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PLANO ECONÔMICO DE LULA: A ROTA PARA UM DESASTRE
Alan Ghani

O plano econômico de Lula repete fórmulas do passado, mantém o descontrole fiscal e pode empurrar o Brasil para uma nova crise econômica
Após ter governado o país por três vezes, é impressionante a falta de renovação de ideais na área econômica do programa de governo do presidente Lula para um eventual 4º mandato. O programa não traz nada de novo do que foram as suas gestões no passado. Como era esperado, traz novamente protagonismo estatal para a resolução dos problemas econômicos da sociedade brasileira.
A parte mais preocupante do plano é a manutenção do arcabouço fiscal para 2027. Não é novidade para ninguém que a regra fiscal criada pela equipe econômica de Lula não deu certo desde o seu nascimento. Não à toa, vários economistas o apelidaram de “natimorto arcabouço fiscal”.
Não precisa ser nenhum brilhante economista para concluir que uma regra que atrela o aumento do gasto a 70% do incremento da arrecadação, com um piso mínimo de gastos de inflação acrescida de 0,6%, não teria como dar certo. Além de ser uma regra convidativa ao gasto público, o arcabouço fiscal permitiu uma série de exceções para o governo gastar muito além dos limites propostos.
O resultado foi a piora das contas públicas, materializada num déficit nominal acumulado em 12 meses até junho de 2026 de 1,3 trilhão (10% do PIB) e numa dívida pública na casa de 82% do PIB. Conforme dito no artigo da semana passada “Irresponsabilidade petista: governo sem dinheiro para saúde e educação”, a deterioração fiscal tem levado o país a mais inflação, juros elevados e desaceleração da atividade econômica.
O menor crescimento econômico é resultado do aumento do custo de capital e da piora das expectativas de investidores e empresários. É claro que a desaceleração da atividade econômica, em algum momento, também cobrará seu preço no mercado de trabalho, com elevação da taxa de desemprego, movimento parecido ao ocorrido durante os governos Dilma.
Como se não bastasse a manutenção da atual e fracassada regra fiscal, o programa de governo de Lula defende novamente o PAC como solução para os gargalos de infraestrutura do país. Resta saber com que dinheiro o governo fará investimentos em infraestrutura com mais de 90% do orçamento comprometido com despesas obrigatórias. O ponto é que o PAC sempre foi um excelente nome do ponto de vista de marketing e eleitoreiro, mas um fracasso desde a sua criação no governo Lula 2. Não trouxe melhoras significativas na infraestrutura do país, mas contribuiu para o endividamento do Estado.
Sem surpresas, Lula também insiste em não privatizar estatais, apesar do aumento do déficit de várias empresas públicas durante a sua gestão. Desde que assumiu a presidência pela terceira vez, as estatais somadas apresentaram um prejuízo de R$ 20,3 até junho de 2026, excluindo Petrobras, Eletrobras e bancos públicos.
Propostas ultrapassadas também são observadas na área trabalhista. Em vez de propor uma flexibilização das relações de trabalho, entendo que muitas pessoas hoje preferem ter contratos laborais mais flexíveis do que a jurássica CLT, Lula insiste na defesa do fim da escala 6 por 1, que deverá trazer aumento de preços de produtos e serviços e elevação do desemprego, conforme defendido na coluna “É a favor do fim da escala 6×1? Então toma uma aula grátis de economia aqui”.
Basicamente, o presidente Lula não traz nada de novo em relação aos seus mandatos anteriores. São ideias baseadas no Estado como motor da economia para gerar expansão de consumo e elevação de arrecadação. Diga-se de passagem, é a mesma fórmula adotada no governo Lula 2 e Dilma 1, que levou à maior crise econômica do país em 2015 e 2016. É também o mesmo modelo econômico adotado atualmente que deverá gerar uma recessão em 2027 ou 2028.
Apesar da evidência de que o protagonismo estatal, evidenciado pela elevação do gasto público, aumento de impostos, regulação e interferência nos preços (por exemplo, frete mínimo), não deu certo no Brasil, Lula insiste neste modelo.
Mesmo considerando seu primeiro mandato, no qual houve a manutenção do tripé macroeconômico, Lula não propôs nada de novo. Apenas manteve a herança bendita de FHC, pois, caso não fizesse, provavelmente sofreria um impeachment – motivo sempre se arruma, ainda mais quando se tinha o mensalão.
Em resumo, o programa de governo de Lula, em essência, não traz nada de novo do que foi feito em gestões petistas anteriores. Se ele ganhar as eleições e o plano for implementado, o Brasil caminhará para uma grave crise econômica.
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
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SEGURANÇA É IMPORTANTE, MAS BRASIL CORRE OUTRO RISCO MUITO GRANDE NA ECONOMIA

Inadimplência e endividamento estão se espalhando entre pessoas físicas e jurídicas no Brasil
Como os candidatos olham para o que o povo mais está sentindo, têm insistido em segurança pública, segurança pública, segurança pública. Mas cuidado! A segurança pública é muito importante, porque diz respeito à vida e ao patrimônio das pessoas, mas há algo que está nos levando para o caos e vai atingir o patrimônio de todo mundo, sem exceção: é o que está causando o endividamento das famílias. O Brasil paga, só de juros, o equivalente a duas Petrobras por ano; o Estado gasta demais, se endivida demais, os juros sobem, as empresas fecham ou vão para o Paraguai. Os empresários estão procurando mão de obra, mas as pessoas preferem ficar na esmola, que não vem do governo; vem dos impostos de quem produz e consome, mas não recebe retorno porque não sobra para o ensino, para a saúde, e também para a segurança pública.
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Candidatos precisam estar preparados para criminosos que se modernizam
E vamos falar, então, de segurança pública. Será que os candidatos estão realmente preparados para uma criminalidade que está se modernizando? O crime parece acompanhar as guerras modernas, e no Rio de Janeiro as facções estão copiando a Ucrânia, usando drones no Complexo da Penha. O Comando Vermelho está treinando pilotos para controlar drones à distância. Um desses drones, por exemplo, decolou, viajou alguns quilômetros e lançou uma granada, que acabou atingindo um trailer e não feriu ninguém. São granadas artesanais feitas em casa, lançadas com drones. Esse é um novo desafio para a polícia, o ataque aéreo.
Mas há o ataque que ninguém vê, o ataque digital. Os crimes digitais estão ocupando hoje 80% das queixas. Lavagem de dinheiro usando criptomoedas, transferência de recursos entrando em bancos, em órgãos financeiros, roubo de documentos supostamente originais que convencem as pessoas a cair em contos do vigário… Até já fizeram um deep fake meu fazendo propaganda de remédio para disfunção erétil, um negócio de doido – aliás, muita gente teme esse tipo de falsificação na campanha eleitoral.
O que têm dito os candidatos sobre esses casos em que a pessoa que é atingida porque desviaram o dinheiro da conta dela, casos de dinheiro roubado que passa por lavagem de dinheiro, contrabando, pagamento de automóvel contrabandeado, entrada ilegal? Esse tipo de crime é universal: o bandido pode estar no Tibete e, de lá, controlar invasões digitais aqui no Brasil. Será que os candidatos se deram conta de que é necessária uma absoluta integração de polícias digitais no território brasileiro, no mínimo? E mais: precisamos de acordos com polícias de todos os países da vizinhança: Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia, Uruguai, Argentina, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa – ainda mais no Norte, onde há ouro, diamante e outros minerais, usados como commodities do crime.
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Prefeita de cidade nos EUA confessa que era espiã chinesa
Dentro do condado de Los Angeles, na Califórnia, há uma cidade chamada Arcadia, que tem um belo hipódromo, um mall muito famoso, um arboreto… o símbolo da cidade é um pavão. Pois a prefeita de Arcádia confessou que era espiã a serviço da China. Eileen Wang renunciou e confessou que era agente de Pequim, para fazer propaganda da China dentro dos Estados Unidos. Agora, pode pegar dez anos de prisão. O mayor substituto também tem nome chinês: é Paul Cheng, um advogado que representava um dos distritos. Mas esse parece que não tem vínculo com o governo chinês; segundo ele, a família chegou aos EUA em 1970, ele era pequeno. Mas vejam só, uma espiã chinesa sendo prefeita dentro dos Estados Unidos. Aí o pessoal pergunta: quantos outros mayors estarão a serviço da China, dentro dos EUA?
DEU NO JORNAL
UM GUNVÊRNO BI, BI, BI
Relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal desmonta a lorota da equipe econômica de Lula que terceiriza para “fatores externos” a culpa pelo fraco desempenho da economia no Brasil.
O documento é claro: “o governo central produziu um déficit primário efetivo”. O relatório cita programas sociais, como Bolsa Família, variação do preço do barril do petróleo e até as emendas parlamentares em ano eleitoral, mas conclui que a gastança da gestão Lula é o mais nocivo.
Não fossem manobras que aliviam artificialmente o caixa e retiram despesas e receitas do cálculo, o déficit, diz a IFI, seria de R$ 52 bilhões.
A receita cresceu (6%), mas a gastança foi maior (6,3%).
Entre janeiro e julho de 2025, o déficit foi de R$ 70,3 bilhões. Este ano, R$ 81,2 bilhões.
O relatório mostra que as despesas discricionárias explodiram e não foram só as emendas, em R$ 31,9 bi. Outras despesas somam R$ 83,5 bi.
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A gastança é sem piedade.
É bilhão que só a peste!!!
E de onde sai toda essa fortuna?
Do meu, do seu, do nosso, do bolso do contribuinte.
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
ESQUEÇAM O LULINHA !!!
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