíveis à prestação jurisdicional, como membros do Ministério Público federal, da Advocacia Geral da União, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, da Defensoria Geral da União – o gasto estimado de oito bilhões de reais.

– Existem opções viáveis, de menor custo, capazes de assegurar ao cidadão o direito à solução de seu litígio em prazo razoável e com a segurança necessária.

9 abril 2013 FULEIRAGEM

LAILSON – CHARGE ONLINE

AUTO_lailson

CARDEAL ISMAEL GAIÃO – RECIFE-PE

Abençoado Papa Berto I,

veja a que ponto chega o cinismo do Pastor Marco Feliciano.

Ele disse que John Lennon levou três tiros, um em nome do Pai, outro em nome do Filho e o terceiro em nome do Espírito Santo.

E ainda tem idiota que acredita que Deus, Jesus e o Espírito Santo mandam matar seus filhos.

Pode?

R. Pode. Pode sim, meu caro. Por exemplo: eu conheço gente que acredita que a atual inflação não existe e foi inventada pela grande imprensa. Então pode existir gente que acredita no que Feliciano diz.

A propósito do Deputado Marco Feliciano, parlamentar da base aliada do gunverno do PT, recomendo a todos a leitura de um artigo publicado no JBF no dia 30 de março passado.

Basta clicar aqui pra ler.

9 abril 2013 FULEIRAGEM

M. AURÉLIO – ZERO HORA

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9 abril 2013 FULEIRAGEM

YKENGA – CHARGE ONLINE

ykenga


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