Meu pai amado!!! pic.twitter.com/pI5B9Qmu5f
— Tumulto BR (@TumultoBR) June 22, 2026
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Todas as vezes que ouço e vejo os escândalos de corrupção envolvendo a classe política brasileira, uma sigla é constante: PT, ou Partido dos Trabalhadores. Desde o começo do século XXI, quando Lula assumiu pela primeira vez a presidência da república, não houve um escândalo sequer que esse bando não estivesse atolado até o nariz nas falcatruas cometidas contra o país.
Isso leva a um tema que já tratei aqui e que volto agora só para provocar. A corrupção do PT não é e nunca foi o objetivo final do bando. Não é e nunca foi estratégia de surrupiar o dinheiro do otário pagador de imposto. Ela é consequência de algo muito maior e mais nefasto para a sociedade como um todo e que envolve perspectivas geracionais de longo prazo. E, estou falando da moralidade social como um todo.
Eu acredito que a Moral é um valor absoluto, não relativo, não individual, cuja fonte transcende o meramente humano. Todos nós, independente de onde nascemos, fomos criados, ou vivemos, temos uma consciência inata do certo e do errado, do bom e do mal, do belo e do feio que é despertado na mais precoce infância. Porém, o século XXI busca relativizar todos esses conceitos e valores.
Fala-se em moral relativa, em verdade relativa, em estética relativa que se amolda ao gosto do freguês e dos vendilhões da hora. Não é à toa a cultura nacional normalizar o esteticamente feio, a arte militante que acanalha a própria arte, a escola utilitária, a música – se é que essa bizarrice da atualidade pode ser chamada de música -, o teatro, o cinema e a máquina de fazer doido.
No campo político, os ataques são mais diretos. Enquanto nos outros meios essa relativização moral entra de forma sorrateira, sob o escuda da “diversidade” e da “tolerância cultural”, no mundo político a coisa é bem mais escancarada e feita à luz do dia, sem o menor pudor. E, com o PT, desde a primeira vez que chegou ao poder, a relativização da moral social foi construída de maneira sorrateira, mas constante.
Veja-se o os atuais escândalos do INSS, do Banco Master, dos empréstimos consignados envolvendo os três poderes da república. Ministros de Cortes Superiores agindo como funcionário de banqueiro para defender seus interesses, irmão de presidente saqueando aposentado através dos “sindicatos de aposentados”, excrescência bananeira cujo único objetivo é assaltar velhinhos e suas miseráveis aposentadorias, presentes e brindes a senadores, deputados, aos chefes da Casa Legislativa, reuniões na surdina com o chefe do executivo.
E o que chama atenção é o volume de dinheiro envolvido nesse festim diabólico em que a sociedade só é chamada para cobrir os rombos da gatunagem. Eu, quando vejo políticos de outras nações pegos em rapinagem, são algumas centenas de milhares de dólares. Lembro-me de um caso japonês em que o ministro do transporte, se não me engano, pediu demissão e renunciou ao mandato porque aceitou dez mil dólares de um empresário. O mundo dele caiu.
Aqui em Pindorama, dezenas de milhares de reais é troco de pinga. A corrupção aqui é de milhões para cima, como o escritório de advocacia, da mulher de ministro do supremo tribunal federal – assim mesmo em minúsculo -, recebe 120 milhões para elaborar um código de ética que qualquer estagiário do primeiro ano de Direito faz em 30 minutos. Ministro recebendo por “venda” de resort, viagens para degustar uísque em outro país, tudo pago por banqueiro bucaneiro com interesses na Corte Suprema de Justiça.
Mas, toda essa bandalheira é reflexo e não causa de um problema mais profundo que foi gestado e parido por Lula da Silva e seu bando. O PT e Lula sempre tiveram a intenção, não de roubar, mas de rebaixar a régua moral da sociedade, tornando-a insensível a essa podridão toda. Desde 2003 há um ataque silencioso, porém eficaz na destruição, ou banalização da moralidade absoluta. Há quarenta anos, aquilo que era escandaloso, que provocava repulsa na sociedade, não tem mais o mesmo efeito na sociedade. Não porque nos acostumamos com a corrupção e o assalto institucionalizado, mas porque a nossa moralidade foi rebaixada a níveis subglaciais. Repete-se o jargão de Adhemar de Barros “rouba, mas faz”, como houvesse equivalência entre uma coisa e outra.
É incrível como não estamos nas ruas, nas praças públicas clamando por punição desses agentes corruptos. Na nossa mente a corrupção virou algo banal, como se fizesse parte da nossa dinâmica de sociedade, com se a corrupção fosse parte da paisagem política e social, e já não provoca horrores, não provoca indignação. Mas isso acontece não porque deixamos de ser insensíveis, mas nossa régua de moralidade foi rebaixada, intencionalmente por Lula da Silva e seu PT, que fomos nos acostumando, fomos nos dessensibilizando, fomos aceitando essa situação como parte integrante da nossa moralidade.
Lula da Silva e seu bando conseguiram o que queriam. O Brasil hoje, é um país cuja régua moral está abaixo de zero. Lula da Silva e seu PT, tomaram a censura feita por Ivan Karamazov, e a transformaram em uma filosofia de vida: Deus morreu, tudo é permitido! Mas, há espaço para rebaixar ainda mais essa régua moral. Para o PT é preciso que toda a nação tenha a mesma baliza moral que seu deus e patuá, ou seja, nenhuma. Lula da Silva não tem moralidade alguma, não tem limites, não tem baliza. E, é para esse lodaçal que Lula da Silva e o PT querem levar toda a nação de arrasto.
JANJA LULA DA SILVA AMEAÇA DEIXAR BRASÍLIA E VOLTAR PARA SÃO PAULO
EXTRA! EXTRA!
Em um momento de desabafo, a primeira dama Esbanja apontou sofrer críticas de todos os lados e disse que pode abandonar a vida pública.
ATENÇÃO:
Somente a equipe que trabalha exclusivamente com… pic.twitter.com/VYV6b5Wcbo— Lou Novak 💚💛💚💛 (@Louh_novak) June 21, 2026
O governo Lula (PT) abriu a carteira para bancar emendas de deputados e senadores nas últimas semanas.
No total, já foram pagos R$ 18,4 bilhões em emendas parlamentares, este ano.
O dado que mais impressiona é o total distribuído apenas no mês de maio:
R$ 14,1 bilhões, quase 77% de tudo que o governo petista pagou em 2026.
Em junho, já são R$ 605 milhões liberados pelo governo aos parlamentares.
* * *
É bilhão que só a porra.
Algum leitor sabe quem é que cobre essa fantástica despesa?
Fiquei curioso…
Se alguém souber, explique aqui pra mim, por favor.
As cigarras morreram… Todavia
Sinto um leve rumor tranquilo e lento
Que vai, de ramaria em ramaria,
Lento e tranquilo como o pensamento.
As cigarras não são, porque, outro dia,
Vi que soltavam o último lamento…
E o vento? Deve ser a alma do vento
Que entre os ramos das árvores cicia…
Entretanto o rumor parece eterno…
Agora que as estrelas se acenderam,
Vibra num coro, em serenata, ao luar…
Contam os lavradores que, no inverno,
As almas das cigarras que morreram
Ressuscitam nas folhas a cantar.

Olegário Mariano Carneiro da Cunha, Recife-PE, (1889-1958)
Roberto Motta

Direitos e preceitos fundamentais não surgiram por acaso. Eles são resultado de um longo processo civilizatório, que vem desde os filósofos gregos, passando pelos juristas romanos, pelos canonistas medievais e pelos filósofos do iluminismo
Não sou jurista e isso me ajuda a ver a situação do Brasil com alguma clareza. Sou engenheiro. Trabalhamos com lógica e cálculo. Depois de calcular tudo, aplicamos um fator de segurança. É assim que se constroem pontes, prédios e computadores. O Direito funciona de uma forma diferente. Existem fundamentos, regras e leis, mas tudo está sujeito a graus variados de interpretação. Nos últimos tempos, no Brasil, a interpretação passou a valer mais que a lei, e a ser feita conforme a conveniência política, ideológica ou – às vezes – patrimonial do intérprete.
Se a Constituição garante a liberdade de expressão, a interpretação do magistrado não pode estabelecer censura. Qualquer tipo de censura viola a Constituição – mesmo se for só “até o final desse mês” (nunca houve um mês tão longo). Se um dos fundamentos do Direito diz que ninguém pode ser juiz da própria causa, e um juiz julga um processo no qual ele também é a vítima, o fundamento foi violado. Não importa a justificativa.
As justificativas para a violação de leis ou preceitos fundamentais são sempre nobres. “É preciso reparar injustiças históricas”. “É preciso proteger os mais fracos”. “É preciso garantir a higidez do pleito”. “É preciso fazer a justiça social”. Mas a justificativa é irrelevante: a violação é uma violação.
Direitos e preceitos fundamentais não surgiram por acaso. Eles são resultado de um longo processo civilizatório, que vem desde os filósofos gregos, passando pelos juristas romanos, pelos canonistas medievais e pelos filósofos do iluminismo. Todo jurista deveria saber disso.
Por mais brilhantes que sejam os juristas brasileiros da atualidade – e, quanto a esse brilho, há controvérsia – eles não têm o poder de apagar a herança ocidental e reescrever os fundamentos do Direito. Mas é isso mesmo que estão tentando fazer.
Os exemplos são tantos que seria exaustivo listar todos. Basta mencionar dois. Primeiro, o já citado caso do juiz multifuncional, que é, ao mesmo tempo, vítima, investigador, promotor, juiz e supervisor da execução da pena. Pode isso, Arnaldo? Não pode.
O outro exemplo é a abertura de inquéritos, por ofício, pelo Judiciário. O Judiciário é um poder inerte; ele só reage quando provocado – e provocado de forma adequada, com fundamentos na lei. Entretanto, os processos judiciais mais devastadores do país foram abertos de próprio punho por magistrados. Não pode.
