LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
JASMIM MANGA
DEU NO JORNAL
NO COMANDO
Não que precisasse de pesquisa, mas o PoderData fez o levantamento sobre a participação da primeira-dama Janja no governo do maridão Lula.
O resultado: 52% dos entrevistados reprovam.
* * *
A maioria reprova.
Mas ainda tem gente que aprova a participação dela na gunvernança do marido.
Eu mesmo dou a maior força!
Que ela assuma o comando de fato e dê expediente no palácio: de paletó, gravata e caneta na mão.
Aí a zorra vai ser histórica!!!
DEU NO X
NADA FOI ROUBADO DO HISTÓRICO EDIFÍCIO
Lula tetra na corja de jumento 😂😂😂😂😂😂😂 pic.twitter.com/C6DThmQpr0
— Naia🇧🇷🎀♌️ (@naia0880) June 5, 2026
DEU NO JORNAL
O PREÇO DA PERCEPÇÃO DA LENIÊNCIA COM O CRIME
Luciano Trigo
A decisão de Donald Trump de classificar como organizações terroristas o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital produziu um debate que vai muito além da discussão jurídica. A reação do governo brasileiro (e do sistema que o apoia) expõe um problema que acompanha os governos do PT há décadas: a percepção de leniência, de excessiva tolerância diante do avanço do crime organizado no país. Em ano eleitoral, essa percepção pode ter um custo altíssimo.
Quem é contra a medida afirma que o CV e o PCC não se enquadram na definição legal de terrorismo por não terem motivação ideológica, religiosa ou política. Este pode até ser um argumento juridicamente defensável. O problema é que, para a imensa parcela dos brasileiros que mora em territórios dominados pelo crime, este é um detalhe sem a menor importância.
Para o cidadão que convive diariamente com tráfico armado, extorsão, execuções, domínio territorial de facções e medo constante, pouco importa se os criminosos agem em nome de uma causa política ou meramente em busca do lucro. O resultado é o mesmo: comunidades submetidas ao terror, autoridades intimidadas e o Estado perdendo espaço para organizações criminosas, que impõem suas próprias regras à população local.
O PCC e o CV já deixaram de ser simples quadrilhas. Hoje, são estruturas transnacionais que movimentam bilhões, operam rotas internacionais de drogas, participam de sofisticados esquemas de lavagem de dinheiro e exercem forte influência política. Em muitas regiões do país, seu poder já rivaliza com a própria autoridade estatal.
É nesse contexto que a iniciativa americana deve ser vista. O crime organizado contemporâneo já não respeita fronteiras. Combatê-lo exige instrumentos igualmente globais. A classificação como organização terrorista não significa qualquer ameaça concreta à soberania brasileira ou a possibilidade realista de intervenção militar. Os precedentes internacionais mostram outra realidade. No caso dos cartéis mexicanos, por exemplo, a principal consequência foi o fortalecimento de mecanismos financeiros, investigativos e de cooperação internacional voltados ao combate às organizações criminosas.
O verdadeiro impacto da medida ocorre no sistema financeiro global: amplia sanções, facilita bloqueios de ativos, endurece punições e aumenta a capacidade de rastrear recursos utilizados pelas facções. Ou seja, atinge diretamente aquilo que sustenta o crime organizado moderno: o dinheiro.
Ainda assim, a reação do governo brasileiro foi predominantemente defensiva. Em vez de destacar as oportunidades de cooperação internacional no enfrentamento às facções, o foco recaiu sobre preocupações diplomáticas e questionamentos conceituais acerca do uso da palavra “terrorismo”. Politicamente, essa postura produz um efeito problemático, sobretudo em ano eleitoral. Ela reforça a percepção de que a esquerda sempre demonstra desconforto quando o tema é o endurecimento do combate ao crime.
Essa percepção não surgiu do nada. Ao longo das últimas décadas, narrativas que relativizam políticas de endurecimento penal, críticas frequentes à atuação policial, mesmo em cenários de violência extrema, e interpretações que parecem atribuir a criminalidade exclusivamente a fatores sociais e econômicos se tornaram rotineiras. Embora essas posições possam ter fundamentos humanitários legítimos, o desgaste político é inegável em um país no qual a maior parte da população vive com medo.
O fato é que a sociedade enxerga hoje uma desconexão entre a narrativa progressista e a realidade vivida por quem enfrenta diariamente a insegurança. A sensação amplamente disseminada é a de que a esquerda está mais preocupada com os direitos dos criminosos do que com os direitos das vítimas.
