Segundo o Impostômetro da Associação Comercia de São Paulo (ACSP), a partir deste domingo (10), o governo já tomou mais de R$ 1,5 trilhão dos pagadores de impostos.
Internamente, é sabido, o PT tem feito avaliações da candidatura de Lula tanto quanto de eventuais substitutos. Nomes com Haddad, Camilo Santana e Alckmin são ventilados como, eventuais, substitutos. Recentemente o presidente declarou que não havia se decidido em relação a candidatura e o motivo, muito mais do que uma mera dúvida, está associado a pouco empolgação do partido no engajamento do seu nome. Em outras palavras: aqueles discursos acirrados de algumas figuras petistas, ao que parece, são meros balões de ensaio.
As avaliações internas dão conta de que uma série de fatores são determinantes para Lula passar o bastão. A fila de motivo é enorme e, mais uma vez, passa pelo escândalo do INSS, pelo rombo nas contas públicas, com ênfase para a situação calamitosa dos Correios e, principalmente, pelo alto índice de rejeição de Lula que atinge, quase 45% do eleitorado. considerando que o PT, sozinho, tem perto de 33% dos votos, fica claro que faltará votos.
O nome de Alckmin dificilmente seria aceito no PT. Foi uma tremenda guerra para aceitá-lo como vice, imagine com cabeça de chapa. O PT nunca abriu mão de ser cabeça de chapa, como se diz. Alckmin não tem sangue petista nas veias. Mudou radicalmente seu discurso contra a corrupção do PT para apoiar Lula, mas sempre foi visto com reservas. Lula não transmite o cargo para ele, exceto quando se ausenta do país, mas já despachou do Sírio Libanês apenas para não passar o cargo.
Alckmin sempre disse que Lula queria voltar a cena do crime, depois de ter quebrado o Brasil. Nunca soube, pelo nunca declarou, de onde veio o dinheiro usado para forjar um dossiê contra ele. Simplesmente, botou o boné do MST na cabeça e saiu de braços dados com Lula. Quando foi candidato, seu desempenho no Nordeste foi pífio. Ele pode ter alguma expressividade em São Paulo e só.
Camilo Santana não merece comentário. Um político medíocre que se elegeu senador pela burrice de alguns eleitores cearenses. Ouçam o discurso de Ciro Gomes e vocês verão que Camilo Santana não teria chances reais de ser eleito. Resta, Haddad que está empenhado em dizer que os “indicadores” de São Paulo são desastrosos. Quando perguntado quais indicadores ele se refere, o homem não consegue dizer um sequer. O governo de São Paulo tem sido exemplo para o resto do Brasil.
Não custa lembrar que em 2018 fizeram uma mistura da cara de Lula com a cara de Haddad, dizendo que “Lula é Haddad e Haddad é Lula”, mas a estratégia não deu certo e o PT foi derrotado. Em 2022, Gilmar Mendes chegou a declarar publicamente que a eleição de Lula foi obra do STF, seja lá o que isso quer dizer. O fato é que não há sucessores no PT.
Uma das questões mais vistas em partidos de esquerda é a centralização do poder nas mãos de um grupo. Em 1993 fizeram um plebiscito para definir a forma e o regime de governo. O PT, maciçamente defendeu presidencialismo porque Lula sonhava com a cadeira de presidente e não de primeiro-ministro num eventual regime parlamentarista.
Não há sucessores de Lula no PT. Ele manda e desmanda. Ele dá as cartas e define o jogo. Um caso emblemático foi na eleição para governo da Paraíba onde o PT ia lançar candidato próprio, mas Lula não permitiu e definiu que o partido ia apoiar Ricardo Coutinho. Esse mesmo Ricardo Coutinho que desviou R$ 134 milhões da saúde dos paraibanos. Quando o PT decidiu lançar candidato à presidência, Eduardo Suplicy sugeriu que houvesse convenção e que outras pessoas pudessem apresentar seus nomes. Ele próprio se colocou como opção. O resultado? Foi esmagado por Lula e pelos seus seguidores. Nunca foi recebido por Lula. Tomou um chá de cadeira de 4 a 5 horas para falar com Zé Dirceu.
