1 março 2012 DEU NO JORNAL

“AMA COM FÉ E ORGULHO A TERRA EM QUE NASCESTE! CRIANÇA, NÃO VERÁS NENHUM PAÍS COMO ESTE!”

O ex-deputado federal Francisco Tenório voltou a trabalhar nesta quarta-feira (29) em Maceió como delegado-adjunto usando uma tornozeleira para monitoramento eletrônico de presos em liberdade provisória. Ele responde a processo por homicídio e obteve liberdade no último dia 16.

Segundo a Polícia Civil de Alagoas, o ex-deputado vai trabalhar na Delegacia de Acidentes de Trânsito, conforme determinação do diretor metropolitano da Polícia Civil.

Em razão da tornozeleira, Tenório não tem permissão para deixar a capital alagoana e tem de se recolher ao local onde mora todos os dias antes das 20h.

* * *

A estupefação e a perplexidade foram de tal monta que, mesmo tendo acontecido nas Alagoas, o cabra não chegou a tomar posse da sua nova delegacia. Parece que o ato foi anulado ontem mesmo.

Lamentável. Deviam ter permitido sua investidura no cargo. Eu gostaria de publicar a foto dele trabalhando normalmente na sua delegacia, com uma caneta na mão, um revólver na cintura e uma tornozeleira no mocotó pra monitorar delinquentes.

Francisco Tenório chegando ao IML

Sua Excelência o Sr. Delegado Francisco Tenório, ex-deputado federal das Alagoas, preso e escoltado pela polícia federal no ano passado e que foi nomeado esta semana pra ser titular de uma delegacia em Maceió

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1 março 2012 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA

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UMA PUXADA PRA SERVIR DE EXEMPLO AOS HEREGES

Comentário sobre a postagem DUAS PERSONALIDADES TOLOTÍFERAS DA POLÍTICA NACIONAL

A. Ferreira:

“Eita editor da gôta serena!!!

Berto, (como não sou do clero vou tomar a liberdade de chama-lo assim) desculpe a puxada, mas é por essa e por outras que a cada dia que passa eu fico mais viciado em ler essa gazeta.

Parabéns!”

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1 março 2012 FULEIRAGEM

DANIEL – CHARGE ONLINE

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1 março 2012 A HORA DA POESIA

SIMPLES SONETO – Anibal Beça

Desejado soneto este que é escrito
sem as firulas graves do solene,
que leva na palavra o simples rito
da fala cotidiana. Não condene

no entanto, a falta de um estro especioso,
nem de brega rotule esse meu vezo.
Apenas sinta o som oco e poroso
do fundo mar de anêmonas, o peso

rarefeito das algas nos peraus.
Essa cantiga filtra nossos medos,
as culpas e os tabus, e dá-me o aval

para buscar o simples e em querê-lo
ornamento de estética espartana
na faxina ao supérfluo que se espana.

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1 março 2012 FULEIRAGEM

PELICANO – BOM DIA SP

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1 março 2012 FULEIRAGEM

JORGE BRAGA – O POPULAR

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SITUAÇÕES DISTINTAS

O brasileiro vive amargurado. Indeciso. Sem saber que direção tomar. Se cai na gandaia para comemorar o espetacular feito ou se permanece na tristeza, chorando o panorama de lamentações vivido por boa parte da população. 

Embora tentem injetar animo da cabeça da população por estar vivendo sob a guarida de ser a sexta mais poderosa economia do mundo, o povo, com os pés no chão, faz questão de rejeitar o estímulo com base na experiência vivida pelo outro lado da história.

Lamentavelmente, o povo ainda não apagou da memória, a verdadeira imagem que o país transmite. De um lado o cidadão assiste uma minoria da população esbanjar riqueza. Exibir alto poder de compra, vivendo com padrão de vida da Bélgica.

Mas, do outro lado, o povo se envergonha de ver o país abrigar a maioria dos habitantes mergulhada no mesmo estágio de pobreza da população da Índia.

Deprime sabe a ganância dos deputados estaduais de Pernambuco que, mesmo residindo dentro do perímetro urbano da Região Metropolitana do Recife, fizeram questão cerrada de receber o auxílio-moradia.

Diante do assombroso quadro de pobreza vivida pela parcela da população composta por cerca de 100 milhões de indigentes ser obrigada a defecar no chão por falta de privada em casa. Não dispor de banheiro na modesta residência. Na rua não passar rede de esgotamento sanitário.

É triste comentar que nas moradias desse enorme contingente de famílias pobres, construídas com material improvisado, como madeira, papelão ou zinco, a privada não tem vaso sanitário. É um buraco no chão, chamado de latrina. O banho é tomado com balde por falta de dinheiro para comprar chuveiro. 

