24 março 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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24 março 2017 DEU NO JORNAL

QUEREMOS NOVIDADES

* * *

Este cabra, este prisioneiro, esta grande celebridade chamada Marcelo Odebrecht, tem que trazer novidades, delatar coisas inéditas, encher Banânia de notícias fresquinhas

Dizer que corrompia as campanhas eleitores do PT, que tinha Lula e Dilma no bolso, não é novidade alguma.

Te manca, Marcelo!

Voltarei a este assunto ainda na edição de hoje.

Uma excelente sexta-feira para toda a comunidade fubânica!

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24 março 2017 FULEIRAGEM

SOLDA – BLOG DO SOLDA CÁUSTICO

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24 março 2017 DEU NO JORNAL

COMO ECONOMISTA, CAMILA PITANGA É UMA BOA ATRIZ

Rodrigo Constantino

Camila Pitanga não deveria nadar em águas desconhecidas. Sua seara é a encenação, a performance como atriz, vestindo diferentes papéis na televisão e no teatro. Quando ela resolve bancar a economista, sai de baixo! É vergonha alheia. Eis o vídeo que ela gravou para tentar influenciar a votação da terceirização, felizmente aprovada (os atores engajados têm cada vez menos poder de influência, como podemos notar):

Gostaria muito que a atriz me dissesse onde foi que as leis trabalhistas foram flexibilizadas com resultados negativos. Porque a vasta experiência que temos diz o contrário: onde há mais rigidez, poder concentrado em sindicatos e “conquistas trabalhistas”, há mais desemprego e informalidade. Comparem a quantidade de “conquistas” que os trabalhadores brasileiros possuem com a dos americanos e vejam quem está em situação prática melhor.

Nesse artigo pelo Instituto Liberal, Bernardo Santoro explica bem as vantagens da terceirização, atacada pelos sindicatos e defensores de nossa CLT, inspirada nas leis fascistas de Mussolini (curioso que a esquerda, que acusa todos que não são socialistas de “fascistas”, seja a maior defensora de uma lei fascista, não é mesmo?). Nesse outro texto, eu mostro quem está contra as mudanças e, portanto, contra os trabalhadores. Alguém acha mesmo que a CUT defende os direitos de algum trabalhador, em vez dos interesses dos próprios sindicalistas e políticos de esquerda?

Guilherme Macalossi resumiu bem a coisa:

Os verdadeiros reacionários são esses que se opõe a agenda de reformas tão necessária e tão tardiamente implementada no Brasil. O governo petista teve 14 longos anos para atuar na área. Preferiu empurrar com a barriga, já que seu objetivo era lucrar politicamente com o populismo econômico e fiscal. A esquerda está pouco se lixando para os trabalhadores. Prefere eles no olho da rua, desde que possa fazer o seu exercício retórico de defesa de direitos. A esquerda não está nem ai para os aposentados. Aposta na mistificação dos números da previdência para manter um sistema insustentável que no médio e longo prazo inviabilizará o futuro das gerações vindouras. Eles querem um país estagnado, refém de um status quo altamente dirigista, sindicalizado e jurássico.

Talvez a atriz devesse sair de sua bolha no “Projaquistão”, afastar-se um pouco da elite da esquerda caviar, e ver o que o povo trabalhador realmente pensa, em vez de aceitar os discursos vazios dos sindicalistas movidos a mortadela:

Bandeiras vermelhas, mensagens socialistas, sindicatos oportunistas e “conquistas” ilusórias: o povo brasileiro não quer mais saber dessas coisas, Camila! Não tente nadar nessas águas. Você precisaria aprender o básico antes. E claramente não faz a menor ideia de como funciona a economia. Gravar mensagem com vários livros atrás não substitui a necessidade de efetivamente estudar o assunto. Com essa sua receita, nossa economia iria afundar de vez! Continue só atuando, portanto. Faça esse favor a todos nós e evite passar tanta vergonha alheia.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

PASSOFUNDO – CHARGE ONLINE

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23 março 2017 DEU NO JORNAL

PANE

Caros leitores, acho que a operação Carne Fraca acarretou como consequência o Correio Fraco aqui no JBF.

A caixa postal desta gazeta escrota está em pane.

Não recebo e nem consigo enviar mensagens.

