FULGÊNCIO FILHO – CAMPINAS-SP

Boa noite!

Sou seguidor de seu blog e publico algumas matérias no meu espaço virtual Bigfull.

Editei um vídeo sobre a deputada venezuelana Maria corina Machado, e estou enviando o link para sua apreciação, e se houver interesse de sua parte, compartilhar.

O objetivo é demonstrar o porque de toda esta perseguição contra a deputada, e fazer uma comparação com a  oposição brasileira e com os caminhos que estamos trilhando, caminhos estes que, com certeza, nos levarão para o mesmo “buraco” em que se encontra a Venezuela.

Grato pela atenção.

Compartilhe Compartilhe

6 abril 2014 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO

migueljc

Compartilhe Compartilhe

6 abril 2014 REPORTAGEM

O SEGREDO DA MULTIPLICAÇÃO DO PATRIMÔNIO

André-Vargas4

Quando resolveu viajar com a família para João Pessoa logo após o réveillon deste ano, o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), solicitou um jatinho ao doleiro Alberto Youssef, de quem diz ser amigo há duas décadas. Essa foi apenas a coroação simbólica de uma mudança radical de vida ocorrida ao longo de quatorze anos de vida pública. Apenas nos dez anos que separam sua primeira eleição, como vereador de Londrina, em 2000, para sua última disputa para a Câmara, em 2010, seu patrimônio cresceu 50 vezes.

Nem sempre o luxo fez parte da vida de Vargas. Até entrar na política, em 2000, tudo o que o ele tinha era um Monza 1993, avaliado em R$ 9 mil, e a sociedade em três pequenas empresas, cujas cotas somavam R$ 2.100. Dois anos depois, quando se candidatou a deputado estadual, tinha vendido o Monza por R$ 4 mil e declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 2.565,59 – as mesmas empresas e um título de capitalização. Ele ainda devia R$ 1.275,87 a um banco.

Mas a vida começou a melhorar quando se elegeu deputado estadual em 2002. Nos quatro anos seguintes, Vargas adquiriu por R$ 80 mil uma caminhonete Ford F-250 usada e comprou duas casas em Londrina, por mais R$ 80.576,30. Mas o grande salto veio com sua primeira eleição para deputado federal em 2006. Nos quatro anos seguintes, o deputado saiu definitivamente da penúria.MMFF

Entre 2006 e 2010, Vargas comprou um terreno de 121 mil m² em Iboporã, por R$ 100 mil, além de outra casa e um lote em Londrina por R$ 21.563,47. Os tempos de Monza foram esquecidos e o deputado chegou às eleições de 2010 como proprietário de três caminhonetes: Toyota Hilux, GM Tracker e Hyundai Vera Cruz. Na mesma época, tornou-se dono de duas empresas, com capital social de R$ 23.500. De acordo com sua declaração, Vargas guardava R$ 56.211,17 na Caixa Econômica Federal. O patrimônio total declarado na eleição passada foi de R$ 572.050,54.

Procurado, o deputado negou problemas no crescimento de seu patrimônio: “A evolução patrimonial ocorrida entre os anos de 2000 e 2010 é totalmente compatível com minha renda ao longo desses dez anos”, disse em nota.

Na próxima semana, a oposição vai protocolar uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra Vargas por quebra de decoro no caso do avião pago pelo doleiro. O PSOL já havia feito um pedido para que a Corregedoria da Casa investigasse o envolvimento do deputado com o doleiro, que foi arquivado ontem pela Secretaria Geral da Mesa Diretora.

Sugestão do Editor: Clique aqui e veja matéria extremamente reveladora sobre as ligações do petralha André Vargas com o doleiro Alberto Youssef.

Em tempo: Vale a pena ler mais outra clicando aqui

Compartilhe Compartilhe

6 abril 2014 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA

pater

Compartilhe Compartilhe
CERTEZAS PROVISÓRIAS

Nova pesquisa Datafolha está na praça. É possível, com razoável grau de equívoco, fazer umas poucas considerações a respeito. Sabendo-se que, em política, sete meses são sete anos.

Arrisco as seguintes certezas ainda que provisórias:

1 – Dilma desconstrói a si mesma. Não só pelo má ambiente econômico decorrente de seu voluntarismo. E de ministro da Fazenda inexpressivo. Mas também pela contribuição de agentes ligados ao PT que insistem em atuar no território da corrupção;

2 – Aécio Neves e Eduardo Campos não conseguem vestir a cara da mudança. Fica evidente, na pesquisa, que o eleitor quer mudar. Mas o eleitor ainda não sabe a quem entregar a encomenda. A face reformista não foi apreendida por nenhum candidato;

3 – Abrem-se dois cenários: a) Dilma conseguir estancar a queda de sua popularidade e estabilizar o quadro político até depois da Copa; b) continuar a tendência de queda de Dilma e configurar-se o segundo turno antes da Copa;

4 – No cenário de estabilidade para Dilma, até depois da Copa, estanca-se o processo interno do PT do Queremos Lula. E diminuem os ataques do PT a Eduardo Campos, que é o adversário preferencial dos petistas;

5 – No cenário de continuação da tendência de queda de Dilma, antes da Copa, aumenta o movimento do Queremos Lula. E ampliam-se os ataques do PT a Eduardo Campos;

6 – Nos dois cenários, a estabilidade da economia e o humor do ambiente econômico ganham crescente relevância. Principalmente se a inflação continuar subindo. E se a presidente não conseguir melhorar a taxa de confiança das empresas;

7 – Nem a vitória nem a derrota da seleção brasileira na Copa influirão decisivamente na intenção de voto do eleitor. Esta Copa será de futebol. Mas as arenas estarão cercadas de tensão. Torcida no campo pelas seleções. Torcida fora do campo pela paz.

Compartilhe Compartilhe

6 abril 2014 FULEIRAGEM

SID – CHARGE ONLINE

sid

Compartilhe Compartilhe
ARISTEU BEZERRA – RECIFE-PE

Caro Luiz Berto,

Não deixe de assistir a melhor explicação sobre o socialismo e a corrupção atual do nosso país.

Clique, abaixo, e ouça com bastante atenção!