Diante de tudo isso, não me parece algo extraordinário que Lula desista (intimamente, eu acho que ele vaidoso demais para isso). O que se diz é que ele próprio percebe que não consegue mais atrair multidões como ele fazia. Lula não consegue andar nas ruas sem ser chamado de ladrão. Ele só participa de eventos com pessoas ligadas ao partido, ou seja, só onde tiver apoiadores.
Todos lembram que, recentemente, a polícia federal mandou um morador de Presidente Prudente retirar uma faixa da sacada do seu apartamento porque nela estava escrito LADRÃO e Lula estava na cidade. A PF achou o termo ofensivo. Isso acaba sendo irrisório diante do fato da associação entre a palavra e o presidente.
Outros tantos exemplos se seguem por aí e talvez a melhor forma de atestar a capacidade eleitoral do presidente seria ele caminhar livremente pelas ruas. Sentindo o calor do povo. Isso vai ajudar bastante em sua decisão.
Quando eu quero lhe falar Entro em transe e oração Falo pelo coração Sei que ele vai me escutar Começo então a rezar Foi assim desde menino Ouço voz escuto o sino No ouvido em paralelo A oração é o elo Que nos contata ao Divino.
Cabal Abrantes
Quando faltar esperança, Quando sobrar desespero, Reze com fé e esmero, Peça a Deus-Pai confiança. Quem é com Ele não cansa, Tem o vigor de menino… Proteja, pois, seu destino, Seja qual for o duelo, A oração é o elo Que nos contata ao divino.
Melchior SEZEFREDO Machado
Em silêncio no meu peito Logo de manhã cedinho Acordo com passarinho Falo com Deus do meu jeito. As vezes nem sei direito E choro igual menino Contando os meus “pepino” Vejo quanto Deus é belo. A oração é o elo Que nos contata ao Divino.
Novo Abrantes
Minha mãe me ensinou A rezar desde pequeno Eu pedia ao Nazareno Ele nunca me faltou E até hoje inda estou Pedindo pro Deus-Menino Que proteja o meu destino Da tristeza do flagelo. A oração é o elo Que nos contata ao Divino.
A investigação do Banco Master terá o desafio de identificar parceiros ou “amigos de vida” que usavam cartões de crédito ilimitados em nome de Daniel Vorcaro e expedidos pelo seu próprio banco.
A suspeita é que entre 2019 e 2025 foram “distribuídos” mais de R$ 104 milhões a agentes públicos por meio de 80 a 90 cartões de crédito de Vorcaro que recebiam para gastar à vontade.
Rastrear compras de investigados, como carrões, pode ser um começo, observa o deputado Evair de Melo (PP-ES).
Eles usavam cartões e senhas do banqueiro e podiam gastar como quisessem, como no aluguel de jatinhos, jantares e viagens de luxo.
* * *
Que injustiça…
Foram distribuídos cartões pra agentes públicos, mas se esqueceram da gente.
Esta gazeta escrota não foi agraciada com um cartãozinho sequer, para grande tristeza de Chupicleide, secretária de redação.
“Parir é fácil e dolorido – mas realiza. Difícil é criar.” – Raimunda Buretama
Dona Quiterinha
Engole o choro!!! Se eu for aí e encontrar, vou esfregar na tua cara! Você apanhou foi pouco. Se prepare para quando seu pai chegar! Já te fa-lei que vo-cê pre-ci-sa res-pei-tar su-a ir-mã!!!
Quem teve a sorte de ter Mãe, e não nasceu de chocadeira, com certeza identifica fácil esse linguajar. A última frase é icônica: pronunciada silabicamente, quando a Mãe castigava o filho ou a filha.
Hoje, depois de um longo tempo de passeios, volto ao batente para render homenagem às nossas rainhas. Escolhi duas personas: Dona Jordina, a minha rainha de todos os castelos; e Dona Quiterinha, a Mãe-Rainha do Papa Berto.
Meu computador deu pane (PC), e não consegui fazer backup de nada. Este é um computador novo. No computador que deu pane, estavam gravadas todas as minhas fotos pessoais, familiares e outras que uso normalmente. Perdi todas.