Se você viola os fundamentos da matemática ao calcular as fundações de um edifício, ele desaba. A mesma coisa acontece no Direito. A teoria dos frutos da árvore envenenada diz que, se você envenena as raízes de uma árvore, seus frutos serão ruins. Qualquer processo ou decisão que use fundamentos inválidos, é inválida.
“Não tenho dúvida de que todos esses processos serão anulados”, me disse uma querida amiga, uma das pessoas mais competentes, honradas e corajosas que já exerceram o cargo de magistrado no Brasil. “Ficarei feliz quando, um dia, a justiça for feita”, disse ela. “Mas o país vai passar décadas para se recuperar desse estrago e teremos que pagar milhões em indenizações para todas as vítimas”.
Esse acerto de contas é o que espera o país. A única dúvida é se ele será feito com, ou sem, amargura.
Isso é postura? pic.twitter.com/Il8O3KfZ6B
— Joaquin Teixeira (@JoaquinTeixeira) June 21, 2026
O Datafolha está mostrando um segundo turno em que Lula está com 47 pontos e Flávio com 43. Se fosse Caiado, seria 47 Lula, 41 Caiado. Se fosse Zema, seria 48 Lula e 39 Zema.
A gente está vendo aí que o anti-Lula não está unido. Não é o mesmo resultado. A rejeição: Flávio com 48% e Lula 46%. É bom a gente começar a ver isso porque estão se aproximando as eleições. Nós temos junho indo para o fim, julho, agosto, setembro e outubro já é a eleição.
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A volatilidade de Lula
Repercutiu muito uma frase de Trump dizendo que Lula é muito volátil. Volátil é aquela qualidade de, por exemplo, o álcool é volátil: ele se transforma em gás ou em vapor rapidamente. Ele diz uma coisa, em uma hora; em outra, diz outra.
Agora, conversando lá no G7, disse que nunca foi esquerdista. Outro dia ele declarou que, até o fim deste ano, é fome zero. A mesma coisa que ele disse lá no início do ano 2000 e essas coisas todas.
Ele não considera um estado sólido da palavra, então a palavra fica volátil. Bom, mas a despeito disso, está na frente na pesquisa, como se viu do Datafolha.
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O BRB no caso Master
Uma outra questão: Master. Agora do BRB, que é o banco aqui da capital do país, está envolvido também, além do ex-presidente do BRB, que está no presídio em prisão cautelar e está preparando delação, aparece também o nome do ex-secretário de economia do governador Ibaneis, que quer ser candidato ao Senado; mas a gente vê que está contaminado pelas ligações do BRB com o Master.
Agora entram o PicPay, da J&F, e o Instituto de Previdência dos Servidores. Grande novidade: 81 milhões de descontos em folha com juros altíssimos num programa chamado Juro Zero. Aliás, a operação da Polícia Federal também usou esse nome.
Interessante o que aconteceu: o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, mandou que o governo do Distrito Federal devolvesse à União R$ 4 bilhões do fundo especial para o Distrito Federal que foram mal usados. Vai ter que devolver.
A resposta? Devolveram a filha de Augusto Nardes, que tinha um cargo no governo do Distrito Federal e perdeu o cargo por causa disso. Incrível tudo isso na cara da gente, assim como essas coisas que Lula está fazendo de chamar os delegados federais que estão envolvidos no caso Master, no caso do INSS. Incrível.
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OAB da medicina nas mãos do MEC?
Vejam só, discutiram, discutiram, discutiram sobre ter que fazer exame para saber se o sujeito que se formou em medicina realmente pode virar médico. Porque, meu Deus, eu que sou casado com médica, vejo cada caso.
Obviamente, se a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) é quem faz o exame do formado em direito para saber se pode ou não exercer a advocacia, é óbvio que é o Conselho Federal de Medicina que avalia.
Só que não, porque hoje a gente vê, por exemplo, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo faz uma prova e tem resultados incríveis: o sujeito não sabe diagnosticar uma gravidez, uma pneumonia, um ataque cardíaco ou uma apendicite. E então, óbvio que seria o Conselho Federal de Medicina.
Estão entregando para quem?
O presidente da República, em uma questão que estava sendo discutida no Congresso, fez uma medida provisória e se atravessou, dizendo que é o Ministério da Educação que decide isso. Coisas incríveis.
É o Brasil de hoje. Chance de mudar isso?
A gente muda essas coisas pelo voto, fazendo uma boa escolha. E a boa escolha significa conhecer o candidato: não é dar uma olhadinha no nome; é olhar mil vezes, saber a história toda. Imagina que a gente elege a pessoa que está envolvida no Mensalão, na Lava Jato, e a gente elege. Que eleitor é esse?
*Metodologia da pesquisa citada: 2.004 entrevistados pelo Datafolha entre os dias 17 e 19 de junho de 2026. A pesquisa foi contratada pela Folha da Manhã S/A. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Registro no TSE nº BR-09956/2026.