MÁRIO ALBERTO

ROBERTO FONTES – NATAL-RN

Papa Berto, a sua bênção!

O Bar de Ferreirinha tomou a liberdade de sugerir alguns cortes de cabelo para o genial Neymar, craque franco-brasileiro que não sabe qual penteado usar num dos maiores clássicos do futebol mundial, amanhã.

Estamos todos de cabelo em pé!

Divida com os seus fubânicos leitores esta nossa preocupação.

Basta clicar aqui para acessar a postagem.

Um abraço.

R. De fato, estamos todos de cabelo em pé.

Isto sem falar dos pentelhos.

Aproveito pra recomendar aos leitores fubânicos que salvem na sua lista de prediletos a página Bar de Ferreirinha, outro centro de escrotidão internética muito do arretado.

Vejam só a charge de Denny por foi publicada hoje por lá:

TENÓRIO

O QUE É DELE NÃO É DELE

O caseiro do sítio de Atibaia, Élcio Pereira Vieira, o Maradona, depôs a Sergio Moro ontem e disse que Lula e Léo Pinheiro conversaram no local em 2014.

Segundo Maradona, a conversa entre o petista e o então presidente da OAS aconteceu antes das reformas na cozinha e no lago.

Paulo Gordilho, ex-arquiteto da empreiteira, também participou da conversa.

Em abril de 2017, Gordilho depôs ao juiz federal e disse que foi à casa de Lula, em São Bernardo, para mostrar o projeto de reforma da cozinha do sítio.

Para Maradona, o arquiteto decidiu com Marisa Letícia como seria feita a reforma na cozinha.

* * *

O caseiro Maradona depôs como testemunha de defesa de Lula.

Imagine se fosse de acusação…

Mas o que importa mesmo é o seguinte:

O sítio de Lula não é de Lula.

Perguntem pra Ceguinho Teimoso.

O corruptor ativo, Léo Pinheiro, e o corrupto passivo, Lula (assinalados pelas setas) à beira da piscina do sítio de Lula que não pertence a Lula (esta foto consta de relatório da Polícia Federal feito em março de 2017; no relatório não há qualquer observação sobre a mãozinha de Lula na cintura)

CLÁUDIO

CORRUPÇÃO MAIÚSCULA, DEMOCRACIA MINÚSCULA

Leio no jornal: Dilma e Aécio lideram pesquisa para senador em Minas Gerais.

Deu pra mim. Fui!

Voltei! “A ditadura é muito melhor, só que é pior”, talvez exclamasse um amigo que gosta de construir frases surreais. De fato, se você quer pôr ordem numa confusão de cabaré como essa aí acima, mais fácil e eficiente do que conversar com o eleitorado mineiro é apelar para o sujeito com cara de caminhão off road, parado lá na porta. Sim, democracia é coisa complicada. E fica muito mais enroscada quando não há mínimos consensos éticos, quando o sistema político é pouco ou nada racional, quando os agentes do processo ou são omissos ou desonestos, e quando os eleitores, tanto quanto os agentes, se regem por critérios imperdoáveis.

O presidencialismo agrava as dificuldades. Ao entregar todas as fichas e assegurar quatro anos de mandato ao presidente, ainda que sua gestão seja uma catástrofe, a nação se expõe a uma situação que nem empresas familiares toleram! Cria instabilidades que derrubam o PIB, as bolsas e desvalorizam a moeda. Como submeter uma sociedade complexa, com mais de 200 milhões de habitantes, a governos – quaisquer governos – que não podem ser destituídos, ainda que ineptos e desastrosos? Onde mesmo o impeachment de um governo criminoso envolve prolongada crise?

Por outro lado, a irrestrita criação de partidos políticos como sublime expressão do pluralismo, tolice bancada em 2006 pelos doutores da lei do STF, franqueia a porta do poder para aproveitadores que inventam legendas cartoriais e as transformam em rentáveis empreendimentos. Ora, a formação de maiorias parlamentares é questão central do jogo político e da governabilidade. Os processos eleitorais brasileiros, no entanto, vêm proporcionando minorias cada vez menores, cuja existência custa caro ao país e cuja agregação para formar bases de apoio se inclui entre as mais repulsivas e vacilantes tarefas de quem governa.

Cada vez mais, o ambiente político nacional se afasta das grandes pautas que deveriam interessar ao desenvolvimento econômico e social para se perder em retórica e propaganda. Os próprios eleitores não se ajudam: vão às urnas dissociando o governante que escolhem do parlamentar em quem votam, como se o segundo não fosse indispensável ao sucesso do primeiro.

Como regra, o eleitor vota num governante para que cuide do país, segundo suas convicções, e escolhe um parlamentar para defender seus interesses pessoais, corporativos ou setoriais. Inevitavelmente, essas duas tarefas se contrapõem, pois o parlamentar só pode cumprir a sua gerando ônus ao setor público e agindo contra a conveniência nacional. Isso é moralmente inaceitável! Parlamentares deveriam ser representantes de opinião e não de interesses.

