14 fevereiro 2017JUIZ DURÃO



“É certo que a conduta em si mesma examinada se reveste de uma certa insignificância, mas o contexto revela que se trata de uma pessoa com conduta reiterada
no crime”.

Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal, ao negar, com o apoio de Edson Fachin, o pedido de habeas corpus concedido pela maioria da Corte a Georgina Gonçalves, presa em 2011 por furtar chicletes e desodorantes no valor de R$ 42 de um estabelecimento comercial, espalhando o pânico entre os políticos que afanaram milhões dos cofres públicos no esquema do Petrolão e terão o privilégio de ser julgados pelo time da toga.

7 Comentários

  1. Sonia Regina disse:

    Eu nunca pensei que o STF dedicava-se a esse tipo de processo ou sei lá que nome deve ter.

    Perdi a vontade de escrever.

  2. Marcos Pontes/DF disse:

    Com este tipo de ministros, tudo é possível, eles fazem parte da escória do STF, fatiaram a “pena” do Dilmão e são a favor da expropriação de terras pelo MST e não viram nada no mensalão. Esperar o que?

  3. CÍCERO TAVARES DE MELO disse:

    É com esse tipo de ministro parcial, cínico, comprometido, canalha, que os púlicos canalhas dessa Republiqueta Fuderativa de Banânia vão contar para livrar o cu das grandes roubalheiras participativas e depois se mijarem se sirrir da patulia!

  4. dinho disse:

    É… vão vê se ele nega habeas a quem rouba de 1 milhão para cima. Negar HC a uma pobre coitada (ainda que o delito seja recorrente) é fácil, quero ver prender Renar e Lobão e negar…

  5. Aposentado ferrado disse:

    Para quem disse que faz dosimetria de pena (no caso do mensalão) e no caso da Georgina fez ao contrário até que ele é de uma coerência asinina.

  6. Zé Mané disse:

    Berto
    Esses tal de Lewandowski usa o poder da toga para meter medo numa muié que rouba chiclete, mas se caga de medo quando julga político.
    É um COVARDE.

  7. Alvaro disse:

    Será que o Ministro Levandowsky ficaria ofendido se lhe perguntassem a razão desse rigor leonino com uma pobre mulher que roubou apenas 42 reais, enquanto foi de uma doçura quase maternal ao declarar inocente um dos mais atuantes bandidos do Brasil, o herói petista Zé Dirceu? Se fosse pela contumácia delituosa, como afirmou Sua Excelência em relação à ré, acho que o magistrado usou, sem atentar para a mais elementar lógica, pesos e medidas diferentes pois Zé Dirceu, desde sua mais tenra juventude sempre esteve envolvido em crimes diversos, principalmente subversão, ataques a bancos e terrorismo. E, mesmo na idade madura, continuou em suas atividades delitivas, tanto que encontra-se condenado e vai terminar sua vida atrás das grades. Se estivesse sob a jurisdição do Ministro Levandowsky por seus crimes mais recentes no âmbito do Petrolão, provavelmente teria merecido o perdão de S. Excia. mais uma vez. No mínimo, estranho.

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