Peço compreensão e paciência a todos vocês que tentaram se comunicar comigo.

Espero que daqui pra amanhã Chupicleide, nossa eficiente secretária, consiga encontrar uma solução.

Aproveito a oportunidade pra avisar que uma nova enquete fubânica está no ar.

É só ir aí no lado direito e dar o seu voto.

Abraços a todos e uma excelente noite de quinta-feira.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

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QUERIA, MAS NÃO QUERIA

Jucá confirma que disse o que disse, mas explica que não queria dizer o que disse

“Não foi uma conversa de pessoas que estavam tratando de alguma coisa. Alguém foi deliberadamente puxar um assunto, como se estivesse desesperado. Foi uma armadilha”.

Romero Jucá, em entrevista à Folha, explicando que não queria “estancar a sangria” provocada pela Lava Jato” quando foi flagrado tramando com Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, maneiras de “estancar a sangria” provocada pela Lava Jato.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

DUM – CHARGE ONLINE

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23 março 2017 JOSIAS DE SOUZA

TEMER E DILMA PROVAM: POLÍTICA É FEITA DE FARSA

Na política, todos são, em grau menor ou maior, falsos. Essa falsidade vai do ‘bom dia’ que um político dá a outro que gostaria de ver submetido a uma chuva de canivetes até a hipocrisia de um elogio dirigido a alguém detestável que a conveniência política se encarregou de dotar de qualidades extraordinárias. O relacionamento entre Dilma Rousseff e Michel Temer comprova essa teoria.

Chamado de “fraco” por Dilma, Temer reagiu numa conversa com o repórter Roberto D’Ávila, exibida na noite desta quarta-feira, na Globonews: “Prefiro ser fraco do que ser forte, porque os que se dizem fortes destruíram o país. Então, nesse sentido, eu prefiro a fraqueza à fortaleza. Mas fraco não sou. (…) É que as pessoas confundem educação cívica, educação pessoal, com eventual fraqueza. Não vou mudar meu jeito. Sempre deu certo assim, vou continuar assim.” Até bem pouco, com os pés fincados no palanque, o mesmo Temer enaltecia a força de Dilma no combate à ditadura. Repare no vídeo abaixo.

Dilma havia espicaçado Temer numa entrevista à repórter Maria Cristina Fernandes, publicada há seis dias no jornal Valor. “Não adianta toda a mídia falar que ele é habilidoso. Temer é um cara frágil. Extremamente frágil. Fraco. Medroso. Completamente medroso. (…) É um cara que não enfrenta nada!”. A mesma oradora apresentava o companheiro de chapa nos comícios como “uma pessoa experiente, séria, competente e capaz.” Veja na cena abaixo.

Certos encontros e desencontros da política não têm grande serventia. Até porque a história e o pragmatismo mostram que os insultos não costumam impedir futuras alianças. Arroubos como os de Dilma e Temer servem apenas para reforçar no imaginário da plateia a convicção de que o teatro da política é mesmo o território da farsa. Convém não levar a sério os seus protagonistas. Sob pena de fazer o papel de idiota.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

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UM SONHADOR MAGINANDO

Música da autoria deste colunista, interpretada com o saudoso Dominguinhos.

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jessier-e-dominguinhos

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23 março 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

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AQUELE CHORINHO – Zé Barbeiro

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23 março 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)

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23 março 2017 DEU NO JORNAL

PRIVATIZE JÁ!

Rodrigo Constantino

A Petrobras registrou prejuízo de R$ 14,82 bilhões em 2016, em linha com o esperado pelo mercado. Foi o terceiro ano consecutivo de perdas. Em 2015, o resultado foi negativo em R$ 34,8 bilhões. Apesar disso, a estatal apresentou melhoras operacionais em razão da redução dos investimentos e do corte de despesas. O presidente da companhia, Pedro Parente, destacou que a dívida, embora tenha caído, ainda está em patamar elevado, próxima de US$ 100 bilhões.

A produção média de petróleo aumentou 0,75% no ano passado, e atingiu o patamar recorde de 2,144 milhões de barris diários, alcançando a meta prevista pela companhia. Por outro lado, a estatal cortou os investimentos em 32% em 2016, para R$ 48,1 bilhões. Assim, obteve geração de caixa operacional de R$ 89,7 bilhões, alta de 4%.