Assim, como falo sempre (e muito) da minha Avó (Raimunda Buretama) postarei uma imagem que não é ela, é simbólica.
Raimunda Buretama
Lá naquelas paragens, do outro lado do rio, onde provavelmente a lua se esconde, existia uma casa de taipa, com a sala repleta de tamboretes para o descanso das visitas. Na latada, os assentos eram os cambitos e alguns poucos tamboretes com fundos de couro de bodes e cabras.
Na cozinha espaçosa, forno movido a lenha, uma panela grande “amornava” água para garantir o primeiro banho do menino, antes mesmo da primeira mamada. Era um frege de tias e comadres. Enquanto uma preparava o banho, outras se preparavam para depenar galinhas, patos, capotes e até um peru que tomava conta do quintal. A preparação do almoço.
Comadre Chica, a parteira da família que tinha aparado os filhos mais velhos, vez por outra passava na camarinha para ver a situação da parturiente: “tá chegando a hora”!
Raimunda Buretama, soltou uma de suas muitas pérolas: “Ora, bom-basta….. “parir é fácil e dói, mas realiza a muié. Difícil mermo é criar” nesse mundo de meu Deus.”
Da camarinha iluminada por duas lamparinas, veio o aviso:
“Tá nascendo, força minha comadre, só mais um pouquinho.”
“Nasceu!!!!!”
Tragam a água morna, que eu já cortei o cordão do “imbigo”!
Manuel de Oliveira Lima nasceu em 25/12/1867, em Recife, PE. Escritor, crítico literário, diplomata, historiador, professor e jornalista. Representou o Brasil em diversos países, foi professor-visitante da Universidade Harvard, nos EUA e membro-fundador da Academia Brasileira de Letras.
Filho de Maria Benedita de Miranda e Luís de Oliveira Lima, começou a atuar como jornalista aos 14 anos no Correio do Brazil, jornal fundado por ele em Lisboa. Formou-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1887, e passou a trabalhar no Ministério das Relações Exteriores do Brasil, em 1890. Atuou como diplomata em Portugal, Bélgica, Alemanha, Japão, Venezuela, Inglaterra e Estados Unidos e foi encarregado de negócios da primeira missão diplomática brasileira no Japão.
Foi criticado por alguns políticos devido ao seu posicionamento contrário a participação do Brasil na 1ª Guerra Mundial, sua proximidade com a Alemanha e por não aprovar o expansionismo brasileiro, como a anexação do Acre realizada pelo Barão do Rio Branco.
Era um leitor voraz e também escritor. Foi autor do 3º livro brasileiro sobre o Japão, publicado em 1903. A biografia que escreveu sobre o rei D. João VI é considerada obra de referência sobre esta figura histórica. Foi amigo íntimo de Gilberto Freyre e trocava cartas com Machado de Assis.
Em 1916 doou sua grande biblioteca à Universidade Católica dos EUA, em Washington, e para lá se mudou em 1920. Impôs a condição de que ele próprio fosse o primeiro bibliotecário e organizador do acervo, de 58 mil livros, função que desempenhou até sua morte, quando foi sucedido pela esposa Flora de Oliveira Lima. Em 1924 tornou-se professor de Direito Internacional na mesma universidade e foi indicado como professor honorário da Faculdade de Direito do Recife.
Faleceu em 24/3/1928 e foi sepultado no cemitério Mont Olivet, em Washington. Na lápide não consta seu nome, mas a frase “Aqui jaz um amigo dos livros”. Publicou mais de 12 livros de história, entre os quais: Memória sobre o descobrimento do Brasil, História do reconhecimento do Império, No Japão, Secretário Del-Rei, Dom João VI no Brasil. Este último, é considerado uma obra clássica, tendo em vista o rearranjo realizado na historiografia brasileira.
Alguns autores como Gilberto Freyre, Otávio Tarquínio de Sousa e Wilson Martins já escreveram sobre os relatos de Oliveira Lima, incluindo fatos relevantes sobre a situação internacional de Portugal em 1808, a chegada da corte no Brasil, a formação do primeiro ministério e as primeiras providências, a respeito da emancipação intelectual, sobre sua vida privada e outros tópicos debatidos ao longo da sua obra.