Compartilhe Compartilhe

6 abril 2014 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

AUTO_samuca

Compartilhe Compartilhe

6 abril 2014 FULEIRAGEM

LUSCAR – CHARGE ONLINE

luscar

Compartilhe Compartilhe

6 abril 2014 DEU NO JORNAL

MAMÃE, EU QUERO VOAR

Carlos Brickmann

O Brasil é o país onde merecer o tratamento de Excelência já é suspeito. Imagina o caro leitor que Executivo e Legislativo sejam os grandes consumidores do Tesouro nacional? Engana-se: são também, mas não são os únicos.

O corregedor nacional de Justiça, Gilberto Martins, acaba de determinar investigações sobre viagens ao Exterior de ministros do Superior Tribunal de Justiça e respectivas esposas, sempre em primeira classe, com pagamento de diárias, tudo por nossa conta. A justificativa é que Suas Excelências viajam para representar o presidente do STJ, Felix Fischer, em eventos internacionais. “Causa-nos preocupação (…) o número elevado de viagens realizadas ao Exterior às custas do Erário”, diz o corregedor Gilberto Martins. E são boas viagens para bons destinos, com preços de Primeiro Mundo, como Europa e Japão.

O STJ diz que inexiste “qualquer irregularidade”. Pois é.

superior-tribunal-de-justica

O caro leitor está indignado? Surpreso? Não há motivo para surpresa: segundo o corregedor Gilberto Martins, “o problema não é novidade no Poder Judiciário, estando sob investigação outras denúncias envolvendo viagens internacionais de magistrados de diversos tribunais brasileiros”.

Exemplo: o CNJ examina na terça um processo sobre despesas irregulares no Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão. Há ali passagens e diárias para 31 juízes, dois desembargadores e três servidores, todos enviados à Florida, EUA, para participar de um curso de segurança pessoal. Para que?

Acertou: para nada.

E os outros?

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que investiga o cartel de Metrô e trens urbanos em São Paulo (e eventuais propinas que o tornaram possível), quer apurar o caso também no Exterior. Dois secretários do Governo Alckmin, José Aníbal (PSDB) e Rodrigo Garcia (DEM) estão entre os investigados.

Investigar no Brasil e no Exterior? Ótimo: o importante é saber o que houve. Mas sem esquecer que o caso começou no Governo Covas, início do ciclo do PSDB em São Paulo: quem cuidava da lisura dos contratos? Esta coluna pensa em ajudar as autoridades, publicando o nome de todo o Secretariado de Covas.

Sub do sub

Da ótima coluna Aziz Ahmed, no jornal carioca O Povo: “O Diário Oficial da União, seção 2, da última terça-feira, publica a nomeação de Celina Pereira para ‘chefe de gabinete do chefe de gabinete pessoal da Presidência da República’ “.

Ele sabe. Esteve lá

Aécio? Eduardo Campos? Alguma CPI? Não: o maior inimigo do Governo não é candidato a nada, exceto a desmoralizar o alto-comando governista. Nestor Cerveró, que foi diretor internacional da Petrobras na época da compra da Refinaria de Pasadena (aquela que custou US$ 42 milhões e foi repassada para a Petrobras por US$ 1,2 bilhão), não gostou de ter tido seu relatório sobre o caso desclassificado por Dilma. Declarou-se pronto a contar o que sabe na Câmara, no Senado, na Polícia Federal e na Procuradoria Geral da República.

E que é que ele sabe? A julgar pelos cargos que ocupou, tudo: ele sabe porque esteve lá. Só falta marcar a data. E, conforme o caso, haverá disputa para ouvi-lo primeiro.

NCD

Ele não gostou do que ela fez…

O país avança

As coisas melhoram. Antes, o deputado federal André Vargas, do PT, vice-presidente da Câmara dos Deputados, viajava de turboélice da FAB de Londrina para Brasília, às nossas custas, levando um séquito de assessores que carregavam sua mala e, num cabide especial, para não amassar, seu terno (aliás, levando-se em conta a elegância de Sua Excelência, deveria deixar o terno amassar à vontade. Pelo menos teria uma desculpa).

Agora continua viajando com comitiva, mas em jatinho pago por riquíssimo amigo doleiro. Antes ele do que nós.

bbtt

Olha o mapa, prefeito!

Alguém poderia contar ao prefeito paulistano Fernando Haddad, PT, alguma coisa sobre a cidade onde mora? Pois Sua Excelência colocou na São Paulo Fashion Week propaganda da Prefeitura informando que a cidade tem três aeroportos. Os três são dois: Congonhas e Campo de Marte. Talvez esteja pensando em Cumbica, que fica em outra cidade, Guarulhos. Ou Viracopos, em Campinas.

Boa notícia

De 22 de abril a 9 de maio, o Ministério da Saúde comanda a campanha nacional de vacinação contra a gripe. Vale pela campanha; e vale pela parceria entre o Ministério da Saúde petista e as Secretarias estaduais e municipais de todo o país, dirigidas por pessoas de quais partidos forem. É assim que se trabalha.

É importante!

Vale lembrar: primeiro, a vacina imuniza contra os tipos mais frequentes de gripe, mas não contra todos. É possível, portanto, tomar a vacina e pegar uma gripe de outro tipo. De qualquer forma, a vacina reduz substancialmente a possibilidade de ficar gripado. Vale lembrar, também, que as campanhas contra a vacinação padecem de um mal de origem: são burras. Já houve campanhas contra todas as vacinas, inclusive a Sabin e a Salk, que eliminaram a paralisia infantil.

A vacinação é sempre importante e ajuda muito a prevenir doenças.

Compartilhe Compartilhe

6 abril 2014 FULEIRAGEM

J. ROBSON – JORNAL DA MANHÃ

jrobson

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA

OPI-002.eps

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 DEU NO JORNAL

FIQUEI AVUANDO…

Fiéis companheiros do cotidiano de Lula confidenciam que ele está à beira de um ataque de nervos porque “nada funciona” e “ela não ajuda as coisas funcionarem”, referindo-se à pupila Dilma Rousseff. Eles se encontram, conversam, acertam pendências e depois, parece que nada foi combinado.

Se alguém mais próximo, pergunta se a solução não seria a candidatura dele próprio, Lula responde: “Não dá: fui eu que elegi a Dilma”.

Em outros momentos, vai mais longe: “Só que eu não entrego o governo para essas caras que estão aí”, referindo-se ao pessoal da oposição.

* * *

Ué…

Agora eu fiquei sem entender…

Eu pensei que a decisão de entregar ou não o governo “para esses caras que estão aí” fosse do eleitorado brasileiro.