Com venda de ativos, alta do real e amortização de dívidas, a estatal fechou o ano com endividamento líquido de R$ 314,1 bilhões (ou US$ 96,4 bilhões).

– Houve melhoras operacionais. Tivemos sete trimestres consecutivos de fluxo de caixa positivo. A dívida ficou abaixo de US$ 100 bilhões. Mas ainda é muito alta – disse Parente, destacando que não haverá distribuição de dividendos.

As ações caíram 3,39% (R$ 13,70, ON) e 4,41% (R$ 13, PN), com queda do preço do petróleo.

A Petrobras continua sangrando, e muito. Não é responsabilidade do atual governo, menos ainda do atual presidente, Pedro Parente, que vem tentando fazer um trabalho sério na estatal. A culpa é total e exclusiva do PT, de sua gestão fraudulenta, ideológica, demagoga e politiqueira. Dos investimentos desnecessários em refinarias para ajudar regimes comunistas camaradas, dos desvios para corrupção, para bancar um projeto totalitário de poder. Da incompetência de gerentes e presidentes alinhados ao partido.

A nova gestão está tendo que arrumar a casa, o estrago deixado, o cenário de terra devastada, com uma dívida de MEIO TRILHÃO deixada pelos petistas. A venda de ativos é uma necessidade, uma questão de sobrevivência, mas ainda assim a mesma esquerda que silenciava ou aplaudia quando o PT dilacerava a estatal, agora reclama dessa solução: não aceitam venda de ativos, “privatização” parcial, nada! Afinal, querem preservar as gordas tetas – meio caídas, é verdade – da empresa.

Parente encontra como barreira ao seu programa de redução de endividamento a ideologia atrasada que atinge a esquerda e a direita nacionalista em nosso país, gente que ainda bate no peito com um orgulho asinino para berrar “o petróleo é nosso”, uma turma que pensa que cabe ao estado proteger e explorar nossos recursos naturais, como o petróleo, o minério de ferro ou o nióbio. Estatólatras que se recusam a compreender que somente o livre mercado traz prosperidade para a nação.

Eis a prova irrefutável de que o estado não deve ser empresário, que devemos privatizar todas as estatais. Quando o estado se mete a “explorar petróleo”, eis aí o resultado: uma máfia montada dentro da maior empresa do Brasil. Hoje temos uma gestão aparentemente comprometida em sanar a dívida e resolver os problemas. Mas e amanhã? E se outro governo irresponsável, ideológico e esquerdista voltar ao poder? Terá na Petrobras um instrumento para seus fins nefastos.

Só há uma solução definitiva: privatize já!

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23 março 2017 FULEIRAGEM

JORGE BRAGA – O POPULAR (GO)

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NEURÔNIO LETRADO

Dilma ainda tenta lembrar o título do livro que fingiu ler há sete anos

“Gosto muito de ler”.

Dilma Rousseff, em entrevista ao Valor Econômico, sem esclarecer se já conseguiu lembrar o título do último livro que leu, na campanha de 2010.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

TACHO – JORNAL NH (RS)

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23 março 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – SUPER NOTÍCIA (MG)

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www.cantinhodadalinha.blogspot.com
O PAI DA TRANSPOSIÇÃO

Escorre com seu lamento
O Chico tão disputado.
Que teve em seu traçado:
Falsificado orçamento,
O superfaturamento,
Fraude na indenização,
Que saiba a população
Lembrar não é proibido:
É pai em todo sentido
O pai da transposição.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

DACOSTA – CHARGE ONLINE

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23 março 2017 A PALAVRA DO EDITOR

SAMARICA PARTEIRA

Uma história sertaneja, contada por Luiz Gonzaga, para alegrar a nossa quinta-feira.

Um excelente dia pra toda comunidade fubânica!

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23 março 2017 FULEIRAGEM

CHICO CARUSO – O GLOBO

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23 março 2017 JOSIAS DE SOUZA

JANOT DIZ QUE GILMAR SOFRE DE “DISENTERIA VERBAL”

Um dia depois de Gilmar Mendes ter acusado a Procuradoria-Geral da República de cometer crime de “violação de segredo funcional”, Rodrigo Janot reagiu com acidez incomum. O chefe do Ministério Público Federal negou que tenha ocorrido uma suposta entrevista coletiva em que procuradores, sob a condição do anonimato, vazaram para os principais veículos de comunicação do país nomes de encrencados na colaboração da Odebrecht. O procurador-geral atribuiu os ataques ora à “disenteria verbal” ora à “decrepitude moral” do ministro do Supremo Tribunal Federal.

