20 outubro 2017 DEU NO JORNAL

JOSÉ SIMÃO PRA LEVANTAR O ASTRAL DA SEXTA-FEIRA

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

RONALDO – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

20 outubro 2017 DEU NO JORNAL

BOULOS, QUE EM QUALQUER PAÍS SÉRIO ESTARIA PRESO, PODE SER O CANDIDATO A PRESIDENTE PELO PSOL

Rodrigo Constantino

Leio no Estadão que Guilherme Boulos, o líder do MTST, pode ser o nome escolhido pelo PSOL para candidato a presidente em 2018. “O PSOL vai fazer uma sinalização em direção ao Boulos. Ele tem posições ideológicas e programáticas bastante próximas do partido e agora devemos convidá-lo para uma reunião da direção”, disse o deputado Ivan Valente (PSOL-SP).

Em entrevista à TV Estadão, nesta terça-feira, Boulos evitou o assunto, mas não admitiu nem descartou a possibilidade de se candidatar pelo PSOL. “Nesse momento estou focado em ajudar a organizar o processo de resistência ao desmonte do governo (Michel) Temer em relação aos direitos sociais, fazendo mobilizações como, por exemplo, a ocupação em São Bernardo do Campo e também em um debate mais amplo de projeto para o País”, disse.

Reparem como Boulos sabe dourar a pílula na forma, não no conteúdo, ao dar entrevista ao Estadão. Ele sabe qual o público. Um jornal “de direita”, segundo a extrema-esquerda. Mas notem que o próprio jornal é incapaz de chamar essa gente de “extrema-esquerda”, cuidado que não vemos quando se trata da direita. Todos à esquerda, mesmo invasores de terra, mesmo marxistas revolucionários, são apenas “esquerda”:

Líderes da esquerda, até mesmo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, viram na iniciativa uma tentativa de criar um caminho alternativo para a esquerda desgastada com as denúncias de corrupção envolvendo o PT e com a queda da presidente cassada Dilma Rousseff.

O grau de esquizofrenia do sujeito é tão grande que ele diz, durante a entrevista, que é preciso ter negociação com as autoridades, e que isso não pode ser embaixo de porrete, sendo que ele costuma iniciar tal “negociação” justamente com o uso do porrete, invadindo, tomando, ocupando. Mas como fala em nome dos pobres e da “justiça social”, aí tudo bem: ele pode usar violência e praticar crimes, pois está acima das leis.

Em qualquer país sério, onde as leis valem, alguém como Boulos já estaria preso faz tempo, numa cela ao lado de Stédile, do MST, e outra do Lula, do PT. Mas no Brasil essa turma não só continua solta por aí, praticando novos crimes, como é recebida por jornalistas “de direita” para entrevistas, e é tratada com toda deferência, e apenas como “esquerda”, jamais como os radicais ou extremistas que são. Extremista é só o Bolsonaro!

Dito isso, acho positivo o PSOL vir com um nome desses. É mais transparente, escancarado. Afinal, o PSOL ensaia uma tática de bancar a esquerda “fofa”, mais “limpinha”, com carinha de zona sul carioca, o que pode certamente enganar mais trouxas por aí. Colocando à mostra a carranca de um invasor revolucionário que banca o representante dos sans-culottes tupiniquins, a farsa fica mais exposta.

O PSOL “paz e amor” fica para depois. Quem defende o partido de Marcelo Freixo, Chico Alencar e Jean Wyllys terá que bater no peito e assumir sem rodeios: quer mesmo o marxismo, o modelo venezuelano, a revolução violenta, a invasão de propriedades. Boa sorte para sair dos 3% com essa plataforma, já que o Brasil não é exatamente o reduto do Leblon…

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

20 outubro 2017 DEU NO JORNAL

O LADO TRISTE

Gleisi Hoffmann e Jorge Viana estavam muito longe de Brasília anteontem, quando seus correligionários saíram derrotados do plenário do Senado ao verem a maioria da Casa aprovar o retorno de Aécio Neves.

A ausência da dupla, que está em visita a São Petesburgo, irritou a bancada petista.