E não de Barba.

Se vocês entenderam, por favor, me expliquem. Eu sou meio tapadinho pra atingir as culminâncias do pensamento desse gênio autenticamente banânico.

OQB

“Pra esses caras que estão aí, o que é bom tá guardado…!”

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

PELICANO – CHARGE ONLINE

AUTO_pelicano

Compartilhe Compartilhe

PASADENA DE NOVO

pasadena01

Apesar de já ter passado o momento, mas ainda fresco, externo o meu ponto de vista sobre a revolução de 31 de março de 1964. Ela foi pertinente e mais, salvadora ao não permitir ter o Brasil caído nas mãos de um monte, de incompetentes e desvairados, que tinha como único objetivo a instalação no governo de uma horda de comunistas desqualificados. Fazer do Brasil uma república sindicalista era o desastre viabilizador do regime totalitário e a entrega do País nas mãos diretivas dos fracassados dirigentes cubanos e russos. É certo também que o regime militar deveria cumprir com o estabelecido de eleições diretas após três anos da tomada do Poder. É bem provável que teríamos a volta de Juscelino Kubitschek ao governo, coisa que não interessava nem aos comunistas como aos militares.

Os radicalistas se transformaram em esquerda caviar e hoje “aprontam e bordam” com a vida do Brasil. É um festival de incompetências, incapacidade, falta de comando e organização administrativa que está levando a Nação a beira de um colapso. E são estes, que insistem em manter viva a tomada do Poder pelos militares, que se apresentarem como vitoriosos e justiceiros de todas as barbáries que foram praticados por eles, mas escondendo da população os crimes, também bárbaros, executados pelos guerrilheiros comunistas orientados por Cuba e coordenados pelo sanguinário Che Guevara. Mortes aconteceram em ambos os lados e não poderia ser diferente, afinal era confronto. E como o discurso de governo está fraco, sem conteúdo, apelam para situações de mais de 50 anos e que ainda estão motivando as benesses como pagar indenizações e aposentadorias a custa do erário público a um bando que se disse revolucionário e se auto exilou.

Nos últimos dias a Presidente tem se mostrada chorona. Lágrimas de crocodilo ou não, algo há. É bem verdade que a situação em que passa a presidente não está dentro dos padrões de “confortabilidade”. As últimas falas em discursos tem se mostrado algo muito confuso aos ouvintes. Em País de seriedade e de respeito com seus cidadãos, com certeza a presidente já teria se afastado para avaliação médica das causas que podem estar até revestidas de enorme dosagem de “stress”. Isso é normal aos ocupantes de cargos de alta complexidade e de altíssima responsabilidade. O que não é normal é permanecer na chefia do maior Poder da Nação com claros sinais de anormalidade comportamental e de equilíbrio do intelecto. A fala no Amazonas e outras dão claros sinais dessa anormalidade. O interessante é que ninguém toca no assunto, nem mesmo a oposição com o medo de sofrer represália popular eleitoral de se utilizar de assunto tão sensível, mas grave.

Talvez tudo isso tenha fundamento na notícia do “Estadão” que nos revela em sua edição de 3/04/14, um dado que é assustador, além de outros tantos que a cada dia afloram a respeito da refinaria de Pasadena. Ele diz respeito ao estoque de óleo da Astra, que vendeu a refinaria a Petrobras. A empresa brasileira pagou 170 milhões de dólares por um estoque inexistente. Mesmo alertada, a Petrobras manteve o preço, calculado em dados que ninguém sabe de onde surgiram, mas sabiam que valiam, na verdade, não muito mais que 6,1 milhões de dólares, é uma diferença exorbitante. Onde está esse dinheiro? Melhor, onde está o óleo que custou a bagatela de 170 milhões de dólares? Caso a lei 6.404, Lei das S/A, vigorar, o Conselho de Administração da Petrobras terá que reembolsá-la desse valor e outros já constatados e a caminho, não importa se foi falho ou não o “resumo” do relatório de compra. Há obrigações e deveres aos Conselheiros.

Essa diferença foi levantada e avaliada pela BDO Seidman, empresa contratada para fazer a avaliação e que alertou a Petrobras da irrealidade do valor que estava sendo pago. Quando a Astra comprou a refinaria de Pasadena, o estoque de óleo custava 22 milhões e esse valor no final do mesmo ano de compra, 2006, já não passava de 6,1 milhões de dólares. Fritando os ovos, a Petrobras comprou por 170 milhões de dólares o que não existia. Está forte o cheiro de “maracutaia”. O incrível é que Dilma e Conselheiros não sabiam de nada. Como é que pode ficar a frente de uma empresa do porte da Petrobras um Conselho de Administração tão incompetente, relapso e negligente com a coisa pública. Realmente, Dilma, presidente do Conselho, tem razão em chorar.

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

AUTO_jarbas

Compartilhe Compartilhe
PROCURA-SE COLUNISTA

Comentário sobre a postagem É INDISPENSÁVEL MANTER A REGULARIDADE

Jairo Juruna:

“Faz algum tempo que o inoxidável editor do JBF andou oferecendo uma coluna nessa gazeta da bixiga lixa para quem estivesse disposto a defender essas tranqueiras. (Leia clicando aqui)

Acho que a proposta ainda está de pé.”

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

AMORIM – CORREIO DO POVO

amorim

Compartilhe Compartilhe

http://www.neumanne.com/
COMENTÁRIOS PARA A RÁDIO JOVEM PAN

conta

A desastrada política energética do governo federal transformou a jogada de baratear levianamente tarifas de luz num enorme ônus financeiro para a estatal Eletrobrás e a pesada conta será apresentada ao pobre contribuinte depois da eleição, em 2015.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

samba do avião

Dilma inventou que o Samba do Avião, composto por Jobim em 1962, foi um hino de protesto contra o golpe militar de dois anos depois e, mesmo pilhada em erro por Reinaldo Azevedo na Folha, manteve a patacoada em seu agressivo site na internet.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

NEWTON SILVA – CHARGE ONLINE

newtonsilva

Compartilhe Compartilhe
SECA ENIGMÁTICA

Os especialistas já alardearam. A seca no Nordeste não é indecifrável. Insolúvel. Como a estiagem atinge apenas partes da região, conhecida popularmente como Polígono das Secas, mais um pedaço de Minas Gerais, excluído o Maranhão, caso não houvesse tanta discriminação, tanto desinteresse do poder público, o problema não se eternizaria. Não se prolongaria.

