DEU NO JORNAL

FALSIDADE

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

* * *

É mesmo.

Ex-presidiário jurar combater crime é coisa mais falsa do que nota de 13 reais.

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO X

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO JORNAL

PATRIMÔNIO COM O DINHEIRO PÁTRIO

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano.

Quase todos tiveram aumento no patrimônio.

Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil.

Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$ 88,5 mil.

Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$ 497,9 mil em bens.

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$ 72,1 mil (2022) para R$ 366,4 mil.

Lula e o aliado Clécio Luís, governador milionário do Amapá

* * *

Êita peste!

A cambada lulo-esquerdo-petralhal não nega a origem.

Seguem o chefe direitinho e aumentam o patrimônio de maneira fabulosa.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

AS SEM-RAZÕES DO AMOR – Carlos Drummond de Andrade

Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade, Itabira-MG, (1902-1987)

PROMOÇÕES E EVENTOS

LIVRO DO COLUNISTA FUBÂNICO CARLITO LIMA

Um assassinato misterioso ocorrido na Lagoa Mundaú – onde, por uma infeliz coincidência, uma mina está cedendo e afetando milhares de moradores de Maceió – é o cenário que abre o romance de Carlito Lima, que leva o nome da lagoa.

A obra conta a história de uma família, suas lutas, aventuras e alegrias em um período histórico para o Brasil entre as décadas de 1960 e 1970. Uma mistura de ficção e realidade que retrata o país durante a ditadura militar.

Para Carlito Lima, mais que um romance, a obra é a historiografia de uma época.

“Mundaú é um depoimento do modo de vida daquela época, quando o machismo e a violência contra a mulher eram naturalizados, mas também quando havia muita música popular brasileira, romantismo e ideais. Em 50 anos as coisas mudaram e o leitor pode tirar suas conclusões”, afirma.

Contato com o autor:

carlitoplima@gmail.com

(82) 9-9690.9964

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DEU NO JORNAL

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

DIA DOS PAIS

Pai é um grande presente
Presente em meu coração.

Mote de Dalinha Catunda

Pai é a grande figura
Nos ensina a caminhar
Seu conselho salutar
É que nos molda a postura
Com censura ou com brandura
Ele nos chama atenção
Ralha e oferece a mão
Aquele pai consciente:
Pai é um grande presente
Presente em meu coração.

Dalinha Catunda

Ter um ” PAI ” nas nossas vidas
Que benção maior do mundo
Um amor assim profundo
Com proteções garantidas
São esteios, são guaridas
Nosso porto e direção
Segurando nossa mão
Por jamais ficar ausente
Pai é um grande presente
Presente em meu coração.

Dulce Esteves

Mesmo já sendo velhinho
De pijama e de bengala
Numa cadeira na sala
Solitário sentadinho
Ele me mostra o caminho
O rumo e a direção
Sua sábia opinião
É algo bem pertinente
Pai é um grande presente
Presente em meu coração.

Araquém Vasconcelos

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