Janot rodou a baiana ao discursar para colegas na Escola Superior do Ministério Público da União. Não citou o nome de Gilmar. Nem precisava. Realçou a seletividade do seu antagonista, que mencionou a prática do off (conversas em segredo com jornalistas) na Procuradoria, mas se absteve de lembrar que o procedimento é usual noutros prédios de Brasília.

“Não vi uma só palavra de quem teve uma disenteria verbal a se pronunciar sobre essa imputação do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal. Só posso atribuir tal ideia a mentes ociosas e dadas a devaneios. Mas, infelizmente, com meios para distorcer fatos e instrumentos legítimos de comunicação institucional” – disse Janot em discurso de encerramento de encontro de procuradores regionais eleitorais na Escola Superior do Ministério Público.

Janot não mencionou o nome de Mendes, mas fez uma série de referências que não deixam dúvidas sobre o alvo de suas críticas. As informações sobre a suposta coletiva foram divulgadas pela “Folha de S.Paulo” no último domingo e replicadas por Mendes na tarde de terça-feira. Ao falar sobre o suposto vazamento dos nomes de políticos da lista de Janot, o jornal fez referências à prática do off no Palácio do Planalto, no Congresso Nacional e no STF.

Janot insinuou que Gilmar é que seria dado a conversar em segredo com repórteres: “…Em projeção mental, alguns tentam nivelar todos à sua decrepitude moral e para isso acusam-nos de condutas que lhes são próprias, socorrendo-se, não raras vezes, da aparente intangibilidade proporcionada pela posição que ocupam no Estado.”

De resto, o procurador-geral como que repreendeu o ministro do Supremo por sua proximidade excessiva com o poder: “Procuramos nos distanciar dos banquetes palacianos. Fugimos dos círculos de comensais que cortejam desavergonhadamente o poder público e repudiamos a relação promíscua com a imprensa. Vai abaixo a íntegra do discurso de Janot:

* * *

“Colegas, a Lava Jato completou neste mês de março três anos de profícuos trabalhos. Do que se revelou no curso das investigações, é possível concluir que existem basicamente duas formas de corrupção no país: a econômica e a política. Elas não se excluem e, em certa medida, tocam-se e interagem.

A primeira, sempre combatida e bem conhecida do Ministério Público, tem fundamentalmente uma finalidade financeira: o corrupto busca o enriquecimento com a venda de facilidades. Normalmente, esse tipo de corrupção encontra-se em profusão nas camadas inferiores da estrutura burocrática do Estado.

A segunda, até então mais intuída do que propriamente conhecida, é ambiciosa e mais lesiva. O proveito econômico não está na sua alçada principal, mas antes o poder. Enriquecer pela corrupção política é mais uma consequência do que propriamente um objetivo. Busca-se o poder, porque o dinheiro e suas facilidades chegam de arrasto.

O mérito da Lava Jato foi haver encontrado o veio principal da corrupção política. Esse tipo de corrupção, como disse, é de altíssima lesividade social porque frauda a democracia representativa, movimenta bilhões de reais na clandestinidade e debilita o senso de solidariedade e de coesão, essenciais a uma sociedade saudável.

Escolhas para altos postos na estrutura do Estado, nas suas autarquias e empresas passam a não considerar a competência técnica do candidato, mas sua disposição para trabalhar na engrenagem arrecadadora de recursos espúrios destinados à máquina partidária que o apadrinhou.

Desde o mensalão, essa realidade já começava a revelar seus contornos com mais nitidez. No entanto, foi nesses últimos três anos que a dura e inocultável verdade se mostrou por completo: nosso sistema político-partidário foi conspurcado e precisa urgentemente de reformas. É necessário abrir espaço para a renovação o quanto antes, pois a política não pode continuar a ser uma custosa atividade de risco propícia para aventureiros sem escrúpulos.