Por compreender uma área que não recebe interferência das massas de ar frias e úmidas, desgarradas do sul, o clima quente e seco da região não chama chuva. Não atrai os pingos d’água do inverno em quantidade suficiente para encharcar a terra.terra-seca

Uma das causas naturais que afasta os torós em boa parte do tempo no Nordeste é o desmatamento. Fenômeno cultural a dizimar florestas inteiras, estimular o efeito da evaporação, provocando em consequência, a elevação da temperatura, raras chuvas, baixíssima umidade, clima semiárido.

Com a falta de precipitações de água, fracos invernos, é evidente que o solo seca e racha. Dificulta a prática de agricultura saudável, bem como a pecuária que não seja a extensiva, sempre de baixo rendimento. O resultado, então, não poderia ser diferente, senão rarear os recursos econômicos. Provocar fome e miséria na Região. Trazer doenças. Causar enormes problemas sociais.

Para fugir do sofrimento, as vitimas da seca geralmente se mandam do lugar. Trocam a vidinha no campo ressequido pelo êxodo rural. Viajam para as cidades grandes, procurando vida melhor. Melhores condições de sobrevivência. Apesar de enfrentar maiores dificuldades de sobrevivência.

Mas, como o Nordeste geralmente é subdesenvolvido, não recebe as devidas atenções do poder público, não tem forças para erguer um desenvolvimento sustentável, sozinho, o socorro só aparece na forma de assistencialismo. Aí, o desemprego campeia. Castiga o sertanejo sem dó e piedade.

A demora na construção de cisternas, açudes e barragens chega a estressar o nordestino. A falta de investimentos em infraestrutura é substituída pela improdutiva e esporádica distribuição de água pelos carros-pipas. O incentivo público para beneficiar a irrigação em toda a plenitude é um sonho. Parece um conto de fadas. Difícil de acontecer. A transposição do rio São Francisco, projeto do governo federal para banhar as áreas semiáridas, a fim de amenizar o sofrimento do nordestino, tem cara de projeto político, que nunca termina. Nunca chega ao fim.

Assim, O Nordeste vive a lamentar a má sorte. Lembrar que a terrível seca de 2012, a pior dos últimos tempos, não foi esquecida e pode retornar com gosto de gás, maltratando a pecuária e a agricultura. Agravando a pobreza na Região.

Na opinião técnica, caso houvesse interesse, a tecnologia poderia atenuar as carências. O exemplo da agricultura de Israel, no Oriente Médio, país de solos desérticos, com raríssimas chuvas e poucos recursos hídricos, tornou-se de repente num grande centro exportador de produtos agrícolas e frutícolas. Foram as pesquisas em agricultura que auxiliaram os trabalhos nos kibutz.

Graças ao emprego de irrigação por gotejamento, os israelenses registram crescentes índices de produtividade e de qualidade no cultivo, alcançam variada exportação agrícola. Pagam as dívidas. Engordam a chegada de divisas. Proporcionando mais conforto familiar. Fortalecendo o bem estar social.

Hoje, mestres na técnica de irrigação, os israelenses festejam orgulhosos o domínio de produzir sempre mais nos kibutz. Utilizando pouca água na cultura agrícola.

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

MÁRIO ALBERTO – LANCE

marioalberto

Compartilhe Compartilhe

Mundo Cordel
EU, O ATOR E O PRESIDENTE

jw

Em março de 2006, estive em Brasília, para participar de um programa de televisão. Ao chegar ao hotel onde iria ser gravada a entrevista, encontrei o ator cearense José Wilker, que estava na Capital Federal gravando a minissérie “JK”, na qual ele interpretava Presidente Juscelino.

Fiquei impressionado com a maneira como ele encarnou o personagem, fazendo parecer até que havia entre eles uma semelhança física, na verdade inexistente.

Após gravar a entrevista, escrevi alguns versos e pedi ao rapaz de recepção que entregasse a José Wilker, quando ele voltasse das gravações.

Acho que José Wilker recebeu os versos a seguir:

Eu estava em Brasília, outro dia,
Divulgando a poesia de cordel,
Quando, na recepção de um grande hotel,
Percebi que um artista ali havia,
Cuja arte não é bem a poesia,
Mas nos toca igualmente a emoção.
No teatro ou na televisão,
Era um grande ator que ali estava,
Sendo que, pelo seu jeito, aguardava
A equipe que faria a gravação.

Mas o fato que fez a situação
Se tornar ainda mais interessante
Foi sentir que, naquele mesmo instante,
Ocorreu-me a seguinte impressão:
Que, olhando para aquele cidadão,
Ao invés de ver apenas o artista,
Era como se eu pousasse a minha vista
Na pessoa desse grande personagem
Que o ator representa na filmagem
Para que, na TV, a gente assista.

De quem falo, já foi capa de revista,
Só novela já fez bem umas cinqüenta.
Hoje, numa minissérie, representa
Um mineiro que foi grande estadista;
Que na sua trajetória progressista
Nos mostrou como um homem competente
Fez o nosso Brasil andar pra frente,
Dirigiu o país com muito amor.
Olhei para José Wilker, o ator,
E enxerguei JK, o presidente.

Alguém tinha me falado, antigamente,
Que um grande ator é desse jeito.
Atuando de um modo assim perfeito,
Faz confusa dessa forma nossa mente.
Mesmo quando o ator, fisicamente,
Não parece tanto assim com o personagem,
Ele adota a postura e a linguagem
E mergulha na história com fervor.
Foi assim que José Wilker, o ator,
Se tornou de Juscelino a imagem.

Para ir finalizando essa homenagem
A Zé Wilker e também a Juscelino,
Eu aplaudo o sorriso de menino,
O sucesso, o trabalho e a coragem.
Quando eu iniciei essa viagem
Não pensei que estaria reservado
Um encontro assim, tão inusitado
Entre eu, o ator e o presidente.
José Wilker, parabéns pelo presente.
Juscelino, parabéns pelo passado.

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

dul2312p0002.qxd

Compartilhe Compartilhe
LULA ATRAVESSOU A ESTRADA

(Pesquisa do Dr. Goyambú Bigeyes)

Muito já se apurou sobre a vida dos frangos e a respeito de sua compulsão em atravessar estradas. Nunca, porém, se comentou que Lula também foi e é um compulsivo atravessador de estradas e graças a mim temos agora a revelação das causas!