Ao responder a um jornalista “onde o PT ficaria no caso Aécio”, um senador do partido foi irônico:

O PT? O PT fica na Rússia”, zombou a excelência.

* * *

Esta notícia tem seu lado irônico, na gozação do senador petêlho citado no último parágrafo.

Mas tem também o seu lado triste: a parelha petralha Gleisi e Jorge Viana voltou ao Brasil depois de visitar a Rússia.

Que merda…

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

CÍCERO TAVARES – RECIFE-PE

Caríssimo editodos Luiz Berto:

O programa Leruaite do Falcão, apresentado no dia 17.10.2017, pela TV Diário Ceará, foi um arraso com a presença do humorista nascido Luiz Antonio Costa dos Santos, nome artístico de Aurineide Cumurupim.

Uma aula genial de humor e descontração de 58h.03m que certamente vai fazer um bem da porra a todos os aficionados do nosso JBF.

Clique aqui para assistir.

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

20 outubro 2017 DEU NO JORNAL

MIJADA NA CABEÇA DA MÃE DENTRO DO PARLAMENTO BANÂNICO

O Congresso viveu ontem à noite uma daquelas cenas que mostra bem o nível da representação política do país.

Convidado pela comissão de segurança da Câmara dos Deputado a discutir a polêmica das mostras Queermuseu e do MAM de São Paulo, com um artista nu em cena, o Ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão teve sua mãe desrespeitada pelo deputado Givaldo Carimbão, do PHS de Alagoas.

Último parlamentar a interpelar o titular da Cultura, Carimbão começou a dizer que na vida tinha “duas mães”, a de sangue e a Virgem Maria e, de forma pouco polida, começou insistentemente a perguntar para Sá Leitão o que ele acharia se uma representação da mãe do ministro, com a genitália desnudada, fosse mostrada numa exposição.

* * *

Um cabra que tem o nome de Carimbão tem a obrigação de carimbar sua presença num debate levantando a hipótese de alguém mijar na cabeça da mãe de um ministro de estado.

Coisas de um país chamado República Federativa de Banânia.

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

LEONARDO – CHARGE ONLINE

FESTA LITERÁRIA DE PALMEIRA DOS ÍNDIOS

Nos últimos anos estive em pelo menos 30 festas literárias e bienais de livro pelo Brasil e até Buenos Aires, Lima, Cartagena, Havana e Frankfurt. Está havendo um crescimento de feiras literárias em todo mundo, principalmente em cidades de médio porte, e em bairros, na periferia. É um fenômeno que dá importância ao incentivo à leitura em forma lúdica, festiva, apresentando artistas locais e folclore o que aumenta a autoestima e o sentimento de pertencimento. Em algumas regiões os eventos substituem as bibliotecas públicas no papel de juntar o leitor, os livros e os escritores, as festas têm um poder maior de comunicação e interação com a comunidade. A verdade é que o livro foi praticamente expulso da vida pública brasileira. Você não vê as pessoas lendo nas praças, nas ruas, nos ônibus. As publicações perderam muita força. A imagem do livro se desgastou a tal ponto que precisamos de campanhas e mais campanhas de incentivo à leitura no país. Mas as feiras e os festivais estão recolocando o livro em sua importância na cultura e desenvolvimento do país.

No Brasil praticamente começou com a Festa Literária Internacional de Paraty, a FLIP, em situação geográfica privilegiada, no triângulo econômico e cultural do Brasil, Rio, São Paulo e Minas Gerais. Esse ano no mês de julho realizou-se a 15ª edição. A FLIP tem uma característica, bem parecida com as Bienais de livro, a comercialização de livro como objetivo principal. A FLIP foi a inspiração e muitas cidades inventaram as Festas Literárias, como a FLIPOÇOS em Poços de Caldas, FLIARAXÁ em Araxá, FLIBOQUEIRÂO em Boqueirão no interior da Paraíba, entre outras.

Quando fui convidado para exercer o cargo de Secretário de Cultura de Marechal Deodoro, cidade histórica do Estado de Alagoas, planejamos e realizamos a 1ª Festa Literária de Marechal Deodoro em 2010. Foi um sucesso inesperado, às duras penas, pouca verba, convidamos grandes escritores do Brasil, como Marina Colasanti, Antônio Torres, Maurício Melo Jr, entre outros. Belas palestras, o público gostou. Porém em uma conversa com o poeta Affonso Romano de Santanna ele observou.

– O Brasil tem muitos escritores, precisamos é de fazer leitores.

Fiquei com aquela observação na cabeça. Certo dia li em um jornal alguns dados sobre leitura no mundo. A UNESCO, órgão da Educação da ONU publicou que nos países desenvolvidos cada habitante lê uma média de 14 livros por ano. Na América Latina o país melhor em leitura é a Argentina, cada habitante lê uma média de 4 livros por ano. No Brasil esses números são ridículo, nossa média de leitura é de 1,8 livros por ano por habitante. Esses dados da ONU me deixaram alarmado.

Procurei então a Secretária de Educação do município, Flávia Souza. Juntamente com sua equipe resolvemos que a FLIMARZINHA para jovens seria um programa de leitura durante o período escolar, tendo a FLIMAR como culminância desse programa. Foi uma revolução na educação em Marechal Deodoro. Cada uma das escolas durante o ano dentro de um cronograma realizou sua própria FLIMARZINHA os alunos se dedicavam à literatura e a leitura com muita alegria, com teatro, recital, contação de história. Durante o ano em todas as classes havia uma hora de leitura por semana, os alunos liam os livros trazidos da biblioteca e podiam levar para casa para continuar a leitura. Foi lançado concurso de contos inspirados em alguma poesia. Os 30 melhores contos foram editados em livro, lançado durante a FLIMAR. Ao deixar a secretaria, ano passado pedi para as professoras dos 8ª e 9ª anos realizarem uma pesquisa de quantos livros os alunos leram em 2016. O resultado foi surpreendente e gratificante, cada aluno dos 8º e 9º anos de Marechal Deodoro leu uma média de 4,2 livros. Isso basta para justificar nosso trabalho com a juventude deodorense.

“A leitura no Brasil sempre foi uma obrigação chata, um dever, não um prazer. Nesses eventos vejo crianças brincando com os livros, dessacralizando o objeto, transformando numa coisa lúdica, prazerosa. Acho que é por isso que eles são cada vez mais populares e, quanto mais se parecerem com eventos e não com aulas, melhor”. ( Zuenir Ventura).

Fui realizador de sete Festas Literárias de Marechal Deodoro (FLIMAR), em 2017 já realizei a Festa Literária do Pontal da Barra (FLIPONTAL) e na próxima semana entre 25 e 28 de outubro estarei junto ao prefeito Júlio César e a Secretária de Cultura, Isvânia Marques ajudando a realizar a 1ª Festa Literária de Palmeira dos Índios (FLIPALMEIRA), com uma programação esmerada, homenageando dois escritores palmeirenses da melhor cepa, Graciliano Ramos e Ivan Barros. A bela cidade histórica de Palmeira dos Índios se transforma na Capital da Cultura das Alagoas.

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

20 outubro 2017 DEU NO JORNAL

EQUAÇÃO LULAICA

O juiz federal Sérgio Moro mandou a Polícia Federal fazer perícia na planilha Italiano do departamento de propinas da Odebrecht para descobrir quando e por quem foi criada a fórmula matemática que levou a Lava Jato a identificar propinas de R$ 12,4 milhões da empreiteira ao ex-presidente Lula.

A equação ((3* 1057)+ 8217 + 1034) = 12.422 estava nos arquivos cifrados do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht – que fechou delação e leniência na Lava Jato em janeiro 2017. Ela estava no mesmo registro de valores do “Amigo”, codinome de Lula.

Segundo a Lava Jato, ela representa o cálculo de gastos que a construtora teve com o imóvel vizinho ao apartamento de Lula em São Bernardo do Campo e ao terreno onde seria sediado o Instituto.

A fórmula estava em um dos itens da conta “Italiano”, que chegou a ter R$ 300 milhões à disposição de Lula e do PT. O próprio “Italiano”, o ex-ministro Antonio Palocci, e o empresário e delator Marcelo Odebrecht, confessaram o acerto da “conta corrente”.