Certamente, essa crise política há de encontrar o devido equacionamento no âmbito do próprio sistema democrático. Serão as forças políticas da sociedade, dentro da institucionalidade, que, após debate e reflexão, devem apontar caminhos para que levem à quebra do círculo vicioso em que o país se encontra.

A nós do Ministério Público cabe um papel modesto nesse processo, mas de grande relevância social. Devemos dar combate, sem tréguas, ao crime, à corrupção e às tentativas de fraudar-se a lisura do processo eleitoral.

É nesse contexto que o papel dos senhores, Procuradores Regionais Eleitorais, avulta em importância institucional. Muitos dos desvios do poder político podem e devem ser prevenidos e reprimidos, quando for o caso, já no processo eleitoral.

Precisamos intensificar, assim, a fiscalização do financiamento das campanhas, combater firmemente o caixa 2 e promover obstinadamente a responsabilização de quem não respeita o fairplay do jogo democrático e abusa do poder econômico e político para vencer ilegitimamente eleições.

O filtro do processo eleitoral, do qual o Ministério Público é importante componente, é fundamental para melhorar a qualidade de nossa política.

Não é fácil a nossa missão, bem o sei. Para mim, já se vão 32 anos de árdua labuta nesta Casa. Tenho afirmado reiteradamente que o Ministério Público não engana a ninguém e não costuma vender ilusões ou fantasias. Quem busca atalhos e facilidades, de fato, não terá aqui o melhor lugar para encontrá-los.

Digo isso porque, mesmo quando exercemos nossas funções dentro da mais absoluta legalidade, estamos sujeitos a severas e, muitas vezes, injustas críticas de quem teve interesses contrariados por nossas ações. A maledicência e a má-fé são verdugos constantes e insolentes.

Não quero deter-me no fato específico, mas não posso deixar de repudiar com toda veemência a aleivosia que tem sido disseminada para o público nos últimos dias: é uma mentira, que beira a irresponsabilidade, afirmar que realizamos, na Procuradoria-Geral da República, coletiva de imprensa para “vazar” nomes da Odebrecht.

Só posso atribuir tal ideia a mentes ociosas e dadas a devaneios, mas, infelizmente, com meios para distorcer fatos e desvirtuar instrumentos legítimos de comunicação institucional. Refutei pessoalmente o fato para os próprios representantes do veículo de comunicação que publicou a matéria inverídica.

Procuramos nos distanciar dos banquetes palacianos. Fugimos dos círculos de comensais que cortejam desavergonhadamente o poder político. E repudiamos a relação promíscua com a imprensa.

Ainda assim, meus amigos, em projeção mental, alguns tentam nivelar a todos à sua decrepitude moral, e para isso acusam-nos de condutas que lhes são próprias, socorrendo-se não raras vezes da aparente intangibilidade proporcionada pela posição que ocupam no Estado.

Infelizmente, precisamos reconhecer que sempre houve, na história da humanidade, homens dispostos a sacrificar seus compromissos éticos no altar da vaidade desmedida e da ambição sem freios.

Esses não hesitam em violar o dever de imparcialidade ou em macular o decoro do cargo que exercem; na sofreguidão por reconhecimento e afago dos poderosos de plantão, perdem o referencial de decência e de retidão.

Não se impressionem com a importância que parecem transitoriamente ostentar. No fundo, são apenas difamadores e para eles, ouvidos moucos é o que cabe e, no limite, a lei. Não somos um deles, e isso já nos basta.

Para encerrar, compartilho com os senhores a advertência do mestre Montesquieu que sempre tive presente comigo: o homem público deve buscar sempre a aprovação, mas nunca o aplauso. E, se o busca, espera-se, ao menos, que seja pelo cumprimento do seu dever para com as leis; jamais por servilismo ou compadrio.”

* * *

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23 março 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

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23 março 2017 DODDO FELIX - GORJEIOS


NO SERTÃO

Lá no sertão, quando a chuva desaba,
a natureza se veste de cores.
Milhões de insetos buscam logo as flores…
E, por uns tempos, a pobreza acaba.

Nas manhãs claras, sob o azul do céu,
pelas campinas se elevam vapores,
no ar espalhando suaves olores,
cobrindo tudo qual se fosse um véu.