POR QUE LULA ATRAVESSOU A ESTRADA?

PLATÃO: porque buscava alcançar um bem.

ARISTÓTELES: é da natureza do Lula atravessar a estrada para inaugurar o outro lado.

FREUD: a preocupação com o fato de Lula ter cruzado a estrada é um sintoma de insegurança política.

MAQUIAVEL: a quem importa o porquê de Lula ter atravessado a estrada? Estabelecido ser necessário cruzar a estrada para obter apoio político é irrelevante discutir os meios que Lula utilizou para isso.

MARX: o atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe social de políticos, capazes de cruzar a estrada em busca de eleitores.

EINSTEIN: se Lula cruzou a estrada, ou a estrada se moveu sob Lula, depende do ponto de vista, da qualidade da estrada e dos buracos. Tudo é relativo.

MARINA SILVA: Lula atravessou a estrada porque não atentou para os riscos ambientais dessa atitude.

SÓCRATES: Lula atravessou a estrada? Nem sei. Tudo que sei é que não sei de nada

PARMÊNIDES: Lula não atravessou a estrada porque não podia mover-se sem apoio do PMDB. O movimento da oposição não existe, mas a base de apoio ainda assim é necessário.

DARWIN: ao longo de grandes períodos de tempo, petistas têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, têm uma predisposição genética a cruzar estradas para fugir para a Itália.

BLAISE PASCAL: quem sabe? O coração de Lula tem razões que a própria Dilma desconhece.

JÂNIO QUADROS: Lula atravessou-a porque qui-lo.

SARTRE: trata-se de mera fatalidade. A existência do Lula está em sua liberdade de cruzar estradas rumo à vitória.

RICARDO SETTI: Lula atravessou a estrada porque não conseguiu um jatinho emprestado para ir de avião.

NIETZSCHE: ele deseja superar a sua condição do Lula simples atravessador de becos para tornar-se um Lula super-atravessador de estradas.

RICHARD DAWKINS: na verdade são os genes para atravessar a rua que estão de fato atravessando a rua. O Lula é apenas uma forma que os genes encontraram para realizar essa grandiosa tarefa social.

PAVLOV: porque antes eu tocava uma sineta e oferecia votos ao Lula do outro lado da rua. Agora, após vários experimentos iguais, basta tocar a sineta sem lhe dar votos que Lula a atravessará correndo.

OLAVO CARVALHO: Eu sabia que Lula era um comunista! Tá aí a prova! Ele atravessou uma estrada!

CLARICE LISPECTOR: a essência do Lula está nas suas mãos. As mãos têm os dedos. Quem vê os dedos, vê o Lula.

HIPÓCRATES: Lula cruzou a estrada devido a um excesso de humores em seu pâncreas e de álcool em seu fígado.

JOAQUIM BARBOSA: Lula atravessou a estrada para ir à Papuda visitar irregularmente os mensaleiros, mas os responsáveis serão punidos exemplarmente,

KANT: Lula seguiu apenas o imperativo categórico próprio dos políticos. Atravessar estradas é uma questão prática: atravessa-se para conhecer o outro lado.

LEWANDOVSKI: Lula atravessou a estrada porque eu despachei favorável na liminar, O mérito será apreciado pelo pleno, mas perderá o objeto porque ele já atravessou.

ESTÓICOS: Lula atravessou a estrada porque esse é um acontecimento necessário. É o destino. Já estava previsto pela ordem universal do cosmos que ele governaria por quatro anos… digo, oito! Ou doze?.

EPICURISTAS: é prazeroso ao Lula atravessar estradas. O que você acha, amigo? A estrada estava boa, tamparam os buracos?

FILÓSOFOS DA ESCOLA DE FRANKFURT: Lula ter atravessado a estrada é uma questão medíocre imposta pelos mentores do PIG, o Partido da Impensa Golpista.

TUMINHA: Lula atravessou a estrada para se encontrar com meu pai e entregar os companheiros.

FILÓSOFOS MEDIEVAIS: para responder a tal questão, devemos primeiro deliberar se a expressão “Lula” é puro termo esvaziado de sentido ou se a palavra expressa a idéia genérica e universal de gênio político, ou ainda se se trata de um Cara concreto em particular.

MARTIN LUTHER KING: Eu tive um pesadelo. Vi um mundo no qual Lula será livre para cruzar estradas sem que sejam questionados seus motivos, mesmo que sejam puramente eleitoreiros.

SCHOPENHAUER: no ato de atravessar, Lula está fugindo de si mesmo numa tentativa de aliviar o tédio e sofrimento que é estar vivo neste mundo sem uma cachacinha da boa.

JORGE SERRÃO: Lula atravessou a estrada para levar onze caminhões lotados do que ele afanou, inclusive um crucifixo de puro ouro maciço!

ISAC NEWTON: Presidentes tendem a descer a rampa e cruzar a estrada em direção ao Congresso, por causa da força de atração exercida por políticos que estão do outro lado esperando mesadas.

AGNÓSTICOS: é impossível saber se Lula realmente atravessou a estrada. A incerteza há de pairar eternamente sobre esta questão, porque o gabinete civil da presidência da república nunca informa nada.

PSDB: Lula atravessou a estrada? Vamos instituir uma comissão de inquérito parlamentar para apurar isso!

CÉTICOS: dizem que ele atravessou, mas será que atravessou mesmo? Precisamos investigar tal questão detidamente antes de fazer qualquer declaração a respeito. Nem adianta perguntar para a Dilma, porque ela também não sabe de nada.

LULA: Atlavessei a estlada porque um companheilo deficiente estava do outlo lado plecisando atlavessar, olhou pala mim e não disse nada porque ele ela mudo e eu perguntei se ele estava me vendo, só aí me toquei que ele ela deficiente visual também porque estava me chamando em blaile.

INVESTIGADORES FORENSES: as evidências coletadas no local da travessia indicam fortemente que o Lula de fato atravessou a estrada, seguido por um monte de puxa-sacos..

PROFESSORA PRIMÁRIA: Lula atravessou a estrada porque queria chegar do outro lado, mas como não aprendeu a ler direito ignorou o aviso de proibição da travessia naquele local.

EDUARDO CAMPOS: Lula já atravessou a estrada duas vezes e agora quem vai atravessar sou eu!

