O que não tenho e desejo É que melhor me enriquece. Tive uns dinheiros – perdi-os… Tive amores – esqueci-os. Mas no maior desespero Rezei: ganhei essa prece.
Vi terras da minha terra. Por outras terras andei. Mas o que ficou marcado No meu olhar fatigado, Foram terras que inventei.
Gosto muito de crianças: Não tive um filho de meu. Um filho!… Não foi de jeito… Mas trago dentro do peito Meu filho que não nasceu.
Criou-me, desde eu menino Para arquiteto meu pai. Foi-se-me um dia a saúde… Fiz-me arquiteto? Não pude! Sou poeta menor, perdoai!
Não faço versos de guerra. Não faço porque não sei. Mas num torpedo-suicida Darei de bom grado a vida Na luta em que não lutei!
Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho, Recife-PE (1886-1968)
Em Santa Catarina, a esquerda não encontra terreno para crescer.
Não adianta montar palco gigante para quem não tem o que falar ao povo.
A realidade das ruas é um soco no projeto de poder de quem insiste em ignorar a nossa identidade.
O catarinense sabe quem trabalha e quem apenas vive de ilusão.
Em Santa Catarina, a esquerda não encontra terreno para crescer. Não adianta montar palco gigante para quem não tem o que falar ao povo.
A realidade das ruas é um soco no projeto de poder de quem insiste em ignorar a nossa identidade. O catarinense sabe quem trabalha e quem… pic.twitter.com/dZsf6HPLzB
— 🇧🇷 Jorge Seif Junior (@jorgeseifjunior) June 27, 2026
Passados três dias da prisão do vereador Senival Moura (PT), o partido de Lula enrola, enrola, e não abre qualquer processo de desligamento do criminoso.
O petista foi preso por integrar esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio da empresa de ônibus Transunião.
Ele mandava na empresa, mas prestava obediência ao PCC, facção classificada como terrorista pelos EUA. O caso mostra, de forma clara, por que o PT tem dificuldade de combater gangues como o PCC.
A investigação revela que o PCC condenou Senival à morte, por desviar R$ 15 milhões do seu indicado para presidir a Transunião.
Senival acabaria “perdoado” pela facção, em razão do seu capital e influência política. Afinal, é filiado ao partido do presidente da República.
Mesmo preso, Senival influi no PT. Em 2014, em escândalo semelhante, seu irmão foi expulso do PT, ele, não. Há 12 anos não era incomodado.
* * *
A nota aí de cima diz que o PT “tem dificuldades” de combater gangues.
Claro: gangues são irmãs, e não inimigas.
As duas siglas, PT e PCC, vivem em perfeita harmonia.
Isso é cagado e cuspido o retrato da republiqueta banânica lulo-petralha da atualidade.