As crianças, por falta de condições sanitárias, lotam as enfermarias dos sucateados hospitais públicos. São internadas por apresentarem sintomas de doenças como verminoses, infecções diversas, anemias ou meningite. Enfermidades próprias de filhos descendentes de gente pobre. Pessoas da periferia que ignoram o perigo da falta de higiene.

Essas pessoas na verdade são aquelas que passam vexames com um mísero salário mínimo. Quantia tão vagabunda que não serve nem para minimizar o estágio de pobreza. Afastar o amargo gosto das permanentes necessidades. Sentidas pela gigantesca pobreza do Brasil.

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1 março 2012 FULEIRAGEM

ZOPE – CHARGE ONLINE

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http://www.musicariabrasil.blogspot.com
A MÚSICA DE PERNAMBUCO QUE VEM DO CERRADO…

Todos os leitores aqui do JBF devem saber que o pequi é uma fruta nativa do cerrado brasileiro e sua árvore, tão comum nesta região, atinge geralmente cerca de 10 metros de altura. Inspirado no nome dessa árvore dois pernambucanos resolveram criar um projeto de extensão e cultura na Escola de Música da Universidade Federal de Goiás (UFG) e o batizou de Banda Pequi. Vale salientar que música e educação apesar de formarem uma parceria sem igual, convenhamos que em nosso país ainda sofrem bastantes entraves para triunfarem. Talvez por isso, até os mais crédulos talvez não acreditassem que este projeto dos professores e maestros Jarbas Cavendish e Rafael Santos chegaria aos números que hoje ostenta: 1 cd, 1 dvd e mais de uma década de sucesso.

Chegar aos dias atuais com o conceito alcançado hoje não foi tarefa fácil, todo o mérito alcançado foi na base da obstinação. Ter alcançado todo esse tempo de projeto talvez seja a força-motriz para a certeza de que Jarbas, Rafael e a Banda Pequi tenham vigor suficiente para a certeza que essa ideia perdurará por muitos anos ainda, trazendo os elementos musicais da região centro-oeste somado as influências diversas (dentre as quais a sonoridade remanescente de Pernambuco, estado natal do maestro Jarbas).

Formada em um estilo tipo “Big Band” a sua instrumentação é composta de 4 trompetes, 4 trombones, 5 saxofones e base completa, integrando um total de 20 músicos; e nesses pouco mais de 10 anos de existência (completados festivamente com o lançamento de um excelente CD em 2010) a Pequi tem procurado propagar os grandes nomes de nossa música popular além de canções de autorias próprias, tudo isso aliado a arranjos inovados e de bom gosto.

Porém sabemos que projetos no estilo “Big Band” não são muito comuns no Brasil, pois geralmente são dispendiosos por conta da grande quantidade de músicos envolvidos. Quando não isso, é complicado juntar 20, 25 músicos em uma data em que todos estejam disponíveis para reunirem-se. Essas formações eram mais comuns em épocas passadas, principalmente nos EUA nos tempos áureos das grandes orquestras de difusão do Jazz. No Brasil este tipo de formação se deu com uma certa ênfase na década de 50 e 60.

Porém, remando contra todas essas adversidades existentes, a Escola de Música e Artes Cênicas da UFG através da pessoa do maestro, arranjador e professor pernambucano Jarbas Cavendish Seixas vem fazendo um trabalho belíssimo nesse formato “Big Band” tão escasso nos dias atuais em nosso país. A Pequi faz parte de um restrito grupo de “Big Bands” nacionais que se enumeradas não chegam a um números significativo, mas em detrimento a isso procuram dignificar e exaltar a música brasileira como um todo, assim como também fazem bandas do mesmo estilo como a Mantiqueira e a Spok Frevo Orquestra (sendo esta última mais adepta do frevo).

Com a coordenação do Jarbas e o auxílio de nomes como Alexandre Magno, Fabiano Chagas, Tonico Cardoso, Fábio Oliveira, Johnson Machado, Everson Bastos e Diones Correntino, o trabalho da Banda Pequi tem sido elaborado de maneira exímia e tem mostrado ao Brasil que a música instrumental só precisa de estímulo para literalmente dar frutos. E hoje, pode-se afirmar que o propósito almejado pela Banda tem, de certa forma, sido alcançado, pois acabou tornando-se um centro de resistência ao que é imposto pelo mercado musical global e um local de culto a boa música, onde o predomínio maior de seu repertório é a música popular brasileira.