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO

paixao

Compartilhe Compartilhe
JORGE FILÓ – RECIFE-PE

Caríssimo editor Luiz Berto.
 
Veja que maravilha de começo de campanha.

O nosso, hoje ex governador, Dudu das Meninas, lá pras nêga dele, acaba de doar o histórico prédio da Fabrica Tacaruna para Fiat, praticando assim, um dos maiores estelionatos culturais do mundo, posto que até treinamento de pessoal para a ocupação e instalação da primeira Refinaria de Cultura do estado já teria sido feita a um tempo atrás.

A imagem é do caderno de Economia do Jornal do Commercio:

TACARUNA

Resta agora a gente esperar pra ver as doações de campanha do moço.

Acredito que a Fiat aparecerá e bem solidária.

R. Se a doação que a Fiat vai fazer pra campanha de Eduardo Campos for tão generosa quanto têm sido as doações da Odebrechet pras campanhas de Lula e Dilma, Dudu terá feito um excelente negócio!

Antes de tecer qualquer comentário sobre a carta do querido colunista fubânico, – que também é Cardeal da ICAS -, gostaria de salientar que ele é daquele time de zisquerdo-luleiros que, como Marilena Chaui, acha que “o mundo se enche de luz” quando Lula abre a boca, que só fala mal do Bolsa Vagabundagem “quem nunca passou fome na vida” e que os aeroportos brasileiros estão lotados de passageiros igual “rodoviárias de interior“, graças ao heróico esforço de Lula de aumentar a renda do povo e baratear as passagens aéreas.

Ressalto, esclareço e destaco que ele diz tudo isso a sério e que, realmente, acredita no que diz.

Também informo aos leitores de outras plagas que, aqui em Pernambuco, em época de campanha eleitoral, a irracionalidade, a paixão cega e o radicalismo asinino assumem níveis infinitamente maiores que em outros estados.

Dito isto, vamos à mensagem que nosso querido colunista Filó me mandou.

Ela, a mensagem, fala de uma parceria firmada entre o gunvernador Eduardo Campos (agora ex-gunvernador…) e a Fiat para dar utilidade a um prédio histórico aqui do Recife, desativado há exatamente 21 anos, a Fábrica Tacaruna (leia mais clicando aqui).

Se o acordo foi bom ou foi ruim pro estado, isto não interessa. O que interessa é baixar o cacete em Dudu! Seja por qualquer razão ou por qualquer motivo. Por que? Porque Dudu, agora, é candidato a presidente de Banânia e vai concorrer com a Dama do Priquito de Ferro, a criatura de Lula, codinome Barba.

Bem diferente de um passado recente, quando Eduardo Campos era o ídolo dos canhotos aqui da terrinha, neto do maior ícone das zisquerdas pernambucanas, o falecido gunvernador Miguel Arraes, que fez Dudu deputado estadual, secretário estadual, gunvernador de fato, deputado federal, ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro gunverno Lula e pavimentou o caminho pro neto chegar a ser gunvernador de direito, eleito e reeleito pelo povo.

E foi como gunvernador de Pernambuco que Dudu derrotou Lula e tomou das mãos da petralhada a prefeitura do Recife. Aí fudeu tudo… Virou bicho-papão, virou reacionário, virou nazista de extrema direita, virou anti-povo…

Tão intendendo tudo, num tão?

Pra complicar mais ainda, Eduardo Campos escolheu um poste, um seu secretário estadual, um completo desconhecido, pra ser candidato à sua sucessão no gunverno do estado. Um poste que vai concorrer com o candidato apoiado pelo PT, já escolhido e sacramentado pelo partido de Lula em convenção.

E quem é este candidato revulucionário-zisquerdista no qual Filó irá votar, por fidelidade pulítico-ideológica???

Hein? Vocês sabem?

PT Armando

É o grande marxista-leninista Senador Armando Monteiro, simpatizante do PT deste criancinha, em cujo currículo constam duas presidências: presidência da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco e presidência da Confederação Nacional da Indústria.

O Senador Armando Monteiro foi escolhido pela revista Veja como “O melhor Senador do Brasil“.

Um fato que o atual candidato apoiado pelo PT e pelas zisquerdas pernambucanas fez questão de alardear em cartazes espalhados pelas principais avenidas do Recife.

Vejam que lindo:

cartaz

A Veja é aquela revistona que as zisquerdas de Banânia e de Pernambuco… etc. etc. etc. etc. etc e coisa e tal…

Meu sádico coração fica feliz que só a porra quando vê vocês das zisquerdas esculhambando e crucificando alguém que há tão pouco tempo endeusavam e idolatravam. Eu chega se mijo-se-me todinho de tanto se rir-se-me.

Vou fechar esta postagem fazendo um pedido e dando uma ajudinha na campanha que vocês estão promovendo pra avacalhar Eduardo Campos. O pedido é pra que você apareça mais aqui no jornal do qual você é colunista, com textos, comentários e cartas. Num deixe pra aparecer apenas quando tem notícias pra criticar o candidato que vai concorrer com Dilma, o poste de Lula.

A ajudinha é uma matéria publicada ontem pela Folha de S.Paulo, aquele jornalão reacionário de direita que é expoente do PIG e que só publica a verdade quando esculhamba os pulíticos detestados pelas zisquerdas.

Pois a Folha publicou uma matéria denunciando que Eduardo Campos, ao deixar o gunverno pra ser candidato, fez uma série de inaugurações de obras incabadas.

E tudo documentado com várias fotos. Esta matéria vai ser ótima pra ser distribuída e avacalhar Dudu.

Clique na manchete abaixo e tenha uma boa leitura, junto com um excelente final de semana!

mctf-

 

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

WALDEZ – AMAZÔNIA JORNAL

AUTO_waldez

Compartilhe Compartilhe
TROVA

Comentário sobre a postagem VERSOS DE POETAS POPULARES ANÔNIMOS

Arthur Albuquerque Rodrigues:

“Eu vivo perdido a esmo
Por esse mundo sem fim
Procurando por mim mesmo
Sem ter notícias de mim.”

Essa trova é de autoria de Giusone Ferreira Rodrigues e está inclusa na coletânea “Trovadores do Brasil

Peço encarecidamente que faça menção ao autor.

Sou neto do autor e espero sua compreensão.