Para a Lava Jato, a primeira parte da equação “(3* 1057) = 3.171” é o valor de R$ 3,1 milhões, do saque em dinheiro vivo das contas do setor de propinas da Odebrecht, usados para as despesas “por fora” da operação.

A segunda parte “8217” registra os R$ 8,2 milhões gastos pela DAG Construtora, do amigo de Marcelo Odebrecht – preso desde junho de 2015 -, usada como “laranja” da Odebrecht na compra do prédio para o Instituto Lula.

E a terceira parte “1.034” é dos R$ 1 milhão gastos com o apartamento 121 do Hill House e as comissões para o “laranja” de Lula, o aposentado Glaucos da Costamarques – primo do pecuarista José Carlos Bumlai – e o advogado Roberto Teixeira, compadre do petista.

Em ofício enviado à Polícia Federal, o magistrado pede ‘as providências necessárias para a realização de perícia no arquivo denominado “Planilha Especial Italiano” (arquivo esse que se encontra em posse da Polícia Federal em Curitiba/PR), no prazo de 30 dias’ para esclarecer duas questões:

“a) identificação da data e horário em que foi realizada a inscrição da fórmula “((3*1057) + 8217 + 1.034)” no referido arquivo eletrônico

“b) identificação do IP do equipamento informático que realizou a inserção da fórmula no arquivo eletrônico”. 

* * *

Dr. Moro pode ficar tranquilo.

O JBF encaminhou a questão para o colunista Goiano.

Além de ser doutor em Recibos de Aluguel Luleiros, nosso estimado colunista é também especialista em Equações Lulaicas.

Ele vai explicar tudinho ao Dr. Moro.

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

ZÉ DASSILVA – DIÁRIO CATARINENSE

20 outubro 2017 SONIA REGINA - MEMÓRIA

SAUDADE

A extinta TV Manchete, produziu em minha opinião a melhor novela brasileira:

Pantanal

A receita foi perfeita; um grande contador de histórias escreveu a trama para a interpretação de elenco escolhido a dedo por grandes diretores da época, uma paisagem de tirar o folego e fechando o círculo, trilha musical de primeiríssima qualidade.

A TV Manchete foi criada pelo jornalista e empresário Adolpho Bloch. A emissora, teve alguns problemas de ordem financeira e, portanto, vida curta, mas, inovou na arte de fazer jornalismo e entretenimento. Salvo engano, foi pioneira em colocar um trecho da novela antes da apresentação do elenco no que foi imediatamente imitada por seus concorrentes.

O vídeo com uma parte da trama, tem pouco mais de 8 minutos de pura emoção.

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

20 outubro 2017 DEU NO JORNAL

DÚVIDA ATROZ

A Polícia Federal cumpre mandados judiciais na manhã desta sexta-feira em uma nova operação que investiga o pagamento de vantagens indevidas a executivos da Petrobras através do Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, que é o departamento criado pela empresa para o pagamento de propina.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Rio de Janeiro e Recife.

Há indícios concretos de que um grupo de gerentes da Petrobras se uniu para beneficiar o Grupo Odebrecht em contratações com a petroleira, mediante o pagamento de valores de forma dissimulada em contas de empresas off-shores estabelecidas no exterior, segundo as investigações.

Os crimes investigados na operação são associação criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.

* * *

Eu fiquei todo orgulhoso em saber que o Recife está na rota da gatunagem.

Meu sentimento bairrista foi às alturas.

A notícia não esclarece se esta ladroagem – associação criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro -, foi praticada no governo Temer.

Ou se foi nos governos petralha de Lula e de Dilma.

Ou se foi nos tempos de FHC ou de Getúlio Vargas.

Ceguinho Teimoso, que sabe tudo sobre a Petrobras, vai nos tirar desta dúvida.