Estruturalmente a Banda Pequi tem seu território marcado na Escola de Música e Artes Cênicas da UFG, no Campus II, Samambaia. Vale ressaltar que esta escola de música é uma das mais antigas do Brasil e hoje uma das mais fortes, com seu corpo docente formado em sua grande maioria por mestre e doutores. O bacana é observar que, embora consolidada com escola referência nos instrumentos “eruditos”, a Emac possibilita o desenvolvimento da música popular brasileira, através de projetos, disciplinas e pesquisas como por exemplo esse projeto da Banda Pequi.

Nesse contexto acadêmico pesquisar e executar diversos estilos e gêneros da música popular brasileira é algo corriqueiro; e nesse “laboratório” musical, arranjos de peças conhecidas e composições de novos compositores fazem parte dessa pesquisa, bem como a confecção de partituras em programas de edição musical, servindo de suporte para a Pequi.

Assim surgiu a ideia de juntar o trabalho acadêmico, com o que existe de melhor no mercado musical popular, trazendo para os integrantes da banda uma vivência ímpar e uma enorme responsabilidade, buscando superar nossas limitações para atendermos as exigências qualitativas do produto que estaria por vir (o CD).

“Estávamos àquela época com a ideia de gravar um cd de registro, caseiro. Perguntei ao Nelson se ele autorizaria gravar suas músicas e arranjos e ele prontamente concordou, com a condição de estar presente no projeto. Foi assim com o Ney e o Kiko. A Leila quando soube da história disse na hora:estou nessa.” relata Jarbas.

Esse trabalho começou a se desenhar em 2008 quando a Pequi foi convidada para fazer uma participação no Canto da Primavera com a presença de Nelson Faria, Ney Conceição, Kiko Freitas e Leila Pinheiro.

Finalmente, quase 02 anos após o início da proposta e em comemoração aos 10 anos do grupo o CD chegou em forma de presente para aqueles que acompanham a Pequi e amam a boa música instrumental brasileira. O CD tem como produção a Universidade Federal de Goiás, através da Pro-Reitoria de Extensão e Cultura, do Instituto Casa Brasil e conta com recursos da Lei Goyazes de Incentivo à Cultura.

Há no álbum a participação pra lá de especial de nomes como Ney Conceição, Nelson Faria e Kiko Freitas (integrantes do Nosso Trio) e Leila Pinheiro.

O repertório do álbum é composto por 10 faixas que deixa o ouvinte com a sensação de bem que poderia ser 20. Todas elas são registros belíssimos do nosso cancioneiro popular com um toque requintado dos arranjos de nomes como Jarbas Cavendish , Nelson Faria , Adail Fernandes e Rafael dos Santos.

 As faixas que compõem o álbum são as seguintes:

01 – Brooklyn High (Nelson Faria) – Arranjo: Nelson Faria
02 – Ioiô (Nelson Faria) – Arranjo: Nelson Faria
03 – Estamos aí (Maurício Einhorn) – Arranjo: Nelson Faria
04 – Coisa Nº10 (Moacir Santos) – Arranjo: Adail Fernandes
05 – Jirau (Rafael dos Santos) – Arranjo: Rafael dos Santos
06 – Pelas Tabelas (Chico Buarque de Hollanda)- Arranjo: Jarbas Cavendish
07 – Brejo da Cruz (Chico Buarque de Hollanda)- Arranjo: Jarbas Cavendish / Voz: Leila Pinheiro
08 – Dindi (Antônio Carlos Jobim)Arranjo: Nelson Faria / Voz: Leila Pinheiro
09 – Canibaile (Guinga – Aldir Blanc)Arranjo: Nelson Faria / Voz: Leila Pinheiro
10 – Vera Cruz (Milton Nascimento – Márcio Borges)Arranjo: Nelson Faria / Voz: Leila Pinheiro

Para aquisição do CD há a possibilidade através do seguinte e-mail: jarbascav@ig.com.br

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1 março 2012 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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http://www.fredcrux.blogspot.com/
SOLDADINHO DO ARARIPE, ESPÉCIE EM EXTINÇÃO

Soldadinho-do-Araripe (Fotos: cortesia de Galileu Coelho e W. Silva)

Em 1997, o Professor e Ornitólogo Galileu Coelho, em parceria com o Biólogo Weber Andrade e Silva  em visita à Chapada do Araripe, descobriram um pássaro endêmico daquela região, que nomearam de “Soldadinho-do-Araripe”. Esse pássaro, com população estimada entre 800 indivíduos espalhados em 60 quilômetros, tem alimentação constituída por frutos e, por isso, é um  importante lançador de sementes.  O macho da espécie é branco, com a cauda e as penas de vôo das asas pretas, e um penacho vermelho na cabeça, enquanto a fêmea tem cor verde-musgo e sem penachos. O soldadinho-do-araripe(Antilophia  Bokermanni),pássaro que só ocorre próximo às fontes de água da Chapada do Araripe, no Sertão,  entrou para a edição 2000 do Livro Vermelho de Espécies Ameaçadas de Extinção.  A obra é publicada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

De acordo com o Ornitólogo, a espécie Antilophia bokermanni está em extinção porque é, entre outros pontos, uma ave considerada sensível às alterações ambientais. Apesar de  viver em uma área de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), ainda existe, na região, o corte indiscriminado de mata.