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

LUTE – HOJE EM DIA

AUTO_lute

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

PASSOFUNDO – CHARGE ONLINE

passofundo

Compartilhe Compartilhe

SÓ TEM AQUILO

kingkong

“Um macacão daquele tamanho querendo comer uma mocinha? Isso é que é imoral.”

Era de nome Baixinha, assim mesmo no feminino, embora se tratasse de um homem. Caminhava nas ruas de Palmares com passos ligeiros e curtos. Pouco falava, mas ria sempre com uns dentes cavalares, proeminentes, um riso desabrido. Era baixo sim, a alcunha não deixa dúvidas, e magérrimo, digno daquela magreza famélica dos subnutridos nordestinos, mas não cheguei a vê-lo se queixar de fome. Morava para as bandas do Matadouro, e sei disso pelo tanto que o vi passar em minha porta da Praça Santo Amaro na direção daquele bairro. Nunca soube seu nome de batismo, mas isso não tem importância. A lembrança de sua figura humilde, sempre de bem com a vida me basta.

E tinha uma paixão irreprimível, o cinema. Todos os dias entrava sem bater à porta ou pagar ingresso em um dos dois cinemas da cidade, o São Luiz e o Apolo. Não teorizava sobre estética, novos ângulos, tomadas mais inovadoras, linguagens revolucionárias, todas estas picuinhas que já à época líamos nas páginas do Diário de Pernambuco. Para Baixinha cinema era o encanto das imagens, dos movimentos, das ações. Por isso adorava os filmes de faroeste, americanos ou espaguetes. Amava com o mesmo furor John Wayne e Giuliano Gemma.

Ao contrário do que acontecia com Baixinha, vez por outra, sobretudo quando se projetava as irresistíveis pornochanchadas, nossa entrada no cinema dependia do humor dos porteiros. Eles sabiam que nossas idades adolescentes não davam acesso aos nossos desejos também adolescentes, mas eram condescendentes quando estavam com o espírito cristão mais afinado. Do contrário nos barravam inapelavelmente. Nossa esperança então se voltava para Baixinha.

Explico. O moço tinha um imenso talento para contar os filmes que assistia. Interpretava com tanta precisão que nos dispensava de assistir ao original. Quando simulava uma cena de duelo, daquela que fecha qualquer faroeste com chave de ouro, nos levava ao delírio e certamente mataria de inveja qualquer John Weissmuller. Conta-se que o eterno Tarzan barrado em um clube de Los Angeles por ser ator teria protestado: “Tenho vários filmes para provar que não sou ator.”

Assim, impedidos de ver as coxas de Vera Fischer, os peitos de Matilde Mastrangi, a bunda de Nicole Puzzi, todas as partes de Adele Fátima, recorríamos ao nosso Baixinha e pedíamos que ele nos contasse o filme. Neste caso ele era peremptório: “Presta não. Só tem aquilo.” Para não perdermos a noite íamos tomar cerveja nos cabarés da Coréia, o famoso Alto do Lenhador, onde as moças nos esperavam vestidas com roupas que mais mostravam que escondiam seus predicados.

Dia desses, procurando nos jornais um filme para assistir, lembrei de Baixinha. Coitado, hoje já quase nada teria para contar, até porque pouco filme se vê hoje em Palmares. Pelo que me consta apenas o Apolo, centenário, resiste. O São Luiz virou igreja. Por outro lado, os filmes de hoje só têm aquilo. Aliás, isso não é de hoje. José Lins do Rego, numa crônica escrita em 1921, cita uma frase que atribui à Salomé de Oscar Wilde: “Os homens preferem os filmes que estão mais com seus cérebros ocos.” Então vamos lá, tome sexo e violência.

De minha parte, não consigo imaginar nosso personagem fazendo os malabarismos frenéticos de Tom Cruise, muito menos aquelas mungangas de Jean-Claude Van Damme. Já o resto, enfim, só tem aquilo. E escrevo isso com o espírito de um cinéfilo amador, pois, mesmo desprovido de qualquer puritanismo, não dá para esquecer o Conselheiro Acácio e uma de suas pérolas, “o que abunda não falta”. E hoje no cinema o aquilo do Baixinha literalmente abunda.

Reconheço que, quando há necessidade, dá para usar e abusar do que quer que seja sem perder o sentido da arte.

Deixe-me contar.

Fui assistir ao brilhante O Engenho de Zé Lins de Vladimir de Carvalho. Filme de coragem, capaz de cavoucar com arte e respeito temas delicados, como a miséria ceifadeira nordestina e as condições de miséria que sofreu o homem que escreveu clássicos. O cinema estava quase vazio naquela tarde. E esvaziou ainda mais quando Thiago de Mello contava em detalhes as dores escatológicas de Zé Lins que minguava ao sabor da esquistosomose que lhe comia a vida. Era o velho rio Paraíba a correr por dentro de seu corpo levando tudo em sua enxurrada maléfica. E Thiago falava em coçar os bagos e olhar a merda do amigo. Uma mulher em minha frente, certamente melindrada, deixou o cinema. Talvez para ela um escritor nunca precise sair de sua redoma criativa para se tornar um ser humano comum e banal.

Um documentário, aprendi com o mestre Vladimir de Carvalho, precisa mostrar a vida em sua inteireza, mas a ficção carece de magia e imaginação. Também isso aprendi ainda moço num diálogo que assisti no consultório de odontólogo de meu tio Paulo. Dona Laura, uma de suas clientes, enquanto esperava ser atendida sentada em um banco que ficava dentro do próprio consultório, e onde eu fazia praça, mostrava sua indignação.

– E este filme aí, Dona Flor e seus Dois Maridos? Uma indecência, uma imoralidade. Prefiro ver King Kong.

Tio Paulo não perdeu a deixa.

– Esse é muito pior. Em Dona Flor está tudo certo. Uma mulher, um homem e um morto ali em volta. Já King Kong é foda. Um macacão daquele tamanho querendo comer uma mocinha? Isso é que é imoral.

Dona Laura quase teve uma síncope, mas sobreviveu. Como hoje ainda tento sobreviver sonhando sentar numa sala escura e assistir a um filme com os olhos de Baixinha, vendo cinema pelo encanto do cinema. Mas aí começamos a pensar e a vida se perde.

Compartilhe Compartilhe
É HOJE! – BALAIO CULTURAL NO SERTÃO PERNAMBUCANO

bbcc

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

ERASMO – JORNAL DE PIRACICABA

erasmo

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 DEU NO JORNAL

ALEGRIA, LUZ, ALEGRIA !