“Enquanto Ceguinho não responde ao Editor do JBF, deixa eu te dar uma autógrafo petrolado, Serginho”

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

UM SANTO REMÉDIO

Rosilda, do lar, e Mário, funcionário público municipal, estavam vivendo a crise dos dez anos de casamento. Influenciada pelas novelas da televisão, a mulher se impressionou com a onda de adultério que reinava no mundo, e botou na cabeça que o marido lhe era infiel. Achava que os homens eram caçadores e viviam em busca de aventuras. Eram infiéis pela própria natureza.

Por isso, Rosilda tornou-se agressiva e desconfiada. Amanhecia o dia “dando coice no vento”, sentindo-se traída, sem razão aparente. Farejava chifres, não acreditava no que o marido dizia, e procurava motivos para demonstrar sua insatisfação na vida conjugal.

Na verdade, o maior defeito de Mário era, uma vez por outra, depois do trabalho, encontrar-se com alguns amigos e tomar uma cervejinha, no bar localizado nas imediações de sua casa. Esse papo ia somente, até se aproximar a hora do jantar.

Apesar de não ser santo, sua média, como chefe de família e pai, era dez. Entretanto, bastava entrar em casa, para que a esposa o “espinhasse” com mil perguntas maliciosas, à procura de indícios de sua infidelidade.

Rosilda, com sua voz gasguita e insinuações irritantes, foi tirando a paciência de Mário. Aos poucos, o inferno se instalou dentro de casa, sob o olhar aflito dos três filhos pequenos.

Católica por tradição, aos domingos à noite Rosilda ia à Missa com o marido e os filhos. Também mantinha o habito de comungar toda 1ª sexta-feira do mês.

Numa quinta-feira à tarde, Rosilda foi à Igreja se confessar e contou ao padre que estava prestes a se separar do marido. Disse-lhe que suspeitava de estar sendo traída; que o marido chegava tarde em casa e sempre com hálito de bebida; também não lhe dava mais o carinho e atenção dos primeiros meses de casamento. Falou das brigas constantes, provocadas por ela.

O padre lhe deu conselhos para que não agisse precipitadamente e pensasse na falta que o pai iria fazer aos filhos, se houvesse a separação.

Pensando em preservar a instituição da família, o vigário teve uma ideia “bem bolada”. Avisou, durante a Missa, que iria distribuir às mulheres com problemas conjugais, um remédio eficaz para a reconciliação. Na manhã seguinte, na Sacristia da Igreja, formou-se uma fila para a entrega do remédio. A primeira da fila era Rosilda.

O nome do “medicamento” era “Água Santa”, distribuído em garrafas de 500 ml, com rótulo.

Chegando em casa, Rosilda, sozinha no quarto, leu o prospecto, onde estava escrito: “Colocar na boca 5 colheres de “Água Santa” e se ajoelhar durante 30 minutos, de boca fechada, sem engolir. O procedimento deve ser feito à noite, na hora exata em que o marido entrar em casa. Com 15 dias de tratamento, o resultado será surpreendente. Caso seja necessário, o tratamento pode ser prorrogado, até que a paz volte a reinar, no ”lar, doce lar”.

E a água potável fez efeito…

20 outubro 2017 FULEIRAGEM

PASSOFUNDO – CHARGE ONLINE

QUINTAL DO ZECA

Paulinho da Viola canta, de sua autoria, “Foi um rio que passou em minha vida“, que foi grande sucesso em 1970.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

TACHO – JORNAL NH (RS)

19 outubro 2017 HORA DA POESIA

DESTINO – Maria Braga Horta

O destino… Quem sabe o que é o destino?
Será um deus, um carrasco? ou, indiferente,
deixa em nós qualquer cousa de divino
ou nos crucia dolorosamente?

Quem sabe o que é o destino? É independente
ou escravo fiel, bom ou ferino?
Imutável, temível, inclemente…
ou apenas um nome? O que é destino?

Será destino a gente fazer versos?
Será destino o impulso ardente-e-doce
de cantarmos, embora em dor imersos?

Será destino amar? Seja o que for!
Para mim é destino a mão que o trouxe
do fim do mundo para o nosso amor!

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

ANASTASIA – 1956

Por sugestão da colunista Violante Pimentel apresentamos aqui três versões da música do filme de 1956 “Anastasia, a princesa esquecida” com Ingrid Bergman, Yul Brynner e Helen Hayes e direção de Anatole Litvak.

