8 março 2012 DEU NO JORNAL

POVO TAPADO, VOTO GARANTIDO

O julgamento das contas de 2009 do prefeito do Recife, João da Costa (PT), iniciado esta semana, soou um alerta sobre como estão os gastos das prefeituras com educação.

E com base em dados do portal do cidadão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Jornal do Commércio verificou que quatro municípios da Região Metropolitana do Recife não investiram o mínimo de 25% das receitas na área, como determina a Constituição. Camaragibe, Olinda, Abreu e Lima e Itamaracá estão na lista das “reprovadas”.

* * *

Jornalistas são mesmo uns tapadinhos…

Num sei como este povo não entende uma coisa tão óbvia e tão clara: se o poder municipal investir em educação, daqui uns tempos o eleitorado não vai mais votar em certos nomes.

Se os leitores de outras plagas soubessem quem são os prefeitos destas cidades citadas na notícia – e a quais partidos eles pertencem -, iriam entender direitinho porque eles não querem saber de modo algum de gastar dinheiro com escolas, educação e professores.

Se vocês soubessem, por exemplo, quais os prefeitos que o eleitorado de Jaboatão dos Guararapes elegeu nos últimos anos…

Putz… Num quero nem lembrar.

Newton Carneiro, ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes: só mesmo em Banânia existe eleitor pra votar num cabra desse tope pra ser prefeito do segundo maior orçamento do estado

Aqui na capital do estado, a cidade campeã mundial do buraco e do lixo… Bom, é melhor mudar de assunto.

Vamos pedir pra Polodoro fazer uma saudação aos eleitores da região metropolitana do Recife.

Rincha, Polodoro!!!

“Admiro muito meus colegas de eleitorado”

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8 março 2012 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO

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http://www.lucianosiqueira.com.br/
PEQUENOS GRANDES GESTOS NO 8 DE MARÇO

Aconteceu há uns poucos anos atrás. Como de costume, oferto uma rosa vermelha às mulheres de casa e às que comigo batalham no dia a dia, no ambiente de trabalho. Para marcar a data, densa em significados, com afeto, cumplicidade e espírito guerreiro. Rosas vermelham traduzem bem querer e luta.

Era dia de faxina doméstica. Ofertei também uma rosa para ela, com um abraço fraterno e palavras de reconhecimento e incentivo. Olhou-me com espanto. Balbuciou palavras que não conseguiu pronunciar além de um tímido “muito obrigado” e afastou-se nervosa, o rosto em lágrimas. Um choro abafado, contido. “- Vou completar cinquenta anos e é a primeira vez que recebo uma rosa vermelha em toda a minha vida”, confidenciou depois.

Foi como se ela se descobrisse de repente alvo de um carinho jamais experimentado. Daquela forma, com aquelas palavras e aquele gesto. Tal como acontece com milhões de marias mundo afora, vitimas do desamor ou objeto de um querer apenas superficial, incompleto.

Através de gestos simples como aquele ou de manifestações coletivas, o 8 de março há que ser um misto de comemoração e combate. Comemoração pelas conquistas alcançadas em três décadas de impulso da luta feminista, no Brasil e em outras terras. De combate renovado em busca de novas conquistas, pois a luta é ingente e de longuíssimo curso. A desigualdade de gênero está fincada em sólidas raízes históricas, econômicas e culturais. A emancipação da mulher implica múltiplas trincheiras – nas relações de trabalho, na vida social e política, no confronto de ideias.

Não basta o reconhecimento de que a condição feminina impõe direitos específicos consignados na Constituição. Nem a gama de políticas públicas traduzidas em programas de atenção à mulher adotados pelo poder público nas três instâncias federativas. É preciso fazer permear as atividades protagonizadas pela mulher ou a ela destinadas pelo debate teórico e político acerca da desigualdade de gênero – suas causas, suas manifestações estruturais e cotidianas; e encontrar meios e modos de aprimorar a peleja pela igualdade.

Mais do que tudo, cabe ampliar e qualificar a presença feminina nas esferas de poder, em todos os níveis. O país hoje governado por uma mulher há que abrir espaço para que mais e mais mulheres ocupem cadeiras nas casas legislativas e nos posto de mando no Executivo.

As eleições de outubro dão azo a que as mulheres venham a obter mais cadeiras nas Câmaras Municipais. Para que tenhamos vereadoras capazes de pugnar por uma cidade mais humana, em que mulheres como aquela que um dia derramou lágrimas em minha casa por se descobrir digna de receber uma rosa vermelha possam despertar para a luta emancipacionista.

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8 março 2012 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE

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CARDEAL XICO BIZERRA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

Minha Saudação às mulheres através da letra de ÀS MULHERES, música minha em parceria com MARIA DAPAZ, na voz de WALKYRIA MENDES:

bárbaras, dulces, marias, terezas
fartas correntezas de amor e de paz
luares tão belos, chuvas de ternura
brisas de candura, um sonho capaz

sementes bem férteis de felicidade
do ouro-verdade que a vida reluz
colheita abundante, quintal infinito
safrejar bendito, pomares de luz

tens brilho na alma e força nas mãos
por isso guerreira em cada amanhã
por tua bravura e a fé dos teus nãos
és mulher-coragem, mulher-cidadã

por isso que eu canto
decanto e recanto
por todos os cantos desse meu lugar
tu és o princípio, parição do encanto
consolo do pranto em qualquer estradar

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8 março 2012 FULEIRAGEM

MÁRIO ALBERTO – LANCE

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http://www.musicariabrasil.blogspot.com
MAESTRO JARBAS CAVENDISH – ENTREVISTA EXCLUSIVA

O professor, maestro e arranjador pernambucano Jarbas Cavendish Seixas é graduado pela Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO) desde 1992 e mestre em música brasileira; além disso é também professor auxiliar na UNIRIO, onde é responsável pelas disciplinas Harmonia e Teclado, Percepção Harmônica e Prática de Conjunto.

Seu “know-how” vai mais além, pois também exerceu funções administrativas tais como Chefe do Departamento de Educação Musical e Coordenador do Projeto de Pesquisa Universitária “Criação e Produção em Música Popular” da UNIRIO. Atualmente, é professor na Escola de Música da UFG, onde é responsável pela disciplina Práticas Instrumentais e coordena o Núcleo de Música Popular, de onde é oriunda a Banda Pequi, banda esta que foi apresentada ao público do Jornal da Besta Fubana ao longo da semana passada.

Depois de um DVD lançado em 2004 intitulado “Banda Pequi Ao vivo Itaú Cultural” e um cd em homenagem aos 10 anos de existência da banda intitulado “Leila Pinheiro Banda Pequi Nelson Faria”, o professor Jarbas mantém-se firme na árdua propagação da música instrumental brasileira. Segue abaixo uma entrevista exclusiva gentilmente concedida a mim pelo maestro Jarbas Cavendish à época do lançamento do álbum !

A primeira pergunta é mais de cunho biográfico do que necessariamente profissional. Em que cidade pernambucana nasceu o menino Jarbas e de que origem vem o sobrenome Cavendish?

Jarbas Cavendish – O “menino” Jarbas é mameluco, de Casa Forte, de Pernambuco, Recife e leão do norte. Vivi anos de ouro no maravilhoso bairro de Casa Forte como verdadeiro menino de rua. Liberdade extrema em todas as fases, coisa complicada hoje em dia. Comecei música muito cedo, acho que com 4 ou 5 anos já arranhava um pianinho com minha mãe, Carmen Cavendish, virtuosa pianista tanto na linguagem erudita quanto popular.

O Brasil é sem dúvida um celeiro de grandes nomes da música instrumental, se levarmos em consideração nomes que enaltecem os instrumentos de sopro em nosso país como por exemplo Paulo Moura, Léo Gandelman, Pixinguinha, Mauro Senise, Carlos Malta e tantos outros que a lista não caberia aqui de tão extensa. Durante a sua infância e adolescência você já tinha predileção por algum músico, disco ou cantor específico?

JC – Cara, o cara em Recife na minha época ouvia de tudo, tudo mesmo, de Luis Gonzaga a Hermeto Pascoal, passando por Frank Sinatra, Lindomar Castilho e Chico Buarque, sem deixar de falar em Caju e Castanha. As rádios tocavam tudo o que era bom. Minha infância musical foi formatada dentro de uma ampla percepção da qualidade e estudei muito piano “erudito”. Acho que aos 13 ou 14 anos, quando comecei a estudar e tocar bastante violão popular já tinha mais ou menos uns 8 anos de estudo formal, no Conservatório Pernambucano de Música. Lá conheci músicos e professores como Clóvis Pereira, Guedes Peixoto, Eliana Silveira, Edson Rodrigues e o Mestre Duda. Na verdade em diversas fases da minha vida ouvi e vivi diversos músicos e “músicas”.

E a convicção de que seguiria o caminho da música surgiu em que época de sua vida e se deu por que?

JC – Eu sempre tive a certeza que a música como profissão para mim era fato consumado. Afastei-me dela durante alguns anos, tendo a oportunidade de estudar economia (2 anos na UFPE), trabalhar no Banorte, ser proprietário de uma imobiliária e de um bar de relativo sucesso na época (1982), no bairro de casa amarela (Chop House). Mas em 1985 caiu a ficha e a partir de então direcionei minhas energias para a música. Transferi meu curso na UFPE para bacharelado em instrumento e me formei na UNIRIO, onde fiz concurso e de imediato comecei a carreira docente.