Eleitores incapazes de perceber os desvios a que são conduzidos pelo critério eleitoral do interesse próprio afundam num paradoxo: julgam normal eleger alguém, pago pela nação, para cuidar de si, para legislar e negociar em seu benefício, mas se escandalizam quando os eleitos, orientados pelo mesmo norte moral, passam a cuidar de si mesmos, dos seus negócios e de suas próprias fatias no bolo do poder e dos impostos que todos pagamos.

Uma democracia tem a racionalidade de suas instituições e a força dos consensos éticos da sociedade.

JORGE BRAGA

RAPIDÍSSIMAS

GALO

Seu canto é certo. Já não se pode dizer o mesmo dia que se avizinha.

A VIAGEM

Embora inesquecível, precisa ser esquecida. Para sempre.

SEM RETORNO

Reatar como, se você queimou todos os navios?

O BEM-AMADO

Muitos choraram copiosamente no dia em que ele partiu. Quando ele voltou, derramaram lágrimas. As primeiras foram de alegria; as últimas, de raiva.

CULTOS

Menos circo, mais espiritualidade.

PEQUENOS PODERES

A maioria dos homens jamais terá noção do quanto é ridícula.

CELA 45

Pior que as grades é a convivência forçada.

PIOR DOS MUNDOS

Duro mesmo é se dar conta de que seu destino depende da boa vontade de seu algoz.

TAL E QUAL

Deus e os números têm algo em comum: não mentem jamais. Infelizmente, não se pode dizer o mesmo de quem os interpreta.

PARTILHA

Ora, como bem disse Paulo, o santo, nem tudo o que posso me convém. Por analogia, nem tudo o que me falam tem serventia.

LUSCAR

O TEMA É CU

Dois comentários sobre a postagem O CU EM DEBATE POLITICO DE ALTÍSSIMO NÍVEL

Rogerio Araujo:

“Meu Deus

O Brasil esta muito pior que eu imaginava.

Formam-se filósofos para falar de CU, num país de miseráveis e me parece que teve quem bateu palmas.

Não é possivel.

São essas atitudes que nos envergonham, o país esta em bancarrota, quase falido, com tanta coisa a ser dita, falada e feita e me aparece uma “intelectual” falando sobre Cu e ainda tem quem aplauda.

Dona intelectual, por gentileza, devolva o dinheiro que a UFRGS investiu em você, o resultado de tal investimento não valeu a pena, seria melhor ter usado esse dinheiro para comprar papel higiênico para limpar o cu de muita gente.”

* * *

Canindé:

“A limitação neuronal dos zisquerdistas parece ilimitada. Ou, dos que ainda parecem usar mais de dois, deteriorada pelas idiotices da “crasse”.

Se alguém se dispuser a estudar as “obras” dessa turma, verá que sempre haverá algo relacionado a nudez, pornografia, cu, buceta, rola, merda ou tudo junto.

É evidente que isto faz parte do dia-a-dia de todos, mas há os espaços onde pode-se tratar de tais assuntos sem chamar tanta atenção, como nesta gazeta escrota, que se ocupa justamente disto, além dos temas sérios que por aqui circulam.

Mas os vermeios fazem questão de levar a discussão para ambientes acadêmicos, culturais e artísticos.

Minha quase certeza é que fazem isto por não conseguirem discorrer sobre outros temas com segurança.

Portanto, dona filósofa, acompanho o voto do relator: VÁ TOMAR NO CU.

Aproveite e convide a outra (Chauí).”

* * *

Candidata do PT ao governo do estado do Rio de Janeiro, a brilhante teórica sobre filosofia do Cu, Marcia Tiburi, apresentando um dos pontos do seu programa de governo para aquele estado:

ATORRES

OS JUÍZES DE ARAQUE ESTÃO TRAMANDO

A absolvição de Gleisi Hoffmann pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal pode ter sido o ensaio derradeiro do elenco que prepara para este 26 de junho o ato mais audacioso da interminável ópera dos infames.

Nesta terça-feira, cinco ministros acharam insuficientes as incontáveis provas que afogaram no pântano do Petrolão a presidente do PT, o maridão e ex-ministro Paulo Bernardo e um comparsa.

Quem faz isso pode fazer de conta que Lula é mesmo a alma viva mais pura do planeta. E livrar da cadeia em Curitiba o ex-presidente presidiário.

Se vissem as coisas como as coisas são, os ministros da defesa de bandidos juramentados teriam enxergado em Gleisi o prontuário ambulante rebatizado de Amante pelo Departamento de Propinas da Odebrecht.

A opção pela miopia malandra levou a bancada dos libertadores de delinquentes a enxergar numa atropeladora do Código Penal a menina que, segundo Roberto Requião, queria ser freira para ajudar os pobres.

Essa espécie de miopia não é uma disfunção visual. É decorrência de fraturas no caráter. Se Lula for absolvido no dia 26, a Segunda Turma deixará de ser um tribunal para transformar-se no departamento jurídico do grande Clube dos Cafajestes.

Caso se consume essa afronta ao país que pensa e presta, os juízes de araque vão descobrir que podem muito, mas não podem tudo.

Mesmo num Brasil infestado de vigaristas verbosos, ainda existem juízes de verdade.

Existem também milhões de cidadãos honrados, todos decididos a apressar o sepultamento da canalhice hegemônica.

LUTE

DEDICANDO UMA TERNA CANÇÃO

À moda do serviço de alto-falantes do Bar e Pensão Riso da Noite, puteiro da zona de Palmares que tinha um serviço para dedicar músicas – dedicatórias que eram lidas pelo locutor Chico Cotó -, esta gazeta escrota vai dedicar uma terna composição para o órgão máximo da justiça de Banânia, e em especial para os componentes da sua 2ª turma (com cara de 13ª…).

Vou fazer a dedicatória do mesmo jeito que Chico Cotó fazia nos meus tempos de menino:

“Assim como as rosas abrem suas pétalas para receber o orvalho da manhã, que a Segunda Turma do STF abra o seu coração para receber esta linda música que a Editoria do JBF lhe dedica.”

GRABRIEL RENNER

OLINDA, O CRIME MAIOR

Foi o incêndio da Vila de Olinda pelos holandeses, na noite de 25 de novembro de 1631, o maior atentado já cometido à uma cidade brasileira em cinco séculos de nossa História. Ao incêndio seguiu-se a demolição dos preciosos templos, conventos e prédios públicos, seguindo-se da retirada do material para uso na construção de uma nova cidade no bairro portuário do Recife.

Pelas imagens preservadas nos quadros de Frans Post e outros artistas do Brasil Holandês, se constata que do fausto da antiga vila só restaram ruínas. A destruição dos templos, conventos, prédios públicos e residências transformaram a primitiva capital de Pernambuco em uma cidade-fantasma, com paredes demolidas e ruas abandonadas.

Após a expulsão dos holandeses em 1654, Olinda iniciou a difícil missão de ressurgir das próprias cinzas. Enquanto os de Olinda trabalhava em sua reconstrução, soerguendo todo o seu casario, bem como o Colégio dos Jesuítas, o Convento dos Franciscanos, a Matriz do Salvador do Mundo, o Hospital da Misericórdia, o Convento do Carmo, a Matriz de São Pedro, o Mosteiro dos Beneditinos e outras igrejas também importantes, no Recife tudo era novidades e progresso.

Enquanto no Recife tudo apontava para o novo e o moderno, Olinda permaneceria por séculos com as marcas da destruição causada pelo incêndio criminoso de que foi vítima em novembro de 1631, como bem demonstra o professor José Luiz Mota Menezes :

O Recife, ampliado e desenvolvido pelos holandeses, encontrava-se em melhores condições que Olinda. Assim a reabilitação urbana desta cidade, muito arruinada, demorou muitos anos. Apesar de elevação à condição de cidade em 1676, ainda nela se viam grande número de casas abandonadas no século XVIII.

Os edifícios religiosos, ao espalhar o poder do açúcar presente nos proprietários rurais, que viam em Olinda as suas origens aristocráticas, foram reconstruídos em maior grandeza. Eles refletiam antes o maneirismo e passaram a falar a linguagem do Barroco lusitano onde certas inovações estéticas se incluíram, resultantes do inexistir resistências estilísticas anteriores, o que propiciava maior criatividade dos artistas luso-brasileiros.

Os vazios na área urbana de Olinda e o abandono que se seguiu, são testemunhados pelos depoimentos de viajantes que estiveram em Pernambuco no início do século XIX, a exemplo de Maria Graham que, apesar de surpresa com a paisagem olindense, não deixa de lamentar o seu estado melancólico de ruínas.