01 – Anastasia – (Paul F. Webster / Alfred Newman) – Tema Orquestrado – 1956

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02 – Anastasia – Pat Boone – 1956

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03 – Anastasia – (versão de Alberto Ribeiro) – Hélio Paiva – 1957

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19 outubro 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

19 outubro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

BONS MOMENTOS NA LIVRARIA

Hoje, quinta-feira, é dia de irmos à Livraria da Praça de Casa Forte, um dos recantos mais aconchegantes da Zona Norte do Recife, aqui perto de onde moro. (Clique aqui e acesse a página).

Como o nome já diz, o estabelecimento está localizado na praça mais bela e querida desta cidade.

Toda quinta-feira, a partir das 6 da tarde, tem música ao vivo com o conjunto Divina Música, encantando as pessoas com um reportório que inclui muitas canções românticas, nacionais e internacionais, tudo coisa de muito bom gosto.

Nas sextas-feiras é a vez do gostoso chorinho brasileiro, com meu querido amigo Beto do Bandolim e seu conjunto de craques.

A livraria funciona num antigo casarão e o seu ambiente aconchegante é o lugar certo para os apreciadores de boa música, bons livros, bons papos, bons vinhos e bons uísques.

Eu fico só de olho grande nas outras mesas, sorvendo o meu alpino, um café com chocolate que é uma delícia.

Grupo Divina Música

João apaixonou-se pelo repertório e pela voz da vocalista do grupo, Nívea Barreto.

Apaixonou-se, sobretudo, pela música Blue Moon, que Nívea interpreta com maestria e João escuta e aprecia com muito carinho.

Dedico ao meu filho querido esta interpretação de Blue Moon, uma composição da dupla Richard Rodgers e Lorenz Hart, na voz de Billie Holiday, uma cantora americana que brilhou nos anos 50.

Uma interpretação que Nívea recria com muita maestria na Livraria da Praça.

Um beijão, filho amado!

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

RODAI POR NÓS, LAVRADORES

Vagem Tambor

Senhores caminhoneiros,
Rodai por nós
Kombeiros, taxistas, carroceiros,
Rodai por nós
Ônibus e trens estradeiros,
Rodai por nós.

Cocão do carro-de-boi,
Cantai e rodai por nós lavradores
Sem bora e vambora
Amém.

Poema publicado no livro Berro Novo

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

AJUNTAMENTO DE MALUFS

Maluf informa que todos os parlamentares brasileiros merecem uma vaga na lista de procurados da Interpol

“Quem aqui pode levantar a mão e dizer: ‘Eu estou aqui sentado sem ter pedido recurso para ninguém, minha campanha custou zero’? Todos pediram recursos. Eu pedi e Michel Temer pediu. Mas de acordo com a lei”.

Paulo Maluf, deputado federal pelo PP de São Paulo e titular absoluto da lista de procurados da Interpol, garantindo que o Congresso é um ajuntamento de paulos malufs.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

MARIANO – CHARGE ONLINE


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
É TUDO MERDA DO MESMO PENICO

P’ra entender essa nação
Eu fiquei no prejuízo
Pois quase perco o juízo
Sem chegar a conclusão
Dizem que Lula é ladrão
Que Temer é ladrão também
Que Aécio só se deu bem
Que Dilma também roubou
Sei que o Brasil se lascou
E dos ladrões é refém.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

19 outubro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

REFLEXÃO

Um comentário do Professor Luis Felipe Pondé sobre a xibungagem modernosa que entope os esgotos de Banânia.

Para reflexão dos fubânicos nesta quinta-feira.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

19 outubro 2017 PERCIVAL PUGGINA

UM JORNALISMO QUE ACABOU

Há um jornalismo que acabou. Fala com as paredes. Irresignado ante a falta de eco, cospe no vento. Cisca no dicionário adjetivos que, de tão mascados, se tornaram rejeitos de lixo orgânico, direto ao saco preto. O vocabulário com que o “politicamente correto” se protegia entra num debate, hoje, murcho como maracujá. Quem leva a sério o adjetivo “reacionário!”, ou “conservador!”, ou “neoliberal!” (lembram dele?), ou ainda o “fascista!”, que os próprios comunistas gastaram mundo afora contra seus adversários antes do tiro na nuca?

