Só em Angola, 42 obras da Odebrecht torraram 2 bilhões e 600 milhões de dólares durante os governos de Lula e Dilma

Entre 2007 e 2015, o BNDES torrou, no financiamento de obras realizadas pela Odebrecht no Exterior, 8 bilhões e 400 milhões de dólares Ou 28 bilhões e 300 milhões de reais, na cotação atual. Só em Angola, controlada há 37 anos pelo ditador José Eduardo dos Santos, um ladrão compulsivo muito amigo de Lula, 42 contratos engoliram 2 bilhões e 600 milhões de dólares, com juros anuais de pai para filho. A vice-campeã da gastança foi a Repúblicana Dominicana, onde saíram pelo ralo 1 bilhão e 800 milhões de dólares. Com Lula e Dilma, o Brasil foi um pobretão metido a besta que se fantasiava de rico usando um fraque puído nos fundilhos. As dimensões siderais da gastança criminosa informam: quando começar a devassa da caixa preta do BNDES, o Petrolão vai parecer coisa de batedor de carteira.

Concentrado na solução de problemas logísticos que afetavam outras paragens do mundo, o BNDES não teve tempo para ocupar-se de urgências domésticas. A BR-163, por exemplo, foi inaugurada em 1976 para ligar Cuiabá, capital de Mato Grosso, a Santarém, no Pará. Passados 40 anos, seguem sem asfalto 189 quilômetros que, na temporada das chuvas, viram um sorvedouro de mar de lama e barro que afoga boa parte da safra de grãos. Em janeiro de 2006, o BNDES aprovou crédito de 723 milhões e 270 mil dólares (ou 2 bilhões e 300 milhões de reais) para obras de emergência na rodovia devastada. A pavimentação do trecho que flagela caminhoneiros e empresários do agronegócio custaria 824 milhões de reais. O dinheiro continua retido em Brasília.

A nova direção do banco deveria inspirar-se na agilidade esbanjada pelo BNDES lulopetista na hora de patrocinar grandezas concebidas por perdulários de estimação. Não houve um único atraso, por exemplo, na remessa das mesadas que financiaram a construção do porto de Mariel. Às margens do Caribe foram enterrados 682 milhões de dólares expropriados dos pagadores de impostos de um Brasil à beira da bancarrota. Dilma fez questão de abrilhantar a festa da inauguração, em Cuba, do superporto que nunca existiu por aqui.

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6 Comentários

  1. CARLOS FRANCISCO DE FARIAS disse:

    O Brasil é igual à um bêbado:rico,bonito e brabo.

  2. A. Luis disse:

    .
    “”” 8 bilhões e 400 milhões de dólares ou 28 bilhões e 300 milhões de reais “”” …
    e pr’eu num sobra nada ???

  3. Sonia Fausta Tavares Monteiro disse:

    Pois é, parece que ainda existe muito a ser descoberto, principalmente com relação ao BNDS! Lula/Dilma, e companhia ilimitada, precisam pagar pelo prejuizo que causaram ao Brasil, pois trata-se de uma organização criminosa de nível internacional, com QG no Brasil, e isso não pode ser esquecido! Mais uma vergonha!!!

  4. Flavio Feronato disse:

    Não existe palavrão adequado para xingar esses filhos de puta.

  5. alberto santo andre disse:

    sera que ainda existe algum anacefalo lunatico , como um crente fanaticoque ainda tente desmistificar estes numeros e assuas fontes , pois darem numeros sem enumerar as fontes que teem credibilidade e como pescador que conta o tamanho do peixe mas nao mostra a foto ou de preferencia o exemplar .

  6. Carlo Marqui disse:

    O BNDES deve ser fechado para sempre, for ever.

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