Entre anotações de campo e pesquisa bibliográfica,  revelou o Professor Galileu a ocorrência de sete aves ameaçadas de extinção só na região da Chapada. São citadas no trabalho o zabelê, a jacucaca, a araponga-do-nordeste e o pintassilgo. O soldadinho-do-araripe é hoje o símbolo  da conservação das espécies da Chapada do Araripe – Decreto municipal Nº 24/2009.

Para contribuir com a preservação do soldadinho-do-araripe foram  cultivadas plantas que dão frutos e alimentos, na diversidade que a espécie requer, para sua conservação e procriação. Sobre esse belo pássaro, foram feitos e publicados vários estudos científicos.

Para contribuir com a preservação do Soldadinho do Araripe foram  cultivadas plantas que dão frutos  e alimentos, na diversidade que a espécie requer, para sua conservação e procriação. Sobre esse belo pássaro, foram feitos e publicados vários estudos científicos.

A riqueza da nossa flora e fauna está sob permanente ameaça.. Urge que cuidemos de alertar aos mais velhos e educar os mais jovens no sentido de lutar pela restauração do meio ambiente, onde ele está sendo mais descaracterizado, de observar muito atentamente qualquer descumprimento das leis ambientais e acima de qualquer coisa, de cultivarmos o amor à Natureza, da forma mais sincera possível, sem fanatismos e exageros que logo são esquecidos tão logo terminem passeatas e atos públicos. Precisamos, isso sim, é tornar essa atitude uma coisa tão arraigada à nossa personalidade, tão comum ao nosso modo de viver que passemos a ter repulsa por qualquer ato contrário à Vida, na sua expressão mais plena !  Longa vida ao Soldadinho do Araripe, criatura tão linda e canora, tesouro precioso do nosso imenso patrimônio natural..  No áudio, o canto do Soldadinho, nas fotos a sua beleza de porte e de cores.

(Gravado por Ciro Albano)

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1 março 2012 FULEIRAGEM

ALEX PONCIANO – EXPRESSO POPULAR

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29 fevereiro 2012 DEU NO JORNAL

LIVRANDO UM POVO SOFRIDO DA MORTE POR INANIÇÃO

A Coreia do Norte confirmou nesta quarta-feira (29) ter aceitado uma suspensão de seus testes nucleares, dos lançamentos de mísseis e do enriquecimento de combustível nuclear em troca de uma ajuda alimentar americana, segundo noticiou a imprensa oficial do país, a KCNA.

Segundo Pyongyang, Washington prometeu fornecer 240 mil toneladas de “ajuda alimentar” e estudar uma ajuda adicional durante as negociações em Pequim na semana passada.

O Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Norte confirmou o acordo em comunicado.

* * *

Considero esta notícia a mais extraordinário, a mais devastadora, a mais reveladora e a mais desmascaradora das últimas décadas.

Pra quem não entendeu direito: “em troca de ajuda alimentar” significa aceitar humildemente um óbolo, uma esmolinha pra matar a fome daquele povo tiranizado há muitos e muitos anos. Serão, por enquanto e emergencialmente, 240 mil toneladas de alimento. Aquele mesmo povo que foi obrigado pela polícia política a fingir que estava chorando nos funerais do fela-da-puta que, a esta altura, está ardendo nas chamas de Belzebu. O tirano-herdeiro parece que é mais sensato e realista: entregou os pontos e passou recibo de que o país vive na miséria.

Aqui pertinho da gente tem uma ilha que também tá desesperada pra aceitar uma “ajuda alimentar” ou qualquer outra ajuda que seja. Enquanto isto não acontece, vive das aparências, dos discursos e das declarações idiotas dos seus tiranos. Feito a Coreia do Norte até o mês passado.