Ocupou a cadeira nº 11 da Academia Pernambucana de Letras e é patrono da cadeira nº 31, na expansão posterior da entidade. Em 1897, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, na condição de fundador da cadeira nº 39, tendo Francisco Adolfo de Varnhagen como patrono.
Em 2012 Julio César de Oliveira Velloso apresentou a dissertação de mestrado no Instituto de Estudos Brasileiros da USP-Universidade de São Paulo, intitulada Um Dom Quixote gordo no deserto do esquecimento: Oliveira Lima e a construção de uma narrativa da nacionalidade. O texto considera que 3 momentos fundamentais forjaram a nacionalidade brasileira: a vinda da corte portuguesa para o Brasil, a forma que tomou a declaração de independência em relação a Portugal e o reinado de Dom Pedro II.
A tríade de escritos que trata desta narrativa da nacionalidade é composta por: Dom João VI no Brasil (1909), O Movimento da Independência (1921) e O Império Brasileiro (1928). Em 2017 a CEPE-Companhia Editora de Pernambuco lançou o livro Oliveira Lima: Um Historiador das Américas, de Paulo Roberto de Almeida e André Heráclio do Rêgo.
Perguntaram-me, no ano passado, se eu acreditava em outros mundos com vida. Reafirmei de pronto a minha convicção sobre vidas existentes em outros locais do Universos, inclusive para viventes, os encarnados de lá, e os desencarnados das outras áreas, daqui inclusive.
Para os que me questionaram, transcrevo abaixo algumas mensagens recebidas por irmãos médiuns iluminados, coletadas em publicações kardecistas e não-kardecistas, todas as fontes amplamente respeitadas, embora aqui não identificadas por segurança, tampouco sem ordem de importância, servindo apenas de balizamentos comportamentais:
a. A tendência do homem é acusar e condenar os outros ao invés de olhar para seus próprios defeitos. Quando alguns fariseus e escribas acusaram a mulher adúltera, exigindo seu apedrejamento, o Mestre ergue-se e disse: O que está puro entre vós, atire a primeira pedra. Com esta postura, devolve a eles o julgamento da mulher. Quem somos nós para julgar os outros? Deixemos a Deus o julgamento e aprendamos, através do próprio exemplo de Jesus, a condenar o pecado e perdoar o pecador.
b. Você está sendo sempre convidado a desacelerar e a voltar para o seu centro. Sei que a ansiedade está forte, mas ela é um indicador para que você se cuide com mais amor e empatia. Tirar um tempo para se cuidar ou fazer absolutamente nada não é perda de tempo. Aprecie as suas companhias, veja a beleza que existe em você, honre a sua existência e respeite muito aquilo que sente sem julgamentos. Você vai sair desse período completamente fortalecido e com mais clareza em direção à Luz Infinita.
c. Você pode sempre recomeçar e seguir um novo caminho. Chegou a hora de se libertar de todas as ilusões que o prenderam no passado, dele você apenas tirando toda a experiência e sabedoria. Saiba que não importa em que fase da vida esteja, este é o seu momento. Esteja aberto, pois oportunidades estão chegando de onde menos espera.
d. Há indivíduos que são incapazes de matar uma mosca. Contudo não se abstêm em matar reputações alheias, a harmonia que reina num lar, a esperança de um doente ou a doce fraternidade que existe entre irmãos. Essas são mortes morais e nosso Mestre nos ensina que sofrerá rudes consequências quem as causam.
e. Quando está na hora de mudar de nível, sempre passamos momentos difíceis. O importante é lembrar que a luz está presente e que ela nasce da escuridão.
f. As pessoas pensam que ficarão felizes quando resolverem seus problemas. Na verdade, os problemas se resolvem quando estamos felizes. Primeiro, torne-se feliz. Depois, fique mais feliz ainda.
E para um muito arretado Dia Mães, homenageando TODAS as mães encarnadas e desencarnadas dos quatro cantos do mundo, dois provérbios bíblicos:
“Quem dá ouvidos à repreensão construtiva terá a sua morada no meio dos sábios” (Pv 15,31)
“Cuida do bom andamento da sua casa e não coma o pão da preguiça” (Pv 31,27)