Fiquei surpreendida com a extrema beleza de Olinda, ou antes, dos seus restos, porque agora está num melancólico estado de ruína. Todos os habitantes mais ricos há muito se estabeleceram na cidade baixa (no Recife). Como as rendas do bispado são agora reclamadas pela coroa, e os mosteiros foram suprimidos pela maior parte, cessou até mesmo o esplendor fictício das pompas eclesiásticas. O próprio colégio (Seminário) onde os jovens recebiam de algum modo educação, ainda que imperfeita, está quase arruinado e é raro encontrar de pé uma casa de qualquer tamanho. Olinda jaz em pequenos morros, cujos flancos em algumas direções caem a prumo, de modo a apresentarem as perspectivas rochosas mais abruptas e pitorescas. Estas são circundadas de bosques escuros que parecem coevos da própria terra: tufos de esbeltas palmeiras, aqui e ali a larga copa de uma antiga mangueira, ou os ramos gigantescos de copada barriguda, que se espalha amplamente, erguem se acima do restante terreno em torno, e quebram a linha da floresta; entre esses, os conventos, a catedral, o palácio episcopal, e as igrejas de arquitetura nobre, ainda que não elegante, colocam se em pontos que pode riam ser escolhidos por um Claude ou um Poussin; alguns ficam nos lados íngremes das rochas, alguns em campos que se inclinam suavemente para a praia; a cor deles é cinzenta ou amarelo pálido, com telhas avermelhadas exceto aqui e ali quando um campanário é adornado com telhas de porcelana azul e branco.

No final do século XVII e por todo século XVIII, viveu-se em Pernambuco, quer em Olinda ou no Recife, mesmo em outras vilas como Goiana e Igarassu, uma verdadeira febre de construções de caráter religioso, financiadas pela produção do açúcar ou pelo rico comércio. Tamanho número de obras, propiciou-se um mercado promissor aos artistas locais que, inspirados nos modelos portugueses do estilo D. João V (1707-1750), ou mesmo em desenhos obtidos na Itália, vieram a criar, por todo o século XVIII e parte do século XIX, elementos característicos de um barroco aclimatado aos trópicos.

Engenheiros militares, arquitetos, mestres-pedreiros, carpinteiros, entalhadores, marceneiros, douradores, pintores, escultores, músicos e uma infinidade de profissionais artistas estavam em constantes atividades produzindo e construindo obras novas, para a mitra diocesana, irmandades, ordens religiosas e particulares.

Ordens religiosas como os Jesuítas, Carmelitas, Franciscanos, Beneditinos e Capuchinhos que, nos séculos XVIII e XIX, transformaram seus templos em grandiosos monumentos da fé cristã.

Foram essas ordens religiosas, particularmente os jesuítas e franciscanos, que desenvolveram, desde o início da segunda metade do século XVI, as escolas de formação de artistas. Recorda-se a presença em Olinda do jesuíta Francisco Dias, responsável em Lisboa pela construção da igreja de São Roque (1566-1591), no Bairro Alto, que trabalhou nas obras da igreja de Nossa Senhora da Graça (1577), “dentro do espírito do modo nostro – economia, austeridade, funcionalidade e adaptação à realidade circundante – das construções jesuíticas desse período [que] adotavam indistintamente soluções do passado medieval lusitano”.

Os franciscanos, chegados a Pernambuco em 1585, possuíam em 1655 vinte conventos e inúmeras missões. No século XVIII, no território da Província de Santo Antônio, compreendido entre a Bahia e o Maranhão, encontram-se assinalados 13 conventos e um hospício. Para a construção e manutenção dos seus templos e conventos, criaram os franciscanos as oficinas de formação de artistas que vieram se multiplicar em toda região.

RONALDO

GLENN MILLER ORCHESTRA

A lendária Orquestra Glenn Miller executa de, F.W.Meacham a clássica “American Patrol“. Esta música foi composta em 1885 e, em 1942, Glenn Miller fez a gravação que ficaria eternizada. Este vídeo foi gravado em abril de 2015.

IQUE

O CU EM DEBATE POLITICO DE ALTÍSSIMO NÍVEL

Pra um estado que já tomou no cu com o governo de Sérgio Cabral, tomar de novo com mais uma protegida de Lula não vai ser novidade alguma.

Vejam este item do programa da candidata do PT ao governo do Rio de Janeiro, a insigne filósofa banânica Marcia Tiburi, um dos gênios dentre os zintelequituais do pensamento zisquerdista vermêio-istrelado.

Prestem bastante atenção neste fantástico discurso:

O brilhantismo dos filósofos e pensadores zisquerdistas é capaz de tocar fundo no coração de qualquer pessoa sensível.

Ou, melhor dizendo, é capaz de tocar no fundo, lá no rego da bunda, bem no meio do olho do furico.

Quando a filósofa diz que “a gente tem que libertar o cu“, ela quer dizer que a gente tem que liberar o furico para que ele excrete mais merda zisquerdal no oco do mundo.

E esta enxurrada de bosta deve ser feita não só pelo cu, mas também pela boca.

Aliás, segundo consta no MPIZB (Manual do Perfeito Idiota Zisquerdista Brasileiro), merda é um dos sinônimos da plateia que bate palmas pra ela neste vídeo.

A frase na qual a candidata petista diz que “o cu deve ser tratado com laicidade antropológica” já está guardada no meu arquivo de tiradas geniais.

As palmas que bato para a brilhante conferencista é esta expressão que traduz meu desejo sincero:

– Vá tomar no cu!!!!!