O sertanejo, cheio de esperança,
sentindo o cheiro que exala da terra,
descansa o olhar sobre a virente serra,
e de louvar ao Senhor não se cansa.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

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ABRIGO DE VAGABUNDOS

Música de Adoniran Barbosa, interpretada pelos Demônios da Garoa.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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LADROAGEM SEM REMORSO

Militantes confessam que a turma que jurava não roubar nem deixar roubar aprendeu a roubar como ninguém

“Enquanto as regras eleitorais não fossem modificadas – para todos – , seria quase impossível disputar em condição de obter uma vitória em qualquer nível da federação, (…) não utilizando as regras do jogo que sempre foi jogado. Então, o Partido dos Trabalhadores, provavelmente, se utilizou das mesmas regras que os demais usavam (…) Como o PT poderia disputar eleições sem recursos enquanto todos os partidos neoliberais o tinham de sobra e de várias fontes? Seria impossível disputar com chances de vitória sem os instrumentos necessários. É perfeitamente lógico que o Partido dos Trabalhadores, apresentando um projeto ao país, disputando um novo rumo para a nação, tenha buscado se financiar para tal”.

Trecho de um artigo publicado no site do PT pela corrente Articulação de Minas/CNB, explicando que o PT só roubou porque todos os partidos roubam.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

MOISÉS – BLOG DO MOISÉS

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23 março 2017 EVENTOS

QUARTETO ENCORE APRESENTA SEU PRIMEIRO CD

O álbum mescla frevos e música armorial com temas eruditos, além de trazer a participação de nomes como Maestro Spok e Beto Hortis.

Para mais informações clique na imagem abaixo.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

GILMAR FRAGA – ZERO HORA (RS)

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http://pinheirochumbogrosso.blogspot.com.br
UM MONUMENTO DESLUMBRANTE

No imaginário dos amantes de filmes Cawboys há uma paisagem emblemática que encanta os cinéfilos do mundo inteiro. Trata-se do MONUMENT VALLEY que é uma região dos Estados Unidos encrustada na reserva dos índio Navajos em cuja área se encontra um monumento que marca o ponto de divisas de quatro Estados e é denominado “AS QUATRO ESQUINAS” que é comum a quatro estados, que são Utah, Colorado, Novo México e Arizona. Foi muito usada para gravação de filme western, particularmente os de John Ford tendo como artista principal o grande John Wayne. Como afirma o cinéfilo Ali Alison, aquilo é o que podemos chamar de TEATRO AO AR LIVRE. Já o grande John Wayne chamou de cenário único “ONDE DEUS COLOCOU O OESTE”.

Pois bem!!! Monte em seu cavalo para conhecer o MONUMENT VALLEY, templo sagrado onde alguns dos melhores filmes de faroeste de todos os tempos foram filmados. Monte por onde os cowboys do cinema gostavam de cavalgar por saber que foi lá onde Deus colocou o Oeste. Foi amor à primeira vista o que o excelente diretor John Ford sentiu ao visitar o MONUMENT VALLEY, e o local tornou-se um de seus preferidos para as gravações de 10 filmes de faroeste, metade deles estrelada por Wayne. No Tempo das Diligências (1939) levou o público a uma arriscada viagem pelo vale totalmente em preto e branco. Mais tarde, Rastros de Ódio (1956) capturou as formações de arenito vermelho e azul vivo e os céus com nuvens ligeiras em lindo Technicolor.

Cinéfilo que se preza deve apanhar seu chapéu de cowboy e fazer uma visita ao incomparável Monument Valley, no Arizona. Um dos locais mais fotografados e inspiradores dos Estados Unidos, é facilmente reconhecido por ser um cenário da pivetada de desenhos animados, trazendo à tona lembranças da infância. E não é só a beleza e grandiosidade do lugar que impressiona os viajantes. Como foi dito, sua importância turística também se deve ao fato de ter sido cenário de incontáveis filmes de faroeste. Pelo que se lê e se tem conhecimento, é, provavelmente, um dos lugares lendários e místicos mais lindos e especiais do mundo. Na verdade, Estar no Monument Valley é como estar dentro do faroeste americano.

O Monument Valley é um dos lugares onde a natureza caprichou. É uma maravilha de cenário que deixa qualquer um perplexo e maravilhado. Na verdade, todo aquele mundo é uma grande região que abrange a fronteira entre o Arizona e Utah, com formações em tons vermelhos deslumbrantes. Segundo os geólogos e engenheiros de minas, o vale é dominado por platôs vermelhos e torres de arenito, algumas com até 1.000 pés de altura, a área é conhecida também pela sua iluminação vibrante, com o sol iluminando as torres e o fundo do vale. Cenário perfeito para muitos filmes rodados ali, já que sua paisagem marcante produz imagens cinematográficas. Sem contestação: A natureza foi pródiga naquela abençoada região que foi caminho rotineiro dos grandes monstros sagrados do faroeste que por lá passavam constantemente.

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23 março 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

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PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Berto

Será que algum(a) leitor(a) dessa gazeta da bixiga lixa entregaria o Cuzinho por uma quantia tão pequena ?

R. Meu estimado colunista, esta é mesmo uma dúvida cruel:

Vale a pena entregar o Cuzinho por apenas 1 mil reais???

Conhecemos gente que entrega até de graça, não é mesmo?

Pois é. Tem gosto pra tudo neste mundo.

Quem quiser conhecer mais alcunhas e apelidos de bandidos, é só entrar na página dos Procurados.

Tem pra todos os gostos: Bunda Azul, Lambão, Charmosão, Descontrolado, Branco da Pedreira, Noventinha, e por aí vai.

Todos eles são pobres e indefesos excluídos pelo cruel sistema capitalista e injustamente perseguidos pela polícia reacionária.

Eles constituem aquela pequena minoria que Lula não conseguiu tirar da pobreza.

Missão que ele irá cumprir quando voltar a ser presidente em 2018, para grande honra e glória da nação banânica!!!!

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23 março 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)

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http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/
O VERDADEIRO “HOMEM” DA CASA

Domingo de sol intenso, céu de brigadeiro, nenhuma nuvem ameaçadora à vista. Piscina limpa, convidados prestes a chegar. Só faltava recebê-los e colocar a carne para assar. Ah, sim: antes, era preciso buscar pãezinhos e potes de sorvetes da marca tal, sabor tal, além de cigarros. O homem da casa foi à padaria. Meia hora depois, aperitivo tomado, missão cumprida, estava de volta com as compras.

Para seu espanto, encontrou todo mundo – mulher, filhos e convidados – em pânico, menos o verdadeiro “homem” da casa, Nilza, avó do homem da casa, senhora de setenta e poucos anos, criada na roça, mais objetiva e prática impossível, visivelmente contrariada com a covardia coletiva. Um rato imenso, saído sabe Deus de onde, veio do quintal, atravessou a cozinha e todas as fronteiras imaginárias e se instalou num dos quartos – o do casal – sob um dos criados-mudos.

E o rato dali jamais arredaria as patas, se dependesse dos homens da casa. Alguém teve coragem para fechar a porta do quarto. Mas, agora, faltava alguém com coragem para abri-la e devolver o bicho a seu devido lugar. Ninguém se dispôs a fazê-lo. Um aparentado teve uma ideia: chamar o irmão, exímio atirador, um ás com espingarda de chumbinho. O caçador, que morava pertinho, logo ali, foi recebido com pompas e circunstâncias. Resoluto, carregou a arma, conferiu a mira, abriu a porta e dali mesmo disparou vários tiros. Furou a parede toda. E o rato, incólume colosso. A velha olhava aquilo tudo com indisfarçável irritação. Resolveu dar uma basta à vergonha: foi até a lavanderia, pegou o rodo e logo avisou: “Saiam da frente, frouxos!”.

De nada adiantaram o muxoxos insinceros: “Não faça isso, vovó”, “A senhora não me apronte uma coisa dessas”, “O bicho é perigoso”. “Vou buscar munição”, dizia o atirador fracassado. “Calem a boca”, a avó do homem da casa colocou ponto final na tragicomédia: entrou no quarto, não gastou dois minutos para acabar com o inimigo. Abriu a porta, pediu a pá, recolheu os restos mortais do rato e os colocou num saco de lixo.

– Há um homem aqui pra lavar o piso? Ou vou ter que fazer isso também?

Teve, todo mundo cheio de dedos e nojo. Sabem como é?

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23 março 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

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