DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

UM IMPROVISO

Comentário sobre a postagem NO MODO “FAZER O DIABO” PARA GANHAR A ELEIÇÃO, LULA ATACA O SEU PRÓPRIO GOVERNO

Jesus de Ritinha de Miúdo:

Lula é um case clássico do cara que, dia após dia, dá uma cagada impressionante e limpa o enrugado com a própria merda.

Quando Lula é pressionado
Pra responder à nação
Em qualquer situação
Ele mente descarado.
Sendo desavergonhado
Inventa qualquer resposta
Dizendo o que povo gosta
Traz a nação enganada
Limpando sua cagada
Usando da própria bosta.

Copiado do Poeta Zeca Viloso
Primo de Caetano.

DEU NO JORNAL

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

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NO MODO “FAZER O DIABO” PARA GANHAR A ELEIÇÃO, LULA ATACA O SEU PRÓPRIO GOVERNO

Sílvio Ribas

Lula

Corrida presidencial apertada faz campanha de Lula apelar para o vale-tudo eleitoral e o populismo para evitar a derrota

A poucos dias de 4 de outubro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou de vez no modo “fazer o diabo” para ganhar a eleição — expressão celebrizada por Dilma Rousseff (PT) e recentemente reeditada pelo presidente. A novidade é que, na sanha por votos, ele passou a atacar até decisões do governo.

O tal “fazer o diabo” para vencer nas urnas entrou para o vocabulário político em março de 2013, numa declaração de Dilma sobre sua campanha à reeleição no ano seguinte. A ironia de Lula resgatar agora a frase é que o seu vale-tudo vinha desde 2023 e, na reta final, alimenta críticas de rivais.

O caso mais recente — e mais gritante — das contradições nas quais Lula se afunda na campanha está na nova e radicalmente oposta posição sobre bets, no rumo de bani-las. É o mesmo governo que propôs, sancionou e implantou a regulação das apostas esportivas, obtendo bilhões em tributos.

Antes disso, houve outro recuo no caso da “taxa das blusinhas”. A gestão petista apoiou a tributação das compras internacionais de pequeno valor, e Lula sancionou a cobrança. Em 2026, porém, o fim da taxa entrou na pauta negociada pelo presidente com os comandos da Câmara e do Senado.

* * *

Com mesmo valor desde 2022, Bolsa Família tem reajuste a dias do pleito

O exemplo mais evidente do despudor eleitoral veio do reajuste do Bolsa Família. A apenas 17 dias do primeiro turno, o governo anunciou correção de 15,04% no valor do benefício, elevando o piso de R$ 600 para R$ 691. A estimativa divulgada é de impacto adicional superior a R$ 22 bilhões nas contas de 2027.

O governo sustenta que não há ganho real, mas reposição da inflação acumulada. A defesa oficial é de que há espaço fiscal para a medida. A proximidade da votação, contudo, abriu imediatamente a polêmica sobre o componente eleitoral de um benefício que alcança milhões de famílias.

A própria escolha do formato reforçou o debate. Em plena reta final da disputa, a correção ampla tem impacto político muito superior ao de medidas focalizadas. A decisão surge justamente quando o custo de vida ficou mais caro e tem impacto direto no desejo de Lula de preservar seu eleitorado de baixa renda.

No mesmo ambiente eleitoral, Lula acrescentou outra proposta de enorme apelo popular: oferecer canetas emagrecedoras pelo SUS. A ideia entrou no discurso presidencial antes de estarem claramente definidos todos os critérios de incorporação, público-alvo, cronograma e impacto financeiro da medida.

* * *

Nikolas Ferreira vê Lula como criador de problemas para o presidente resolver

Cada mudança de posição pode ser justificada por razões econômicas, sociais ou fiscais. O problema está na concentração de guinadas às vésperas da eleição. É justamente essa sequência que oferece a adversários material para confrontar o Lula candidato com o Lula presidente.

O resultado é Lula atacando a si próprio. Ao tentar convencer o eleitor de que pode corrigir problemas na canetada, o petista expõe decisões anteriores de seu governo ao crivo do público. No modo “fazer o diabo”, seu crítico mais incômodo acaba sendo o registro histórico de suas próprias palavras e atos.

Nas redes sociais, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) explorou essa contradição ao reunir propostas envolvendo bets, “taxa das blusinhas” e canetas emagrecedoras no SUS. Para ele, “o próprio governo cria os problemas para depois poder apresentar a solução para eles”.

Agora, o vale-tudo eleitoral chega também ao Judiciário. A campanha de Lula acionou diretamente o Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar eventual interferência estrangeira nas eleições, destinando a ação a Flávio Dino, ex-ministro da Justiça de Lula e indicado pelo petista à Corte.

COMENTÁRIO DO LEITOR

NO JBF

Comentário sobre a postagem DESCULPAS

Jose Ferreira:

Olá!

A manchete e noticia na “grobo” foi divulgada no jornal das 9 – maior audiência – e as desculpas no da madrugada – baixa audiência.

Enfim, ainda bem que informativos em sites sérios e imparciais – como nosso JBF – divulgaram a verdade…

inté!

DEU NO JORNAL

É MILHÃO QUE SÓ A PESTE

Com R$ 64,6 milhões em despesas contratadas, a campanha de Lula vai trocar os comícios com passarela, dez vezes mais caros, por caminhadas, que, de quebra, avalia passar imagem de mais “humilde”.

* * *

É milhão que só a peste.

Sr. Grande Mentiroso, pode usar este jornaleco para fazer sua campanha.

Vai ganhar voto que só a porra!!!

E a gente cobra bem mais barato.

Qualquer trocadinho será muito bem vindo.