Há poucos dias, quando o ditador-pai bateu as botas, os comunistas brasileiros emitiram uma nota solene de solidariedade ao regime nortecoreano. Vou reproduzir só um trecho do tabacudismo palavroso:

 ”Temos a confiança de que o povo coreano e o Partido Comunista da Coreia irão superar este momento de dor e seguirão unidos para continuar a defender a independência da nação coreana frente às ameaças e ataques covardes do imperialismo, e ao mesmo tempo seguir impulsionando as inovações necessárias para avançar na construção socialista e na melhoria da vida do povo coreano”

Pros redatores e pros signatários desta nota, pra todos os comunistas, marxistas-leninistas, esquerdistas, castristas, guevaristas, revolucionários-de-boteco, blogueiros progressitas e vermêios brasileiros de um modo geral, vou pedir a Polodoro que dirija, a todos eles, uma saudação especial.

Rincha, Polodoro!

“Eu sou um jumento militante e revolucionário. Estou aqui ao pé da Sierra da Mulesta. Viva a Revolução! Viva o proletariado! Viva o campesinato! Viva o operariado! Viva a vontade de rinchar!”

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO

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DUAS CANÇÕES E UMA CANTORIA COM FENELON DANTAS

 

Poeta repentista Fenelon Dantas

 “O Boi de Carro”

 “A Casa Velha”

Fenelon Dantas cantando com Zé Viola, em Caicó-RN

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

AROEIRA – O DIA

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

CAZO – COMÉRCIO DO JAHU

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ESCOLHAS

Nossa turma reuniu-se para celebrar 40 anos de formada. Olhei para o grupo e vi a lâmina do tempo. Ela é desconstrutiva por fora. E constitutiva por dentro. Nós estamos mais gastos, sim. E, no entanto, interiormente, ficamos mais completos, bonitos e próximos uns dos outros.

A ação do tempo produz resultados notáveis. Ela traz a maturidade feita de derrotas, vitórias, conhecimento e reconhecimento. E lança transformação emocional capaz de nos dotar de sentimentos serenos.

O tempo sinaliza desgaste no corpo. Mas oferece ao espírito raras compensações. Ele nos gratifica com antevisão das coisas, falta de medo e seletividade nas escolhas. Ficamos aptos a ver antes. A conviver com o destemor. Habilitados a selecionar o melhor.

Talvez se dê a isso o nome de sabedoria. Então, a vida pode ser um monte. Em cujo topo atingimos equilíbrio. Não apenas pela experiência em si. Pois esta, sozinha, não agrega muito. Mas se vier acompanhada de reflexão. E de revisão do que sou na relação comigo mesmo. E do que tenho sido na relação com o outro.

Arrisco a dizer que após sessenta anos chega a idade de ouro. Pois aproveitamos a energia que nos habilita à vida produtiva. E, ao mesmo tempo, enxergamos o mundo nas dimensões da realização, da beleza e da compreensão.

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA

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29 fevereiro 2012 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

BISPO BIRA DELGADO – JOÃO PESSOA-PB

SABIÁ

Música interpretada por Bira Delgado no DVD gravado na Estação Ciência Cabo Branco – João Pessoa, PB.

Com composição de Zé Dantas e Luiz Gonzaga, uma homenagem ao ano do seu Centenário.

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

CASSO – DIÁRIO DO PARÁ

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PARA

Para tudo
Para o tempo
Para a chuva
Para o vento
Para o ônibus
Para o centro
E escreve os “paras”
Sem acento.

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

ELIAS – ZERO HORA

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29 fevereiro 2012 DEU NO JORNAL

O ESCÂNDALO DO DIA, OU MELHOR, A NOTÍCIA DO DIA!

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) foi indicado nesta quarta-feira para o cargo de ministro da Pesca e Aquicultura, informou em nota a secretaria da Presidência da República.

“Fica tranquilo meu Bispo: quando o carnaval passar, eu arranjo uma boquinha rica pros teus guabirus”

* * *

Marcelo Crivela é sobrinho do Bispo Edir Macedo e um Lapa de Picareta Solene de grande força e influência na cúpula da Igreja do Queijo do Reino de Deus. É o braço político da quadrilha neopentencostal que instituiu a Teologia da Pedição de Dinheiro no Brasil.

No Ministério da Pesca, sua missão será pescar, ao invés de peixes, mais jumentos pro curral de eleitores do gunverno popular, revolucionário e zisquerdista do PT.

Rincha Polodoro! Abre o peito e rincha com prazer e alegria!!!!

Polodoro comemorando a mais recente nomeação para o ministério de Dilma

O sobrinho Marcelo Crivela escutando o tio Edir Macedo: “Esta planta é pra construção de um calabouço pra gente prender aquele fela-da-puta do Papa Berto se ele botar a boca no trombone ou se fizer galhofa do rio de dinheiro do Ministério da Pesca no qual nós vamos nadar de braçada”

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA

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www.cantinhodadalinha.blogspot.com
QUADRÃO MINEIRO

Sou poeta de bancada
Porém fui desafiada
Deixei meu rastro na estrada
Em alpendres e terreiro.
E quem quiser o meu canto
Entoando um acalanto
Eu vou cessar qualquer pranto
Cantando quadrão mineiro.

Eu quase nunca me zango,
Arrasto pé num fandango,
Danço valsa, danço tango,
Mas se tiver sanfoneiro
Eu danço xote e xaxado
Um forrozinho encaixado
Capricho no requebrado,
Cantando quadrão mineiro.

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

MÁRIO – A TRIBUNA DE MINAS

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UM PROJETO ABJETO

É difícil, compreende-se, mas imagine que os mensaleiros e o “chefe da sofisticada quadrilha” sejam condenados pelo Supremo Tribunal Federal. Nesse caso, os réus poderão apelar, sim, mas ao próprio STF.

Agora, outra situação não menos inverossímil: imagine que os mesmos mensaleiros sejam julgados e condenados em um tribunal de primeira instância. Você sabe o que vai acontecer, não é mesmo? Prolatada a sentença, virá uma série interminável de embargos, apelações, chicanas, até o caso chegar ao STF, de onde emanará a decisão final. Serão processos arrastados por anos intermináveis, para, ao fim, com os digamos, “malfeitos” prescritos, os culpados gargalharem da moralidade.

Passando da imaginação à realidade, saiba que fatos como esse poderão vir a acontecer, sim.

O nobilíssimo deputado Miro Teixeira começou a buscar as assinaturas necessárias à apresentação da Proposta de Emenda Constitucional que veda a aplicação do foro privilegiado — direito hoje concedido a autoridades de não serem julgadas pela Justiça comum — para crimes como peculato, corrupção e tráfico de influência. É exatamente esse o busílis da questão, já que os senhores parlamentares não se têm envolvido com outros crimes que não os abrangidos pela PEC.

Fingindo enfrentar um enorme desafio, o deputado superavalia sua missão de obter as assinaturas necessárias, decerto esquecido de que, como os próprios parlamentares estão entre as autoridades especialmente favorecidas, não haverá nenhum empecilho à legislação em causa própria. O deputado raciocina que as garantias constitucionais para o bom exercício da função pública ficarão desacreditadas, caso não se excluam do rol das garantias os crimes praticados contra a administração pública puníveis pelo Código Penal, a exemplo do peculato, da concussão, da inserção de dados falsos em sistema de informações e do tráfico de influência, enfim, da corrupção ativa ou passiva.

Pretendendo-se um presente para a sociedade, o projeto é, no final das contas, um presente de grego, um autêntico cavalo de Troia. Com a diferença de que este resgatou a bela Helena, enquanto o projeto irá consolidar a horripilância da impunidade.

A propósito, indague-se ao deputado: se julgado na justiça comum, em que etapa estaria o processo dos mensaleiros? A resposta é fácil.

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

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29 fevereiro 2012 A HORA DA POESIA

SONETO DOS DEDOS QUE FALAM – Orlando Tejo

Que importa que foguetes cruzem Marte
E bombas de hidrogênio acabem tudo,
Se aos meus dedos, teus dedos de veludo
Ensinam que o amor é também arte?

Não desejo mais nada além de amar-te
E em êxtase viver, absorto e mudo,
Sorvendo da ternura o conteúdo
Que antes te buscava em toda parte!

Esses dedos que afago entre meus dedos,
Que acaricio a desvendar segredos
De amor nestes momentos que nos prendem,

Têm qualquer coisa que escraviza e doma,
Porque teus dedos falam num idioma
Que só mesmo meus dedos compreendem!

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

DÁLCIO – CORREIO POPULAR

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29 fevereiro 2012 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

HUGO LEONARDO – BRASÍLIA-DF

Fala tio,

Essa é especial pra você, afinal o senhor vive dizendo, injustamente, que o jornal da Besta Fubana, que a meu ver é uma fonte inesgotável de sabedoria e informação séria, é um jornal inútil e cheio de besteiras…

Então publique essa “master class” para toda a comunidade fubânica adquirir cada vez mais conteúdo!!!

Abraços

R. Um cabra cheio de pantins e galhofas feito tu, não pode ter puxado a mim, o tio.

Só pode ter puxado mesmo a minha irmã, tua mãe!!!!

Vou encaminhar esta postagem para todas as escolas técnicas e de engenharia elétrica do Brasil.

* * *

Podemos aprender elétrica também no boteco. Veja o exemplo abaixo:

 

A Potencia Ativa (W) representa a porção líquida do copo, ou seja, a parte que realmente será utilizada para matar a sede.

Como na vida nem tudo é perfeito, junto vem uma parte de espuma, representada pela Potência Reativa (VAr). Essa espuma está ocupando lugar no copo, porém não é utilizada para matar a sede.

O conteúdo total do copo representa a Potência Aparente (VA).

A analogia da cerveja pode ser utilizada para tirarmos algumas conclusões iniciais:

- Quanto menos espuma tiver no copo, haverá mais cerveja. Da mesma maneira, quanto menos Potência Reativa for consumida, maior será o Fator de Potência.

- Se um sistema não consome Potência Reativa, possui um Fator de Potência unitário, ou seja, toda a potência drenada da fonte (rede elétrica) é convertida em trabalho.
 
Ah, quem sabe agora vocês entendem….

Resumindo: um TRAFO é uma chopeira, um boteco é uma Subestação, o garçom é uma LD, a AMBEV é uma UHE e sua mulher é a ANEEL! O poder Regulador.

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

DUKE – SUPER NOTÍCIA

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BORROU-SE NA QUEDA

O esquineiro José Milton Vieira Bello nos manda uma história de carnaval, passada em “Bom Conselho de Papacaça”, feudo rural do coronel José Abílio.

Um dos acontecimentos que marcaram nossa juventude, foi o encontro em certa folia de carnaval de O Vencedor, clube comandado por “Zé Pelo Sinal”, um moreno de 130 quilos, com 1,80 de altura e protegido de Zé Abílio (P.S.D.), com o seu mais ferrenho rival: o Clube Não Pagas Nada, capitaneado pelo mestre Braz, protegido de Gervásio Pires (U.D.N.), mais humilde, devido às condições políticas da época, porém um clube que arrastava multidões…

Pois bem, naquela segunda-feira, à tarde, as duas agremiações cruzaram seus estandartes em uma das ruas da cidade, e ninguém deixou ninguém passar. O pau comeu, num “salve-se quem puder”, porém ninguém arredou pé.

“Zé de Dinda” que tocava trombone no clube do Braz e também seu correligionário, partiu pra cima do “Pelo Sinal”. Este mordeu o nariz do “Dinda”, arrancando-lhe um pedaço bastante significativo (ainda hoje a lembrança está marcada na venta do trombonista).

Braz levou uma tapa no pé do ouvido, que passou o resto do carnaval mouco, e, depois das Cinzas, ainda ficou ouvindo um zumbido diferente…

Em “Zé Pelo Sinal”, uns cinco caíram em cima para quebrá-lo, inclusive na sua grande barriga, com toda raiva e vontade, e o famoso valentão borrou-se todo.

E o “Zé Pelo Sinal” quando chegou em casa com as calças sujas, disse que tinha escorregado e caído em cima de um esterco de boi…

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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29 fevereiro 2012 GORJEIOS - Doddo Felix


DODDO FELIX – BOM JARDIM-PE

 

O CABRA QUE ENRICOU SOLTANDO PUM

Não sei se li no jornal
ou se foi numa revista
a sensacional notícia
sobre um incrível artista.
Tentarei reproduzi-la
em narração cordelista.
 
O fato ocorreu na França…
Existia um cidadão
(foi no século dezenove)
que por sua atuação
conquistou a preferência
das plateias da nação.
 
Na Paris daquele tempo
de astros era grande o rol,
havendo entre eles um
chamado José Pujol.
Por meio de flatulências,
tornou-se artista de escol.
 
Seu dom extraordinário
ou estranha habilidade,
em vez de causar vergonha,
deu-lhe a oportunidade
de faturar bom dinheiro
e virar celebridade.
 
O público ia ao delírio
nos teatros de Paris.
No Moulin-Rouge, inclusive,
o povo pedia bis…
Era um espetáculo inédito
na história do país.
 
No palco, o incomum artista
o locutor anuncia.
Sua aparição inunda
a plateia de alegria.
E a insólita apresentação
entre aplausos se inicia.

Esse tipo de atração
não era desconhecido.
Na Irlanda medieval
já havia acontecido
de artistas flatulentos
haverem se exibido.

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29 fevereiro 2012 FULEIRAGEM

SANTO – CHARGE ONLINE

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29 fevereiro 2012 A PALAVRA DO EDITOR

DUAS PERSONALIDADES TOLOTÍFERAS DA POLÍTICA NACIONAL

Em meados do ano passado chegou aqui no JBF uma carta assinada pelo político José Serra e eu fiquei, a um só tempo, frustrado e feliz.

A felicidade foi por constatar que a assessoria de um político de projeção nacional havia procurado esta gazeta da bixiga lixa pra vender o peixe do seu chefe. Fiquei ancho que só a porra!

A frustração ficou por conta da intransponível antipatia que nutro pelo político paulista, um cabra que deve estar entre as cinco personalidades públicas que não moram de modo algum na minha estima. Um sujeito pernóstico, autosuficiente, sem um pingo de humildade e um chato sob qualquer ângulo que se possa medi-lo. Fora isso, um hipocondríaco de carteirinha. A hipocondria e a mesquinhez são os dois defeitos que não admito de modo algum num vivente. Num sei qual o pior: um cabra pão-duro ou um cabra que só fala em doença.

Pois quando chegou a primeira carta de José Serra por aqui, junto com ela eu publiquei o seguinte comentário:

“Eu tô aqui me perguntando que merda foi que eu fiz, que besteira cometi na editoração desta gazeta, pra merecer o “privilégio” de receber mensagem do Dr. José Serra… Quanto mais rezo, mais assombração aparece no meu terreiro. Vôte!!! Vade retro!!!”

Depois da primeira, chegaram várias outras cartas, regularmente, que eu costumava responder ou comentar com gozações, com deboches ou com piadas.

Ai, de uma hora pra outra, Seu Serra sumiu e não mais ocupou o correio eletrônico fubânico. Não mandou mais qualquer material de divulgação pro JBF. A assessoria vampiresca, competente e bem informada, deve checar os links e as repercussões das mensagens que distribui na rede e, logicamente, apagou o nome desta gazeta de sua lista, pra minha grande alegria e felicidade.

Quem é observador e presta atenção nas coisas, deve ter notado que, nos últimos dias, embora José Serra esteja em todos os jornais, revistas e manchetes destepaiz por conta de sua candidatura a prefeito de São Paulo, o JBF não publicou uma única linha sobre assunto. Tem tudo a ver com a ojeriza que este Editor sente por aquele cidadão. Ao contrário de Lapa de Asno, por exemplo, cujos disparates e pronunciamentos servem de embasamento pra gozações, chacotas e piadas, o carrancismo do Papa-Figo num serve pra porra alguma.

Mas, por um imperativo de consciência, tenho que declarar que sua candidatura à prefeitura de São Paulo me deu uma alegria enorme. Fiquei com o peito em festa e o coração a gargalhar. E me explico: ao assumir a candidatura, Serra melou o jogo do ex-presidente Lula, amancebado, amigado e acumpliciado com a direitona paulista, de braços dados com Kassab pra eleger Fernando Haddad, cagando e andando na cabeça da cumpanherada paulistana. Uma cumpanherada que está a ponto de enfiar o dedo no furico e rasgar até o umbigo.

Meu coração sádico ficou em festa e dando sonoras gargalhadas, ao ver duas figuras que acho dois tolôtes imprestáveis, Lula de uma banda e Serra de outra, um tirando a azeitona da empada do outro.

A nova quadrilha que Lula formaria com a direita paulistana pra levar Haddad ao poder municipal, foi tão traumática pra reaçaria zisquerdista brasileira que os gunvernistas fubânicos, perplexos e sem qualquer saída, simplesmente decretaram que não existia mais Esquerda ou Direita! Não estou mentindo, nem exagerando: foi assim mesmo! (Voltarei em breve a este assunto da “extinção” dos extremos hemiplégicos por decreto emanado dos delírios de explicadores contorcionistas).

José Serra, em plena festa do Oscar, melou a festa da chanchada a la Oscarito que estava sendo planejada pela dupla Lula-Haddad. Chegaram até a dar um chega-pra-lá e a mijar no penteado louro da perua Marta Suplicy.

Resumindo: o senhor José Serra, pelo qual não nutro qualquer simpatia e por cuja figura alimento uma enorme aversão, me deu uma alegria sem tamanho nesta semana corrente, ao cortar o barato de Lapa de Demagogo e anunciar que irá concorrer à prefeitura de São Paulo.

Pra que a minha felicidade venha a ser completa em futuro próximo, basta que Tiririca derrote Fernando Haddad (PT) e Serra (PSDB) com uma margem fubânica, quer dizer, com uma margem oceânica de diferença de votos!

Uma excelente quarta-feira pra todos vocês!!!!

PS: O assunto de hoje da coluna de José Nêumanne Pinto, na próxima postagem, é sobre a candidatura de José Serra. Aliás, a coluna de Nêumanne é publicada, simultanea e unicamente, no Estadão e no JBF. Sorry periferia…

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