É evidente que pobreza, exclusão social e ausência de oportunidades influenciam os índices de criminalidade. Mas reduzir organizações como PCC e Comando Vermelho a meros produtos da desigualdade social significa ignorar sua natureza atual. Essas facções são conglomerados criminosos altamente organizados, movidos por interesses econômicos, dotados de capacidade logística sofisticada e responsáveis por níveis extremos de violência, que atingem principalmente a população mais pobre.
Em política, percepções costumam importar mais do que detalhes técnicos. A imagem que se consolida é simples e facilmente assimilável pelo eleitorado: de um lado, quem defende o endurecimento máximo contra as facções; de outro, um governo preocupado em discutir definições jurídicas e levantar objeções diplomáticas.
São duas visões distintas sobre segurança pública. Uma encara o crime organizado como consequência de fatores sociais e enfatiza as causas estruturais do problema. A outra reconhece que organizações criminosas alcançaram tamanho poder econômico, territorial e militar que passaram a representar ameaças estratégicas ao próprio Estado. A realidade aproxima cada vez mais o cidadão comum da segunda visão.
PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA
O NOSSO LIVRO – Florbela Espanca
Livro do meu amor, do teu amor,
Livro do nosso amor, do nosso peito…
Abre-lhe as folhas devagar, com jeito,
Como se fossem pétalas de flor.
Olha que eu outro já não sei compor
Mais santamente triste, mais perfeito
Não esfolhes os lírios com que é feito
Que outros não tenho em meu jardim de dor!
Livro de mais ninguém! Só meu! Só teu!
Num sorriso tu dizes e digo eu:
Versos só nossos mas que lindos sois!
Ah, meu Amor! Mas quanta, quanta gente
Dirá, fechando o livro docemente:
“Versos só nossos, só de nós os dois!…”

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)
DEU NO X
OS BAITOLAS SE ALEMBRAM-SE DESTE VÍDEO??
Concordo com seu projeto de lei, vai impedir o Lula de ser candidato por conta dessa fala dele?
— O Pinto Marcando ® (@opintomarcand0) June 5, 2026
COMENTÁRIO DO LEITOR
COLÉGIO MILITAR
Comentário sobre a postagem O BRASIL SOBE O TOM
Carlos:
E é com muito orgulho que eu, por ser filho de militar e devido às suas transferências, fui aluno do Colégio Militar de Curitiba, onde entrei concursado por exame de admissão.
Depois fui aluno do Colégio Militar do Rio de Janeiro.
E finalizei meu ensino médio no internato do Colégio Militar de Manaus.
Parabéns aos alunos destes colégios.
DEU NO JORNAL
TERROR
A resistência de Lula e petistas em reconhecer como terroristas grupos que boa parte do mundo declara como tal é antiga.
Até hoje, por exemplo, Lula e cia. não reconhecem como terrorista o Hamas, com registros de decapitações e violência sexual.
Militante do grupo, Sayid Tenório foi recebido no Palácio do Planalto por Alexandre Padilha, atual ministro da Saúde, à época nas Relações Institucionais de Lula.
Sem constrangimento, há até foto do sujeito com a ex-presidente Dilma.

Lula é reincidente. Chamou traficante de “vítima dos usuários” e, no caso PCC/CV, declarou estar “muito triste” pela classificação como terroristas.
* * *
Nada de espanto.
Tudo normal e dentro do regulamento lulo-petralha.
Se a coisa é ruim e não presta, o bando da istrêla vermêia aplaude e apoia.
CARLOS EDUARDO SANTOS - CRÔNICAS CHEIAS DE GRAÇA
FIGURAS DECORATIVAS
Fachada do London and River Plate Bank, no Recife
Hoje, com esses mecanismos de Caixa-eletrônico, Pix e a velocidade das comunicações por satélite, as pessoas “setentonas” que formavam o povão nos anos 50, sentem-se, digamos assim, ludibriados pela ciência, por não ter implantado, já naqueles anos, maneiras menos trabalhosas de lidar com moedas, papéis-moeda, transferências bancárias, empréstimos, movimentação entre contas, ordens de pagamento, cheques e notas promissórias.
Cabe, aqui, rememorar, para fins didáticos, como tudo isso funcionava. Pra começar, pessoas físicas não podiam ter conta em Banco. Só aos grandes comerciantes e industriais era dado esse privilégio. Uma forma de preconceito social!
No Recife a antiga Caixa Econômica Federal de Pernambuco implantou a Caderneta de Poupança, onde qualquer mortal poderia guardar seu dinheirinho. Mas, para movimentá-la, o titular teria que ir à Caixa, que situava-se na Avenida Guararapes, 161, no bairro de Santo Antônio. Apresentada a Caderneta, o Caixa fazia as anotações dos depósitos ou recebimentos.
Há 70 anos a Caixa contava com um departamento autônomo de jogos de azar, denominado: Loteria da Caixa Econômica, que lembro-me bem, foi gerenciado durante muitos anos por Nivaldo Bastos de Figueiredo, até sua aposentadoria. O modelo tentou eliminar o antigo “Jogo do Bicho”, que continuou proliferando e mantendo os “bicheiros” milionários.
Nos dias atuais o sistema atualizou-se e passou a funcionar como bets, que em inglês é to bet (apostar), plataformas digitais de apostas de quotas fixas que permite aos usuários dar palpites em resultados de partidas esportivas ou mesmo jogos de azar.
Na década de 50, quando iniciei-me na carreira bancária, se um pobre mortal desejasse transferir dinheiro para qualquer lugar onde tivesse Bancos, era necessário comparecer ao balcão do setor de Ordens de Pagamento, preencher um formulário, comprar estampilhas de Educação e Saúde, (que representava o Imposto Federal sobre movimentações Financeiras), colar no papel, datar e assinar por cima dos selos.
Hoje é o Pix quem resolve tudo, apenas com toques de dedos na telinha de um smartphone. É tiro e queda!
Para fazer qualquer pagamento naqueles anos, era necessário ao correntista utilizar cheques, que representavam “´dinheiro à vista”. Entretanto, tais papéis tiveram seu significado desvirtuado, servindo como garantia de empréstimo a agiotas e vendas parceladas, no comércio.
Não era possível escapar do Imposto Federal. Nos próprios Depósitos em Conta Corrente o interessado tinha que entregar ao Caixa Cr$ 2,50 (dois Cruzeiros e cinquenta centavos). Os correntistas – como o cronista – não costumavam sair de casa sem um talão-de-cheques no bolso, papeis que funcionavam como moeda, em qualquer eventualidade. Havia certo charme em se sacar um talão e emitir um cheque. Era sinal de poder financeiro.
Mas o recebedor teria que ir ao Banco para efetuar o depósito e também pagava a taxinha de Cr$ 2,50 par efetuar a operação.
Novamente o Pix em cena! Com a vantagem da isenção de taxas. Acabou-se a chatice de se conduzir o talão de cheques, correndo o risco (em caso de recebimento) de se estar de posse de um “Borrachudo”; ou seja, aquele tipo de cheque que bate no Banco e volta; no caso de insuficiência de fundos.
Nessa fase os Bancos davam a entender suas solidez, através de grandes edifícios, com fachadas caprichadas, como o London and River Plate Bank, e outros, instalados no bairro do Rio Branco, no Recife: o Banco Francês e Italiano para a America do Sul, o Royal Bank of Canadá, o Banco Nacional Ultramarino, o The National City Bank of New York, formando o que se convencionou chamar de: Wall Street pernambucana.
Para concluir meu livro: “Recife da Moeda ao Crédito”,que seria editado em 2005, recorri ao Banco Central do Brasil, localizado em Brasília, que me enviou carta informando relação das instituições possuidoras de agências em funcionamento no Recife, sendo a parte singular da correspondência, a citação do Banco Simples S.A., que apesar de não possuir agência neste estado, tinha endereço de sede o Recife.
Mas, pretendo deixar para a próxima crônica os comentários a respeito dessas informações e focalizar a parte do Pernambuco Histórico, quando falaremos, entre outros fatos, que a primeira instituição bancária das Américas foi instalada no Recife, graças `iniciativa de Nassau: a Casa Bancária Fugger, de origem alemã e a primeira moeda de ouro cunhada nessa mesma região, em 1645, no término do período holandês
Quando o Banco do Brasil se tornou um Conglomerado Financeiro, pois perdera a Conta Movimento – que era reservada ao Banco Central – ocorreu o pioneirismo das inovações mais importantes, dentre elas o Cheque Especial (com limites para a garantia de fundos), primeiro serviço desse porte, do Mercado brasileiro.
Depois, a partir de maio de 1964, a Agência Centro do Banco do Brasil em Pernambuco remodelou o primeiro pavimento de seu edifício-sede, para oferecer os serviços dos Caixas-eletrônicos, oferecendo quase todas as modalidades de operação, inclusive empréstimos de Pessoa Física.
Para facilitar as transações entre Pessoas Físicas e o Comércio, o BB implantou o primeiro Cartão Múltiplo circulante em no Brasil, pois reunia as funções de movimentação de contas e Cartão de Crédito num só produto: o Ourocard. E demonstrando audácia burocrática, foi instituído o modelo de Caixa Executivo, diminuindo muito as filas nos Caixa.
Todavia, mesmo com essas facilidades, o Pix veio tornar os Bancos brasileiros – independente das vultosas operações de Pessoa Jurídica, ligadas à Carteira de Comércio Exterior e financiamentos planejados pelo Governo Federal – quase em meras figuras decorativas.