Por qual circunstância você pernambucano que é foi parar em Goiás e como se deu esse inusitado encontro entre dois pernambucanos, amantes da música e de profissão semelhantes que é você e o Alexandre Magno? (Temos que levar em consideração que do Recife a Goiás há mais de 2000 km de distância)

JC – Antes de parar em Goiás vivi 13 anos no Rio de Janeiro, onde finalizei meu curso e comecei a carreira docente. Lá desenvolvi e coordenei um projeto semelhante a Pequi intitulado Orquestra de Música Popular da UNIRIO, chegando a gravar um Cd em 1995. No Rio conheci minha atual esposa, a flautista Verônica Alde, Napolitana de nascimento que veio viver com os pais em Goiânia. Encontramos-nos na UNIRIO e no período de 1996 até 1998, pedi licença da universidade e foi morar e administrar a fazenda do meu sogro, tendo uma ímpar experiência profissional e de vida. Retornei ao Rio e em 2000 já estava definitivamente morando em Goiânia, trabalhando na UFG. Quando cheguei aqui encontrei uma escola forte em diversas áreas de atuação e minha vinda deu-se por conta de um acordo técnico cooperativo entre as instituições, para o desenvolvimento da música popular na escola de música da ufg (EMAC). A razão da minha vinda deu-se primeiro pelo meu interesse pessoal em sair do Rio, uma cidade já extremamente violenta, e o fato de no meu currículo existir diversas ações na referida matéria. Entre outras ações destacam-se o Projeto de Extensão Orquestra de Música Popular da Unirio, ter sido membro da comissão de elaboração e implantação do curso de música popular da unirio, o Projeto Workshop de música popular, com parceria com o banco do Brasil, onde troxe para sala de aulas músicos como Carlos Malta, João Lira, Cristóvão Bastos, Pedro Luis e a Parede, Lenine, Ed Mota, Joyce, Cássia Eller e o trompertista Winton Marsales. Essas ações justificaram minha vinda pra Goiânia e logo que cheguei aqui, com esforço da diretora Glacy Antudes e por sua solicitação e incondicional apoio (nossa madrinha) montei o projeto Banda Pequi. Aqui conheci meu irmão Alexandre Magno, na época professor substituto de trombone e “cabôco arretado”de bom. A liga foi imediata a partir desse momento começamos a pesquisa de repertório, adequação ao nível dos alunos, aquisição de equipamentos,etc. Hoje o Alexandre é professor efetivo e está em fase final de doutoramento nos estados Unidos, com previsão de retorno para 2012.

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8 março 2012 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

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http://geleiageneral.blogspot.com
DA MULHER A LUTA FICA

Foto: Clóvis Campêlo/1994

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Da mulher a luta fica,
fica o exemplo e a história,
ficam momentos de glória
e tudo o que se predica.

A coragem e a beleza,
fica o instinto materno
que faz o Homem eterno
diante da Natureza.

Da mulher fica a ternura,
a eterna perseverança
que mantém a esperança
acesa na criatura.

Fica a firmeza do olhar
na clareza do seu tino,
a certeza do destino,
do caminho a caminhar.

Da mulher fica o segredo,
a face oculta da lua,
e em torno dela flutua
o homem com seu enredo.

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8 março 2012 FULEIRAGEM

AMÂNCIO – TRIBUNA DO NORTE

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8 março 2012 DEU NO JORNAL

UM DILEMA CRUEL

O advogado Paulo Roque Khouri pediu nesta terça-feira que a Justiça do Distrito Federal obrigue o jornalista Paulo Henrique Amorim a republicar no Correio Braziliense acordo judicial com pedido de desculpas ao jornalista Heraldo Pereira, da TV Globo. O advogado, que representa Heraldo no processo, também solicitou que Amorim publique o texto na Folha de S. Paulo e no próprio blog, Conversa Afiada, com o devido destaque. Segundo Khouri, Amorim descumpriu os termos da retratação feita perante o juiz Daniel Felipe Machado, da 12ª Vara Civil, mês passado.

- O problema dele (Paulo Henrique Amorim) é com a Justiça brasileira e não mais com o Heraldo. Ele não cumpriu uma decisão judicial. O senhor Amorim está acima do Judiciário? – disse Roque, depois de ingressar com um pedido de cumprimento forçado de decisão judicial contra Amorim.

Segundo Khouri, o jornalista publicou a retratação na edição desta terça-feira do Correio Braziliense. Mas, de forma indevida, acrescentou comentários ao texto para tirar o peso do pedido público de desculpas a Heraldo.

Na nota de retratação homologada pela Justiça, Amorim reconhece os erros cometidos contra Heraldo, a quem chamara de “negro de alma branca” e, num recuo aos ataques, alega que usou a expressão num “momento de infelicidade”. Mas, logo em seguida, diz que “retratação não é reconhecimento de culpa” e que não foi condenado por racismo.

* * *

Isto só comprova que o malabarismo palavroso e o contorcionismo pra explicar o inexplicável, não é privilégio dos comentaristas fubânicos pró gunverno. Os blogueiros pró gunverno, tipo Paulo Henrique Amorim, também padecem da mesma doença.

