
“A fé que chegou até Jesus começou numa família!”
Bom dia a todos, Hoje 26 de julho é Dia de homenagear Santa Ana e São Joaquim!
E também o dia dos Avós, data escolhida em referência ao dia de Santa Ana e São Joaquim, Pais da Virgem Maria, portanto, avós de Jesus Cristo.
O Dia dos Avós é uma data comemorada no Brasil, na Espanha e em Portugal. Em homenagem a esses membros que são a base da maioria das famílias.
AGRADEÇO MUITO A DEUS PELOS AVÓS QUE EU TIVE.🙏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
PARABÉNS A TODOS AVÓS, OS QUE ESTÃO NO CÉU, E OS QUE ESTÃO NA TERRA 🙏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
Não me arrependo de nada do que passamos juntos… Vocês formaram a pessoa que eu sou e agradeço por cada abraço recíproco que foi dado. Eu sei que fui muito amado e vocês também!
Para quem tem a presença dos avós por perto, aproveitem muito, pois eles são únicos e muito especiais. Feliz dia para todos os avós!👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
“Avós são poesia em forma de gente, o abraço que conforta e a raiz da nossa história.”
Efatá, Shalom Deus proverá.🙏🏻
Bom dia na Paz de Jesus e no Amor de Maria, e a proteção dos Anjos 👼
Amém 🙏🏻 207/365 Namastê 🙏🏻 Axé🕊
Recado está claro.
Não haverá transparência nessa eleição. pic.twitter.com/t7SrPuyAVd— Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸 (@juliovschneider) July 25, 2026
Todas cantaram para mim. A ouvi-las,
Purifiquei meu sonho adolescente,
Quando a vida corria doidamente
Como um regato de águas intranquilas.
Diante da luz do sol que eu tinha em frente,
Escancarei os braços e as pupilas.
Cigarras que eu amei! Para possuí-las,
Sofri na vida como pouca gente.
E veio o outono… Por que veio o outono ?
Prata nos meus cabelos… Abandono…
Deserta a estrada… Quanta folha morta!
Mas, no esplendor do derradeiro poente,
Uma nova cigarra, diferente;
Como um raio de sol, bateu-me à porta.

Olegário Mariano Carneiro da Cunha, Recife-PE, (1889-1958)
Dizia Millôr Fernandes: “Democracia é quando eu mando em você. Ditadura é quando você quer mandar em mim.” Ao que parece este é o lema que atingiu países da América do Sul e Central nos últimos 40/45 anos. Anastácio Somoza, então governante supremo da Nicarágua, foi o último dos integrantes da família Somoza a governar o país, coisa que se arrastava desde 1936. Embora seu governo estivesse envolvido em corrupção – ele próprio foi acusado de desviar dinheiro que seria usado para reconstrução de Manágua que havia sido abalada por um terremoto que deixou 10 mil pessoas mortas – o governo contava com o apoio dos Estados Unidos e quando Jimmy Carter assumiu o governo americano, condicionou este apoio à observância dos direitos humanos.
Somoza, no ano de 1979, devido ao avanço das forças sandinistas que tinha Daniel Ortega como um dos líderes, renunciou à presidência e fugiu para Miami em busca de asilo político, mas foi no Paraguai que ele encontrou abrigo e em setembro de 1980, o carro no qual ele estava foi atingido por um tiro de bazuca, matando-o. O movimento sandinista foi louvado numa música de Ivan Lins: “na Nicarágua, capital Manágua…”
Naquela época, muitos jovens acreditavam que o caminho mais fácil para redemocratização dos países era através da luta armada e as pessoas acreditavam – pelo menos, eu – que tais revoluções tinham por objetivo principal a condução do povo para uma sociedade justa, livre, com saúde, educação e segurança para as pessoas. O fato é que todo “revolucionário” acabou se tornando um ditador. Foi assim em Cuba, quando Fidel Castro e Che Guevara implantaram a revolução e promoveram prisões e mortes de qualquer um que se colocasse contra o novo regime.
A Venezuela começou com Hugo Chavez. Primeiro assume um mandato de 6 anos e depois muda a constituição para permitir reeleição. Um pouco depois, outra emenda constitucional para referendar que não haveria limites para reeleição e ele só foi freado por um câncer devastador, mas Nicolás Maduro deu segmento a este tipo de prática. Até o momento, o que se percebe é que a chegada ao poder de um salvador da pátria implica na permanência dele no poder. A coisa é mais ou menos assim: ou eu governo ou os destruidores do país, voltam.
O bravo Ortega, que salvou o povo nicaraguense, fechou igrejas, prendeu religiosos, calou a imprensa, prendeu opositores ou pessoas que fizessem quaisquer denúncias em organismos internacionais. Esta semana, Ortega declarou que não haverá eleições para que não se corra o risco de a oposição ganhar. Eu creio que isso tem uma conotação fora do comum, tipo aqueles casos de violência contra a mulher no qual o cara diz “se não for minha, não será de mais ninguém.” Não se dá a população o direito de escolher. Em outras palavras: a população deve agradecer por ter um líder dessa natureza no poder. Um líder tão capaz que cancela eleições para eliminar a possibilidade de o povo escolher outro presidente.
Cada vez que vejo ações dessa natureza, entendo que a democracia é um conceito frágil, adaptável, que atende um grupo político e que oprime que está fora dele. Agora, o que mais me impressiona é a leniência da população. Se a maioria da população é contra um determinado governante, por que simplesmente não o tira? O que fizeram com Kadafi e Ben Ali, mostra que a população enfurecida pode provocar reações inimagináveis. Eu prefiro as ações negociadas, mas anos e anos de opressão geram um estopim fácil de explodir.
O conceito básico de democracia, trata da alternância do poder. E não se trata apenas de trocar um cara de um partido por outro cara do mesmo partido. Não se trata de perpetuar um partido no poder de modo indefinido, até mesmo pelo fato de não se ter quadros suficientes para esse tipo coisa. A alternância precisa ser de ideias, de propostas, de metas, de programas diversos.
A revista The Economist, calcula um índice chamado “índice de democracia” que se baseia em cinco critérios: processo eleitoral e pluralismo, funcionamento do governo, participação política, cultura política e liberdades civis. Atribui-se uma nota de 0 a 10 a cada item e pondera-se para determinar o índice. A Noruega, por exemplo, tem nota 9,81 e o Afeganistão, 0,26. Com notas maiores ou iguais a nove, tem-se: Nova Zelândia, Islândia, Dinamarca, Suécia, Suíça, Finlândia e Países Baixos.
Nesse ranking, o Brasil ocupa a 57ª posição com nota 6,49 e caiu 6 posições. Das notas atribuídas aos itens, 6,11 foi a maior. Acima do Brasil, há países com representatividade econômica menor. Somos considerados uma democracia imperfeita. Nesse contexto, me digam por favor, o que danado significa defesa da democracia.
Para o senador Jorge Seif (PL-SC), a incapacidade diplomática e falta de pulso firme do governo Lula (PT) são responsáveis pelos prejuízos com o tarifaço dos EUA.
“Quem paga a conta da incompetência é povo”, diz.
* * *
O sinhô deputado só falou o óbvio.
O povo é que paga a conta de tudo nesse desordenado gunverno.
Uma situação que piora mais e mais a cada dia que passa.
Quanto mais o tempo passa
Mais sinto saudade dela.
Mote deste colunista
Perdi noites de sono
Pensando nessa infeliz
Hoje não sou mais feliz
Fiquei foi no abandono
Ela ficou sem seu dono
Era a dona da janela
Hoje o que sinto por ela
Entro logo na cachaça
Quanto mais o tempo passa
Mais sinto saudade dela.
Cabal Abrantes
Mamãe foi-se, faz um ano,
E parece que foi agora!
Minha alma ainda chora
Sua ida ao outro plano.
Eu sou forte, mas humano,
E o meu peito se esfarela
Toda vez que penso nela…
Minha vida anda sem graça,
Quanto mais o tempo passa
Mais sinto saudade dela.
Melchior SEZEFREDO Machado
Depois q’ela foi embora
Pra mim o tempo parou
A saudade se arranchou
Feito a louca da caipora
Eu senti naquela hora
Falta daquela donzela
Não sei mais viver sem ela
Hoje vivo na cachaça
Quanto mais o tempo passa
Mais sinto saudade dela.
Poeta Nascimento
Se soubesses da solidão
Que é viver sem teu amor
Parava o dia com pudor
Banindo de mim a aflição
De esperar uma solução
Pra esse tempo sentinela
Me deixe viver para ela
Sem a saudade devassa
Quanto mais o tempo passa
Mais sinto saudade dela.
Leo Brasil
Vivo banhado em tristeza,
Pra nada tenho vontade;
Adquiri uma ansiedade,
No corpo sinto moleza.
Não vejo mais a beleza,
Ficou em mim a sequela;
A vida não é mais bela,
Ao contrário, é só desgraça.
Quanto mais o tempo passa,
Mais sinto saudade dela.
Ronaldo Barbosa
Este amor adolescente
Que senti por Marinês
Quase que lasca de vez
O “Neguim de Zé Vicente”.
Consumi muita aguardente
Da branca e da amarela
Fiz “bico” de sentinela
Naquele banco de praça.
Quanto mais o tempo passa,
Mais sinto saudade dela.
Wellington Vicente