Durante décadas, esses senhores foram os regentes das redações, onde desfilavam proféticos, iluminando o mundo com olhares que se derramavam sobre uma nova humanidade e um novo tempo. Eram os kaisers do quarto poder, ditando as normas técnicas para a engenharia do brilhante futuro. Perder tempo com eles, agora, é como contemplar a alvorada de um passado que se refuga. Xô! Quebraram o Brasil, acabaram com a Educação e atacaram, um a um, os valores que sustentariam moralmente a nação.

A sociedade compreendeu, por fim, que, tanto quanto ela precisa conservar valores que orientem as ações humanas para o bem (conservadorismo), a economia precisa de liberdade (liberalismo) para evoluir. Se observarmos atentamente, veremos que isso é tudo que o velho jornalismo militante, mãos dadas com os camaradas do mundo acadêmico, se dedicou a destruir; e que parcela importante do clero católico se descuidou de preservar.

Tem duas razões fundamentais para viver, esse jornalismo. A primeira é servir de memorial adulterado dos “anos de chumbo”. Vivem na nostalgia daquele período, misturando a saudade da própria juventude com o tempo em que conseguiram articular um discurso cuja consequência, em tese, rimava com a causa. A segunda é combater liberais e conservadores, qualificando-os como fascistas. Mas, sem direito a tiro na nuca, tudo fica menos produtivo. Fazer o quê? Mudar-se para Cuba ou para a Coreia do Norte?

Não recordo, ao menos em passado recente, de esforços retóricos tão velhacos, tão fraudulentos, quanto os empregados nas últimas semanas por esse jornalismo para tentar convencer a sociedade de que:

• os conservadores seriam hipócritas bradando contra nudez e erotismo na arte;

• gravuras grotescas dedicadas a sujos entreveros sexuais, se expostas em ambiente cultural, deveriam merecer a mesma reverência de conhecidas obras-primas da arte universal;

• sentimentos e atitudes tão diferentes entre si como repulsa, indignação e boicote seriam “sinônimos” de censura;

• sexo não existiria, o que existe é gênero e toda criança deveria começar a aprender isso no bercinho da maternidade;

• as redes sociais seriam uma terra de ninguém tomada pela direita raivosa.

Quem faz afirmações assim não está a mudar de assunto. Está a corromper a razão, conforme mencionei em recente vídeo. Há semanas repetem isso ao país e querem credibilidade? Pretendem seguir influenciando a opinião pública? Subestimam a inteligência daqueles com quem se comunicam! Foi ao servir nacionalmente esse cardápio de falsidades que o velho jornalismo militante deu extraordinário alento aos bons conservadores e aos bons liberais. Refiro-me aos conservadores que estimam a liberdade e aos liberais que reconhecem a necessidade de preservar valores morais.

A sociedade não se escandaliza com nudez desde 22 de abril de 1500 e pouco se interessa pelo que acontece atrás das portas, desde que seja vedado o acesso a crianças. Mas entendeu, perfeitamente bem, ser isso que jogou o velho jornalismo militante na pornomilitância.

O silêncio que cai sobre ele vem por overdose de si mesmo.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

VERONEZI – GAZETA DE PIRACICABA (SP)

19 outubro 2017 DODDO FELIX - GORJEIOS


SURPRESA NO RINGUE

O gongo soa, tem início a luta.
Ruge a assistência freneticamente.
A sequência de socos na disputa,
o desafiante, aos cambaleios, sente.

Golpes brutais, de forma ininterrupta…
O imprevisto acontece de repente:
um direto certeiro do recruta
e o campeão beija a lona, inconsciente.

Nesse instante a algazarra silencia,
encerrando de vez a gritaria
da plateia tomada de surpresa.

Um desfecho jamais imaginado…
O favorito é por fim derrotado
sem sequer esboçar uma defesa!

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE


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