E tem um detalhe que eu achei ótimo: os muderninhos zisquerdistas têm por obrigação e tarefa diária de satanizar a Rede Globo e os seus repórteres. Por outro lado, os muderninhos zisquerdistas e adeptos do politicamente correto, também são obrigados, por dever de ofício, a combatar a “discriminação racial”.

Aí, um blogueiro progressista, vermêio e pró gunverno, esculhamba um neguinho da Globo.

Estou curioso pra saber de que lado os muderninhos revolucionários vão ficar.

Cartas aqui pro JBF.

Heraldo Pereira, o preto de alma branca da Globo, e Paulo Henrique Amorim, blogueiro progressita que combate o PIG: um dilema pros tabacudos muderninhos das zisquerdas

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8 março 2012 FULEIRAGEM

ZOPE – CHARGE ONLINE

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CARDEAL BRÁS COSTA – LUGANO – SUIÇA

Impedofilático papa Berto I ( e único) Graça e Paz!!!

Não pense vossa santidade que a falta de notícias da parte do seu mais indigno servo seja sinônimo de falta de respeito e veneração, são somente os muitos afazeres acadêmicos e eclesiásticos que o sumo pontifice me confiou que me ocupam por demais o já pouco tempo e eu me vejo assim, privado de um contato mais cotidiano com vossa santidade.

Entretanto, usurpei esses momentos no fim de uma longa jornada para escrever-lhe e comunicar-lhe que: Em janeiro deste ano santo de Nosso Senhor Jesus Cristo 2012 visitou-me na sede de nossa nunciatura apóstolica aqui na Suíça a princesa do reino de Marcolino Taiza Maria e seu esposo Marcio Sá, por dever de oficio (mas, muito mais por prazer) os conduzi por três dias de viagem entre o sul da França e o norte da Italia.

O lugar mais interessante no entanto, foi o castelo dos Papas em Avignon onde podemos conhecer o local exato onde alguns dos seus indgnos predecessores se refugiaram em tempos não favoráveis para eles e seus papados, um pouco me envergonham, porque sei que se fosse vossa santidade no lugar deles, teria resolvido em outro modo, ou seja, com a coragem e a “macheza” que lhes são peculiares!!!!

Mando uma foto que imortalizou o fim de nossa visita, ao mesmo tempo que suplico sua bênção e peço a aprovação da minha visita ao Brasil no próximo 23 de junho de 2012 se for do agrado de vossa santidade!

Cum Christo et in Ecclesia,

Brás, Cardeal Costa – Nuncio Apóstolico na Suíça.

R. Para os leitores novatos, é importante informar que o Cardeal Brás Costa, da Igreja Sertaneja, é padre da Igreja Católica Romana, aquela dirigida pelo meu colega Bentão.

Aguardamos ansiosos a sua visita em junho próximo, eu e seus colegas poetas aqui do Recife, pra reeditarmos o nosso último encontro, com muita poesia, muita alegria, muita celebração da vida e muito espírito fubânico.

E aqui está a foto que Vossa Eminência nos enviou junto com esta carta:

A princesa do reino de Marcolino, Taiza Maria, filha de Fátima Marcolino e neta do saudoso compositor Zé Marcolino, e seu esposo Marcio Sá, ao lado do Cardeal Brás (de casaco preto)

Sucesso na vossa missão sertaneja aí em terras do Mundo Velho!

E me permita complementar esta postagem com mais duas outras fotografias:

Cardeal Brás Costa com os paramentos de padre da igreja romana

01-083

Cardeal Brás, à direita de camisa verde, por ocasião de sua última visita ao Palácio Pontifício, quando presenteou o Papa Berto com o solidéu que ele usa na foto

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8 março 2012 FULEIRAGEM

SANTO – CHARGE ONLINE

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HAROLDO BARBOZA – RIO DE JANEIRO-RJ

Série: Dia da Mulher

Dúvida

O homem desorientado
Não sabe o que quer
Depende muito da Mulher.

Por séculos
 
O homem se fez de bravo
Mas deixou para a Mulher
O trabalho escravo.

Batalhas

A Mulher não teme a labuta
Vai conquistar seu lugar
Através de muita luta.

Engano

Neurônios em excesso
Não representam
Garantia de sucesso.

Na corda bamba

O homem estraga o mundo
Pelo menos a Mulher
Gera amor profundo.

Cegueira

O homem pensa ter visão
Mas o caminho correto
Ela tem no coração.

Sai da frente

Atenção homem:
Deixe de sacanagem
A Mulher pede passagem.

Troca

O homem oferece uma flor
A Mulher agradece
Devolvendo-lhe amor.

Sabedoria

Homem inteligente
Deixa a Mulher
Sempre contente.

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8 março 2012 FULEIRAGEM

DUM – HOJE EM DIA

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VIDA EM PERIGO

Atualmente, o difícil é encontrar uma pessoa no Brasil que não tenha sofrido assalto. Não tenha passado pelo desconforto de sentir o cano de “um 38” encostado na nuca. Ter escapado das tradicionais batidas no vidro do carro, executadas por um frio meliante, quando se encontrava parado no sinal vermelho do trânsito, esperando a vez de se mandar do local.

Aliás, assalto no Brasil é como batina de padre. A situação é sempre preta. Virou rotina, ato corriqueiro. Raro é sentir proteção dos órgãos de segurança. Pelo visto, o único consolo que resta para a pessoa assaltada é desabafar o azar nas democráticas redes sociais.

Buscar a solidariedade dos amigos.  Saber que tem um ombro amigo lá no outro computador para protestar contra a violência urbana. Lamentar os assaltos e homicídios hediondos que estão aterrorizando a população. Causando verdadeiro pânico. Generalizado.

Até a televisão curvou-se diante da fartura de noticias policias para encher a grade do programa na maior moleza. Certo da audiência comprovada.

Por isso, nos horários popularizados os apresentadores não se cansam de noticiar fugas de preso, assaltos a carros, ônibus, bancos, postos de gasolina, lotéricas, supermercados, shoppings e agora, até os restaurantes, lotados de famílias, entraram na mira dos delinquentes.

O surpreendente na história são os relatos das pessoas assaltadas, geralmente as maiores vitimas da insegurança reinante nas cidades. A repetição das ocorrências policiais transformou os assaltos num caso fenomenal.

Fenômeno indigesto que obriga a instalação de cerca elétrica e câmeras nas residências ou nos condomínios. No entanto, por mais que a sociedade proteste contra o incontrolável avanço da insegurança, raramente encontra guarida. Daí os crimes ficarem cada vez mais violentos.

Como nem toda pessoa assaltada se prontifica a prestar queixa na Polícia civil por medo de represália, os órgãos de segurança tem se valido das redes sociais para acompanhar os delitos, anotar os pontos mais perigosos para implantar o policiamento ostensivo. No sentido de inibir a ação criminosa pelo menos por algum tempo.

Muitos fatores contribuem para o aumento da violência nas cidades. A falta de iluminação pública, a carência de policiamento, a inexistência de programas de inclusão social para os jovens no mercado de trabalho, a nítida omissão dos governos na manutenção de projetos voltados para a politica de esportes e lazer para a garotada esquecer as ruas. Onde as galeras só aprendem o que não presta.

Os especialistas alegam que o crack foi a droga responsável pelo crescimento da violência nos grandes centros. Então, reconhecendo que o perigo ronda na esquina a pessoa deve ser mais cautelosa.

Procurar andar sempre com atenção e cuidado para prevenir as surpresas dos bandidos que enxergam na vítima o ponto de atração para praticar os seus costumeiros assaltos.

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8 março 2012 FULEIRAGEM

DÁLCIO – CORREIO POPULAR

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7 março 2012 FULEIRAGEM

PADRE SPONHOLZ – JORNAL DA MANHÃ

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7 março 2012 A PALAVRA DO EDITOR

NOTÍCIAS DE ITABAIANA (II)

A Papisa está tendo alguns pequenos problemas pra editar o material.

De modo que, ao invés dos vídeos, aqui vão os links dos mesmos.

São duas matérias da televisão sobre o grande evento ocorrido ontem em Itabaiana.

Não deixem de assistir. Basta clicar nos links abaixo:

Bom Dia Paraíba

e

Jornal da Paraíba

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7 março 2012 FULEIRAGEM

PADRE NEWTON SILVA – JANGADEIRO ONLINE

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7 março 2012 A PALAVRA DO EDITOR

NOTÍCIAS DE ITABAIANA (I)

Ontem, no evento promomvido pelo Cardeal Jessier Quirino em Itabaiana, senti uma grande alegria ao abraçar o Cardeal Natan, que eu não via há um bom tempo e que veio diretamente de Brasília no jatinho da ICAS.

Hoje, olhando as fotos feitas pela Papisa, notei uma coincidência interessante: eu e três cardeais da minha igreja no mesmo flagrante:

Papa Berto, Cardeal Marco di Aurélio, Cardeal Natan (de costas) e, no extremo direito, Cardeal Jessier Quirino

E, já que estamos falando em igrejas, fui apresentando ao Arcebispo de João Pessoa, Dom Aldo Pagotto, pelo nosso Cardeal Marco di Aurélio. O prelado católico romano foi um dos participantes do evento e fez um discurso arretado.

Dom Pagotto gostou muito de ter notícias da ICAS e eu garanti-lhe que, na minha igreja, já teria saído Cardeal há muito tempo. Ele se riu com a notícia.

Cardeal Marco di Aurélio, Dom Aldo Pagotto e Papa Berto

Outro que ficou muito feliz com a bênção papal foi o grande artista Chico César, atual Secretário de Cultura da Paraíba. Depois da bênção, ele concedeu uma longa audiência ao Cardeal Natan, que anda preocupado com a falta de conservação de lugares sagrados da cultura nordestina, como o Engenho Pau d’Arco, onde nasceu o poeta Augusto dos Anjos.

Chico César, na casa do Poeta Jessier Quirino, xaleirando o Papa Berto pra arranjar uma vaga de Padre; o pedido ficou de ser analisado

A seguir, a música Mama África, que Chico César cantou durante a manifestação de ontem:

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7 março 2012 FULEIRAGEM

SIMANCA – A TARDE

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7 março 2012 DEU NO JORNAL

INTERCÂMBIO ASININO

Em meio a tantos produtos brasileiros exportados para a China, surgiu, recentemente, um novo objeto do desejo: o popular jegue nordestino. Há cerca de um mês, um acordo entre os dois países liberou o intercâmbio de asnos — também conhecidos como burros e jumentos, largamente utilizados na indústria de alimentos e na de cosméticos no país asiático.

Os chineses pretendem importar 300 mil jumentos por ano do Nordeste. Além de movimentar a economia local, a iniciativa vai resolver o problema de excesso de oferta de jegues na região. Com as facilidades de financiamento, houve grande crescimento do uso de motos para transporte e os jegues estão perdendo espaço.

Em junho do ano passado, um grupo de empresários chineses conversou, da Bahia ao Rio Grande do Norte, com fazendeiros e políticos. Aos políticos locais, o grupo propôs um programa de garantia de compra a preços de mercado, envolvendo até linhas de crédito, por meio de um sistema batizado de Projegue.

* * *

Ao ler esta nota, fiquei deslumbrado com uma expressão usada pelo jornalista: “intercâmbio de asnos“. Que achado da porra!

Se além dos asnos de 4 patas, os chineses também se interessarem pelos asnos de 2 pernas, existe um mercado potencial fantástico em solo pátrio, composto pelo gigantesco curral dos eleitorado brasileiros. Aquele curral que elege e reelege a classse dirigente destepaiz e que tem como lazer a divertida ocupação de reclamar que está tomando no furico.

Se os chineses resolverem negociar jumentos aqui no nordeste, eles irão encontrar cidades, muitas cidades, onde, se der uma chuva de cangalhas, não cai uma única no chão: todas ficarão escanchadas no lombo dos eleitores locais. Tem uma cidade aqui em Pernabuco, por exemplo, que elegeu Severino Cavalcanti pra prefeito. Na cidade de Central do Maranhão (MA), numa eleição presidencial, o curral local deu mais de 97% ao candidato… Bom, deixa pra lá.

O que importa mesmo é o seguinte: os chineses podem levar tudo quando é jumento brasileiro pro estrangeiro, menos, evidentemente, o fubânico Polodoro.

Vamos botá-lo pra cumprimentar seus irmãos que irão fazer carreira e fortuna na distante Ásia.

Rincha, Polodoro!!! 

“Eu votei em Lapa de Mim Mesmo duas vezes”

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7 março 2012 FULEIRAGEM

AROEIRA – JORNAL O SUL

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7 março 2012 A HORA DA POESIA

SONETO OCO – Carlos Pena Filho

Neste papel levanta-se um soneto,
de lembranças antigas sustentado,
pássaro de museu, bicho empalhado,
madeira apodrecida de coreto.

De tempo e tempo e tempo alimentado,
sendo em fraco metal, agora é preto.
E talvez seja apenas um soneto
de si mesmo nascido e organizado.

Mas ninguém o verá? Ninguém. Nem eu,
pois não sei como foi arquitetado
e nem me lembro quando apareceu.

Lembranças são lembranças, mesmo pobres,
olha pois este jogo de exilado
e vê se entre as lembranças te descobres.

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7 março 2012 FULEIRAGEM

HUMBERTO – JORNAL DO COMMERCIO

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HUGO LEONARDO – BRASÍLIA-DF

Top 10.

Frases estúpidas de boleiros brasileiros:

1.”Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja”.

“O interessante é que aqui no Japão só tem carro importado”.

“Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe”.

“Clássico é clássico e vice-versa”.

(Jardel em quatro frases fantásticas)

2. “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Jesus nasceu”. (Claudiomiro, ex-meia do Inter, ao chegar em Belém do Pará pelo Brasileirão-72)

3. “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto”. (Fabão, quando chegou ao Flamengo)

4. “Só não vale dar o cu, mas o resto vale tudo”. (Gil, na comemoração do título mineiro de 2006 pelo Cruzeiro, foi perguntado por um repórter de uma rádio católica se tudo podia naquele momento)

5. “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe”. (Dunga, quando era técnico da Seleção)

6. “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias”. (Ferreira, ex-ponta-esquerda do Santos)

7. “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar”. (Zanata, ex-lateral baiano que passou por Palmeiras, Vasco, Flamengo e Fluminense)

8. “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom”. (Souza, na época em que estava no São Paulo)

9. “A bola ia indo, ia indo, ia indo… e iu”. (Paulo Nunes, quando jogava pelo Palmeiras, ao explicar um gol)

10. “Só bate pênalti quem erra”. (Mateus, após perder um pênalti na final do 1º turno do Gauchão 2012 pelo Caxias)

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7 março 2012 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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UM BISPO, UM PAPA E UM CAPETA

Comentário sobre a postagem MATARAM A CIVILIDADE

Dom Capeta Cardeal Marco di Aurélio:

“Pelas mãos do poeta Jessier
um chamado se faz tão pertinente:
Que no pátio da igreja junte gente!
A clamar por direitos sem temer.
E a velha Itabaiana vai viver
um conclave de gente especial
num abaixo-assinado contra um mal
que abalou os festejos do Rei Momo
e os paredões de som foram assomo
“Raios sonoros do terceiro grau”.

Comitivas se deslocam prestimosas
de origens diferentes do país
em uníssono o bem assim o diz
que é contra a ações tão desastrosas
resistente ao abuso faz ciosa
para o mundo ao tocar uma trombeta
e ao romper  a tampa da ancoreta
o bom vinho lavará Itabaiana
vai o mundo e vai a Besta Fubana
vai um Bispo, um Papa e um Capeta.”

Dom Capeta, Cardeal Marco di Aurélio (camisa preta e barba branca), ontem no oitão da casa do Poeta Jessier Quirino, ouvindo uma pregação serteneja do Papa Berto I, enquanto aguardava o início do evento

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7 março 2012 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO

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7 março 2012 DEU NO JORNAL

SOFRIMENTO ATROZ

O choro de Dilma Rousseff na posse de Marcelo Crivella no Ministério da Pesca (com direito a declarações especiais ao ex-ministro Luiz Sérgio) não chega a ser novidade para quem trabalha, no dia a dia, diretamente ligado à presidente.

Dilma anda comovida, a visita feita a Lula em São Bernardo deixou a Chefe de Governo profundamente consternada e ela vem sentindo que seu governo não decola. Já teve, anteriormente, em momentos mais restritos, crises semelhantes, com direito a lágrimas.

Está esgotada, estressada e sente-se sozinha. Por isso, acabou ouvindo Lula durante quatro horas no ABC. E está medicada com ansioliticos: começou com Lorax, mudou para Lexotan.

* * *

Imaginem eu, que não sou presidente da república, que não disponho do aparato e da mordomia que cerca Dilma, que não tenho à minha disposição segurança, avião exclusivo e helicópetoro militar, que não tenho uma caneta pra nomear e demitir e que não possuo o poder de distribuir verbas, cargos e boquinhas.

Imaginem como eu fico estressado e deprimido tendo que ler este tipo informação nos jornais diários…

Como eu sofro, como eu sofro…

“Esse porra desse Editor num larga do meu pé. Taqui pra você, fela-da-puta!!!”

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7 março 2012 FULEIRAGEM

AMORIM – CORREIO DO POVO

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UMA DUPLA EM CANTORIA E TRÊS POEMAS DE FRANCISCO EGÍDIO AIRES CAMPOS

Dois grande cantadores repentistas: Ivanildo Vilanova e Geraldo Amâncio

Ivanildo Vilanova e Geraldo Amâncio num Martelo Agalopado, trabalhando o tema “O Sertão em Carne e Alma”

 * * *

TRÊS POEMAS DE FRANCISCO EGÍDIO AIRES CAMPOS

1 – MINHAS SIMILARIDADES COM O JUMENTO

Padre Vieira dizia
Que o jumento é nosso irmão
Eu concordo plenamente
Pois não falou sem razão
Só que um irmão explorado,
Sofrido e desrespeitado
Mesmo empuxando o sertão.

Ele não tem ambição,
Não inveja nem cobiça,
É feliz com o que possui
E jamais foge da liça,
Atrás dos maus nunca segue,
Não acha a paz que persegue
E é vitima da injustiça.

A maldade não atiça,
E o destino não rejeita,
Faz sem buscar recompensa,
O bem, e jamais enjeita,
Amizade, se lhe dão
E a quem lhe estende a mão
Calorosamente aceita.

Por isto não é desfeita
Ser no jegue retratado,
Dá-me até um certo orgulho,
Como ele ser comparado,
Pois tenho muita energia
E trabalho noite e dia
Apesar de aposentado.

Como ele, determinado
Não desisto facilmente,
Levo uma carga pesada,
Sou pobre e vivo doente
Mas tenho a cabeça dura
Coisa alguma me segura,
Se morrer, caio pra frente.

Por isto vivo contente
Apesar da barrocheira,
Se morrer, não vou pro céu,
Não farei esta besteira,
Também não vou pro inferno
Prefiro o labor eterno
Vagando com Zé Limeira.

* * *

2 – O FLAGELO DA SECA

O sol rachando a terra ressequida,
Na caatinga a sequidão seguia,
Sumira a passarada, e não se ouvia
Uma única voz lembrando a vida.
Só a plangência lânguida e ressentida
Do mugir do magro gado, torturado,
Sedento, faminto e desfigurado,
Qual sentida oração jamais ouvida.

Clique aqui e leia este artigo completo »

7 março 2012 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA

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CARDEAL HARDY GUEDES – CURITIBA-PR

Caro Berto,
 
Com relação às recentes declarações do Sr. Jérôme Valcke, da FIFA, a respeito da morosidade dos trabalhos no Brasil para a Copa, segue a devida correção.
 
Um abraço

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7 março 2012 FULEIRAGEM

RICO – VALEPARAIBANO

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7 março 2012 DEU NO JORNAL

JESSIER QUIRINO LIDERA MOVIMENTO CONTRA SOM ABUSIVO EM LOCAIS PÚBLICOS

Paulo Rocha

Dezenas de artistas subiram ao palco para apoiar o movimento

O poeta Jessier Quirino, inconformado com a invasão dos paredões de som no carnaval de Itabaiana, resolveu lançar o movimento Civilidade Já, contra a poluição sonora em locais e festas públicas.

No carnaval de Itabaiana de 2012, no paço em frente à Igreja, local tradicional de desfile de troças, tribos de caboclinhos, escolas de samba e outras manifestações típicas e civilizadas do carnaval, foram montados dois “paredões” de som, numa tresloucada disputa para ver quem tinha o som mais potente.

A disputa sonora, aceitável em locais específicos para este tipo de “entretenimento”, não apenas inviabilizou o carnaval de muita gente como trincou vidros e gessos e afastou moradores do local, como o próprio Jessier, que fez as malas e foi passar o carnaval em Campina Grande.

 

Maciel Melo, Zé Lezim e Jessier Quirino

O movimento teve seu lançamento ontem, dia 6 de março, em frente à Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, com a presença do clero, com a presença inclusive de Dom Aldo Pagotto, de artistas que solidarizaram-se com a causa e, principalmente, de milhares de pessoas que lotaram o Largo da Matriz.

O JBF e a ICAS estavam presentes no grande evento

Estiveram presentes em favor do movimento Civilidade Já Chico César (Secretario de Cultura da Paraíba), Oliveira de Panelas, Cezinha, Maciel Melo, Biliu de Campina, Beto Brito, Adeildo Vieira, Nairom Barreto (Zé Lezim), e outros artistas, poetas, escritores e intelectuais da Paraíba e de Pernambuco, além de grupos carnavalescos locais.

 

E aí, tem coragem de ficar perto?

O que são os paredões

Os paredões nasceram nas competições de som automotivo, e aos poucos foram ganhando espaços públicos. São várias caixas de som e acessórios montados em caçambas de caminhonetas, com baterias superpotentes ecentenas de decibéis. Caracterizam-se hoje também por tocar músicas popular de gosto muito duvidoso, com letras que apelam para o sexo e muitas vezes usam palavrões como refrão.

Existe lei proibindo os paredões, mas a fiscalização é pouca. A Resolução 204, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), diz que veículos que forem flagrados emitindo nível de som superior a 104 decibéis serão penalizados com o pagamento de multa de R$ 127,69. A infração é considerada grave e o motorista leva cinco pontos na carteira de habilitação.

Algumas cidades estão criando leis municipais específicas, com Fortaleza, por exemplo, que proibiu em fevereiro de 2011 a utilização em locais públicos e também locais privados de livre acesso, como postos de gasolina e estacionamentos.

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7 março 2012 FULEIRAGEM

DUKE – SUPER NOTÍCIA

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COMO VOCÊ SE LEMBRARÁ?

E quando tudo passar, e o que restar for apenas lembranças,
Como você se lembrará da nossa história?
Porque eu…
Vou me lembrar de nós dois
Como se lembra dos dias anteriores
A quarta feira de cinzas:
Com saudades,  com uma ponta de sorriso
No canto da boca,
Mas com muita, muita ressaca e cansaço.
O cansaço que só quem se divertiu demais,
Suou demais, brigou e brincou demais,
Molhou a camisa e enfim, jogou a toalha, sabe como é que é.
Vou me lembrar de nós dois
Como uma foto antiga e desbotada que a gente
Nunca consegue tirar do porta -retrato.
Como o cheiro do travesseiro antigo,
Como uma planta que coloriu e perfumou tudo por  décadas
E, de repente, parou de florir.
Não por  ter morrido, mas por ter seguido  as estações.
Vou me lembrar de nós dois como algo que poderia ser sido eterno,
Se a eternidade existisse
Que poderia ter  sido calmo,
Se as paixões fossem serenas.
Que poderia ter sido perfeito,
Se a perfeição existisse.
Que poderia ter sido diferente,
Se não se referisse à nós dois….

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