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta quinta-feira as regras para aportes e empréstimos às distribuidoras de energia e criou um novo encargo chamado de Conta de Desenvolvimento Econômico (CDE).

O repasse desses custos para a conta de luz dos consumidores será feito no prazo de dois anos, a partir de fevereiro de 2015.

O reajuste decorrente dos empréstimos é estimado por técnicos do setor elétrico em 10% .

* * *

Eu e Papagaio Ufanista pagaremos este acréscimo com o maior prazer.

Somos uma dupla que adoramos tirar dinheiro do bolso pra enriquecer Banânia e os seus dirigentes

papagaio

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

TIAGO RECCHIA – GAZETA DO POVO

tiago

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU

nicolielo

Compartilhe Compartilhe
RAÍZES E LICORES

Circulam na internet, repetitivamente, ofertas comerciais amparados em textos glorificando a maca. Não, não se trata das padiolas usadas para transportar doentes, mas de uma planta andina de que se consome a raiz, capaz de, segundo dizem os tais textos, produzir milagres. Além de ser um superalimento, dizem, estimula o a libido e favorece o desempenho sexual. Conhecida também como “ginseng peruano”, a maca é largamente utilizada como remédio popular para aumentar a resistência, a energia e, claro, a função sexual.maca_peruana

Embora raros estudos científicos hajam testado os efeitos medicinais da maca, algumas pesquisas sugerem que ela pode, sim, oferecer determinados benefícios.

Quanto à utilidade na esfera sexual, há que se considerar que sendo ela cultivada no Peru (sem ambiguidade), entre 3.000 e 4.500 metros de altitude, uma longa subida (sem nenhuma alusão), é capaz de funcionar, mesmo, uma vez que o país, a altitude e a subida, têm alguma coisa a ver com a expectativa do usuário.

Para os vietnamitas, porém, a maca parece ser irrelevante. Capaz de produzir efeitos maravilhosos, desses com que todo idoso sonha, segundo eles garantem, é uma exótica bebida largamente usada naquele país. É um exótico licor com uma cobra naja em conserva. É repugnante, especialmente para os ocidentais, mas a relação da naja com o resultado que se busca talvez seja consideravelmente maior do que o benefício da maca.

Ora, se a maca é do peru, aliás, Peru, e se colhe após uma longa subida, fatores coadjuvantes por fatores coadjuvantes, o licor vietnamita é definitivamente mais alinhado com a realidade. É só observar que a naja, serpente que mede em torno de três metros, fica com a metade do corpo perpendicular em relação ao solo, ereta, firme, rija, impávida, sequer oscila e após alguns momentos culmina o encontro com a presa, ejaculando uma substância peçonhenta em quem a encara…

Peruanos e vietnamitas queiram desculpar, mas apesar dos licores serpentinos e das subidas andinas, no Brasil há coisas que sobem muito mais. E mais rapidamente. E não descem. Por exemplo, a corrupção despudorada e os impostos imorais que sobem constantemente no ritmo em que desce a qualidade dos já deploráveis serviços governamentais na educação, na segurança, na saúde… Ano passado, os tais impostos comprometeram mais de 40% da renda do trabalhador, e o pior é que todo ano eles sobem um pouco mais. Parecem até ser usuários da maca peruana e do licor vietnamita.

Compartilhe Compartilhe

5 abril 2014 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JBF

ddcf

Compartilhe Compartilhe
A SEMANA PASSADA

Em política, dependendo da época, há palavras que acendem o fogo da paixão. Nos anos 80, o conceito foi Constituinte, que resultou na promulgação da Constituição de 88. Nos anos 90, a palavra foi impeachment, que terminou na saída de Collor da presidência. Agora, a paisagem, menos azul, traz petróleo.

Por causa da refinaria de Pasadena, comprada por mais de R$ 1 bilhão e vendida por menos de R$ 200 milhões. Por causa da refinaria Abreu e Lima, cujo orçamento original era de R$ 2 bilhões e está custando R$ 16 bilhões. Por causa do uso político do preço da gasolina que derrubou à metade o preço das ações da Petrobras.

Mas, o rosário de indícios de má gestão não ficou circunscrito ao PT. Atrelou-se também ao metrô paulista, gerenciado há quinze anos pelo PSDB. Então, estabeleceu-se um campeonato nacional de denúncias entre os dois Partidos. Seguindo-se um concurso de Comissões Parlamentares de Inquérito – CPI. Até sexta feira, eram cogitadas quatro CPIs.

Nan

O Planalto manobrou para o presidente do Senado, Renan Calheiros, indeferir sua instalação. O senador não quis assumir sozinho o ônus político do indeferimento. E despachou, obliquamente, o assunto à consideração da Comissão de Constituição e Justiça. Reiterou os serviços que vem prestando religiosamente a sucessivos governos. E não à instituição que dirige.

rrpd

Ao lado da CPI, o outro assunto que ocupou o noticiário foi a carona que o deputado André Vargas (PT/RS) aproveitou no jatinho de conhecido doleiro, atualmente preso. Sim, exato, o parlamentar é aquele mesmo que praticou grosseria com o presidente do STF numa sessão do Congresso Nacional. Ao fechar o punho no ar, em saudação a correligionários no plenário, repetindo gesto de insubmissão política de José Dirceu e Genoíno ao serem presos.

Pois bem: o deputado André enrolou-se em explicações contraditórias que, antes de esclarecer a carona, acentuou a prática de ato impróprio a parlamentar. O PSOL entrou na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados com pedido de avaliação de decoro. Pouca chance de prosperar.

migueljc

A semana fechou com láurea nada honrosa para o Brasil. Pela quinta vez consecutiva, o Brasil é o país com pior retorno de valores arrecadados com tributos em qualidade de vida para a população.

Na comparação entre 30 países, o Brasil fica em último lugar na qualidade de serviços oferecidos aos contribuintes. Em primeiro lugar de bons serviços, está os Estados Unidos com carga tributária de 24,30% do PIB. Segundo lugar, a Austrália, carga tributária de 26,50% do PIB. Em décimo lugar, Israel, carga tributária de 31,60% do PIB. Em trigésimo lugar, o Brasil, carga tributária de 36,27% do PIB. E péssima qualidade na oferta de saúde, educação e segurança pública.

fausto

Até a próxima.

Compartilhe Compartilhe

© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa