8 fevereiro 2013 DEU NO JORNAL

PIADAS NO SALÃO

Nelson Motta

“Não podemos permitir que nossa palavra seja cerceada por aqueles que têm o monopólio da comunicação”, bradou Zé Dirceu de punho cerrado, diante de 500 militantes, num salão de Brasília. E como soubemos disso? Pelo Estadão, O Globo, a Folha de S.Paulo, e vários jornais, sites, rádios e televisões que têm o monopólio da comunicação no Brasil. Êpa! Que monopólio de araque é esse com tantas empresas competindo num dos maiores mercados publicitários do mundo?

Hoje no Brasil a coisa mais fácil é criar um jornal, um site ou uma revista que apoie o governo incondicionalmente e o PT preferencialmente. Mais fácil ainda é conseguir patrocinadores entre estatais e órgãos públicos. Difícil é fazer um veículo de comunicação que tenha qualidade e credibilidade para ser consumido não só pela militância partidária, mas capaz de formar a opinião dos leitores pela força dos seus dados e argumentos.

Não podemos permitir que o Zé Dirceu tente cercear a palavra da imprensa independente, que não depende de favores do governo e vive de anunciantes privados que pagam para divulgar e promover seus produtos e serviços nos veículos que atingem o maior público com mais credibilidade. Culpando o mensageiro pela mensagem, Dirceu insiste em “democratizar” a mídia.

Um dos relinchos mais estridentes nos blogs políticos é exigir que Dilma corte toda a publicidade estatal da TV Globo, por criticar o governo. Devem achar que a Caixa, o Banco do Brasil e a Petrobrás anunciam na Globo, que tem mais audiência do que todas as outras juntas, não por necessidade de competir no mercado, mas para comprar apoio. Para eles tudo na vida é mensalão.

Depois que a direção nacional do PT e Dilma rejeitaram a proposta de manifestações de massa em sua defesa, por inviáveis e inúteis, Dirceu agora diz que está defendendo o legado do governo Lula e suas grandes conquistas econômicas e sociais – como se uma boa administração legitimasse a compra de partidos e parlamentares para servir ao seu plano de poder.

Como dizia a velha marchinha carnavalesca:

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 “É ou não é
piada de salão?
se acha que não é
então não conte não”.

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

PELICANO – BOM DIA SP

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

ERASMO – JORNAL DE PIRACICABA

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

JORGE BRAGA – O POPULAR

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7 fevereiro 2013 DEU NO JORNAL

BERROS N’ÁGUA

Dora Kramer

Não faz jus à mediocridade do atual Congresso – notadamente da sessão legislativa que agora se inicia – a interpretação de que seus novos dirigentes desafiam o Supremo Tribunal Federal quando reivindicam para a Câmara a última palavra sobre a perda dos mandatos de quatro deputados condenados criminalmente.

Para que se configurasse um duelo seria preciso igualdade em estatura, autoridade e consistência de argumento.

“Queiram ou não queiram, a palavra final é da Câmara”, asseverou o novo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves, para gáudio de vários integrantes da Mesa Diretora que, no entusiasmo da vitória, aderiram à teoria de que uma sentença criminal da instância suprema da Justiça seja passível de revisão no Legislativo.

O presidente do STF e relator do processo que levou às condenações, ministro Joaquim Barbosa, foi de extrema delicadeza ao comentar o assunto, chamando de “especulações” as fanfarronices à deriva.

Barbosa disse o óbvio: o Supremo tem a palavra final sobre qualquer assunto constitucional sobre o qual a Justiça venha a ser instada a se manifestar. De onde não há confronto possível, pois não há duas partes dispostas a brigar.

Não obstante a evidência, o presidente da Câmara revidou: “Volto a dizer, para bom entendedor basta: vamos finalizar o processo, pois quem aprecia as formalidades legais é a Câmara, conforme pensaram quatro dos nove ministros na votação de cinco a quatro”.

Pela lógica do deputado, no resultado de cinco a quatro prevaleceriam os quatro votos vencidos sobre os cinco vencedores. Não basta para nenhum tipo de entendedor, bons ou maus.

Acuado pela degradação da própria imagem, o Congresso faz pose de valente. Promete “crescer” para cima dos Poderes Judiciário e Executivo sob as asas dos quais se esconde. Vive agarrado nas barras da toga do tribunal por omissão, e na saia da presidente da República, por submissão.

Agora mesmo um deputado (Sandro Mabel) pede ao STF que anule o resultado da eleição do líder da bancada do PMDB porque ficou insatisfeito com a derrota para Eduardo Cunha.

Não é o único exemplo, embora seja o mais recente e estapafúrdio, de choramingo judicial no Parlamento que se diz usurpado.

Os berros que agora se ouvem têm a consequência dos tiros n’água. Primeiro porque o Legislativo não dispõe de instrumentos legais para descumprir decisão do STF; segundo, porque carece de condições morais para debater de igual para igual com o Judiciário devido aos débitos de suas excelências com a lei.

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

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7 fevereiro 2013 DEU NO JORNAL

MIJOU PRA TRÁS

Um dia após enfatizar que a palavra final sobre a perda do mandato dos deputados condenados no processo do mensalão é do Legislativo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves voltou atrás e disse nesta quarta-feira (6) que não há “o menor risco de confronto” da Casa com o Supremo Tribunal Federal.

‘Não há hipótese de não cumprir decisão’, disse presidente da Câmara.

 * * *

Ufa, que alívio!

Como sabemos, o Supremo condenou 4 deputados mensaleiros. Dois petralhas e dois não-petralhas.

Uma crise institucional neste momento só seria boa pros parlamentares do PT. E também pros outros delinquentes mensaleiros do partido. Não é por acaso que Zé Dirceu anda subvertendo a ordem constitucional, fazendo criminosa, ilegal, aberta, imoral e descarada campanha contra o Poder Judiciário. Doido pra provocar uma crise institucional.

Lembram-se que o presidente da Câmara que antecedeu Henrique Eduardo, o petralha Marco Maia, ofereceu até as instalações do parlamento como esconderijo pra gangue não ser presa???

Pois é…

É essa a idéia que estes canalhas têm de democracia e de regime aberto. Bando de felas da puta. Podiam se mudar pra Cuba, pra Venezuela, pra puta que os pariu ou pras profundas dos quintos dos infernos.

Voltarei ao tema oportunamente.

“Eu sou um bode velho e experiente, um corrupto que sei das coisas e que, ao contrário dos tabacudos do PT, sei o quanto é importante acatar uma decisão judicial: será uma atenuante no dia em que chegar a minha vez… se é que vai chegar algum dia…”

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE

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https://www.facebook.com/gustavo.arruda3/
SAIU MEU 5º LIVRO

 

São 5 anos da coluna “O Negócio da Coisa Medonha”, no “Jornal da Besta Fubana“. Trata-se de 36 textos de opiniões pessoais, divididos em 10 temas do quotidiano, com várias histórias baseadas em situações reais acontecidas comigo e em fatos veiculados pela imprensa.

Um livro leve e rápido (apenas 100 páginas), escrito em uma linguagem simples e divertida, com boas pitadas de humor (bem ao estilo atual das redes sociais da Internet). Ideal para entreter e alegrar o público de qualquer idade, nível de instrução, classe e segmento social. Mas feito especialmente para distrair o leitor maduro, casado, ocupado, responsável e trabalhador (em uma viagem de avião, esperando o metrô ou mesmo na recepção do médico).

Dê uma olhada em um dos textos clicando aqui

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

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7 fevereiro 2013 A PALAVRA DO EDITOR

AGORA VAMOS FALAR SÉRIO

Deixando de lado a hilariedade e as piadas que estão na postagem imediatamente após esta, vamos ouvir algumas palavras sérias, seriíssimas, com o pernambucano Ricardo Noblat, pra compensar a galhofa de Natan e dos chargistas, os grandes humoristas fubânicos:

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7 fevereiro 2013 COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COMENTARISTAS E CHARGISTAS: OS HUMORISTAS DO JBF (SEM PAIXÃO CONSERVADORA…)

Comentário sobre a postagem EU NÃO ACEITO!

Cardeal Natan:

“Nós precisamos dos políticos, pra que cuidem dos nossos interesses, enquanto cuidamos das nossas tarefas.

Todos nós, se arreparar direitinho, acompanhando o desempenho do Renan e do Henrique Alves – sem paixão conservadora -, veremos que eles trabalham pelo bem da população.

Pense nisso, criatura!”

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7 fevereiro 2013 GORJEIOS - Doddo Felix


NA PRAIA

Mar! Verde mar! Leve espuma
cuja brancura encandeia!…
Já sem forças, de uma em uma,
as ondas morrem na areia.

Então nosso olhar vagueia
até muito além da bruma,
onde nasce a lua cheia
aureolada de espuma.

Os recifes de corais
formam naturais piscinas
ornadas de coqueirais.

Gaivotas cruzam a praia…
E sobre as areias finas
a branca espuma desmaia.

Porto de Galinhas, 4.Nov.1995

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

JORGE BRAGA – O POPULAR

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7 fevereiro 2013 A PALAVRA DO EDITOR

UMA LINDA PRODUÇÃO VERMÊIA

Tem uma turminha de cabras safados e mal agredecidos que vive me caluniando, dizendo que eu só abro a boca pra falar mal dos petistas.

Que eu vivo a repetir que petista só faz o que não presta. Que só faz coisa feia.

Tremenda mentira. Tremenda injustiça. Rebato esta calúnia com veemência.

Petista também consegue produzir boas obras. Lindas obras, sem qualqur sombra de dúvida.

Vejam, por exemplo, a moça que está retratada na foto abaixo:

Trata-se de Flaira Ferro, com apenas 22 aninhos. É jornalista e bailarina, sendo reconhecida como uma excelente passista do Frevo. Ela dança que só a gôta serena o ritmo contagiante aqui da nossa terrinha.

Pois bem. Esta jovem é filha do Deputado Federal Fernando Ferro, um dos mais combativos parlamentares do PT, um pernambucano da gema, lulista do culhão roxo, defensor de Zé Dirceu, amigo de Delúbio, colega da bancada de Genoino e inimigo figadal do tribunal que condenou os mensaleiros.

Tão vendo só???!!! Petista também consegue fazer coisa boa, coisa bonita, coisa agradável e que faz bem ao mundo. Coisa que encanta os olhos e enche de alegria o coração de quem é sensível e aprecia o belo.

Vejam só esta nota a seguir, que foi publicada num jornal de grande circulação aqui do Recife. Aliás, o jornal publicou a foto da moça cortada pela metade, sem a tenra penugem pubiana. A foto, do jeito que foi originalmente postada na internet, é esta aí de cima, reproduzida aqui no JBF.

Flaira Ferro, 22, bailarina e jornalista, filha do deputado federal Fernando Ferro está fazendo bonito na internet. A jovem posou nua para o projeto “Apartamento 302″, onde o fotógrafo Jorge Bispo fotografa mulheres nuas dentro do mesmo apartamento. 83 mulheres já foram fotografadas.

O apartamento 302 é a residência do fotógrafo, no Rio de Janeiro. Ele, que já fez capas de discos no seu apartamento, decidiu fotografar mulheres nuas na sua casa. Ele diz que tem um pouco de “fantasia masculina” no projeto.

Repito: petista, por mais incrível que isto possa parecer, tem capacidade de fazer coisas boas e belas.

Quem entrar na página do fotógrafo Jorge Bispo vai encontrar um balaio repleto de tabacas, esborrando até as beiras. Um balaio cheio de bacurinhas pra todos os gostos e de todos os tipos. Tem priquitos de fêmeas novinhas até anciãs, de lisinhas até cabeludas, de durinhas até aquelas cheias de sensuais celulites. Mas todas em condições de apreciação e em pleno gozo de merecendências elogiativas.

Dá pra ficar o dia inteiro passeando nas várias páginas. Quem quiser ir lá, basta clicar aqui.

Só pra aguçar a curiosidade, dou dois exemplos de fêmeas, entre as centenas que o ardiloso fotografo clicou:

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

MONSENHOR NEWTON SILVA – CHARGE ONLINE

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ALÉM DAS PRECES

A triste seca já voltou
E a asa-branca agourou e já bateu a asa
Plantação defunta no oitão de casa
O chão em brasa
A triste seca já voltou

Ô arco-íris, sopre um vento colorido
Que o verde do teu vestido se espalhe na plantação,
Que o amarelo seja puro e adocicado,
E que a brancura seja a cor da floração,
E que o vermelho sejam flores parecidas
Com os beicinhos das luzidas, “caboquinhas” do sertão

Que não se veja um sertanejo se ajoelhando
Pedindo chuva perante Cristo sonolentos
Que não se veja um solo rachado e sedento
Que sem sustento, às vezes se ajoelhando
Que não se veja baraúna jejuando,
Chorando folha numa paisagem cinzenta
Que não se veja fila de latas sedentas,
Salário d’água matando a sede matando

Ô arco-íris, sopre um vento colorido
Que a fita do teu vestido faça uma festa de cor
Eu quero ver resina de catingueira
Ser o chiclete na boca do meu amor
E que a sanfona toque um xote na colheita
Pra dança das borboletas enfeitadeiras de flor

(Quem vive pelo sertão já vive sertanejado
Pois a chuva não choveja, nem troveja no cerrado
E o sertanejo valente guarda sempre uma semente
Pro inverno abençoado)

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

AMORIM – CORREIO DO POVO

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7 fevereiro 2013 DEU NO JORNAL

PETRÓLEO VERMÊIO

Para quem tem memória curta: a Petrobras, no governo do PT, já teve seu lucro reduzido quatro vezes.

Em 2004, 2007, 2009 e agora, 2012.

Já a produção de petróleo caiu duas vezes, em 2004 e no ano passado – e tudo isso mesmo com o preço do petróleo a US$ 100.

* * *

A maior proximidade que tenho com petróleo e assuntos correlatos é quando paro num posto pra abastecer o carro e ser escorchado na hora de pagar o abastecimento.

Pra num perder o apetite e ficar emputiferado numa bela manhã ensolarada, numa quinta-feira carnavalesca e cheia de alegrias nesta cidade maurícia, limito-me a transcrever trechos de um artigo que li ontem na internet.

A boa notícia foi a franqueza da presidente da Petrobras. Más notícias foram as informações que ela passou para os analistas ontem em duas horas de teleconferência. Enquanto Graça Foster falava, as ações com direito a voto despencavam. Há três buracos no casco do navio da Petrobras: os preços ainda defasados, a desvalorização do real e a queda da produção.

A empresa precisa investir, há projetos ousados de investimento e isso é bom. O problema é que para isso terá que aumentar seu endividamento, o que a coloca num círculo perigoso: se atingir o percentual de 35% do patrimônio líquido – está em 30% – pode perder seu grau de investimento, o que tornaria os juros maiores.

Graça Foster avisou que será um ano difícil. Quem avisa, sincero é. E isso é melhor do que dourar a pílula e contornar a realidade. Se tentasse esconder a informação, não conseguiria, e aumentaria ainda mais a desconfiança.

A empresa perdeu enorme valor de mercado nos últimos anos.

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

WILLIAM – CHARGE ONLINE

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FRIO DUCRAY

Paris, novembro de 2012, espero que o imposto de renda me devolva uma certa mixaria, que pode ser pouco porém depois de tanto tempo vivendo em euros qualquer real que caia na rede é peixe.

Mas… qual! Recebo um aviso de que me espera no Brasil uma comunicação do Leão informando que me lasquei. Tem coisa errada na declaração,  precisarei comparecer lá para me explicar.

Ora, só faltava essa. Aqui, digo, lá, na Cidade Luz estava um frio de lascar. A gente costumava dizer que estava frio bagarái, mas a notícia de que meus trocados ficaram retidos acabou de me congelar.

Parece que os franceses adivinhavam minha situação precária: passei em frente de uma vitrine e lá estava, em letras garrafais, não bagarái, mas ducray.

Quase a mesma coisa, pensei: – Tá fazendo frio bagarái e essa notícia de que me ferraram, estando eu aqui, a nove mil quilômetros e cacetada distante de minha terra, enterrado até os famosos bagos no cartão de crédito, não podendo fazer nada, é ducray.

Mas que nada, certamente essa palavrinha safada não tem o sentido que lhe queria dar naquele momento solene. De que se trata?

Volto-me para ler tudo, é um anúncio de alguma coisa. Sim, trata-se de um produto de certo laboratório dermatológico. Pois bom, um creme Ducray! Ou seja, deve ser excelente.

Volto para o Brasil. Aqui, ao contrário de lá, faz um calor ducrái, ou ducray na linguagem deles.

Corro para resolver o problema com o governo do PT, vou à secretaria das finanças ou seja lá o que for, eles me informam que se trata da coisa mais simples do mundo: lancei curso de idioma para abater um pouco da lebre, ou do antílope neste caso. Isso não pode! É safadeza! Contudo, não corro risco de ser preso, nem de perder a presidência do Senado. Basta-me fazer uma declaração retificadora, tirar aquele estorvo e aguardar uns dias para limpar a minha ficha e pôr a mão na massa.

Ufa! Vamos lá, depois de providenciado o documento substituto, conferir dia após dia o extrato bancário, dia após dia, dia após dia, dia após dia, dia após dia, um elefante chateia muita gente, dois elefantes dia após dia, dia após dia… e em vez do meu tutu recebo outra intimação!

Tás brincando? Agora querem que eu leve os documentos dizendo de onde eu tirei dinheiro! Bolas, é claro que recebi de Cuba, um montão em caixa de rum, um tanto enrolado em charutos outro tanto enfiado dentro da cueca!

Começo a compreender porque é que tem tanta gente que não gosta do governo. Se desta vez não me entregarem meus trocados, me digam onde é que assino para passar para a oposição!

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

ATORRES – DIÁRIO DO PARÁ

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VELHOS CARNAVAIS

Bloco Jofreitas em Folia, Pesqueira-PE, 1960

Podem me chamar de saudosista que eu não me zango. Se quiserem, digam que estou ultrapassado, sou do tempo do ronca que não estou nem aí.
 
Agora, quem desejar me deixar de cara fechada é só me oferecer um CD pirata ou me convidar para um lugar onde só se ouve música eletrônica ou aquelas coisas que os baianos, por não acharem mais graça, estão mandando para os alienados curtirem.
 
Para justificar o meu gosto musical, faço questão de revelar que já participei de mais de cinquenta carnavais. Que as primeiras músicas carnavalescas que escutei, ou pelo menos, são as que ficaram registradas na minha memória chamam-se O Teu Lencinho e Quem Sabe, Sabe, grandes sucessos dos anos 50.

Carnaval de 1980 – Pesqueira-PE, Clube dos 50

A trilha musical que mantenho arquivada na velha cuca pode não ser a melhor, mas garanto que não faz vergonha a ninguém. Saibam que dancei, fiz o passo e namorei ao som de marchas, marchinhas e frevos cantados e orquestrados que marcaram época nos tempos em que os cantores e orquestras além de ótimos, eram mais caprichosos na escolha de seus repertórios.
 
Para não ser cansativo, citarei apenas algumas de cada gênero.
 
FREVOS DE RUA: Vassourinhas, Mordido, Lágrimas de Folião, Zé Carioca no Frevo, Corisco, Fogão e Relembrando o Norte.

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FREVOS-CANÇÃO: Casinha Pequenina, Você Está Sozinha, O Tocador de Trombone, É de Fazer Chorar, Boneca, Cabelos Brancos, Sonhei Que Estava em Pernambuco, Ingratidão, É de Amargar, Mandarim, Pierrot, e outros.

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MARCHAS: Saca-Rolha, Jardineira, As Pastorinhas, Se a Canoa Não Virar, A Cabeleira do Zezé, Noite dos Mascarados e Máscara Negra.

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FREVOS DE BLOCO: Evocação, Valores do Passado, Você Gostou de Mim, Madeira Que Cupim Não Roi, Último Regresso, Recordar é Viver.

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E os cantores? Aí é covardia. Não dá para esquecer as marchas e frevos interpretados por Carlos Galhardo, Nelson Gonçalves, Expedito Baracho, Emilinha Borba, Coral do Bloco da Saudade, Zé e Zilda, Jackson do Pandeiro, Jorge Goulart, Ângela Maria, Blecaute, Coral Edgard Moraes, Claudionor Germano, sem falar nas orquestras Tabajara, RCA, de Nelson Ferreira, Duda e Zé Meneses.
 
Os mais jovens não sabem o que perderam por não terem desfrutado do privilégio de brincar um Carnaval ao som de músicas excelentes que ficaram conhecidas por terem sido tocadas nos serviços de alto-falantes e nas emissoras de rádio, principais meios de divulgação existentes na época.
 
Aí está uma das raras vantagens de ser coroa, podem acreditar.

 

Bloco Amantes da Lua – Anos 80                                       Carnaval de 93

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

XALBERTO – CHARGE ONLINE

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7 fevereiro 2013 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LUIZ ALBERTO MACHADO – MACEIÓ-AL

Olá, Berto pessoamiga,

quero lhe apresentar a minha canção Desejo. Para conferir é só acessar clicando aqui.

Essa canção foi gravada pela cantora Sonia Mello, já ganhou o FEMI 2010 no Japão e foi indicada ao Grammy 2012. Agora estamos concorrendo nas categorias de  Melhor Música e Melhor Cantora ao Troféu Internet do SBT.

Para votar na gente é só clicar aqui.

E vamos comemorar a Folia Tataritaritatá no vídeo abaixo. 

Abrações & conto com seu voto e participação.

R. Meu querido amigo Nito Machado, meu conterrâneo de Palmares, um artista talentoso e de múltiplas atividades, escritor, compositor, pesquisador e radialista, um malassombrado da bixiga lixa.

Já fui lá e já votei, meu caro. E fique certo que todos os amigos da comunidade fubânica também vão comparecer pra votar. Você é um batalhador incansável que merece fazer todo o sucesso do mundo.

É uma alegria enorme receber notícias de você, seu cabra doido.

Quem quiser saber o tanto de bem-querença que nos une, leiam um texto de Nito, clicando aqui.

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

PADRE SPONHOLZ – JBF

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http://www.musicariabrasil.blogspot.com
JOTA MICHILES, 70 ANOS

Nada mais contextualizado para o dia de hoje em nossa coluna do que falar acerca do carnaval. Não necessariamente sobre o carnaval, mas sobre um dos personagens, que assim como tantos, fazem a alegria de muitos foliões que acompanham o repertório carnavalesco nas últimas décadas. Sei que na música pernambucana é até injustiça me prender a um nome especificamente, porém esse hoje é de merecido destaque não apenas por sua obra, mas também pela passagem do seu aniversário de setenta anos ao longo deste mês.

Nascido na cidade do Recife a 4 de fevereiro de 1943, José Michiles da Silva é sem dúvida alguma um dos compositores mais expressivos do carnaval pernambucano. O artista que além de compor também é artista plástico. é formado em história e chegou a atuar como educador em algumas escolas do estado de Pernambuco, dentre elas o Colégio Estadual Rodolfo Aureliano, em Olinda, por 10 anos e de modo paralelo aos seus trabalhos como professor, compunha. Só abandonou as salas de aula em 1991 , quando dedicou-se exclusivamente a composição.

Começou a escrever seus  primeiros versos aos 12 anos e de lá pra cá não parou mais; e apesar de ser notoriamente conhecido como compositor de frevo tem em seu currículo canções em diversos ritmos, desde maracatu, coco, forró até jingles para campanhas publicitárias e políticas.

Sua carreira  teve início quando teve o bolero “Você me maltratou” gravada pelo cantor Victor Bacelar, 1962. Dois anos depois resolveu arriscar a sorte no Rio de Janeiro. Aos 22 anos viajou e ficou hospedado na casa do famoso tio, que além de ser cantor já tinha se consagrado no sudeste como um artista campeão de vendagem de LP’s. Esse tio famoso, era o cantor também pernambucano Orlando Dias, nome artístico de José Adauto Michiles, Nessa época em que esteve na “cidade maravilhosa”, Jota teve a oportunidade de ter uma de suas composições gravada pelo grupo vocal Golden Boys. Foi com o calypso “Não quero que tu chores” (versão para a música dos Beatles, I Wanna Hold Your Hand) que Michiles de fato deu início a trajetória de compositor de sucesso, tendo canções gravadas por diversos nomes de nossa MPB, dentre eles Dominguinhos, Fafá de Belém, Claudionor Germano, Amelinha, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Alceu Valença, este, um dos seus intérprete mais constante.

Dois anos depois, em 1966, o compositor já estava de volta a sua cidade natal e resolveu participar do concurso “Uma Canção para o Recife” e nele tirou primeiro lugar com o frevo-de-bloco “Recife, manhã de sol” interpretado pelo cantor Marcus Aguiar e posteriormente gravada por seu tio.

Vencer esse concurso em primeiro lugar foi o marco mais importante na carreira do compositor Jota Michiles, então um jovem com 23 anos que conseguiu desbancar os dois maiores compositores de frevo do estado: Capiba e Nelson Ferreira. De quebra ainda venceu uma composição do multifacetado Ariano Suassuna.

Essa alavancada o fez participar dos concursos de música promovidos pela Rádio Clube de Pernambuco, TV Tupi e TV Jornal do Commercio (Canal 2).

Depois dessa exitosa experiência continuou a conciliar a carreira como professor da rede estadual de Pernambuco com a vida de compositor e chegou a escrever diversos sucessos interpretados principalmente pelo cantor e compositor Alceu Valença, dentre esses sucessos estão: “Bom demais” (1986), “Me segura Senão Eu Caio” (1987), “Roda e avisa” (composição com E.Rodrigues) (1989). “Diabo Louro” (1994) e “Vampira” (2005).

Apesar de suas canções serem mais conhecidas na voz de Alceu Valença, Michiles emprestou suas canções a artistas como Fafá de Belém (Fazendo Fumaça, Forró Fogoso e Negue), André Rio (Queimando a Massa e Babado da Morena), Claudionor Germano (Queimando a Massa), Banda Pinguim (Queimando a Massa), Nádia Maia (Espelho Doido), Novinho da Paraíba (Forró Fogoso) e Coral do Bloco da Saudade (Sonhos de Pierrô, Obrigado Criança e Bloco da Saudade), Dominguinhos (Estrela Gonzaga), entre outros nesses mais de 50 anos de carreira.

Michiles conseguiu sintetizar de modo único a sua obra em 1997, quando colocou no mercado o álbum “Asas do frevo – O carnaval de Jota Michiles”, comemorando 45 anos de composição. Um disco onde estão presentes grandes nomes da nossa música popular brasileira e é repleto de momentos antológicos.

Como sempre, deixo aqui aos amigos do JBF para audição dois grandes frevos desse nome que abordamos. A primeira trata-se do frevo citado ao longo do texto “Me segura Senão Eu Caio“, aqui interpretada pelo cantor Ney Matogrosso para o disco “100 anos de frevo, é de perder o sapato”, álbum lançado no ano do centenário do frevo:

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A segunda é a canção “Vampira” gravada aqui pelo cantor e compositor Alceu Valença para o álbum “Alceu Valença – Na embolada do tempo”, de 2005:

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

ZÉ DASSILVA – DIÁRIO CATARINENSE

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7 fevereiro 2013 DEU NO JORNAL

ÁLCOOL, TOLERÂNCIA ZERO E CONSTITUIÇÃO

Ives Gandra

Reza o artigo 5º, inciso VI, da Constituição Federal que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

É do conhecimento geral que a religião católica apostólica romana tem a missa como centro de sua liturgia e, nesta, o momento mais solene é o da consagração das espécies, em que, pela transubstanciação, o pão e o vinho se transformam no corpo e no sangue de Cristo, sem alteração das espécies.

O gesto de Cristo, na última Ceia antes do martírio do julgamento, via crucis, calvário e cruz, é renovado há dois mil anos pelos sacerdotes ordenados, que ingerem o vinho transubstanciado em pequena quantidade.

O número reduzido de sacerdotes para o grande número de fiéis leva muitos deles a “binarem” ou “trinarem” (oficiam 2 ou 3 missas por dia) em lugares diversos, ingerindo, pois, em cada consagração, uma pequena quantidade de vinho.

Ora, pela lei “politicamente correta” – segundo a qual qualquer quantidade afetaria necessariamente as habilidades dos motoristas  – aprovada com grande estardalhaço midiático, multas elevadíssimas e até pena de prisão serão aplicadas aos motoristas que tenham consumido até mesmo um bombom com licor, pois a tolerância é zero.

Ora, como os sacerdotes católicos não podem deixar de rezar a missa diária e nem de atender os fiéis em diversas igrejas e lugares para os ofícios – como ministrar extrema unção em hospitais, encomendar corpos em velórios, além de sua pastoral normal – e não gozam das mordomias oficiais dos agentes públicos de certo escalão, nos três Poderes (que se utilizam de motoristas pagos pelo erário público), pois vivem com orçamentos limitados, são obrigados a dirigir seus próprios carros no exercício de sua atividade sacerdotal.

Ora, qualquer deles está sujeito, numa “blitz”, a ser multado e, na reincidência, preso, em fantástica violação ao art. 5º, inciso VI da Constituição Federal, que proíbe qualquer limitação ao culto das religiões, cujo livre exercício é assegurado, sendo inviolável a liberdade de crença.

A lei de tolerância zero, que cerceia a liberdade de culto – culto este que tem 2 mil anos no mundo inteiro e em todos os países, até mesmo na maioria dos islâmicos – é, neste particular, manifestamente inconstitucional, pois impede o exercício da atividade pastoral dos sacerdotes católicos apostólicos romanos, proibindo-os de dirigir os seus próprios carros para atender os fiéis nos casos em que sua presença se faz necessária, desde o nascimento até a morte (batismo, casamento, extrema unção e encomenda de corpo).

Assim, caso algum sacerdote seja multado ou preso por exercer  a sua atividade, poderá ser arguida a inconstitucionalidade manifesta da lei, que representa o cerceamento de sua ação pastoral.

Em minha opinião, caberia, inclusive, uma ação direta de inconstitucionalidade pela qual, conforme jurisprudência pacífica no STF, a inconstitucionalidade seria decretada sem redução do texto legal, que seria mantido, exceto nessa hipótese.

Pessoalmente, entendo que é uma lei contrária à lógica e à razão. Deveria ela punir apenas aqueles que tivessem bebido quantidade de álcool suficiente para afetar suas habilidades de motorista, e não partir do pressuposto, absolutamente imbecil, de que qualquer gota de álcool pode afetar tais habilidades. O problema é sempre o mesmo: as autoridades querem se eximir de fiscalizar. Como dá mais trabalho verificar se o condutor ingeriu a  dosagem mínima que a lei admite, adotam a “tolerância zero”. Com isso, no Brasil, todos os que comerem um bombom com licor tornam-se inabilitados para dirigir, porque têm, por ficção, suas faculdades mentais afetadas. Ora, o “politicamente correto” não pode excluir a razoabilidade, sob pena de se transformar em “estupidez politicamente correta”, que ficará no anedotário da história para as futuras gerações.

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7 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA

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6 fevereiro 2013 COMENTÁRIOS SELECIONADOS

SOCIÁVEL E BEM HUMORADO: DO JEITO QUE MINHA SENHORIA MERECE…

Três comentário sobre a postagem ACERCA DA CACIQUE DA TRIBO DOS PANKARÁ

Roberto Pessoa:

“Hummm num é fôfo essa postagem de seu Allan?

Oh seu Papa, porque é que o nosso amigo num tem nem um título eclesiástico na ICAS?

Nomeia o rapaz nem que seja coroinha…”

* * *

Papa Berto:

“Caro leitor Roberto Pessoa:

O Poeta Allan Sales é uma pessoa cuja agenda vive cheia e ele não tem muito tempo pra se dedicar a coisas miúdas.

Ele é Bispo da Igreja Sertaneja, desde dezembro de 2009. Confira neste link:

http://www.luizberto.com/a-palavra-do-editor/promocoes-na-igreja-sertaneja

É bem provável que ele não tenha visto esta postagem pelo fato de que aqui no JBF ele só entra na coluna dele.

Ao contrário dos demais membros da ICAS, o Poeta Allan nunca usou seu título de Bispo, nunca fez qualquer citação ou referência a este fato, ou mesmo referência ao simples fato de ser da ICAS. Desconfiado de que seja um incômodo pra ele, eu já havia pensado em retirá-lo da lista dos nossos clérigos. Coisa que irei fazer nos próximos dias. Não gosto de deixar ninguém constrangido.

Pelo menos continuaremos contando com ele no JBF. Mesmo que ele só passe aqui para entrar apenas na coluna dele. E só nela ele faz comentários, debate e participa. Eu entendo perfeitamente, pois, como disse, ele é uma pessoa ocupada e tem coisas mais interessantes e mais importantes pra cuidar. Mesmo assim, espero continuar contando com sua valiosa colaboração.

* * *

Allan Sales:
 
“Prezado Berto.

Agradeço por suas gentis palavras e pelo espaço que foi dado para participar com minhas publicações.

Quanto ao título de bispo, tanto faz, não faço a  menor ideia do que isso venha a ser, acho um boa peça de humor inventada por vossa senhoria e demais confrades.

Seja feita a vossa vontade acerca de minha excomunhão, garanto que não vou criar uma IAAS, Igreja Anglicana Apostólica Sertaneja, para concorrer com a sua.

Afinal fica constrangedor ter um bispo cujo nome é Allan Kardec do Nascimento Sales.”

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6 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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6 fevereiro 2013 A PALAVRA DO EDITOR

AVISO AOS NAVEGANTES

Estão sendo implantadas algumas novidades e melhoramentos no sistema de comentários.

Tenham paciência, por favor, se ocorrer algum eventual problema.

A Plano 4 está trabalhando pra deixar tudo em ordem.

Grato pela compreensão de todos.

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6 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

WALDEZ – AMAZÔNIA JORNAL

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6 fevereiro 2013 A HORA DA POESIA

SONETO DO AMOR TOTAL – Vinicius de Moraes

Amo-te tanto meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

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6 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

AROEIRA – JORNAL O SUL

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6 fevereiro 2013 DEU NO JORNAL

COMO ADMINISTRAR O MIJO AÉREO

Sempre com problemas em seus contratos com empresas especializadas em limpeza de banheiros em todos os aeroportos que administra, a Infraero resolveu lançar uma campanha sugerindo que as pessoas façam xixi em suas casas, antes de seguir para o aeroporto.

Se algum banheiro estiver interditado, o passageiro sofre menos até entrar no avião, onde toaletes de bordo poderão ser sua salvação.

* * *

Não riam. A notícia é séria. Acabei de checar.

Nunca antes neztepaiz…

É a Banânia do Socialismo Muderno.

Aeroporto Internacional dos Palmares:  passageiro desconsidera a recomendação da estatal petralha e mija no saguão

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6 fevereiro 2013 DEU NO JORNAL

A PALAVRA DO NOBLAT

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6 fevereiro 2013 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

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© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa