DEU NO X
DEU NO JORNAL
ESSE ESTADÃO É MUITO FUXIQUEIRO…
RODRIGO CONSTANTINO
VINTE E CINCO ANOS DEPOIS DA QUEDA DAS TORRES GÊMEAS, OCIDENTE CONTINUA EM PERIGO

O 11 de setembro não foi um ponto final. Foi o início de uma guerra assimétrica que muitos ainda recusam reconhecer
Vinte e cinco anos se passaram desde aquele 11 de setembro de 2001, e a imagem das Torres Gêmeas desabando ainda deveria servir de alerta permanente contra a ilusão de que o Ocidente pode conviver pacificamente com o fanatismo islâmico. Dois aviões sequestrados por jihadistas da Al-Qaeda, comandados por Osama bin Laden, atingiram os símbolos do capitalismo e da liberdade em Nova York. Quase três mil inocentes morreram. Não foi “um acidente”, nem “resistência”, nem “consequência da política externa americana”. Foi terrorismo islâmico puro e simples.
Como escrevi anos atrás, ao comparar o massacre do Hamas em Israel com aquele dia: “Quando os terroristas islâmicos atacaram os Estados Unidos no 11 de setembro de 2001, morreram cerca de três mil pessoas, isso numa nação com mais de 300 milhões de habitantes. […] Sabemos qual foi a reação americana àquele atentado terrorista sem precedentes”. Os americanos, ao contrário da esquerda caviar que hoje prefere relativizar tudo, entenderam que havia um inimigo declarado e reagiram.
A esquerda, no entanto, fez o que sempre faz: negou a natureza religiosa e ideológica do ataque. Preferiu falar em “pobreza”, “humilhação” ou “imperialismo”. Essa denegação, que já denunciava em 2016 diante de outros atentados na Europa, continua até hoje. Chamam terroristas de “militantes” e transformam as vítimas ocidentais em algozes. O politicamente correto impede que se diga o óbvio: o problema não é o Islã “moderado” de fachada, mas a doutrina que prega a submissão do infiel e a glória do mártir.
As Torres Gêmeas não caíram apenas por impacto e fogo. Caíram porque representavam o que o islamismo radical odeia: a liberdade individual, o comércio, a criatividade humana sem califado. Quatro aviões, dezenove sequestradores, um plano calculado para máxima carnificina. Quem ainda insiste em teorias da conspiração sobre “explosivos controlados” ou “inside job” só demonstra a mesma recusa em encarar o inimigo real.
Vinte e cinco anos depois do 11 de setembro, o Ocidente pagou um preço alto nas guerras do Afeganistão e do Iraque, mas o erro maior não foi reagir. Foi acreditar que o multiculturalismo e a abertura irrestrita de fronteiras resolveriam o problema. Enquanto isso, células terroristas se proliferaram na Europa e até nos Estados Unidos. O 11 de setembro não foi um ponto final. Foi o início de uma guerra assimétrica que muitos ainda recusam reconhecer.
Hoje, em 2026, vemos prefeitos de esquerda em Nova York relativizando a memória das vítimas e documentos sendo usados para politizar o luto. A mesma turma que chama patriotas de “terroristas” hesita em nomear o islamismo radical. Essa inversão moral é a maior vitória póstuma de bin Laden.
Em 23 de março de 2019, num discurso para o CAIR (Councilon American-Islamic Relations), a democrata Ilhan Omar falou: “Algumas pessoas fizeram alguma coisa”. O contexto era o 11 de Setembro. Leandro Ruschel resumiu: “A união entre a esquerda radical e o fundamentalismo islâmico é a maior ameaça ao Ocidente”.
Não se trata de ódio a muçulmanos. Trata-se de recusar a submissão. A civilização ocidental sobreviveu a nazistas e comunistas porque teve clareza sobre o inimigo. Com o jihadismo, essa clareza foi minada pelo complexo de culpa e pela imprensa “progressista”.
Vinte e cinco anos depois, o dever é simples: lembrar quem atacou, por que atacou e o que está em jogo. As Torres Gêmeas caíram. A memória delas não pode cair também.
DEU NO X
COMOVENTE, TOCANTE
🚨NÃO ADIANTA, LULA!
Não adianta tentar se descolar
do ALEXANDRE DE MORAES. Todo
mundo sabe que vocês são muito
amiguinhos… pic.twitter.com/J87VBb4ybr— Henrique (@henriolliveira_) September 11, 2026
DEU NO JORNAL
INGRATO: VAI LARGAR O QUERIDO AMIGO
A PALAVRA DO EDITOR
SEXTAFEIROU
Sextou geral.
Tá acabando a semana.
Hoje é dia de Chupicleide, secretária de redação, cair na gandaia.
Eu ouvi ela combinado com o amigo Bosticler agora há pouco pra encher o rabo de cana no final do expediente.
A farra vai ser no Bar da Caceta, no Alto do Mandu, aqui perto da sede desta gazeta escrota.
Os dois estavam felizes que só a peste por conta das doações feitas pelos leitores fubânicos
Gratíssimo a todos vocês que colaboram pra manter esta gazeta escrota nos ares.
Quem também está feliz é o Bartolomeu Silva, o técnico cuja empresa cuida da hospedagem e da assistência técnica do JBF, mantendo tudo funcionando 24 horas por dia, não deixando nossos leitores passarem por crises de abstinência.
Isso sem falar dos trocados que sobraram pra comprar capim pro jumento Polodoro e ração pra cachorra Xolinha, nossos estimados mascotes.
Polodoro, Chupicleide e Xolinha: todos felizes com a generosidade dos nossos queridos leitores
E, já que falamos em Polodoro, vamos embelezar esta sexta-feira ouvindo Luiz Gonzaga, o saudoso Rei do Baião, numa comovente homenagem ao jumento, esse animal que é uma marca característica da Nação Nordestina.
Vamos ouvi-lo interpretando a composição Apologia ao Jumento – O Jumento nosso Irmão.
DEU NO JORNAL
DATA MARCANTE
Além dos 25 anos dos covardes ataques terroristas do 11 de setembro nos Estados Unidos, a condenação de Jair Bolsonaro no STF pela tal “tentativa de golpe” completa um ano nesta sexta-feira (11).
* * *
Dois fatos absurdos.
Ambos na mesma data, a de hoje: 11 de setembro.
Uma daquelas coincidências infelizes da vida.
ALEXANDRE GARCIA
OPERAÇÃO ORDENADA POR DINO CONTRA MÁRIO FRIAS TEM CARA DE JOGADA ELEITORAL

Flávio Dino ordenou busca e apreensão contra o deputado Mário Frias, aliado de Jair Bolsonaro
Os jornais estão repercutindo a busca ordenada pelo ministro Flávio Dino na casa do deputado Mário Frias. Levaram armas – sete armas, todas registradas em nome dele –, computador, documentos e um celular. Tudo para investigar duas emendas do deputado, num total de R$ 2 milhões; são emendas que nem passam por ele, vão direto para as instituições a que se destinam. Estão investigando se essas emendas iriam para o filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro. Ainda estão procurando, mas até agora não acharam nada, só há suspeitas.
Mas nem precisam achar nada; o objetivo já está alcançado: acrescentar um ingrediente a uma campanha eleitoral em que as pesquisas começam a mostrar uma virada, com Flávio Bolsonaro passando Lula em simulações de segundo turno. Foi Dilma Rousseff quem disse que “nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição”. É uma mobilização, está tudo partidarizado.
Este é o resultado de um Supremo que se tornou um órgão político – nem falo mais em tribunal político, porque o STF se tornou quase um diretório. Isso começou com as ideias de Gilmar Mendes sobre a justiça alemã e as ideias de Luís Roberto Barroso, que ficou animadíssimo com a possibilidade de, sem ter mandato popular, se julgar superior à Constituição, um poder constituinte. Nem o imperador tinha esse poder. A Constituição de 1824 dava ao imperador apenas o poder de mediação, não o de mudar a Constituição. Mas o Supremo quis mais que isso. Não sei se é a vaidade ou a fraqueza humana que levam a isso. Dizem que, para se conhecer uma pessoa, basta dar-lhe poder.
* * *
Fachin, se quiser, pode começar a restauração do STF e impedir que o mau exemplo se espalhe
E está nas mãos do presidente do STF, Edson Fachin, o poder de resgatar esse Supremo que está em ruínas – foi arruinado não pelo pessoal de 8 de janeiro, mas pelos próprios ministros (não todos), que chegaram lá como macaco em loja de cristais. Comparem o que fez a cabeleireira Débora na estátua de granito e o que essa estátua veria dentro do Supremo, se pudesse olhar para trás. Estou em Goiânia, e conversei com estudantes e recém-formados em Direito. Vejo a decepção desses jovens em relação ao Supremo.
E o mau exemplo que vem de cima afeta juízes, que ficam animados com a possibilidade de um juiz ter tanta força quanto um senador, ou mais que isso: virar um legislador. O juiz não é um legislador, é um aplicador da lei. Mas para aplicar a lei é preciso haver o concurso da acusação e da defesa – ao contrário do “inquérito do fim do mundo”, que não teve Ministério Público, nem amplo direito de defesa.
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
NA CATAÇÃO
DEU NO JORNAL
DESCOLAMENTO
Assessores do Palácio do Planalto fazem de tudo para tentar descolar a imagem de Lula do Supremo Tribunal Federal e dos ministros amigos do petismo.
Fingem que a crise, diz um deles, “não é problema do governo”.
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Coitados dos assessores…
Descolar estas duas coisas é uma tarefa que não dá pra ser cumprida.
É tema de filme de ficção: Missão Impossível.
